sábado, 23 de agosto de 2014

Previna-se dos PTbulls amestrados de Lula e Dilma

Desmascarando o PT: quem é o "cidadão comum" da propaganda governista?

Os ataques orquestrados pelo PT são conhecidos: um exército de filiados e apaniguados, a mídia cooPTada, os chamados "blogueiros amigos", ou "blogueiros sujos", a militância remunerada, os robozinhos nas redes sociais, a camarilha aboletada em gabinetes, sindicatos e em cargos públicos.

Nada disso é novidade.

Mas também nunca é demais mostrar como eles atuam na prática, para que o brasileiro incauto não caia outra vez nas armadilhas do sempre competente marketing eleitoral petista. 

Afinal, como diz Dilma Roussef, "vale fazer o diabo para ganhar uma eleição"

Então, a informação e a verdade podem ser boas medidas preventivas contra esses ataques diabólicos.

Pois, vamos lá: o senador Eduardo Suplicy acaba de ser flagrado levando à TV seus próprios funcionários para elogiá-lo, numa interpretação fake do "povo nas ruas" (enquanto o povo de verdade, cada vez mais consciente, vai abandonando o PT no dia-a-dia). 

Uma farsa, típica do Partido dos Trabalhadores e do folclórico Suplicy

Mas esse é "café-com-leite", não vale.

Se é para desmascarar alguém de peso, vamos direto ao guru dos adestradores de PTbulls.

Neste fim-de-semana, o ex-presidente Lula, no seu perfil oficial do facebook, em mais uma publicidade governista, descreve rapidamente a "história de superação" de um cidadão brasileiro chamado Jadson Arnaud.

Aparece a foto do sujeito em família, com esposa e filha, apresentado por Lula num texto piegas padrão:

"Pelo sistema de cotas, ele ingressou no curso de Direito, mas o principal ainda estava por vir: ´O mais importante na minha vida e de meus irmãos, foi ver minha mãe ser curada de um câncer pelo SUS´."

História interessante. De cara, chama atenção a referência ao sistema de cotas. Não fica claro qual critério teria beneficiado Jadson Arnaud. Racial não deve ser, porque o homem é branco. 

A curiosidade leva então ao link postado por Lula. Caímos na página eleitoral: "O Brasil que conquistamos".

Ali temos mais informações sobre Jadson Arnaud, abaixo da manchete sensacionalista: "Minha mãe se curou de um câncer pelo SUS".

Bonito. Essas histórias de superação sempre emocionam. Afinal, Lula e Dilma também se curaram de câncer. Não no SUS, como propagandeia o governo sobre a mãe do tal Jadson Arnaud, mas no Hospital Sírio-Libanês. Ok, só um detalhe. Deixa pra lá.

Voltemos ao cidadão "comum". No site da propaganda governista, descobrimos que Jadson Arnaud é de Mossoró, no Rio Grande do Norte. E mais um pouco da sua história: "Já tinha uma graduação em História e, com a oportunidade dada pelas cotas, ingressei novamente no curso de Direito da Universidade Estadual do Rio Grande do Norte (UERN)."

E prossegue, ipsis literis: "Mas, o mais importante na minha vida e de meus irmãos, foi ver minha MÃE (além de dezenas outras pessoas aqui em Mossoró e região) SER CURADA DE UM CÂNCER, E TER SIDO REALIZADO E CUSTEADO TOTALMENTE PELO SUS. ISSO SIM, DEVE SER VALORIZADO."

Até aí, tudo certo.

Cativados pela "história de superação" chancelada por Lula, resolvemos saber um pouco mais desse cidadão que de forma tão singela e espontânea resolveu prestar um depoimento pessoal, totalmente desinteressado, sobre as conquistas dos governos do PT.

Bom, pelo menos é isso que tenta fazer crer a postagem de Lula, não é mesmo?

Acessamos o facebook de Jadson Arnaud: curiosamente, a postagem mais recente é um ataque aos "mercenários" da oposição ao PT (fazendo uma referência ao filme de Stallone e um exército de brutamontes de Hollywood).

E lista os "inimigos" do petismo, ou supostos mercenários: Marina Silva, Aécio, FHC, Serra, Alckmin, Aloysio, William Bonner, Luciano Huck, Alexandre Garcia, Miriam Leitão, Arnaldo Jabor, Ronaldo Fenômeno...

