O PPS de São Paulo integra a coligação que apóia José Serra para presidente da República e Geraldo Alckmin para governador do Estado. Para deputado federal, apresenta 24 candidatos na chapa conjunta com PSDB e DEM. Para deputado estadual, são 108 candidatos em chapa própria.
Chegou-se a cogitar a candidatura da jornalista Soninha Francine, pelo PPS, ao Senado ou ao Governo. Mas, em congresso partidário, decidiu-se manter a coesão da aliança em torno de Serra e Alckmin, que já havia lançado Orestes Quercia e Aloysio Nunes como candidatos ao Senado.
Assim, o eventual lançamento ao Senado, como se pretendia, da ex-vereadora, subprefeita da Lapa e candidata à prefeita de São Paulo em 2008, embora fosse bastante positivo para o PPS e desejado pela sua militância, foi visto como obstáculo pelos demais partidos coligados.
Portanto, Soninha Francine, que é hoje uma das principais lideranças do PPS e símbolo da uma nova política que buscamos para o país, participa da coordenação da campanha de Serra e desde já é pré-candidata à Prefeitura de São Paulo em 2012.
Deputados federais
O PPS tem hoje três deputados federais que buscam a reeleição por São Paulo: Arnaldo Jardim, Dimas Ramalho e William Woo. Além disso, tem entre os seus 24 candidatos opções como o presidente nacional do PPS, Roberto Freire; o advogado Ari Friedenbach; o ex-prefeito de Indaiatuba José Onério; e a professora e vereadora de Taubaté, Pollyana Gama; entre outros.
Deputados estaduais
São cinco deputados estaduais do PPS paulista que buscam a reeleição: Alex Manente, Davi Zaia, Dr. Gondim, Roberto Morais e Vitor Sapienza. Além deles, destacam-se entre os 108 candidatos o vereador paulistano Dr. Milton Ferreira, o eterno ídolo palmeirense Ademir da Guia, e a vice-prefeita de Pindamonhangaba Myriam Alckmin, entre outros.
Confira aqui a relação completa de candidatos do PPS a deputado estadual e federal.
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Vila Prudente ganha livro histórico aos 120 anos
Um dos bairros mais tradicionais de São Paulo, a Vila Prudente, completa 120 anos e ganha um livro sobre a sua história. Escrito por Newton Zadra, auto-declarado o mais apaixonado dos vilaprudentinos, presidente do Círculo de Trabalhadores Cristãos e do jornal Folha de Vila Prudente, é o sonho realizado de uma vida.
Essa reportagem da TV Gazeta retrata um pouco deste sonho que semanalmente também é apresentado nas páginas do jornal do bairro (Veja aqui a edição atual).
Representando o PPS e o líder da bancada do partido na Câmara Municipal, vereador Claudio Fonseca, morador da região, prestigiamos nesta terça-feira a noite de autógrafos de Newton Zadra, que contou, entre outros, com a presença do prefeito Gilberto Kassab, de amigos e famílias históricas da Vila Prudente.
Leia também:
Soninha é recebida no Círculo de Trabalhadores
Resgatar a crença na política é o ideal de Soninha
Essa reportagem da TV Gazeta retrata um pouco deste sonho que semanalmente também é apresentado nas páginas do jornal do bairro (Veja aqui a edição atual).
Representando o PPS e o líder da bancada do partido na Câmara Municipal, vereador Claudio Fonseca, morador da região, prestigiamos nesta terça-feira a noite de autógrafos de Newton Zadra, que contou, entre outros, com a presença do prefeito Gilberto Kassab, de amigos e famílias históricas da Vila Prudente.
Leia também:
Soninha é recebida no Círculo de Trabalhadores
Resgatar a crença na política é o ideal de Soninha
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Claudio de Oliveira: "Quem está por trás do Tiririca?"
Segundo o Datafolha, o palhaço Tiririca será o deputado federal mais votado por São Paulo, com cerca de 3% dos votos. Pela projeção do instituto, chegará perto de 900 mil votos.Isto significa que o palhaço ajudará a eleger muitos políticos do seu partido, o Partido Republicano, e de sua coligação chamada “Juntos por São Paulo”.
