sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

A Pátria (des)Educadora do PT: dá zero pra eles!

Há um ditado antigo que diz mais ou menos assim: "Quem se mistura com porcos, farelo come."

Isso vem à lembrança quando lemos nos jornais que o prefeito Fernando Haddad convidou Gabriel Chalita para a Secretaria da Educação, sem ao menos ter a dignidade de comunicar o atual secretário Cesar Callegari, que foi um educador respeitável até se misturar com essa gestão.

Para piorar, a "pátria educadora" da presidente enganadora teve um corte de R$ 7 bi no seu Orçamento.

Nada que surpreenda quem já conhece o PT, Dilma Rousseff e o novo ministro Cid Gomes, mas não deixa de ser revoltante!

O que dizer dessa gente???

A esquizofrenia e o autismo político do PT merecem ser estudados a fundo:

Petistas sempre atacaram Kátia Abreu, a "miss motosserra", como inimiga da sustentabilidade e vilã do planeta por comandar o agronegócio com visão de exterminadora do futuro. Virou ministra da Agricultura.

Petistas combateram na última década Gilberto Kassab como o pior prefeito da cidade de São Paulo. Agora entregaram a ele o Ministério de todas as Cidades.

Para fechar o ciclo, Dilma Rousseff anuncia que Educação é a nova prioridade não apenas do seu governo, mas da Pátria! Chama o ex-governador Cid Gomes, que dispensa apresentação, para ser Ministro e Haddad aproveita o embalo e convida Gabriel Chalita para Secretário, ele que era execrado por petistas quando ocupou a mesma função no governo de Geraldo Alckmin.

Vai entender o que se passa na cabeça dessa gentalha? (Ops, perdão à memória de Roberto Gómez Bolaños!) Mas, que burros!!! Dá zero pra eles!!!

Leia mais:

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quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Brasil: a "pátria educadora" da presidente enganadora

Que discurso e prática não combinam nos governos o PT, todos nós já sabemos. Estamos vacinados. Até os eleitores petistas sabem que grande parte daquilo que se promete em campanha não se cumpre. Estão aí a presidente Dilma Roussef e o prefeito Haddad que não nos deixam mentir. Aliás, parece que a mentira é uma prerrogativa petista, como comprovamos aqui dia após dia.

Porém, esse novo slogan do segundo mandato de Dilma ("Brasil, Pátria Educadora") - após 12 anos de gestões petistas, a caminho dos 16 - exagera na idiotização do povo brasileiro. Fingir que Educação é prioridade do PT, com o Ministério entregue agora a Cid Gomes (Pros) é um atentado à inteligência de qualquer um.

Isso para não lembrarmos de como se deu a demissão vexatória do primeiro ministro da Educação do Governo Lula, o sempre propositivo senador Cristovam Buarque, e de como, sucessivamente, em todos esses anos, o ensino público no Brasil, estudantes e professores foram destratados, com o ministério sucateado e usado politicamente como trampolim para figurinhas carimbadas do petismo (Tarso Genro, Fernando Haddad, Aloizio Mercadante).

Em 12 anos, uma revolução na Educação poderia ter sido posta em prática pelo PT. Que nada! São incompetentes, despreparados, desinteressados, desqualificados. Em 12 anos, formou-se toda uma geração: é tempo suficiente para um indivíduo passar da pré-escola à universidade. E daí, o que o PT fez por esses brasileiros?

Bolsa-isso, bolsa-aquilo, Enem, Fies, Sisu, Prouni, Pronatec, Ciência sem Fronteiras... De rótulos vazios e marqueteiros o Brasil está cheio. Quer dizer que agora, por decreto presidencial, vamos virar uma Pátria Educadora? Vamos ver, né?

Se o PT tivesse se preocupado de fato com a formação dos nossos estudantes, não estaríamos a essa altura com tantos analfabetos e jovens da geração "nem-nem" (que nem trabalha, nem estuda), apesar de todas as supostas facilidades e incentivos patrocinados pelo governo.

Se aventureiros e alpinistas políticos não tivessem ocupado por tanto tempo o Ministério da Educação, não precisaríamos hoje de um novo slogan criado pelo marketing governista, nem de programas como o "Mais Médicos", para citar um único exemplo emblemático: se faltam médicos, é porque o governo foi incapaz de formá-los em 12 anos. Pura incomPTência!

Como afirma o ex-vereador e líder do PPS, Claudio Fonseca, presidente do Sindicato dos Profissionais em Educação no Ensino Municipal de São Paulo:

Sai "País Rico é País Sem Pobreza", slogan propagandístico do primeiro mandato da presidente Dilma e entra "Brasil, Pátria Educadora", agora para o seu segundo mandato.

Difícil entender a substituição. Afinal, dados do próprio governo dão conta de que a pobreza não foi erradicada. Ainda assim, interessante o fato de colocar a Educação na centralidade das políticas públicas. Mas, será que com Cid Gomes, Ministro da Educação, tem como dar certo?

É uma oportunidade, também aqui na cidade de São Paulo, para o prefeito Haddad valorizar os profissionais de educação e melhorar as condições de trabalho. Vamos ver se "Brasil, Pátria Educadora" não passa de mais um slogan. Educação sempre!

Vale a pena ler também o artigo da educadora Neca Setúbal: "Pátria Educadora? A conferir". Pois, é.

É fácil a vida de blogueiro, cartunista, humorista & cia?

Não é fácil a vida de blogueiro, jornalista, cartunista, crítico, humorista...

Tragicamente, há pessoas no mundo que não toleram o humor, a crítica e a oposição de ideias.

São frequentes essas reações covardes, que no limite resultam em casos extremos como o ataque terrorista ao jornal Charlie Hebdo, em Paris, mas que cotidianamente são praticados no Brasil e no mundo.

Ao menos 118 jornalistas foram mortos em 2014, no exercício da profissão. No Brasil, além de casos fatais emblemáticos como o assassinato de Tim Lopes ou do cinegrafista Santiago Andrade, há outras mortes recentes pelo interior do país e até mesmo no estado de São Paulo. Nenhum profissional, em qualquer lugar do mundo, está imune a essa selvageria.

Nem sempre o ódio e a intolerância acabam em mortes, mas são sempre condenáveis e inaceitáveis. Ameaças, censura, repressão, cooptação, perseguições e agressões são armas usuais de quem se sente ameaçado pela liberdade de expressão e por opiniões divergentes.

Já postamos aqui inúmeros casos de desrespeito aos direitos constitucionais de liberdade de expressão e pensamento. O próprio Blog do PPS sofre frequentemente retaliações por suas publicações e chegou a ser "repreendido" por criticar vereadores paulistanos.

Da "lista negra" dos críticos e opositores do PT - que resultou em música de Lobão como resposta inteligente - aos ataques constantes nas redes sociais, que vitimaram nesses dias até o colunista José Simão, famoso por seu humor ágil, atacado simplesmente por ter feito piada com o vestido usado por Dilma Roussef na posse, como se isso fosse um preconceito inaceitável contra a mulher e blablablá...

Vivemos uma época perigosa, onde a maior ameaça - disfarçada de ação governamental - é o tal "controle social da mídia", armadilha antidemocrática e antirrepublicana que a milícia PTbull promete implantar.

Relembre outros casos polêmicos envolvendo humoristas e jornalistas:

Prefeitura dá dinheiro público a entidade que ataca jornalistas


Censura e agressão: Ódio petista já não poupa nem humorista!

Mídia independente e progressista? Ô, PT, faz-me rir!

2014: RIP velho Jornalismo! Viva novo Shownarlismo!

Shownarlismo político: quem perde a eleição é o leitor

Shownarlismo petista: a vergonha nossa de cada dia!

Inovação petista: o "jornalismo de resultados"

Adeus, Lenin... Bem-vindos Lula, Dilma & cia.

Receita petista para a fabricação de um mártir

Racismo daltônico: o branco e o preto na ótica petista

PT no poder: da realidade absurda à paródia burlesca

Atirou a pedra e vai esconder a mão, vereadora?