Também é notável a quantidade de amigos de Jadson Arnaud que expressam já na foto de perfil o apoio à presidente Dilma Roussef, todos com a indefectível arte oficial do "Dilma Muda Mais". Coincidência?

Bom, se isso, por si só, não desafiasse todas as leis das probabilidades e estatísticas no apoio praticamente unânime ao PT, um rápido passar de olhos nos amigos acendem o sinal vermelho: fulano, editor do Jornal de Fato; beltrano, repórter do Jornal de Fato; sicrano, sócio-diretor na agência de publicidade L4... 


E por aí vai... uma verdadeira confraria petista.

Todos eleitores declarados ou militantes do PT, ligados à imprensa local e a sindicatos de funcionários públicos da Prefeitura de Mossoró (gestão PSD/PT) e do Governo do Rio Grande do Norte, da governadora Rosalba Ciarlini, também natural de Mossoró, aliada da presidente Dilma Roussef, inelegível pelo TRE e avaliada como a pior governadora do país.

Mas, voltando ao nosso personagem Jadson Arnaud. Com um pouco de paciência e a ajuda do Google, descobrimos que José Jadson Arnaud Amâncio é professor do Estado e assessor da presidência do Sindiserpum (Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró), vinculado à CUT e ao PT. 

Inclusive, é Jadson Arnaud quem controla pessoalmente o twitter do Sindicato, que até então tinha apenas 20 seguidores, dentre os quais se destacava o Diretório Estadual do PT no Rio Grande do Norte.

Articulador político da EPS (Esquerda Popular Socialista), tendência interna do PT ligada ao presidente Rui Falcão, o militante petista Jadson Arnaud apóia para deputada no Rio Grande do Norte a petista Fátima Cardoso.

Ela é coordenadora-geral do Sinte (Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Rio Grande do Norte), no qual Jadson também atua e que, veja só, é cliente daquela mesma agência de publicidade L4, dos apoiadores de Dilma.

Enfim, fecha-se o ciclo do mundo paralelo e fantástico do petismo. 

Tudo isso é apenas para mostrar que os "cidadãos comuns" apresentados pela publicidade governista são seus próprios militantes partidários, PTbulls treinados na cartilha de Lula para atacar todo aquele que fizer oposição ao governo Dilma e ao PT, a quem prestam fidelidade canina.

Tudo pura armação eleitoral. 

Salve-se quem puder.

Leia também:









sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Vote: Marina Silva presidente, Beto Albuquerque vice


O PPS apóia e recomenda o voto em Marina Silva para Presidente da República e Beto Albuquerque para vice-presidente.

Após a trágica morte de Eduardo Campos, entendemos que os nomes de Marina e Beto honram o legado do presidenciável e ex-governador de Pernambuco, que liderava até então a nossa coligação Unidos pelo Brasil (PSB / PPS / Rede / PPL / PRP / PHS).

Leia a Nota Oficial do PPS em apoio a Marina e Beto.

Veja também:

São Paulo vai com Marina Silva e Geraldo Alckmin

Eleições: conheça e vote nos candidatos do PPS


Não vamos desistir do Brasil: Agora Eduardo é Marina!


Por que votar em Marina Silva presidente e Beto Albuquerque vice?

O PPS apóia a indicação de Marina Silva para a Presidência e Beto Albuquerque para vice, como representantes da Coligação Unidos pelo Brasil, composta oficialmente por PSB, PPS, PHS, PRP, PPL e informalmente pela Rede Sustentabilidade.

Entendemos que se trata, de fato, da solução natural - Marina é a melhor e mais qualificada candidata, enquanto Beto é o fiador do PSB - para a continuidade deste projeto liderado até então por Eduardo Campos.

A candidatura presidencial de Marina Silva, na atual conjuntura, é a garantia de uma eleição em dois turnos e a possibilidade concreta de vitória para iniciarmos no país um desejado e necessário período pós-PT.


A ex-senadora Marina pode ser a estadista que o Brasil necessita. Tem todas as características e qualidades para tanto: personalidade forte, senso de justiça, equilíbrio, crenças, princípios, ideais e convicções que fazem da sua trajetória pessoal e política uma história de vida extraordinária, pela qual manifestamos inteira confiança e o nosso respeito incondicional.

