
A fé, a solidariedade, a honestidade de princípios e a convivência pacífica entre os adeptos das diferentes religiões deram um tom diferente do que geralmente as novelas globais apresentam, principalmente sobre as igrejas evangélicas. E, do lado inverso, livre do preconceito dos evangélicos contra a cultura afro-brasileira.
Outra cena bastante polêmica e controvertida foi aquela em que o líder comunitário Juvenal Antena justifica a invasão das terras pelos moradores que formariam o primeiro núcleo da Portelinha, com um discurso de fazer inveja ao MST e argumentos que nem o PT usava quando pensava ser um partido de vanguarda. É a Globo à esquerda de Lula, quem diria!