A coligação é formada pelo seu partido, o PR, e seus aliados, os companheiros do PT, do PCdoB, do PTdoB e do PRB.
O PRB é o partido do senador Marcelo Crivella, do Rio de Janeiro, candidato à reeleição e apoiado pelo presidente Lula.
Crivella é bispo licenciado da Igreja Universal do Reino de Deus e sobrinho de Edir Macedo, proprietário da TV Record, da qual Tiririca é funcionário.
Na coligação para a qual Tiririca é puxador de votos, estão candidatos envolvidos no escândalo do mensalão. Entre eles o deputado Valdemar Costa Neto, que renunciou ao mandato para não ser cassado em 2005, sendo eleito em 2006.
E também petistas acusados no processo do mensalão, como João Paulo Cunha e José Genoino Neto.
Como o voto é proporcional, isto significa que cada coligação ganha o número de vagas de deputados conforme a sua votação total.
O deputado Enéas Carneiro, eleito em 2002 com 1,57 milhão de votos, ajudou a eleger mais 3 ou 4 colegas de partidos, todos com menos de 4 mil votos cada.
Em 2006, Enéas foi eleito com 386 mil votos, enquanto a sua primeira suplente, Luciana de Almeida Costa recebeu 3.980 votos e assumiu o mandato em 2007, quando da morte de Enéas por leucemia.
Como dizia o deputado Ulysses Guimarães, jabuti não sobe em árvore. Se ele está na árvore, alguém o colocou lá.
Cláudio de Oliveira
http://chargistaclaudio.zip.net
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Emoção de José Hamilton marca homenagem
Veja aqui como foi a sessão solene da Câmara Municipal de São Paulo que homenageou com o Título de Cidadão Paulistano o jornalista José Hamilton Ribeiro, o “Repórter do Século”, por iniciativa do vereador Claudio Fonseca, líder da bancada do PPS.
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Vote nos candidatos a deputado do PPS
O PPS de Sâo Paulo integra a coligação que apóia José Serra para presidente da República e Geraldo Alckmin para governador do Estado. Para deputado federal, apresenta 24 candidatos na chapa conjunta com PSDB e DEM. Para deputado estadual, são 108 candidatos em chapa própria.
Chegou-se a cogitar a candidatura da jornalista Soninha Francine, pelo PPS, ao Senado ou ao Governo. Mas, em congresso partidário, decidiu-se manter a coesão da aliança em torno de Serra e Alckmin, que já havia lançado Orestes Quercia e Aloysio Nunes como candidatos ao Senado.
Assim, o eventual lançamento ao Senado, como se pretendia, da ex-vereadora, subprefeita da Lapa e candidata à prefeita de São Paulo em 2008, embora fosse bastante positivo para o PPS e desejado pela sua militância, foi visto como obstáculo pelos demais partidos coligados.
Portanto, Soninha Francine, que é hoje uma das principais lideranças do PPS e símbolo da uma nova política que buscamos para o país, participa da coordenação da campanha de Serra e desde já é pré-candidata à Prefeitura de São Paulo em 2012.
Deputados federais
O PPS tem hoje três deputados federais que buscam a reeleição por São Paulo: Arnaldo Jardim, Dimas Ramalho e William Woo. Além disso, tem entre os seus 24 candidatos opções como o presidente nacional do PPS, Roberto Freire; o advogado Ari Friedenbach; o ex-prefeito de Indaiatuba José Onério; e a professora e vereadora de Taubaté, Pollyana Gama; entre outros.
Deputados estaduais
São cinco deputados estaduais do PPS paulista que buscam a reeleição: Alex Manente, Davi Zaia, Dr. Gondim, Roberto Morais e Vitor Sapienza. Além deles, destacam-se entre os 108 candidatos o vereador paulistano Dr. Milton Ferreira, o eterno ídolo palmeirense Ademir da Guia, e a vice-prefeita de Pindamonhangaba Myriam Alckmin, entre outros.
Confira aqui a relação completa de candidatos do PPS a deputado estadual e federal.
Chegou-se a cogitar a candidatura da jornalista Soninha Francine, pelo PPS, ao Senado ou ao Governo. Mas, em congresso partidário, decidiu-se manter a coesão da aliança em torno de Serra e Alckmin, que já havia lançado Orestes Quercia e Aloysio Nunes como candidatos ao Senado.