Agora, à frente da Coligação Unidos pelo Brasil, entendemos que Marina representará muito além desta mulher de fibra, líder inconteste e símbolo de uma nova política que desejamos colocar em prática no Brasil, acrescentando às suas próprias características tudo aquilo que Eduardo Campos também representava nesta aliança, com os compromissos assumidos com partidos e aliados, e sobretudo sensível às expectativas e demandas mais justas da sociedade.

O choque dos primeiros dias após a morte de Eduardo Campos deu lugar à profunda tristeza e à sensação crescente de um vazio político.

Porém, fez também renascer a esperança de dias melhores, da união do povo pela mudança a partir da dor e do clima de comoção que tomou conta do Brasil.

É uma pena que boa parte deste merecido reconhecimento a Eduardo seja tornado público só após a sua morte. Para nós, era vivo que ele personificava verdadeiramente a nossa esperança por um Brasil melhor.

Assimilada a tragédia, passado o luto, desejamos que este sonho por uma nova política e por uma sociedade mais justa sobreviva impregnando a alma do brasileiro.

"Não vamos desistir do Brasil", foi a última mensagem de Eduardo Campos, que sintetiza a sua história e simboliza o seu legado.

Com respeito e discernimento, precisamos honrar este compromisso público com o país.

Reafirmamos que Marina Silva, não por acaso escolhida vice de Eduardo Campos, é a pessoa vocacionada para manter acesa esta chama da mudança.

Juntos, Eduardo e Marina começaram a reescrever a História do Brasil. Tiveram ambos a coragem de inovar na política com uma aliança programática inusitada e surpreendente.

Cabe a nós, agora, dar continuidade a esta missão, com força redobrada, amor, fé e confiança.

Por tudo isso manifestamos o nosso apoio à Marina Silva para a Presidência da República, com a definição do senador gaúcho do PSB, Beto Albuquerque, para vice pela Coligação Unidos pelo Brasil, dando continuidade ao legado de Eduardo Campos, nestas eleições e no futuro governo do país.

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Não vamos desistir do Brasil: Agora Eduardo é Marina!

Que o refrão do belíssimo jingle da Coligação Unidos pelo Brasil com Eduardo e Marina possa ganhar uma nova letra sem perder o seu significado original.

Quem começou a cantar "Coragem pra mudar o Brasil, eu vou com Eduardo e Marina" deve continuar entoando a plenos pulmões: "Não desistimos de mudar o Brasil, agora Eduardo é Marina".

Que o vazio deixado pela morte trágica e prematura de quem escolhemos para liderar este projeto possa ser ocupado por aquela que o próprio Eduardo estendeu a mão e colocou ao lado dele para essa caminhada - num gesto surpreendente de ambos, que em 5 de outubro de 2013 deixou o mundo político atônito.

Que a dor e o impacto da morte de Eduardo sirvam para fazer renascer em cada um de nós, agora com Marina à frente, a esperança de dias melhores.

Juntos no mesmo sonho, em busca dos mesmos ideais. Vamos honrar o seu legado!

Leia: O dia seguinte: "Não vamos desistir do Brasil!"

Destino, acaso, mão de Deus... Busque a explicação que se queira dar, o fato é que Marina Silva parece marcada para chegar à Presidência da República.

Tudo o que se disser agora pode parecer exagerado, demagógico, oportunista. 

Então, em vez de buscar novas palavras para justificar porque chegamos até aqui, o melhor é relembrar como chegamos: Eduardo, Marina, o PPS e todos aqueles que clamam por uma nova política e um novo Brasil.

Relembre um resumo histórico das postagens do Blog do PPS:

19 de agosto de 2009: Marina repete Erundina, Heloísa Helena e Soninha

14 de junho de 2011: Quem não quer estar ao lado de Marina Silva?