Faltou William Bonner ficar de pé para ser "stand up"


quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Ei, Haddad vai destruir a Paulista e tudo bem?

Alô, Ministério Público! Alô, Câmara Municipal! Atenção, cidadãos paulistanos!

Antes de iniciar as obras para implantação das ciclovias no canteiro central da Avenida Paulista e debaixo do Elevado Costa e Silva (Minhocão), que podem causar danos irreparáveis à cidade sem que tenha havido um diálogo mínimo com a população, e promovendo intervenções absolutamente carentes de planejamento e de critérios transparentes, o prefeito Fernando Haddad deveria responder algumas questões:

1) Diante de todos os problemas da cidade de São Paulo, com inúmeras obras necessárias mas não iniciadas ou paralisadas pela alegada falta de recursos, é prioridade gastar dinheiro com essas ciclovias na Paulista e debaixo do Minhocão (ele próprio com destino incerto)?

2) Diversos especialistas afirmam que, por suas características, essas vias não são ideais para os ciclistas, recomendando vias paralelas e outras rotas alternativas, fugindo deste tráfego intenso de veículos (automóveis, ônibus, motos, táxis, ambulâncias) e pedestres. Então, por que iniciar essas obras a toque de caixa? Quais estudos técnicos dão aval a esses projetos? Ou seria uma decisão meramente política, apenas para dar visibilidade à gestão?

3) Ao apresentar o projeto da ciclovia na Avenida Paulista, a Prefeitura cometeu erros primários, como por exemplo no cálculo do tamanho do canteiro central em vários trechos, e consequentemente na largura das vias. Conclusão: haverá estreitamento exagerado das faixas de rolamento, o que certamente vai aumentar o risco para todos que trafegam por ali. Compensa expor a população ao perigo para executar esse projeto tão contestável?

4) Além de estreitar as pistas e acabar com o verde no canteiro central da Paulista, em
alguns pontos serão instaladas até mesmo grades separando a ciclovia dos automóveis. Se não bastasse o crime ambiental, arquitetônico e urbanístico num dos principais cartões postais da cidade, vai ainda aumentar o número de acidentes com veículos, pedestres e principalmente motos. A Prefeitura responderá pelas consequências desta irresponsabilidade?

5) Em várias das demais ciclovias e ciclofaixas implantadas sem critério e sem planejamento por essa gestão, foram necessárias alterações após a constatação de erros técnicos e transtornos à população. Se em vias periféricas, onde foi simplesmente pintado de vermelho o asfalto, já houve tanto prejuízo ao cotidiano paulistano, o que dizer dessas obras muito mais complexas em dois corredores vitais de trânsito na região central de São Paulo, onde os danos serão irreversíveis?

Enfim, cinco perguntinhas básicas para as quais o cidadão paulistano merece ter uma resposta da Prefeitura. Não dá mais para tolerar que, de quatro em quatro anos, uma nova gestão atue ao bel prazer na administração municipal, inventando soluções mágicas e jogando no lixo dinheiro público e tudo aquilo que foi realizado por seus antecessores, só para tentar mostrar algum serviço.

Para não restarem dúvidas: somos a favor dos ciclistas, mas também do restante da população não-ciclista. E aí não são apenas motoristas, mas usuários de transporte coletivo, pedestres, idosos, deficientes físicos. Basta ver que dois dos maiores idealistas e entusiastas das ciclovias e da mobilidade urbana (Soninha Francine e Ricardo Young) estão no PPS. Mas não basta espalhar as ciclovias sem critérios, sem diálogo e sem planejamento pela cidade. Precisamos de um Plano de Mobilidade, junto do Plano Diretor da Cidade. Não de gambiarras e de puxadinhos.

São demagógicas as ações do prefeito Haddad (quando não, irresponsáveis), principalmente nessas questões do transporte público (tarifa de ônibus, contrato do sistema, corredores, ciclovias), do meio ambiente (implantação de parques, inspeção veicular), da habitação (invasões de áreas por movimentos pró-moradia, aumento do IPTU e ITBI) e na relação mal resolvida com a Câmara Municipal e com a sociedade organizada.

A Prefeitura atende demandas pontuais de algumas entidades (MTST, cicloativistas, empresas de ônibus, UNE, Nossa São Paulo), para "ficar bem na fita", como se diz popularmente, e despreza os interesses legítimos da maioria da população, que segue dispersa e resignada diante das ações abusivas deste (des)governo petista.

Resta à oposição a tarefa de alertar a população, cobrar o poder público, protestar nas ruas e recorrer à imprensa, ao Ministério Público e à Justiça contra os desmandos da gestão "ruinddad". É o que estamos fazendo. Quem mais nos acompanha até 2016, quando finalmente daremos um basta ao PT em São Paulo?

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O abominável homem-das-faixas ataca novamente...

Prefeito Haddad, vamos falar sério sobre as ciclovias?

Haddad, o prefeito amigo do mercado imobiliário

Enganador do presente, exterminador do futuro

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Ano Novo, velho PT: Haddad segue obrando na cidade

Faixa de trânsito interditada na Paulista: obra de Haddad
Começaram as obras para implantação das ciclovias na Avenida Paulista e debaixo do Elevado Costa e Silva, o Minhocão. Mas será que alguém, em sã consciência, acha mesmo que o prefeito Haddad está prestando um bom serviço à comunidade?

Já dissemos aqui: toda cidade que se pretende minimamente civilizada e sustentável tem as suas ciclovias. Só que, em São Paulo, este conceito chega completamente enviesado. A bicicleta NUNCA vai ser o principal meio de transporte do paulistano, por inúmeras razões práticas, topográficas e até culturais.

O que precisamos é de um transporte coletivo de qualidade e na quantidade suficiente para atender a demanda da população. Ônibus e metrô devem ser as prioridades, enquanto o transporte alternativo (não menos importante) é acessório. Ou seja, para ficar claro: todos nós queremos uma cidade recheada de ciclovias, mas que não seja mero placebo para enfrentar uma doença crônica.

Não basta pintar faixas vermelhas no asfalto, nem causar todo esse rebuliço na Paulista e debaixo do Minhocão para fingir que está trabalhando para solucionar o caos do transporte e do trânsito paulistano. Ao contrário. É sinal da incompetência desta Prefeitura (que, por sinal, já errou até no cálculo do tamanho do canteiro central da Paulista, entre outras bizarrices).

Secretário Jilmar Tatto: ciclovia terá grade no meio da pista
Na falta de obras planejadas, de critério e de planejamento, Haddad e o secretário Jilmar Tatto promovem essas intervenções cosméticas para tentar deixar uma marca. Estão deixando: essa é certamente a pior gestão na cidade de São Paulo nos últimos 30 anos.

Quem conhece minimamente o trânsito de São Paulo sabe o que vai significar diminuir as faixas de rolamento - já estreitas - dessas pistas. Carros, motos e pedestres, que se virem! O que vale é a faixa vermelho-PT para Haddad ostentar.

O prefeito é democrático: por pelo menos seis meses, o tráfego num dos principais cartões postais da cidade (a Paulista) e num dos pontos mais feios e deteriorados (os baixos do Minhocão) vai virar igualmente um inferno com seu canteiro de obras.

Pior: depois de concluídas as obras destas ciclovias, provavelmente a situação vai continuar crítica, assim como em todo lugar na cidade no qual Haddad põe as mãos. É o "toque de Midas" ao contrário.

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Ônibus mais caro é fruto de uma administração barata

O Ano Novo está começando hoje, de fato, para o cidadão paulistano: com o peso no bolso pós-reajuste da tarifa de ônibus e do aumento do IPTU.

Isso para citar apenas o que é (ir)responsabilidade direta do prefeito Fernando Haddad, sem falar nos outros tantos reajustes que são fruto da crise mal administrada há 12 anos pelo governo federal.

O fato é que o PT é prejudicial ao povo. Ao contrário do que o marketing daquele partido tenta nos fazer crer, ao produzir imagens cinematográficas de uma cidade e de um país que não existem no mundo real, e de martelar na cabeça do eleitor que o PT "governa para os pobres", na verdade pobre de quem acredita nessa ladainha...