Assim, o eventual lançamento ao Senado, como se pretendia, da ex-vereadora, subprefeita da Lapa e candidata à prefeita de São Paulo em 2008, embora fosse bastante positivo para o PPS e desejado pela sua militância, foi visto como obstáculo pelos demais partidos coligados.
Portanto, Soninha Francine, que é hoje uma das principais lideranças do PPS e símbolo da uma nova política que buscamos para o país, participa da coordenação da campanha de Serra e desde já é pré-candidata à Prefeitura de São Paulo em 2012.
Deputados federais
O PPS tem hoje três deputados federais que buscam a reeleição por São Paulo: Arnaldo Jardim, Dimas Ramalho e William Woo. Além disso, tem entre os seus 24 candidatos opções como o presidente nacional do PPS, Roberto Freire; o advogado Ari Friedenbach; o ex-prefeito de Indaiatuba José Onério; e a professora e vereadora de Taubaté, Pollyana Gama; entre outros.
Deputados estaduais
São cinco deputados estaduais do PPS paulista que buscam a reeleição: Alex Manente, Davi Zaia, Dr. Gondim, Roberto Morais e Vitor Sapienza. Além deles, destacam-se entre os 108 candidatos o vereador paulistano Dr. Milton Ferreira, o eterno ídolo palmeirense Ademir da Guia, e a vice-prefeita de Pindamonhangaba Myriam Alckmin, entre outros.
Confira aqui a relação completa de candidatos do PPS a deputado estadual e federal.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Quinta, 16: Homenagem a José Hamilton Ribeiro
O jornalista José Hamilton Ribeiro, um dos mais respeitados profissionais da área, repórter da Rede Globo e filiado ao PPS, receberá na quinta-feira, 16 de setembro, às 19h, o título de Cidadão Paulistano no Salão Nobre da Câmara Municipal de São Paulo.A homenagem é uma iniciativa do vereador Claudio Fonseca, líder da bancada do PPS na Câmara, atendendo a uma sugestão do presidente de honra do PPS, Moacir Longo, também jornalista e ex-vereador paulistano.
Veja mais informações aqui e compareça à homenagem.
terça-feira, 14 de setembro de 2010
A "tiriricalização" da política: contra titicas e tiriricas
Toda pessoa tem garantida a liberdade de pensamento e expressão, bem como o direito de se candidatar a qualquer cargo público. Tiririca, o voto-titica da vez, é um bom palhaço. Nada contra o profissional do humor, mas tudo contra o estrago que ele vem fazendo à credibilidade da politica e dos políticos.
Não que a classe política mereça ser defendida. Longe disso. Tem muito bandido no meio. Gente despreparada, mal-intencionada, desonesta. Mas não podemos generalizar. Custou caro para o país chegar a esse estágio da democracia. Respeitar as instituições e garantir o seu funcionamento é obrigação de todos.
É válido criticar a política e os políticos. O humor é uma ferramenta extraordinária para apontar erros, denunciar abusos, ridicularizar desvios. A política e os políticos são matéria-prima farta para os humoristas. E que assim seja. Porém, não podemos transformar em piada a democracia e as conquistas do nosso povo.
O voto de protesto é democrático. O Brasil já viu surgirem símbolos como o rinoceronte Cacareco e o Macaco Tião. Chegou mesmo a eleger, em campanhas que pegaram carona na onda do protesto, candidatos como Enéas, Clodovil e até presidentes como Jânio Quadros ("varre, varre, vassourinha") e Collor de Mello (o caçador de marajás).
Mas a situação se tornou insustentável. Assistimos não a uma disputa entre os candidatos mais preparados, com as melhores propostas para o país, mas aos marketeiros mais hábeis para ludibriar o consumidor-eleitor com as suas receitas prontas para vender tanto candidatos quanto sabão-em-pó, e armadilhas que caçam votos pela emoção - em vez da razão.
Chegamos a tal ponto que o melhor para a democracia seria ressuscitar um entulho da época pré-abertura, a "Lei Falcão", que apresentava na TV apenas uma foto dos candidatos com seu nome e número. Isso nos pouparia de ver a "tiriricalização" da política, com suas mulheres-pêra ou ladrões de vasos de cemitério debochando da inteligência do eleitor e das conquistas de gerações que deram a vida pela democracia brasileira.