8 de julho de 2011: Busca da "nova política" aproxima grupo de Marina

22 de agosto de 2011: Histórico da aproximação com Marina e marineiros

6 de setembro de 2011: Carta aberta do PPS aos "marineiros"

28 de setembro de 2011: PPS convida Ricardo Young para disputar Câmara

30 de setembro de 2011: Pacto com marineiros terá Ricardo Young vereador

30 de setembro de 2011: Direção do PPS prestigia filiação de Ricardo Young

4 de outubro de 2011: PPS no lançamento do livro de Sirkis sobre Marina

15 de outubro de 2011: Pacto com os "marineiros" por cidades sustentáveis

27 de outubro de 2011: Política 2.0: Young, Marina, Soninha e o Blog do PPS

12 de julho de 2012: Ricardo Young reúne Soninha e Marina nesta quinta

13 de julho de 2012: Soninha e Marina juntas no lançamento de Young

20 de agoto de 2012: Marina, Ricardo Young e Soninha juntos na TV

8 de outubro de 2012: PPS elege vereador Ricardo Young

23 de janeiro de 2013: Marina anuncia novo partido e PPS aplaude iniciativa



17 de abril de 2013: Passa golpe contra #Rede de Marina e fusão do PPS

17 de junho de 2013: As vozes que se ouvem nas redes e nas ruas

18 de junho de 2013: BRASIL VAI ÀS RUAS E FAZ HISTÓRIA

31 de julho de 2013: Como ficam os nomes da oposição para 2014?

6 de agosto de 2013: Movem-se as peças no tabuleiro eleitoral

12 de agosto de 2013: Marina Silva é o novo Lula?

26 de agosto de 2013: O "pós-PT" em ritmo de frevo com Eduardo Campos

19 de setembro de 2013: Como fazer política diante do descrédito do povo?

23 de setembro de 2013: Feliz 2014: o Ano Novo começa nesta semana!

30 de Setembro de 2013: Vamos falar da eleição sem meias palavras?

1º de outubro de 2013: Candidatura de Marina é essencial em 2014

3 de outubro de 2013: "Dia D": o Brasil precisa de Marina e da #REDE

4 de outubro de 2013: Velha política em festa, democracia em luto

5 de outubro de 2013: Sustentabilidade em festa, velha política em luto

5 de outubro de 2013: Um pitaco na seara alheia, se política fizer sentido

7 de outubro de 2013: Marina fora da eleição de 2014 não me representa!

9 de outubro de 2013: A sustentabilidade é a releitura do socialismo?

23 de outubro de 2013: Vereador Ricardo Young explica permanência no PPS

9 de novembro de 2013: PPS de São Paulo sinaliza apoio a Eduardo Campos

25 de novembro de 2013: PPS de São Paulo aprova apoio a Eduardo Campos

9 de dezembro de 2013: São Paulo tem papel decisivo no Congresso do PPS

4 de fevereiro de 2014: PPS se integra ao PSB e à Rede em Plano de Governo

25 de fevereiro de 2014: Movimento suprapartidário realiza 1º encontro em SP

12 de março de 2014: Rio: 2º Encontro com Eduardo Campos e Marina Silva

17 de março de 2014: Avança programa da aliança entre PSB, Rede e PPS

22 de abril de 2014: Quem já conhece Aécio e Eduardo não vota em Dilma

26 de junho de 2014: São Paulo com Geraldo Alckmin e Eduardo Campos


30 de junho de 2014: PPS confirma apoio a Eduardo, Marina e Geraldo

13 de agosto de 2014: O Brasil lamenta a morte de Eduardo Campos

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Fora Dilma, queremos o macarrão da Palmirinha!


Começou o horário eleitoral gratuito com as cenas típicas de campanha: artistas, palhaços, políticos... Não necessariamente nesta ordem - e nem sempre com funções muito bem definidas para o telespectador.

Nesse raciocínio estratégico de vale-tudo eleitoral, o marketing petista colocou Dilma Roussef cozinhando e escorrendo um macarrão. Cena ridícula. Foi o assunto mais comentado nas redes sociais.

Se era pra ter um "fantoche" de Lula na cozinha, talvez fosse melhor e mais apropriado o PT lançar "presidenta" Palmirinha, uma cozinheira profissional e simpática, que tem o seu próprio boneco, o Guinho.

Ora, se não bastasse o PT ter enganado o povo na COPA, resolveu avançar agora também para a COZINHA? Que fase!

