(Padre Antônio Vieira)
Nesta data comemorativa, o PPS/SP destaca e parabeniza também os seus professores, como Palmiro Menucci, Claudio Fonseca, Vera Lúcia Meneses Zanelato, Eliomar Rodrigues Pereira, Alcides Ribeiro Soares, Edinho Dom Macário, Edgard Santana, José Máximo Filho, Jihad Saab, entre outros.

Nesse tempo, formou um patrimônio que consiste em clubes, clínica médica, alojamento, central de cursos, instituto de estudos educacionais, colônias, piscinas e campos esportivos, colocados a serviço dos associados da entidade. Mas um dos pontos fortes da instituição continua sendo a prestação de serviços e a assistência que dá ao professor.
"Para afirmar que educação é prioridade é preciso priorizar a valorização e a dignidade do professor", garante Menucci.
O CPP, com um corpo associativo composto de mais de 120.000 professores e especialistas em educação, oferece ao seu associado, desde o seu ingresso no magistério até e após a aposentadoria, completa assistência administrativa e jurídica.
A entidade edita, ainda, um jornal com tiragem de 135.000 exemplares (o "Jornal dos Professores"), distribuído mensalmente aos associados.

Licenciado em Ciências Matemáticas e profundo conhecedor dos problemas que envolvem os professores, durante os quatro anos de mandato como vereador (2001 a 2004) pelo PCdoB, Claudio Fonseca presidiu uma Comissão Parlamentar de Inquérito, foi vice-presidente da Comissão de Educação e membro das Comissões de Administração Pública e de Orçamento e Finanças.
Em 2003, foi eleito segundo vice-presidente da Câmara e designado coordenador da reforma administrativa do Legislativo. A proposta sob sua coordenação foi aprovada e, hoje, a Câmara Municipal de São Paulo possui uma estrutura mais dinâmica, moderna e capaz de atender, de forma eficiente, todas as necessidades do Poder Legislativo.
Apresentou mais de 100 projetos relativos aos sistemas de Educação, Saúde, direitos dos deficientes, financiamento da Educação, direitos dos educadores e demais servidores públicos, uso de novas tecnologias na Educação, direitos dos idosos etc., dos quais cinco são leis em pleno vigor no município.
Entretanto, por defender um sistema educacional justo e os direitos dos profissionais do setor, votando contra projetos do Executivo (gestão Marta Suplicy) que prejudicavam a categoria, acabou sendo punido por seu então partido, em 2004, perdendo o direito a se candidatar à reeleição.

"Filiei-me ao PPS porque tenho certeza de que juntos faremos do PPS um grande partido em São Paulo. Contem comigo, pois venho para somar e ajudar o PPS a construir um Brasil melhor", afirma a professora Vera Lúcia.