Geralmente as pessoas defendem o indefensável por ingenuidade ou má fé. No caso das administrações do PT, os ingênuos já foram extintos faz tempo. Restaram apenas os oportunistas.

Repare em qualquer um que defenda o governo petista e confira o currículo do sujeito: trata-se invariavelmente de alguém filiado ao partido, ou empregado pelo partido, ou consultor da administração do partido, ou beneficiário de um desses "esquemas" financiados pelo partido... Ah! O partido! (PT: quem te viu, quem te vê!)

Chega a ser até engraçado: quem defende as ciclovias do Haddad? Um "consultor" da Prefeitura. Quem defende o programa anti-crack do Haddad? Outro "consultor" da Prefeitura... Ora, ora. Cadê o povo?

Leia um pouco mais sobre cada um destes assuntos:

Ônibus a R$ 3,50: a canalhice de fim-de-ano do Haddad

Câmara faz "contrabando" de projetos e aprova pacote de maldades

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

#ProgramaDiferente: Clique e veja os detalhes de todos os programas de 2017

2017 - 3ª temporada

Programa 138 (31 de dezembro) - No fim deste 2017, que foi indiscutivelmente um ano mágico para os corinthianos, o programa faz uma incrível viagem no tempo e acompanha os bastidores do 28º título do Corinthians no Campeonato Paulista. Revivemos a final histórica contra a Ponte Preta de 1977 e conversamos dentro de campo com os campeões de 2017 e os de 40 anos atrás. Relembre como tudo começou, nesse ano inesquecível, que terminou com a conquista do Campeonato Brasileiro com três rodadas de antecedência e nove pontos de vantagem sobre o vice-líder Palmeiras.

Programa 137 (24 de dezembro) - O Especial de Natal mostra ações e iniciativas que trazem alegria, esperança e mudanças positivas no dia a dia de muita gente. São pequenos gestos que causam reações gigantescas. Exemplos de vida que inspiram e emocionam.

Programa 136 (17 de dezembro) - O programa é um especial sobre Rita Lee, lenda viva da MPB e também a primeira e única rainha do rock brasileiro. Autêntica, polêmica e desbocada, ela completa 70 anos de idade e registra na sua autobiografia, com leveza e sinceridade, as coisas boas e más da vida, na sua mais completa tradução. Registramos aqui meio século desde a formação dos Mutantes, em 1966, a passagem pelo Tutti Frutti, a carreira solo e parcerias memoráveis da paulistana Rita Lee Jones de Carvalho, que comemora 70 anos bem vividos no próximo dia 31 de dezembro de 2017. Reverenciada pelos fãs - artistas, calouros e anônimos - que cantam seu sucesso "Agora Só Falta Você" (veja aqui uma edição especial que reúne nomes como Caetano Veloso, Frejat, Baby do Brasil, Pitty, Maria Rita, Paula Toller, Lenine, Adriana Calcanhoto, Nando Reis, Renato Russo e até Soninha Francine, entre outros), Rita Lee mantém a leveza, sinceridade e a espirituosidade característica (vale relembrar também os encontros com Hebe, Elis Regina e momentos nostálgicos da carreira). A estréia dos Mutantes na TV foi no programa do cantor e apresentador Ronnie Von - que, aliás, batizou o grupo e fala com exclusividade sobre a importância da amiga; também ouvimos os parceiros Roberto de Carvalho, Sergio Britto e o filho Beto Lee, músico que acaba de entrar para os Titãs (e que também aparece criança neste especial, aos três anos, brincando com a mãe), para nos ajudar a esboçar a "mais completa tradução" de Rita Lee.

Programa 135 (10 de dezembro) - O programa desta semana comemora o Dia do Palhaço, celebrado no dia 10 de dezembro, e mostra um pouco de como é hoje em dia a vida de quem trabalha no circo. Nada mais justo que homenagear os palhaços profissionais, nós que passamos o ano mostrando os amadores que se aventuram principalmente na política. Aqui toda palhaçada é bem vinda ;-)

Programa 134 (3 de dezembro) - O programa comemora mais um Dia do Samba, celebrado em 2 de dezembro, e também registra os 35 anos de saudades de Adoniran Barbosa, personagem e nome artístico que se confunde com o seu criador, o cantor, ator e compositor João Rubinato, considerado o "pai do samba paulistano", com seu sotaque inconfundível. Quem diria que, justamente no centenário do samba, seria lançado um disco com músicas inéditas de Adoniran Barbosa? “Se Assoprar, Posso Acender de Novo” é o DVD que apresenta 14 músicas inéditas do autor de sucessos como "Trem das Onze", "Saudosa Maloca" e "Samba do Arnesto". Ouvimos com exclusividade alguns dos intérpretes das músicas deste projeto, que reúne Ney Matogrosso, Fernanda Takai, Simoninha, Criolo e Mauricio Pereira, entre outros, além do produtor Lucas Mayer. Curta este especial do samba na voz do próprio Adoniran Barbosa, com participações inusitadas dos Demônios da Garoa, Elis Regina, Rita Lee, Wilson Simonal e Gal Costa. É imperdível e inesquecível.

Programa 133 (26 de novembro) - Da frase espontânea da atriz Cristiane Torloni, que já se tornou um novo símbolo do prazer pelo rock´n roll na geração dos memes, o programa segue no clima: "Hoje é dia de rock, bebê!". Lembramos dos mais de 30 anos de estrada da Legião Urbana e dos primórdios da história do rock de Brasília. Vinte e um anos depois da morte de Renato Russo, um dos maiores ídolos da história da música brasileira, o líder da Legião Urbana segue vivo no cenário e no imaginário nacional. Fãs, amigos e discípulos como Dinho Ouro Preto, líder do Capital Inicial, e Egypcio, vocalista da banda Tihuana e idealizador do projeto Urbana Legion, falam sobre o rock de Brasília em entrevistas exclusivas ilustradas por imagens históricas. O documentário "Rock Brasília – Era de Ouro", de Vladimir Carvalho, também reverenciado neste especial, é outra obra que registra como a reunião despretensiosa de jovens filhos de funcionários públicos, professores e diplomatas da capital federal se transformou em um dos movimentos mais criativos e efervescentes da cultura brasileira, a partir de bandas como Aborto Elétrico, Plebe Rude, Capital Inicial, Paralamas do Sucesso e principalmente a Legião Urbana.

Programa 132 (19 de novembro) - O programa desta semana é um especial sobre o Dia da Consciência Negra, celebrado em 20 de novembro, e homenageia a escritora mineira Conceição Evaristo. Aos 70 anos, ela é um dos nomes mais relevantes da literatura brasileira contemporânea. Oriunda da favela e militante do movimento negro, ela compõe sua obra com base no que chama de “escrevivência”, ou a escrita que nasce do cotidiano e das experiências vividas. Em seus romances, contos e poemas, a autora explora sobretudo o universo – a realidade, a complexidade, a humanidade – da mulher negra.

Programa 131 (12 de novembro) - O programa desta semana é um especial sobre os 50 anos do Tropicalismo. Movimento libertário que revolucionou a cultura brasileira, com influência na música, nas artes, no teatro, no cinema, na moda, na política e no comportamento de toda uma geração. A Tropicália completa meio século e continua atual. Vale ouvir Caetano, Gil, Tom Zé, Gal Costa, Os Mutantes e outros artistas que fazem a nossa história desde os anos 60.

Programa 130 (5 de novembro) - O programa apresenta um especial sobre o filme "Divinas Divas", com destaque para uma das últimas entrevistas exclusivas com Rogéria, que se definia como a travesti da família brasileira e morreu em setembro deste ano. Dirigido pela atriz Leandra Leal, o documentário retrata com bom humor e sensibilidade a vida de artistas transformistas pioneiras dos anos 60, desafiando tabus e preconceitos. O tema da Diversidade é sempre necessário.