E Paulo Maluf, eterno candidato, deputado aliado de Dilma, Lula, Padilha e Skaf que busca a reeleição com seu habitual discurso de "no meu tempo era Rota na rua"...

"Bandido bom era bandido preso", disse Maluf

Logo ele, procurado pela Interpol.

Solto.

Em contrapartida, o PSB fez uma bela e sutil homenagem a Eduardo Campos, ao som de "Anunciação", música de Alceu Valença.

(...) Tu vens, tu vens
Eu já escuto os teus sinais
Tu vens, tu vens
Eu já escuto os teus sinais

A voz do anjo
Sussurrou no meu ouvido
Eu não duvido
Já escuto os teus sinais
Que tu virias
Numa manhã de domingo
Eu te anuncio
Nos sinos das catedrais (...)


Não vamos desistir do Brasil!

#CoragemPraMudar #EduardoeMarina #MudarFazBem


Leia também:

Corrupção??? Que corrupção, William Bonner???

Não, Eduardo, nós não vamos desistir do Brasil!

Corrupção????? Que corrupção, William Bonner?????


Em uma entrevista tensa ao Jornal Nacional, em que Dilma Roussef tentou impor a sua autoridade de presidente quando deveria estar ali como mera candidata, ficou claro ao menos uma coisa para o eleitor brasileiro: quanto mais ela fala, menos tem a dizer.

Estourou o tempo de 15 minutos tentando enrolar os entrevistadores William Bonner e Patricia Poeta, visivelmente constrangidos, mas acabou ela própria enrolada em respostas confusas, nervosas e intermináveis.

A entrevista serviu para mostrar Dilma fugindo desesperadamente das perguntas, principalmente sobre a corrupção do seu governo, a condenação e a prisão da "tropa de elite" dos mensaleiros do PT, e sendo obrigada a admitir que, após 12 anos na Presidência, ela e Lula não conseguiram entregar uma saúde pública "minimamente razoável".

Ou seja, levando ao pé da letra, a CANDIDATA Dilma Roussef avaliaria a gestão da PRESIDENTA Dilma Roussef como PÉSSIMA.

Não é verdade? Ora, se alguma coisa não é "minimamente razoável" é o que? Ruim. Péssima. Se ela própria está dizendo, quem somos nós para discordar?

Depois dessa entrevista, ficam dois recados musicais.

Um do Charlie Brown Jr.:

"(...)  Eu vi o tempo passar e pouca coisa mudar 
Então tomei um caminho diferente
Tanta gente equivocada faz mau uso da palavra
Falam, falam o tempo todo, mas não tem nada a dizer (...)"


Outro da Legião Urbana:

"(...) Quem me dera ao menos uma vez
Explicar o que ninguém consegue entender
Que o que aconteceu ainda está por vir
E o futuro não é mais como era antigamente
Quem me dera ao menos uma vez
Provar que quem tem mais do que precisa ter
Quase sempre se convence que não tem o bastante
Fala demais por não ter nada a dizer (...)"
Vale ainda acompanhar as diferentes opiniões sobre a entrevista de Dilma Roussef, variando de acordo com a formação do próprio crítico, sua visão da política e os interesses em jogo. Reveja, de humoristas a jornalistas, artistas, personalidades e cientistas políticos: Josias de Souza, Ricardo NoblatCarlos Melo, Cora Ronai, Cacá RossetDanilo Gentili, Rafinha Bastos, Luiz Carlos Azedo, Romeu Tuma, Roger Rocha Moreira, Soninha Francine, Reinaldo Azevedo, Álvaro Dias, Revista VejaCarta Capital, ConversaAfiada, Revista Forum, Brasil247, ViOMundo...

Não por coincidência, esses últimos veículos são aqueles chamados "blogueiros amigos", ou, como preferimos, mídia cooPTada ou milícia PTbull. Basta ler os absurdos que publicam e, pior, sob escancarado patrocínio governamental.

Leia: Cada um tem o Watergate que merece...


segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Não, Eduardo, nós não vamos desistir do Brasil!


Vai ser muito difícil a mesmice e o pragmatismo da velha política derrotarem a fé e a esperança de um novo Brasil!

Mas, quando presenciamos a História sendo reescrita, palavras são até desnecessárias...