Por isso tudo, o formato da propaganda na TV deve ser revisto. O circo de horrores que invade diariamente as nossas casas não tem mais razão de ser. Hoje há outros meios mais eficazes e racionais de acesso da população às propostas dos candidatos. A internet é um exemplo.
Mas outras mudanças precisam ser pensadas: o fim do voto obrigatório; adoção do voto distrital misto; o financiamento público das campanhas; as listas partidárias. A discussão deve começar agora.
Não que a classe política mereça ser defendida. Longe disso. Tem muito bandido no meio. Gente despreparada, mal-intencionada, desonesta. Mas não podemos generalizar. Custou caro para o país chegar a esse estágio da democracia. Respeitar as instituições e garantir o seu funcionamento é obrigação de todos.
É válido criticar a política e os políticos. O humor é uma ferramenta extraordinária para apontar erros, denunciar abusos, ridicularizar desvios. A política e os políticos são matéria-prima farta para os humoristas. E que assim seja. Porém, não podemos transformar em piada a democracia e as conquistas do nosso povo.
O voto de protesto é democrático. O Brasil já viu surgirem símbolos como o rinoceronte Cacareco e o Macaco Tião. Chegou mesmo a eleger, em campanhas que pegaram carona na onda do protesto, candidatos como Enéas, Clodovil e até presidentes como Jânio Quadros ("varre, varre, vassourinha") e Collor de Mello (o caçador de marajás).
Mas a situação se tornou insustentável. Assistimos não a uma disputa entre os candidatos mais preparados, com as melhores propostas para o país, mas aos marketeiros mais hábeis para ludibriar o consumidor-eleitor com as suas receitas prontas para vender tanto candidatos quanto sabão-em-pó, e armadilhas que caçam votos pela emoção - em vez da razão.
Chegamos a tal ponto que o melhor para a democracia seria ressuscitar um entulho da época pré-abertura, a "Lei Falcão", que apresentava na TV apenas uma foto dos candidatos com seu nome e número. Isso nos pouparia de ver a "tiriricalização" da política, com suas mulheres-pêra ou ladrões de vasos de cemitério debochando da inteligência do eleitor e das conquistas de gerações que deram a vida pela democracia brasileira.
Por isso tudo, o formato da propaganda na TV deve ser revisto. O circo de horrores que invade diariamente as nossas casas não tem mais razão de ser. Hoje há outros meios mais eficazes e racionais de acesso da população às propostas dos candidatos. A internet é um exemplo.
Mas outras mudanças precisam ser pensadas: o fim do voto obrigatório; adoção do voto distrital misto; o financiamento público das campanhas; as listas partidárias. A discussão deve começar agora.
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Os gurus da internet e o seu fracasso retumbante
Muito se apostava no uso da internet nas eleições de 2010. Oportunistas de plantão surgiram com planos mirabolantes e a pretensão de surfar na onda de Obama, que na eleição presidencial dos Estados Unidos cresceu graças à rede mundial. Mas, definitivamente, mostraram-se todos um fiasco. A internet é sobretudo um veículo sem regras e avesso à manipulação. Faz sucesso na rede o que cai nas graças do internauta espontaneamente, sem muita lógica ou critério. Têm milhões de acessos no youtube os vídeos mais engraçados, ou inusitados, ou debochados, ou ridículos. E milhares de seguidores no twitter astros globais, "colírios" teen e criaturas aptas a fazer graça em 140 caracteres.
Ou seja, a internet é o veículo de propagação dos tiriricas da política, não de quem tem o conteúdo mais sério e polido. Não adiantou Dilma Roussef trazer um marketeiro da campanha do Obama nem clonar o homem de neandertal para desferir golpes baixos com seu tacape virtual. Do lado oficial, o papel de vovó boa praça garantido pelo profissional norte-americano. No câmbio paralelo, os grunhidos do troglodita dos teclados contra inimigos imaginários.