Programa 129 (29 de outubro) - Alô, atenção, o programa registra o centenário de nascimento de um dos maiores comunicadores da história do Brasil: Chacrinha. O velho guerreiro Abelardo Barbosa nasceu em 1917 e fez sucesso por mais de 40 anos no rádio e na televisão. Em 2018, 30 anos depois de ter mandado "aquele abraço" e ido "balançar a pança"do lado de lá, será tema de samba enredo no carnaval do Rio de Janeiro. Quem não se comunica, se trumbica! Aqui você relembra momentos que ficaram na memória afetiva de todo o Brasil, as frases marcantes, os calouros, os jurados, as chacretes, as marchinhas, os cantores e os grupos musicais mais populares do país no palco do "Cassino do Chacrinha", que alegrava as tardes de sábado na TV. Você conhece ainda cenas pouco vistas do filme "Na Onda do Iê-iê-iê", onde Chacrinha encena seu programa de calouros "A Hora da Buzina", exibido na extinta TV Excelsior, em 1965. Revê uma homenagem inesquecível na impressionante e apaixonada interpretação do ator Stepan Nercessian, e o depoimento de artistas e admiradores famosos.

Programa 128 (22 de outubro) - O programa acompanhou com exclusividade o lançamento do livro "Lições de Jornalismo", do jornalista Odir Cunha, e relembra algumas boas histórias do autor com personalidades do mundo esportivo, como Ayrton Senna, Oscar Schmidt e Pelé, além dos jornalistas e apresentadores Osmar Santos e Fausto Silva. Você ainda revê o mestre da reportagem Goulart de Andrade em ação.

Programa 127 (15 de outubro) - Neste momento em que o debate sobre as artes, a liberdade de expressão e o papel dos museus está em pauta após uma sequência de exposições polêmicas e controvertidas, o programa desta semana é um especial sobre os 70 anos do MASP, verdadeiro cartão postal paulistano. O Museu de Arte de São Paulo foi fundado em 1947, no centro velho da cidade, por iniciativa de Assis Chateaubriand. Transferido depois, em 1968, para o emblemático prédio da Avenida Paulista, um projeto genial da arquiteta Lina Bo Bardi. Desde então, o MASP faz parte da história da arte e da cultura do Brasil e do mundo.

Programa 126 (8 de outubro) - O tema é "Um ano de João Doria" - e existe nesse título um duplo sentido. Um ano de João Doria pois faz exatamente um ano que o candidato tucano surpreendeu e foi eleito Prefeito de São Paulo no 1º turno, com mais de 53% dos votos válidos. E um ano de João Doria porque, sem dúvida, ele é o grande protagonista no palco da política neste ano de 2017, se credenciando, inclusive, para as eleições de 2018. Tem gente que ama, tem gente que odeia, mas ninguém fica indiferente. Também está cada vez mais evidente o desejo de João Doria ser candidato a presidente da República, como demonstra tanto o apoio declarado do MBL (Movimento Brasil Livre) por meio de seus líderes Kim Kataguiri e Fernando Holiday em entrevistas exclusivas, quanto a renhida polarização com Lula; seja pela troca de farpas com outros presidenciáveis, como Ciro Gomes, ou pelo reforço na sua imagem de gestor e trabalhador, características destacadas no depoimento dos prefeitos regionais Carlos Fernandes e Paulo Mathias; além das já famosas ações midiáticas em todo o país. A campanha eleitoral está na rua!

Programa 125 (1º de outubro) - Para celebrar o Dia Mundial da Música, neste 1º de outubro, o programa apresenta um especial sobre o grupo brasileiro que revolucionou o teatro, a dança, o comportamento e a cultura na década de 70. Relembramos a história de 45 anos do Dzi Croquettes e conversamos com o elenco atual, honrando a tradição da formação original, que influenciou de Ney Matogrosso a Liza Minelli. O espetáculo, coreografado e dirigido por Ciro Barcelos (único integrante da primeira formação), reúne uma nova geração de atores, cantores e bailarinos. Após três anos em cartaz no Rio de Janeiro, a montagem atual em São Paulo preserva suas características originais, como a irreverência e uma forte crítica social neste musical provocador ambientado no clima dos antigos teatros de revista. Entrevistamos o elenco composto por Ciro Barcelos, Julio Oliveira, Paulo Victor Gandra, Rogério Nóbrega, Dante Paccola, Filipe Azeredo, William Monteiro, Vittor Fernando e Leandro Naiss, com a participação do bailarino Gabriel Conrad e eventualmente de convidados especiais como os cantores Filipe Catto, que canta o bolero "Dois pra Lá, Dois pra Cá", e Martte, que relembra o "É Proibido Proibir", de Caetano Veloso. Vale a pena viajar no tempo: livre, leve e solto.

Programa 124 (24 de setembro) - O programa desta semana registra a trajetória do grafiteiro e muralista Eduardo Kobra, um dos artistas mais reconhecidos da atualidade por seu trabalho exposto nas ruas de diversos países do mundo. Autodidata, ele começou como pichador na periferia de São Paulo e acaba de lançar um livro com fotos e textos que retratam parte considerável da sua obra. Além de uma entrevista exclusiva com Kobra, acompanhe um depoimento do jornalista e amigo Cesar Tralli, da Rede Globo, e um histórico de trabalhos que já se tornaram referência da arte urbana, como o Muro das Memórias, onde o artista faz releituras de cenas da São Paulo antiga, pinturas em 3D e o projeto Greenpincel, pelo qual denuncia com imagens impactantes a matança de animais e a destruição da natureza. Também são bastante conhecidas as homenagens de Kobra a personalidades de diferentes áreas, como Albert Einstein, Oscar Niemeyer, Ayrton Senna, Nelson Mandela, Madre Teresa de Calcutá, Abraham Lincoln, Salvador Dali, Jean-Michel Basquiat, Frida Kahlo e Andy Warhol, entre outros.

Programa 123 (17 de setembro) - Comemorando a passagem de mais uma data histórica da televisão brasileira, que é a transmissão inaugural da pioneira TV Tupi, em 18 de setembro de 1950, o programa homenageia simplesmente o rei e a rainha da TV. Dois comunicadores inigualáveis, com talento e carisma para mobilizar legiões de fãs e milhões de espectadores durante décadas seguidas: Silvio Santos e Hebe Camargo dispensam apresentação. No lançamento da biografia de Hebe, uma das mulheres mais importantes da história da televisão brasileira e venerada por um público fiel, conversamos com o autor do livro, o jornalista Artur Xexéo, com o filho único da apresentadora, Marcello Camargo, e com uma série de apresentadores e jornalistas que contam como Hebe marcou a carreira de cada um: Adriane Galisteu, Astrid Fontenelle, Leão Lobo, Mara Maravilha, Mama Bruschetta, Leda Nagle e o comediante Castrinho. Registramos ainda o lançamento oficial do livro "Silvio Santos - A Trajetória do Mito", há semanas na lista dos mais vendidos nas livrarias de todo o Brasil, e entrevistamos com exclusividade o escritor Fernando Morgado, que curiosamente só conheceu Silvio Santos pessoalmente às vésperas do lançamento do livro, convidado para o programa dominical do apresentador. O homenageado aprovou o trabalho, mesmo fazendo questão de afirmar que foi uma biografia não autorizada previamente.

Programa 122 (10 de setembro) - O programa desta semana é um registro sobre os 30 anos do grupo de rap mais influente do Brasil, composto por Mano Brown, Edi Rock, Ice Blue e KL Jay: os Racionais MC´s. Em 2017 completa também 20 anos do lançamento do disco ‘Sobrevivendo no Inferno’, com sucessos pungentes como ‘Diário de um Detento’, que quebrou tabus na música e na cultura e deu voz como nunca antes ao jovem preto, pobre e favelado. Tema de uma exposição no Red Bull Music Academy Festival, o quarteto se reuniu para uma rara entrevista ao jornalista André Caramante repassando a história de três décadas destes ícones do rap e do hip-hop nacional. Falaram de tudo: o primeiro encontro, as primeiras músicas, a fama, os problemas, as influências e a ideologia do grupo.