Leia também:

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

O dia seguinte: "Não vamos desistir do Brasil!"

O choque das primeiras horas dá lugar à profunda tristeza e à sensação crescente de um vazio político. O clima de comoção tomou conta do Brasil.

Releia: O Brasil lamenta a morte de Eduardo Campos

É uma pena que boa parte deste merecido reconhecimento a Eduardo Campos seja tornado público só após a sua morte.

Para nós, era vivo que ele personificava verdadeiramente a nossa esperança por um Brasil melhor.

Assimilada a tragédia, passado o luto, desejamos que este sonho por uma nova política e por uma sociedade mais justa sobreviva impregnando a alma do brasileiro.

"Não vamos desistir do Brasil", foi a última mensagem de Eduardo Campos, que sintetiza a sua história e simboliza o seu legado.

Com respeito e discernimento, precisamos honrar este compromisso público com o país.

Reafirmamos que Marina Silva, não por acaso escolhida vice de Eduardo Campos, é a pessoa vocacionada para manter acesa esta chama da mudança.

Juntos, Eduardo e Marina começaram a reescrever a História do Brasil. Tiveram ambos a coragem de inovar na política com uma aliança programática inusitada e surpreendente.

Cabe a nós, agora, dar continuidade a esta missão, com força redobrada, amor, fé e vida.

Que a coligação Unidos pelo Brasil confirme Marina Silva para a Presidência da República!

Leia o extraordinário artigo "Não vamos desistir do Brasil", publicado pelo vereador Ricardo Young, do PPS, sobre Eduardo Campos e o sonho por um Brasil melhor.

Entenda por que o PPS apoiava Eduardo Campos e Marina Silva:

PPS confirma apoio a Eduardo Campos

O "pós-PT" em ritmo de frevo com Eduardo Campos

"Pós-PT": as chances de Marina e Eduardo Campos

Avança programa da aliança entre PSB, Rede e PPS

PPS de São Paulo aprova apoio a Eduardo Campos

São Paulo com Geraldo Alckmin e Eduardo Campos

Quem já conhece Aécio e Eduardo não vota em Dilma

Marina fora da eleição de 2014 não me representa!

Velha política em festa, democracia em luto

Sustentabilidade em festa, velha política em luto

Candidatura de Marina é essencial em 2014

A sustentabilidade é a releitura do socialismo?

Ricardo Young: "Não vamos desistir do Brasil"

Artigo do vereador Ricardo Young*

Ontem, antes de embarcar no Rio de Janeiro com destino ao Guarujá (no litoral paulista), Eduardo Campos se despediu de Marina Silva e de todos à sua volta.

Ele entrou no avião levando consigo o brilho no olhar de quem sempre acreditou que é possível construir um Brasil melhor, mais justo e mais sustentável.

Era essa a sua marca. Um homem que encantava a todos, por onde passava, com seu riso franco e otimista e sua disposição para ouvir e contar boas histórias.

Sobre Eduardo Campos há muito que dizer. Neto de Miguel Arraes (1916-2005), viveu a política desde criança. A influência de seu avô moldou seu caráter e seu amor pelo Brasil.

Por coincidência do destino, Eduardo partiu exatamente nove anos depois de Miguel. A partida de ambos deixa marcas permanentes na política nacional.

Foi também ao lado do avô que ele iniciou sua carreira política, para, em seguida, tornar-se deputado federal.

Ganhou destaque como articulador do governo de Luiz Inácio Lula da Silva e à frente do Ministério da Ciência e Tecnologia.

Consagrou-se como governador de Pernambuco. Seu governo teve a marca do diálogo e da inovação, alcançando grandes avanços na área de segurança, na gestão pública e nas questões ambientais. O apoio popular o levou à reeleição com mais de 80% dos votos.

O homem público e político Eduardo Campos foi forjado entre influências e oportunidades extraordinárias, contudo o que realmente prevalece não é somente a herança política nem a promessa, e sim o que ele fez com essas oportunidades.

Eduardo representava a possibilidade de pensar o Brasil fora da caixa. Um Brasil que clama pela renovação, que exige da democracia o seu compromisso com o novo.

