
"O Boris vai entrar no Brasil na mesma condição que hoje vive na Inglaterra. Ele é um exilado político. O governo entendeu que é importante ter uma pessoa como ele aqui, já que o Boris quer investir, inclusive onde existe um estrangulamento econômico, como o setor aéreo", afirmava Cândido, candidamente, torcedor corintiano e conselheiro do clube pelas mãos de Dualib.
Nós, que somos do tempo em que estrelas no Corinthians eram só os craques, dispensamos esta mãozinha do PT. Política não se faz dentro do clube. Lá é lugar de futebol. Não precisamos de Lulas e Renans no Corinthians. Triste fim para o berço da "Democracia Corinthiana", movimento espetacular que conquistou o bi-campeonato paulista de 1982-83 para o Corinthians e contribuiu para discutir a abertura política do país na época das Diretas-Já.

Ele defende, como todo corinthiano de coração (e de cara limpa) o afastamento de toda a diretoria responsável pelo agravamento da crise corinthiana. Trocamos as páginas esportivas pelas policiais. É uma vergonha! (diria o outro Boris, não o russo)
Desde o início Ronaldo se opôs à parceria com o fundo de investimentos MSI, a sigla de fachada para lavar no Corinthians o dinheiro da máfia russa. Vozes como a de Ronaldo e a do jornalista (corinthiano assumido) Juca Kfouri não foram ouvidas. Valia tudo pelo dinheiro. O PT entrou de cabeça no negócio. Deu no que deu.