Versão especial - Programa 122 (10 de setembro) - A arte imortal de Ferreira Gullar. Multitalentoso, o escritor, poeta, crítico de arte, biógrafo, tradutor, memorialista e ensaísta Ferreira Gullar, ou simplesmente o cidadão José Ribamar Ferreira, maranhense de São Luís, faria 87 anos no próximo dia 10 de setembro. Mas quis o destino que ele partisse num "trem sem destino" há menos de um ano, em 4 de dezembro de 2016. Fica aqui a homenagem especial do programa para este brasileiro genial e inesquecível.

Programa 121 (3 de setembro) - Antecipando a semana que comemora o Dia da Independência, em 7 de setembro, o programa traz o tema "O Brasil para inglês ver". Virou moda: já faz um tempo que autoridades e personalidades brasileiras discutem os problemas sociais, econômicos e políticos do país em universidades e entidades do exterior, principalmente na Inglaterra e nos Estados Unidos, diante de plateias diversificadas. Acompanhamos alguns desses eventos. Afinal, que Brasil é esse que o mundo vê lá de fora? Você confere trechos de palestras, debates, entrevistas e apresentações no exterior com o prefeito João Doria, o governador Geraldo Alckmin, os ex-ministros Ciro Gomes e Marina Silva, o juiz Sergio Moro, o procurador Rodrigo Janot, os ex-presidentes Lula, Dilma Rousseff e Fernando Henrique Cardoso e um dos fundadores do Movimento Vem Pra Rua, Colin Butterfield. Também acompanha os youtubers Mark Santos e Cintya Sabino ouvindo de jovens estudantes norte-americanos o que eles conhecem do Brasil: praia, futebol, cidades, pratos típicos, mulheres... Vale a pena conhecer a imagem do Brasil e dos brasileiros lá fora. Tudo com muito bom humor.

Programa 120 (27 de agosto) - O programa desta semana trata de moda, beleza e diversidade. Acompanhamos os 20 anos da Casa de Criadores, iniciativa quase despretensiosa de revelar novos estilistas e que se transformou num evento prestigiado da chamada economia criativa. O tom deste ano é bastante politizado, refletindo o atual momento do Brasil. Negros, trans, drags, gordos quebrando tabus e preconceitos. O que é moda, afinal? E, seguindo a poesia de Vinícius de Moraes, será que beleza é fundamental? Com destaque para a participação da drag, cantora e performer Pabllo Vittar, da rapper mirim MC Soffia, do estilista e apresentador de TV Dudu Bertholini, do secretário de Desenvolvimento Social do Estado, Floriano Pesaro, e do idealizador da Casa de Criadores, André Hidalgo, entre outros estilistas, modelos, influenciadores digitais e artistas como Linn da Quebrada, Tássia Reis e Rincón Sapiência, o programa mostra que ter estilo, atitude e personalidade é o que está verdadeiramente na moda.

Programa 119 (20 de agosto) - Um especial sobre o eterno ídolo corinthiano e comentarista de futebol da Rede Globo, Walter Casagrande Junior. Ele promove uma série de debates pelo Brasil sobre o tema do livro "Casagrande e Seus Demônios", que relata os dramas e a luta do ex-atacante da seleção brasileira contra as drogas. Um dos idealizadores da "Democracia Corinthiana" na década de 80, ele também falou à reportagem sobre os "demônios da política". Registramos com exclusividade uma dessas palestras de Casagrande sobre a sua experiência com as drogas, num bate-papo mediado pela jornalista e apresentadora Mariana Godoy, marcado pela lembrança de momentos inesquecíveis com outro ídolo do futebol mundial, o amigo Sócrates, além de passagens gloriosas como jogador e cidadão formador de opinião. O evento contou também com a participação do ex-senador e atual vereador paulistano Eduardo Suplicy.

Programa 118 (13 de agosto)O Especial do Dia dos Pais trata do tema "Família: urgências e turbulências". É este também o nome do novo livro do filósofo Mario Sergio Cortella, que fala sobre os problemas familiares mais comuns nos dias de hoje. Como estabelecer um convívio civilizado entre pais e filhos? Como educar os jovens? Um bate-papo direto e reto, informal e bem humorado. Família é tudo igual, só muda de endereço. Ser pai é...

Programa 117 (6 de agosto) - O programa mostra um movimento de apoio ao Parlamentarismo, além de homenagear um de seus mais fiéis e entusiasmados defensores, o ex-governador André Franco Montoro, no centenário do seu nascimento. Um sistema de governo presidencialista ou parlamentarista, em meio a esta crise que o Brasil vive, é um tema que precisa ser debatido junto com a reforma política. Acompanhamos o lançamento da Frente Parlamentar Franco Montoro e ouvimos com exclusividade o seu coordenador, deputado estadual Davi Zaia (PPS/SP); o ex-deputado federal e presidenciável do PV, Eduardo Jorge, autor da Proposta de Emenda à Constituição 20/1995 que estabelece o parlamentarismo no Brasil; e o deputado estadual Roberto Tripoli (PV/SP); todos militantes convictos da tese. Este programa especial que discute o parlamentarismo enriquece a reflexão sobre a reforma política com as opiniões do presidente Michel Temer, do historiador Marco Antonio Villa, do jornalista Reinaldo Azevedo e do próprio Franco Montoro, em trecho de uma entrevista memorável ao jornalista Carlos Chagas, falecido no início do ano. Também fizemos a cobertura do lançamento do livro "A Pátria em Sandálias da Humildade", do jornalista Xico Sá, marcado por um bate-papo sobre futebol e jornalismo com seus convidados Juca Kfouri e Matthew Shirts. Aproveitamos a oportunidade para conversar com os três amigos, além das também jornalistas Astrid Fontenelle e Leda Nagle, sobre política, o atual momento do Brasil, a televisão brasileira e as mídias sociais.

Programa 116 (30 de julho) - O programa da semana discute: O que é ser de esquerda hoje? Numa época em que ser chamado de esquerdista equivale quase a um xingamento, vale a pena discutir o assunto e rever os conceitos de esquerda e direita. O que a esquerda atual propõe na prática para mudar o mundo? Quais são as ideias dessa nova esquerda para educação, segurança, drogas, saúde? Qual é o papel do Estado? Como combater a desigualdade e as injustiças sociais? O que é novo e o que é velho, afinal? Com a participação do senador Cristovam Buarque, do deputado federal Arnaldo Jordy, da deputada do Parlamento Italiano, Renata Bueno, e do filósofo Luiz Felipe Pondé.

Programa 115 (23 de julho) - É hora de voltar a ser criança neste especial de férias, que revive os 40 anos de histórias e aventuras do Playcenter, simplesmente o maior parque de diversões da América Latina nas décadas de 70 e 80, e cartão postal da cidade de São Paulo. Bons tempos do passaporte da alegria no lugar onde tudo acontecia. Quem foi criança entre os anos de 1973 e 2012 com certeza brincou ou sonhou em brincar no Playcenter. Pegando carona no lançamento do livro de fotos, memórias e curiosidades "Playcenter, o lugar onde tudo acontecia", vamos reviver essas histórias de quatro décadas. Este nosso passaporte virtual da alegria é de graça. A partir de entrevistas com o autor do livro, o jornalista Mauricio Nunes, com o idealizador e antigo proprietário do Playcenter, o empresário Marcelo Gutglas, e até com uma velha bruxa das Noites do Terror, a atriz e psicóloga Arlete Menezes, relembramos das atrações inesquecíveis que marcaram a infância de sucessivas gerações. A viagem no tempo vai começar em 3, 2, 1... 