Nem teve sucesso José Serra entregar a coordenação da campanha na internet para Soninha Francine e suas meninas superpoderosas para depois importar um guru indoamericano e "desconstruir" (para usar um termo do politiquês) todo o trabalho anterior, chegando ao absurdo de derrubar o site para tentar criar um fato político e deletando toda e qualquer fonte oficial de informação.Para esclarecer o que foi falado acima: na campanha de Dilma, botaram um tal de Marcelo Branco, com a sutileza e a genialidade de um mamute, para cuidar das redes sociais. Nas hostes de Serra, inventaram um tal guru indiano, Ravi Singh, com turbante e tudo o que tem direito, uma mistura mal-ajambrada de Uri Geller com Inri Cristo. Não sabe de quem se trata? Dê um google.
O assunto continua no post abaixo.
César Maia comenta uso da internet na campanha
Candidato ao Senado pelo DEM na chapa de Fernando Gabeira (PV) e ex-prefeito do Rio, César Maia foi um dos precursores da utilização da internet na política com um blog e posteriormente um inusitado "ex-blog". Manias e maluquices à parte, ele tem uma boa visão sobre o tema. Vale a pena reproduzir a coluna de hoje de César Maia, publicada na Folha de S. Paulo:
Internet eleitoral
A maior frustração dessas eleições é a relação entre o uso da internet e as decisões de voto. Pelo menos até aqui. Até a pré-campanha, a expectativa era muito grande. A referência sempre reiterada era a eleição de Obama.
As principais candidaturas presidenciais se apetrecharam para isso. Dilma e Marina passaram a "tuitar". Foram contratadas equipes para montar sites, blogs, entrar em redes sociais... A primeira baixa foi na coordenação da equipe de internet de Dilma.
O que a campanha esperava da equipe era um bom comportamento, sem criar espuma nem novidade. Mas isso contraria a lógica da internet.
Desfez-se a equipe e sacrificou-se a lógica. A campanha de Marina na internet é imperceptível. Serra contratou uma equipe que vem procurando abrir espaços com redes, videoentrevistas etc... Porém, talvez pela sensação de riscos em contrariar a linha da campanha presidencial, ainda não despertou curiosidade da imprensa e dos internautas.
Por que isso vem ocorrendo? Os analistas se debruçarão no tema após as eleições.
Mas se podem adiantar algumas hipóteses. A primeira é quanto ao próprio entendimento da internet em campanhas eleitorais.
Cada internauta é produtor de conteúdo, independentemente do impacto que produza. É assim que entra e participa. Tem a expectativa de que seus contatos sejam interativos, seja por iniciativa do emissor, seja por iniciativa do receptor.
À medida que os políticos -ou as equipes montadas só para a campanha- deixam de entender a lógica da interação, passam a pensar e a usar a internet como um meio de comunicação tradicional. Ou seja: pensa-se como emissor permanente e imaginam-se os receptores como passivos, que apenas recebem e digerem essas informações. À medida que o internauta-eleitor se sente como objeto, deixa de usar esse canal.
Uma segunda hipótese, que se agrega à primeira, é o centralismo das campanhas eleitorais em torno do candidato, de seu publicitário-chefe e de seu assessor de imprensa direto. Não entendem e -por isso mesmo- não dão atenção à internet -e ainda reprimem suas equipes, com temor de saírem da linha e produzirem desgaste à campanha.
Finalmente, a visão distorcida de que a internet se presta mesmo a propaganda negativa. E aí vêm as redes de críticas, informações exageradas e baixarias. Quando um vídeo no Youtube consegue sucesso, é como se esse fosse o resultado. E disso pouco resulta além do entusiasmo.
Faltam três semanas. Não dá mais tempo para corrigir. Perdeu-se essa campanha para desenvolver o uso da internet em política no Brasil.
sábado, 11 de setembro de 2010
Artigo: "Legislativo não é apêndice do governo"
Em resposta à questão "Caso Dilma Rousseff vença e faça maioria no Congresso, há risco de concentração de poder?", o deputado-federal Arnaldo Jardim (PPS), candidato à reeleição, escreve hoje na Folha de S. Paulo o valioso artigo "Legislativo não é apêndice do governo". Veja:Legislativo não é apêndice do governo
Ainda há muita água para rolar, mas, por hipótese -e não mais que por hipótese-, admitamos que a atual aliança governista eleja maioria expressiva nas duas Casas do Congresso. A primeira pergunta a fazer é: qual a consistência político-ideológica dessa maioria?