Em torno dele, construiu-se a possibilidade de um sonho compartilhado, que vem se desenhando com traços cada vez mais fortes de realidade.

A sua juventude e a sua capacidade de articular diversos segmentos da sociedade, sem preconceito, tendo como norte uma fé inabalável em que o Brasil pode criar as condições para a renovação da sociedade, contagiaram milhões de pessoas.

Eduardo construiu no coração e nas mentes dos brasileiros a possibilidade de um Brasil na plena expressão do potencial do seu povo.

A sua partida não interrompe o seu legado. Aquilo que ele nos deixa é o melhor que o nosso país pode produzir: entusiasmo, trabalho incansável, capacidade de interlocução ampla, determinação de superar conflitos sem ruptura e apontar para a possibilidade do novo nascendo das profundas contradições que a democracia brasileira tem e ainda terá.

É um legado de alguém que não se rotulou e que ousou, com cordialidade, desafiar axiomas, buscando trilhar o caminho do meio.

Faltam-me palavras para descrever a dimensão da perda de Eduardo Campos. Elas me fogem, não apenas porque tinha por ele grande apreço e admiração mas também porque considero realmente difícil dimensionarmos o efetivo impacto de sua ausência.

Nós todos que militamos pela sustentabilidade, por um novo jeito de fazer política, por um novo Brasil, devemos agora nos unir ainda mais para que o sonho de Eduardo, que é o sonho de um Brasil melhor, continue.


Estamos de luto.

RICARDO YOUNG, 57, é vereador do município de São Paulo pelo PPS – partido que integra a coligação Unidos pelo Brasil, de apoio à candidatura de Eduardo Campos (PSB) à Presidência da República.

(*Artigo publicado na quinta-feira, 14 de agosto de 2014, na Folha de S. Paulo)

Os pés em São Paulo e o olhar no Brasil

Artigo de Carlos Fernandes (PPS/SP)
Vivemos dias decisivos na política. Se não bastasse a importância da escolha de deputados estaduais e federais comprometidos com São Paulo, temos que reeleger o governador Geraldo Alckmin, eleger José Serra senador e escolher acertadamente quem substituirá o PT na Presidência da República.

As eleições ganharam um contorno dramático com a trágica morte do nosso candidato Eduardo Campos. O choque das primeiras horas dá lugar à profunda tristeza e à sensação crescente de um vazio político. O clima de comoção tomou conta do Brasil.

Assimilada a tragédia, passados os primeiros dias de luto, precisamos garantir a concretização deste sonho de construirmos um Brasil melhor, ecologicamente equilibrado, economicamente sustentável e socialmente justo. Essa mudança passa necessariamente pelo fim do ciclo do PT no governo. A candidatura de Marina Silva pode manter vivo este projeto que Eduardo tão bem personificava.

Na cidade de São Paulo, sofremos com a calamitosa administração do prefeito Fernando Haddad. O caos na Saúde, o descaso com a Educação, a desorganização do Transporte, o esvaziamento do poder local das Subprefeituras e o total desprezo com a população dos nossos bairros.

No plano federal, a gestão petista também está marcada pelo desrespeito às instituições democráticas e aos princípios republicanos. São escândalos diários de corrupção e a economia em frangalhos, com o custo de vista crescente e o poder de compra das famílias se deteriorando.

Mas, como disse Eduardo Campos em sua última entrevista ao Jornal Nacional, na véspera da sua morte: "Não vamos desistir do Brasil". Essa frase sintetiza a história dele e simboliza o legado que devemos honrar nesta eleição.

Temos que nos unir: pessoas de bem, interessadas no fim dos desmandos do PT, preocupadas com a qualidade de vida e com o futuro de São Paulo. Precisamos de muito pouco para sermos mais felizes. Basta votar certo.

Carlos Fernandes, ex-subprefeito da Lapa (2010/2011), é presidente municipal do PPS/SP e representante do partido na coligação de Eduardo e Marina.

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

O Brasil lamenta a morte de Eduardo Campos


Não há muito a dizer, além de lamentar. Estamos tristes e chocados.

A nossa solidariedade à família, aos amigos e apoiadores. Abre-se um vazio.