Programa 114 (16 de julho) - Os primeiros seis meses do presidente Donald Trump no poder. O que significou a surpreendente eleição deste personagem folclórico para a presidência dos Estados Unidos e qual é o impacto desse início de governo no Brasil e no mundo, com todas as suas polêmicas e atitudes que embrulham o estômago de quem sonha com um mundo melhor. Das previsões catastróficas da campanha eleitoral, como a que fez o jornalista e cineasta Arnaldo Jabor, a análises exclusivas para o programa após o anúncio da eleição de Trump, em 9 de novembro de 2016, dos economistas Pedro MalanEdmar BachaEduardo Giannetti e Gustavo Franco, apresentamos um contraponto entre as expectativas e a realidade do governo deste que é o 45º presidente norte-americano eleito. Veja ainda outras opiniões abalizadas sobre as primeiras medidas do governo Trump, feitas pelo agrônomo e economista José Eli da Veiga; pelo sociólogo e especialista em sustentabilidade, Sérgio Abranches; pelo jornalista Ricardo Amorim; e pelo filósofo Noam Chomsky. Como curiosidade, trazemos a reação de jovens estudantes americanos e imigrantes sobre as propostas do novo presidente, registradas pelo youtuber Luan Kovarik nos Estados Unidos, e a opinião do bilionário chinês Jack Ma, fundador do grupo Alibaba, um dos maiores portais de vendas na internet. Que seis meses são esses, afinal, com Trump no poder?

Programa 113 (9 de julho) - O programa desta semana é um especial sobre João Saldanha. O mês de julho marca o centenário de nascimento deste personagem inigualável: treinador de futebol, jornalista, comentarista, contador de causos, frasista impagável e militante histórico do Partido Comunista Brasileiro. Se tem alguém que vale a pena ser lembrado eternamente, este é João Saldanha.

Programa 112 (2 de julho) - Em meio a uma das mais graves crises políticas e institucionais da história brasileira, ainda há quem queira preservar o mandato do presidente Michel Temer - denunciado por corrupção e obstrução da Justiça - sob o pretexto de uma suposta "estabilidade econômica" e da expectativa de manter de pé o calendário de reformas. É neste contexto que o programa desta semana fala sobre Economia, na voz dos próprios economistas e de analistas políticos e econômicos renomados. Resgatamos uma frase emblemática criada em 1992 por James Carville, marqueteiro e estrategista de Bill Clinton quando ele ganhou de George Bush a Presidência dos Estados Unidos em tempos de recessão. Vamos descobrir se o mesmo raciocínio vale para o Brasil de hoje: "É a economia, estúpido!". Participam do programa, entre outros, a jornalista e comentarista econômica da Rede Globo, Miriam Leitão; o sociólogo e escritor Sérgio Abranches; o jornalista Políbio Braga; o agrônomo e economista José Eli da Veiga; o jurista Nelson Jobim; e os economistas Edmar BachaPedro MalanGustavo FrancoEduardo GiannettiMurilo Portugal e Mailson da Nóbrega.

Programa 111 (25 de junho) - O programa desta semana discute a Nova Política colocada em prática. Acompanhamos uma atividade em que jovens trabalham na elaboração de uma plataforma política ideal e ouvem os comentários do senador Cristóvam Buarque, do deputado federal Arnaldo Jordy e da deputada brasileira no Parlamento Italiano, Renata Bueno. O que pensam os jovens sobre a política? Quais são as suas propostas e prioridades? Que causas, afinal, movem a nossa juventude

Programa 110 (18 de junho) - Em plena semana da 21ª Parada LGBT na Avenida Paulista, o programa discute homofobia, racismo e intolerância religiosa. Questões de gênero, sexualidade e o respeito à diversidade estão mais atuais do que nunca. Como combater o preconceito, o racismo, a incompreensão e a intransigência com quem é diferente? O tema da Parada Gay em 2017 é "Independente de nossas crenças, nenhuma religião é lei! Todas e todos por um Estado Laico". Aproveitamos a oportunidade para tratar de homofobia, racismo e intolerância religiosa com o babalawo Ivanir dos Santos, o historiador Marcus Vinicius Oliveira e a socióloga Elisabeth Miranda, além de apresentar trechos de um interessante bate-papo do cineasta Fernando Grostein Andrade com o músico Junior Lima sobre bullying.

Programa 109 (11 de junho) - Antecipando o Dia dos Namorados, o programa desta semana discute: O que é o Amor? Acompanhamos um debate e as reflexões de jovens sobre o filme "Os Sentidos do Amor". Este é um sentimento fora de moda ou ainda pode nos ajudar a transformar o mundo? Os filósofos Luiz Felipe Pondé e Clóvis de Barros Filho nos ajudam a entender.

Programa 108 (4 de junho) - Para marcar a passagem do Dia Mundial do Meio Ambiente, neste 5 de junho, o programa debate o atual estágio da Globalização. Será que estamos de fato construindo um mundo íntegro, moderno, ético e sustentável? Ou, ao contrário, assistimos ao ressurgimento de pautas nacionalistas, da xenofobia, do radicalismo e da intolerância? Apresentamos com exclusividade as palestras do economista Airton de Albuquerque Queiroz e do sociólogo Caetano Araujo, além de também ouvir o publicitário Nizan Guanaes e rever os conceitos de um dos maiores especialistas no tema, o geógrafo Milton Santos (1926-2001).

Programa 107 (28 de maio) - O programa da semana trata deste momento de agravamento da crise política brasileira: exibimos com exclusividade um bate-papo bastante informal e esclarecedor do promotor do Ministério Público Federal e coordenador da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol, com a jornalista Mariana Godoy. Durante o lançamento do seu livro "A Luta Contra a Corrupção", ele fala sobre as acusações dos delatores da JBS contra o presidente Michel Temer e o senador Aécio Neves, além de detalhar os rumos das investigações coordenadas por ele a partir de Curitiba, revelar as motivações do seu trabalho e defender a renovação da política como medida necessária para transformar a realidade do país. Em seguida, o programa apresenta a Rede de Ação Política pela Sustentabilidade (RAPS), constituída em 2012 por iniciativa do empresário Guilherme Leal, fundador do Instituto Ethos, sócio da indústria de cosméticos Natura, um dos poucos brasileiros listados entre os bilionários mundiais no ranking da revista Forbes e candidato a vice-presidente na chapa de Marina Silva em 2010 pelo Partido Verde. Presidente do Conselho Diretor da RAPS, ele defende e justifica o #ForaTemer. Também ouvimos sobre as incertezas da crise e seus possíveis desdobramentos, o cientista político Carlos Melo, professor do Insper, colaborador da RAPS e do jornal O Estado de S. Paulo, colunista e blogueiro do UOL.

Programa 106 (21 de maio) - O programa desta semana debate o socialismo e a questão democrática, os partidos de esquerda e os novos atores políticos. No centenário da revolução russa e com o excesso de polarização que vemos hoje em dia nas ruas e nas redes, isso dá uma boa discussão. Os participantes são o historiador Alberto Aggio, o cientista político Hamilton Garcia e o jovem vereador de Guarapuava, no Paraná, Samuel da Silva, que falam sobre a situação da esquerda no Brasil e no mundo. O socialismo morreu ou só está fora de moda? Afinal, hoje em dia, o que é ser esquerda ou direita? E você se identifica mais com qual pólo ideológico?

Programa 105 (14 de maio) - No fim-de-semana do Dia das Mães, data tradicionalemente marcada pelo apelo comercial e muito sentimentalismo, vamos sair um pouco na contramão e tratar de um tema ainda mais pungente, complexo e traumático: a violência contra a mulher. Não é possível que nos dias de hoje esse tipo de comportamento ainda seja visto como uma coisa normal ou minimamente aceitável.  É isso mesmo: comemorar o Dia das Mães é bom, gostoso, merecido e necessário, claro! Mas aproveitar a data para reforçar a campanha de conscientização e o combate à violência contra a mulher, diante de uma realidade tão chocante e contumaz, parece ainda mais oportuno. A partir do filme Vidas Partidas, que trata do tema, o programa apresenta uma palestra e um bate-papo da atriz e cineasta Naura Schneider no encontro promovido pela FAP (Fundação Astrojildo Pereira) com jovens e futuras lideranças políticas no Rio de Janeiro. Vale a pena refletir sobre o assunto e divulgar essa causa.