Sabemos que o partido lulista tentará usar tal maioria para avançar em mudanças constitucionais e legais ditas "de esquerda". Sabemos, também, que a outra metade (possivelmente majoritária no bloco), representada pelo PMDB de face mais liberal, quererá não mais que usufruir sua parcela de poder.
A segunda pergunta é: a que se prestaria essa aliança? Ela serviria para uma sustentação convencional do governo, não para grandes arroubos políticos. Não teria, por exemplo, homogeneidade para aprovar as inadiáveis reformas tributária e previdenciária, que o governo Lula postergou.
Tramada sobre circunstâncias, e não sobre programas, essa aliança teria uma consistência debilitada e uma convivência sempre atritada.
Portanto, uma eventual maioria da atual base governamental na Câmara e no Senado significaria, sim, uma excessiva concentração de poder, mas relativizada pelos objetivos políticos transversos de cada facção situacionista.
Duvido que ela se prestaria a validar o sonho autoritário do partido lulista, impondo modificações exóticas à legislação. Já no governo Lula existiu enorme distanciamento entre o que os ideólogos do partido pregavam e a prática política.
Os sonhos do partido sempre foram contornados no discurso que Lula faz à sociedade, operando o convencimento popular por prática populista frequentemente demagógica. Lula sempre esteve longe, muito longe, de aderir ao ideal de uma revolução transformadora.
Já o cerne da "intelligentsia" do partido lulista sonha usar o processo democrático -um tanto pateticamente, reconheçamos- para fazer a revolução que ainda não aconteceu. Mantém a visão da "tomada do palácio" para, a partir do governo, "moldar a sociedade".
Na Presidência, Lula ignorou essa visão com sua implacável hegemonia política sobre o partido; mas, quando ele não estiver mais lá -admitamos, por hipótese-, o PMDB teria muito mais cuidados com o destino do governo e das leis, estou certo? Não é novidade para o PMDB que o núcleo ideologizado do partido lulista sonha afastá-lo das decisões reais do poder.
A contínua pregação da hegemonia esquerdista -algo que não se concretizará tão cedo- deixa claro que o acolhimento do PMDB nas hostes lulistas é meramente oportunista e que o nível de confiabilidade da aliança é precário. Ao PMDB, definitivamente, não interessa contribuir para um modelo autoritário.
Mas há outra hipótese a considerar: no caso de vitória do candidato de oposição José Serra, como espero e aposto, a questão da maioria parlamentar se inverteria, posto que a adesão do PMDB a um eventual governo Serra seria lógica.
Isso não só pelo vínculo natural que o candidato tem com as frações históricas do partido como também pelo peristaltismo usual da sua parcela mais, digamos, pragmática. Na sua passagem pelo Ministério da Saúde, a aprovação da emenda nº 29 já demonstrou isso.
E não é só. É evidente que uma eventual bancada diminuta e os efeitos da cooptação do governo -o governo lulista nunca se inibiu com isso- podem criar dificuldades eventuais à resistência oposicionista. Mas isso já aconteceu num Brasil relativamente recente e o país se redemocratizou.
O que engrandece a resistência não é o número de parlamentares, mas a capacidade de luta democrática e articulação política da bancada oposicionista, inclusive aproveitando as contradições do bloco adversário.
ARNALDO JARDIM, engenheiro, é deputado federal pelo PPS-SP e candidato a novo mandato.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
São Paulo merece mais que "mano" e "madame"
O eleitor de Sâo Paulo terá a chance de abrir com o seu voto, em 3 de outubro, a maior caixa preta da República: o Senado Federal. Dominado por figuras sombrias da política brasileira como os ex-presidentes José Sarney e Fernando Collor, temos a chance de renovar esse mausoléu brasiliense.
No início deste ano, o PPS já havia apresentado a pré-candidatura de Soninha Francine com a proposta de arejar o Senado e fazer daquela casa um ambiente verdadeiramente renovado e transparente. Mas o compromisso da coligação que apóia José Serra presidente e Geraldo Alckmin governador era com as candidaturas de Orestes Quercia e Aloysio Nunes.