Em nome de todo o PPS, o presidente nacional do partido, deputado federal Roberto Freire (SP), lamentou nesta quarta-feira, 13 de agosto, a morte de Eduardo Campos, ex-governador de Pernambuco, presidente nacional do PSB e candidato à Presidência da República.

Em nota oficial, Freire afirma que a morte de Campos “é uma tragédia que se abateu sobre o Brasil e abalou os brasileiros”.

No texto, o presidente do PPS lembra que a legenda “apostou na qualidade política de Eduardo Campos neste momento em que o país busca alternativas e um novo projeto nacional de desenvolvimento”.

Leia a íntegra da nota:

A morte de Eduardo Campos é uma tragédia que se abateu sobre o Brasil e abalou os brasileiros. A vitalidade da juventude de Eduardo, com ideias modernas sobre a gestão do país, quedou-se sob o peso de um desastre aéreo em Santos.

O PPS apostou na qualidade política de Eduardo Campos neste momento em que o país busca alternativas para seu futuro e um novo projeto nacional de desenvolvimento. Embora jovem, o candidato já havia provado sua competência tanto no Parlamento quanto à frente do governo do Estado de Pernambuco.

Nascido em uma família de tradição socialista, Eduardo Campos começou na política já na Faculdade de Economia da Universidade Federal de Pernambuco. Foi deputado estadual, deputado federal e ministro da Ciência e Tecnologia antes de se eleger governador.

Do Palácio do Campo das Princesas, Eduardo Campos saiu aclamado pelo apoio popular. Sua administração foi aprovada por 90% da população pernambucana, uma marca histórica no Brasil. Conseguiu este feito atacando os principais problemas enfrentados pela sociedade, investindo na saúde e na educação e garantindo desenvolvimento ao Estado.

Para o PPS, assim como para o Brasil, a perda de Eduardo Campos tem o peso de uma grande tragédia. Atinge a vitalidade da promessa de renovação que ele significava para um país que clama por mudanças.

Em meu nome pessoal e em nome do partido, manifestamos solidariedade à família de Eduardo e lamentamos profundamente sua morte, com a convicção de que suas qualidades como homem público decente, visionário e cheio de ideias novas farão muita falta ao país.

Roberto Freire
Presidente nacional do PPS

Marca de Haddad: a préÇa é inimiga da perfeiSSão

Diz a sabedoria popular que "a pressa é inimiga da perfeição". Verdade. E "amiga da eleição", se você for um político incomPTente como Fernando Haddad e estiver desesperado atrás de votos e da popularidade que se perde dia-a-dia.

Esse Fenando Haddad é um aventureiro despreparado! Busca a qualquer custo imprimir uma "marca" para esta administração petista, mas tudo o que consegue é provar que comanda uma trupe de saltimbancos inaPTos.

Somadas às críticas diárias que publicamos aqui e compartilhamos nas redes sobre a lástima que é a gestão do prefeito Fernando Haddad em São Paulo, reproduzimos essas fotos tiradas pelo ouvinte da Rádio SulAmérica Trânsito, Cláudio Villegas, que dão a exata dimensão do improviso, do amadorismo, do despreparo e da irresponsabilidade que tomam conta desta Prefeitura.


Trata-se simbolicamente da obra mais sem visão, sem noção e sem planejamento que um governo pode executar: segundo o morador, a gestão do prefeito Haddad simplesmente implantou uma ciclofaixa no LADO ERRADO da rua!

E, para corrigir o erro, fruto da pressa eleitoreira dessa gestão caça-votos de um prefeito que não nasceu para a coisa, num partido que dá nó em pingo d´água, foi necessário recapear o asfalto da Rua Dr. Cândido Espinheira, no trecho entre a Rua Tupi e a Avenida Pacaembu, na zona oeste da cidade.

Está aí o resultado concreto - e asfaltado - da irresponsabilidade que foi São Paulo ter acreditado nas promessas bonitinhas do marketing eleitoral do PT, que eles já tentam repetir outra vez com Dilma Roussef e Alexandre Padilha para você cair como um patinho no dia 5 de outubro...  Se liga!

Faixas de ônibus, ciclovias, plano diretor, bilhete mensal, rede hora certa, arco do futuro... Que nada, tudo blablablá

IncomPTência: essa é a única marca que Haddad vai deixar para a história de São Paulo!

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