Programa 104 (7 de maio) - O programa desta semana trata da crise brasileira sem perder o bom humor. O tema é o jovem, a crise de representação política e os novos coletivos cidadãos, reunindo opiniões divertidas, experiências e atitudes concretas para o Brasil viver dias melhores. Os convidados são o humorista Marcelo Madureira, a urbanista Debora Nunes e o prefeito de Vitória (ES), Luciano Rezende

Programa 103 (30 de abril) - Em clima de greve geral e das reformas trabalhista e previdenciária, o programa debate o Dia do Trabalhador, a revolução tecnológica e a crise do Estado Democrático. Os convidados são André Gomyde, presidente da Rede de Cidades Inteligentes; Ana Stela Alves de Lima, presidente do Sindicato dos Bancários de Campinas; e a economista Dora Kaufman.

Programa 102 (23 de abril) - O programa desta semana é um especial sobre o Dia do Índio. Como é a situação dos povos indígenas no Brasil? Quem os representa e quais são os seus interesses? Basta manter os índios nas páginas dos livros de História, lá em 1500, ou é preciso dar voz a eles e reconhecer as suas necessidades atuais? Na passagem deste 19 de abril, fazemos assumidamente um "programa de índio". Numa roda de conversa com jovens reunidos pela FAP (Fundação Astrojildo Ribeiro) no Rio de Janeiro, o líder indígena Marcos Terena expôs todas as dificuldades encontradas pelo seu povo no Brasil atual, principalmente pela falta de representatividade. Acentuou que mesmo na FUNAI a representação indígena está aquém do ideal e que até hoje pouquíssimos indígenas tem alguma atuação política. Ouvimos também o indigenista André Villas Boas e a jovem Silmara, oriunda da etnia Terena, do Mato Grosso do Sul, sobre as novas gerações e o convívio urbano dos índios. Sem preconceito e pela unidade dos povos.

Programa 101 (16 de abril) - Nesta Páscoa, o programa fala sobre a juventude e o que os jovens esperam da política e do futuro do mundo, fazendo um link interessante entre representantes de vários países na ONU e os participantes de um encontro promovido pela FAP (Fundação Astrojildo Pereira) no Rio de Janeiro, que reuniu delegações de diversos estados brasileiros, para a formação de novas lideranças. O humorista Marcelo Madureira conta um pouco da história da Colônia Kinderland, local do evento. Também ouvimos o jornalista Luiz Carlos Azedo, diretor-geral da FAP; o deputado estadual Davi Zaia, presidente nacional do PPS; e o ilustrador e designer Alex Leal, especialista na criação de games políticos.

Programa 100 (9 de abril) - No centésimo programa, nada melhor do que homenagear quem deu os primeiros passos neste jornalismo diferenciado que procuramos fazer. Para quem não conhece ou não se lembra, uma criação genial de Marcelo Tas Fernando Meirelles no período final da ditadura militar, há mais de 30 anos, que revolucionou o humor e a reportagem: o repórter Ernesto Varela e seu fiel escudeiro Valdeci. Direto dos anos 80 e mais atual do que nunca. Tambem ouvimos outro oriundo da produtora Olhar Eletrônico que também deixou um importante legado para o jornalismo atual. Criador do revolucionário programa TV Mix, em 1987, Marcelo Machado lançou o repórter-abelha, entre outras inovações que influenciam a TV até hoje.

Programa 99 (2 de abril) - Abrindo a semana que celebra o Dia Mundial da Saúde, em 7 de abril, o programa trata de Cidades Saudáveis e Sustentáveis. Como estimular a saúde física e mental, a cidadania e a qualidade de vida? É mais um tema da Virada Sustentável. Participam desta roda de conversa: Wellington Nogueira, dos Doutores da Alegria; Evangelina Vormitagg, da Virada da Saúde; Rodrigo Lopes, diretor executivo do Hospital Bandeirantes; e Fernando Bignardi, médico da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Programa 98 (26 de março) - O erudito e o pupular. O mundo das letras e o trabalho de dois escritores genuinamente brasileiros que reúnem suas experiências e muita pesquisa da vida real para a criação de suas obras de ficção. O incentivo à leitura sempre cai bem. Um bate-papo sobre livros, estórias e as histórias dos escritores Ana Miranda e Raimundo Carrero é o que temos nesta semana.

Programa 97 (19 de março) - Antecipando o Dia Mundial da Água, no dia 22 de março, o prorama debate o que aprendemos com a crise hídrica. Situações agudas como a de São Paulo, com represas vazias, necessidade de racionamento e cortes de fornecimento, parecem momentaneamente atenuadas, mas o problema é crônico e vem se agravando em diversas localidades. É mais um tema da Virada Sustentável que você vê aqui com exclusividade. Participam do debate: Marussia Whately, da Aliança pela Água; Stela Goldenstein, do movimento Águas Claras do Rio Pinheiros; José Bueno, do Rios e Ruas; e Malu Ribeiro, do SOS Mata Atlântica.

Programa 96 (12 de março) - O programa desta semana trata da Educação como base para a transformação da sociedade. As Cidades Educadoras e a importância da Educação Integral foram os temas debatidos em mais um evento da Virada Sustentável. A jornalista Maria Zulmira de Souza, a Zuzu, conduz um bate-papo com Natacha Costa, do Projeto Aprendiz; André Gravatá, da Virada Educação; Ed Grandisoli, da Escola da Amazônia e Reconectta; e Antonio Lovato, das Escolas Transformadoras.

Programa 95 (5 de março) - Mobilidade Urbana para um futuro sustentável: Uma roda de conversa sobre duas rodas, quatro rodas e dois pés. O programa trata de mobilidade e do futuro sustentável das grandes cidades, com soluções inteligentes para o transporte individual e coletivo. É um dos temas da Virada Sustentável, que apresentamos com exclusividade. Participam do bate-papo, mediado pela jornalista Maria Zulmira de Souza, a Zuzu: o presidente do Instituto Mobilidade Verde, Lincoln Paiva; o especialista em mobilidade urbana do WRI Brasil Cidades Sustentáveis, Guillermo Petzhold; a coordenadora de projetos cicloviários da CET, Suzana Nogueira; e a diretora de planejamento de transportes da SPTrans, Ana Odila.

Programa 94 (26 de fevereiro) - Na semana do Carnaval e também da entrega do Oscar, a maior premiação do cinema mundial, o programa deixa a fantasia de lado e trata da realidade do cinema brasileiro engajado em causas sociais. Mostramos mais um bate-papo que fez parte da Virada Sustentável, desta vez com o tema "Cinema: Luzes, Câmera, Mudança!".  Entre os participantes, destaque para os cineastas Tarso Araújo, diretor do filme "Ilegal", que retrata a luta de famílias pela legalização de remédios derivados da maconha para o tratamento de seus filhos; Leonardo Brant, de "Comer o Quê?", que promove um amplo debate sobre o lugar da alimentação em nossas vidas; e Estela Renner, de "Muito Além do Peso" um alerta sobre a obesidade infantil decorrente de hábitos alimentares nada saudáveis, e "Além da Vida", que mostra a importância dos primeiros anos de uma criança num ambiente de amor, seguro e acolhedor.

Programa 93 (19 de fevereiro) - O programa retrata os tempos da ditadura, tanto no Brasil quanto na Argentina, e mostra como dois escritores premiados, de diferentes gerações, misturando ficção e realidade, traduzem em suas obras as cicatrizes destes Anos de Chumbo. O bate-papo, conduzido pelo jornalista e poeta Heitor Ferraz Mello, faz parte do evento Pauliceia Literária e traz os olhares sensíveis de Bernardo Kucinski (cuja irmã está entre os desaparecidos do regime de exceção brasileiro) e de Julián Fuks (que aborda o tema recorrente das crianças que, nascidas no cativeiro, cresceram em famílias adotivas).

