
Mais: disse que fazia a confissão publicamente por não ver vergonha nenhuma em definir-se como 'medroso' quando o assunto é avião. Foi a segunda vez que ele escancarou o seu sentimento desde o início da crise aérea, há 10 meses.
"Toda a vez que o avião fecha a porta, eu entrego a minha sorte a Deus", afirmou Lula. "Eu estou na mão de um comandante que é um ser humano, de uma máquina ultramoderna, mas que é uma máquina, na mão de um controlador que diz quando eu devo parar ou não, e estou na mão das intempéries que nem sempre o ser humano consegue controlar."
Coincidência: nós também entregamos a Deus enquanto estivermos nas mãos deste ser humano e da "máquina" petista.
O showman Lula se esforçou para animar a platéia durante a posse de Jobim. "Estamos vivendo um momento de tensão e é preciso um momento de descontração para tornar a vida menos sofrida", disse o presidente. É. Isso é.