Programa 92 (12 de fevereiro) - O programa desta semana é um especial com o jornalista e escritor Luis Fernando Veríssimo. Famoso por crônicas, contos e roteiros de TV, mas também pelo humor ácido, pela timidez e por falar pouco, mostramos com exclusividade trechos de uma entrevista com Drauzio Varela e um bate-papo com o cronista Humberto Werneck e com o jornalista Manuel da Costa Pinto sobre a trajetória deste gaúcho de 80 anos de idade e filho do também escritor Érico Veríssimo. Homenageado na Pauliceia Literária, evento organizado pela Associação dos Advogados de São Paulo com a cobertura da TVFAP.netVeríssimo conta como começou no jornalismo e quais foram as suas influências para se tornar escritor. Veja ainda a interpretação de textos do autor, como "Provocações", pelo ator e diretor Antonio Abujamra"Pechada", pela contadora de histórias Edi Fonseca"Homem que é Homem" "Casal é Tudo Igual".

Programa 91 (5 de fevereiro de 2017) - Abrindo a 3ª temporada, a participação especial é do escritor peruano, jornalista e prêmio Nobel de Literatura Mario Vargas Llosa, que vai completar 81 anos de idade em março e esteve no Brasil a convite do Insper e do Instituto Palavra Aberta. Ele fala sobre a sua trajetória política e a paixão pela literatura. Faz uma análise das transformações do mundo e conta por que migrou do comunismo para o liberalismo. Há também um "trocando as bolas" com o ex-senador e atual vereador paulistano Eduardo Suplicy, que canta em homenagem a Bob Dylan, prêmio Nobel de Literatura de 2016, e o cantor Dinho Ouro Preto, líder do grupo Capital Inicial, que fala sobre política e a situação do Brasil.

2016 - 2ª temporada



Leia: O que é o #ProgramaDiferente


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Escolha a próxima faixa a ser implantada por Haddad:

(  ) Gôndolas
(  ) Pedalinhos
(  ) Surf de enchente
(  ) Tanto faz, desde que aceite o Bilhete Único

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Artigo na Folha: Os zumbis de Safatle e o Juízo Final

Roberto Freire e Maurício Huertas

Ao debitar na conta de Dilma Rousseff a prova de que o PT é "atualmente desnecessário, já que foi simplesmente alijado da política econômica, assim como das políticas industrial e agrícola, limitando-se a ser um gestor das relações políticas do Estado e do sistema estatal de cooptação da sociedade civil", o filósofo Vladimir Safatle, em seu artigo Esquerda zumbi (Ilustrada, 2/12), inicia um corajoso e preciso diagnóstico.

De fato, parece salutar rediscutir as instituições democráticas e os princípios republicanos à luz da história, sobretudo num momento em que há o enxovalhamento da esquerda como reação à tomada de assalto ao poder pelo petismo, com seus métodos deploráveis de aparelhamento do estado e até de práticas criminosas na gestão pública.

Ao caracterizar o governo federal e o PT como mortos-vivos apegados ao poder que vagam como zumbis, Safatle só se esqueceu de dizer, mesmo que de forma ligeira, que foi um quase cúmplice desse estelionato petista, por ter ajudado a reeleger Dilma e recentemente ter colaborado com a eleição do prefeito Fernando Haddad, antes de sinalizar este pretendido farol da esquerda.

Mas sejamos respeitosos: nunca é tarde para fazer autocrítica e reconhecer os erros. Por isso, saudamos a chegada de Safatle ao ponto do qual partimos em 2004.

Há dez anos, já apontávamos as contradições do governo petista, entre as quais a adoção exacerbada de políticas compensatórias de clara funcionalidade conservadora e a continuidade da política macroeconômica do governo FHC (1995-2002) sem fazer os avanços que prometera. Quando o governo Lula estava no auge da popularidade, sem que ninguém o contestasse, já pregávamos a correção de rumos.

Por mais que o artigo de Safatle seja válido pela crítica formulada, discordamos da afirmação que "a política a ser implementada (por Dilma) é dificilmente distinguível do que seria um governo tucano ou marinista". Errado. Tanto Marina quanto Aécio dariam à Presidência da República a credibilidade que falta a Dilma e ao PT.

A presidente não é ruim por se declarar de esquerda ou de direita, mas por ser má gestora e agir na contramão do que pregou durante a campanha. O PT não tem palavra, não tem programa, não tem projeto, salvo continuar no poder. E, para tanto, coloca em prática aquilo que o motivou à reeleição: "Vale fazer o diabo". Não é à toa que padeça no "Juízo Final" (não o bíblico, mas o que a Polícia Federal denominou como consequência de sua Operação Lava Jato).

Portanto, quando se trata da crise que em tese atinge partidos de origem socialista no mundo inteiro, parece impróprio compará-los à esquerda brasileira –e, mais grave, rotular o PT como o legítimo representante dessa esquerda, como faz Safatle, quando esse partido já abandonou há tempos os princípios originais que apresentava enquanto atuava na oposição.

Há, por outro lado, modelos de uma esquerda renovada que estariam surgindo na Espanha e na Grécia. São esses que vão nos guiar? Não creio. Se nos inspirarmos na Itália, tanto no aggiornamento da esquerda democrática quanto na Operação Mãos Limpas, talvez já seja um bom começo.

Precisamos superar a forma tradicional de fazer política e buscar a incorporação das novas forças sociais, hoje dispersas, em um amplo movimento reformista, impondo ao Estado uma pauta centrada no desenvolvimento econômico e ambientalmente sustentável, equânime na distribuição da riqueza, e aos partidos o papel de interlocutores destes movimentos e seus tradutores na linguagem das leis e das políticas públicas.

ROBERTO FREIRE é deputado federal por São Paulo e presidente nacional do PPS
MAURÍCIO HUERTAS é secretário de Comunicação do PPS-SP

Publicado em Tendências/Debates da Folha de S.Paulo (terça-feira, 30/12/2014)

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Ônibus a R$ 3,50: canalhice de fim-de-ano do Haddad

Chegamos aos últimos dias de 2014 com pelo menos duas novas conclusões sobre a Prefeitura de São Paulo:

1) O prefeito Fernando Haddad é extremamente coerente. Afinal, se ele fez merda nos dois primeiros anos de gestão, não seria agora, na virada para a segunda metade do mandato, que ele se tornaria minimamente razoável.

2) Oposição não tira férias. Ao contrário das expectativas iniciais do Blog do PPS, de que daríamos uns dias de trégua ao nosso leitor até janeiro, estamos aqui de volta em razão dessa canalhice de fim-de-ano do prefeito Haddad.

Ops! Canalhice é um termo muito pesado... Será?

Qual então o adjetivo que define melhor o ato de anunciar um aumento de 17% na tarifa de ônibus em pleno período de festas de fim-de-ano, quando a maioria da população não quer nem ouvir falar do dia-a-dia da política da cidade?

É, sim, canalhice do prefeito anunciar que o ônibus vai custar R$ 3,50 a partir de 6 de janeiro. É canalhice fazer isso no meio das férias escolares, praticamente às escondidas, sem qualquer diálogo com a população - aumentando em 50 centavos uma tarifa que por 20 já colocou o país em ebulição.

É canalhice burlar a legislação, que exige que o prefeito anuncie o aumento à Câmara Municipal com pelo menos cinco dias de antecedência, mas Haddad faz isso no meio do recesso parlamentar, quando apenas parte dos vereadores se reúne no dia 1º de janeiro para a posse da nova Mesa Diretora, num ato meramente solene e burocrático.

É canalhice promover esse reajuste poucos dias após uma auditoria revelar que, ao invés do aumento, o custo do transporte em São Paulo poderia ser reduzido se houvesse uma gestão minimamente eficaz e responsável no cumprimento do contrato em vigor (que, diga-se, segue prorrogado indefinidamente, outra vez por incompetência e incapacidade administrativa desta Prefeitura).

Entenda melhor o problema do transporte em São Paulo:

Como Haddad vai justificar o aumento da tarifa?

Haddad vai inaugurar a "luta de classes" nos ônibus?

Artigo "Ônibus em São Paulo: o ponto da discórdia"

Artigo "Ônibus em São Paulo: futuro incerto"

Base de Haddad manobra para impedir CPI dos Ônibus

O "novo" Haddad e o velho problema dos ônibus

Cadê o PT para protestar contra o aumento do ônibus?

Quem são os bandidos do transporte, Haddad?