Quis o destino, porém, com a desistência de Orestes Quercia por motivos de doença, que se abrisse mais uma chance para o lançamento de Soninha Francine para o Senado por Sâo Paulo.
Há manifestações entusiasmadas na internet e nas ruas com a possibilidade de votar em Soninha e Aloysio Nunes para o Senado, reunindo juventude e experiência, modernidade e competência à chapa de Serra e Alckmin, em oposição aos dois candidatos ao Senado que hoje lideram as pesquisas: um "mano" e uma "madame" que nada de novo trazem para a política e para São Paulo, a não ser a futilidade e o vazio ideológico de ambos.
Estamos empenhados nessa possibilidade, que só será concretizada com o emprenho dos partidos que compõem a coligação (PSDB, DEM, PPS, PMDB e outros) e dos cidadãos de bem deste país, que desejam uma cara nova na política, com seriedade, honradez e verdadeiro espírito público. Vamos lá!
No início deste ano, o PPS já havia apresentado a pré-candidatura de Soninha Francine com a proposta de arejar o Senado e fazer daquela casa um ambiente verdadeiramente renovado e transparente. Mas o compromisso da coligação que apóia José Serra presidente e Geraldo Alckmin governador era com as candidaturas de Orestes Quercia e Aloysio Nunes.
Quis o destino, porém, com a desistência de Orestes Quercia por motivos de doença, que se abrisse mais uma chance para o lançamento de Soninha Francine para o Senado por Sâo Paulo.
Há manifestações entusiasmadas na internet e nas ruas com a possibilidade de votar em Soninha e Aloysio Nunes para o Senado, reunindo juventude e experiência, modernidade e competência à chapa de Serra e Alckmin, em oposição aos dois candidatos ao Senado que hoje lideram as pesquisas: um "mano" e uma "madame" que nada de novo trazem para a política e para São Paulo, a não ser a futilidade e o vazio ideológico de ambos.
Estamos empenhados nessa possibilidade, que só será concretizada com o emprenho dos partidos que compõem a coligação (PSDB, DEM, PPS, PMDB e outros) e dos cidadãos de bem deste país, que desejam uma cara nova na política, com seriedade, honradez e verdadeiro espírito público. Vamos lá!
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Freire defende candidatura de Soninha ao Senado
Com a desistência da candidatura de Orestes Quercia ao Senado por São Paulo, dentro da coligação que apóia José Serra presidente e Geraldo Alckmin governador, está reaberta a possibilidade de Soninha Francine disputar a vaga de senadora, como pretendia o PPS desde o início do ano.
O presidente nacional do PPS, Roberto Freire, candidato a deputado federal por São Paulo e um dos mais atuantes e entusiasmados apoiadores de Serra e Alckmin, defendeu no twitter, nesta segunda-feira (6/9), o lançamento de Soninha Francine ao Senado.
Havia uma espécie de interdição política da candidatura de Soninha ao Senado, dentro da coligação, por existir um acordo anterior entre os partidos (PSDB, DEM, PMDB e PPS) que priorizava os nomes de Quercia e Aloysio Nunes.
Porém, com a renúncia de Quercia por motivo de doença, está criado o fato político e jurídico que possibilita o lançamento de Soninha. Seria uma campanha curta (25 dias) e arriscada, mas necessária em uma eleição que vai preencher duas vagas no Senado.
Leia também:
Soninha Francine candidata ao Senado? Por quê?
PPS vai apoiar Serra, Alckmin e Soninha senadora
"Senadora Soninha, que tal?", por Christina Lemos
O presidente nacional do PPS, Roberto Freire, candidato a deputado federal por São Paulo e um dos mais atuantes e entusiasmados apoiadores de Serra e Alckmin, defendeu no twitter, nesta segunda-feira (6/9), o lançamento de Soninha Francine ao Senado.
Havia uma espécie de interdição política da candidatura de Soninha ao Senado, dentro da coligação, por existir um acordo anterior entre os partidos (PSDB, DEM, PMDB e PPS) que priorizava os nomes de Quercia e Aloysio Nunes.
Porém, com a renúncia de Quercia por motivo de doença, está criado o fato político e jurídico que possibilita o lançamento de Soninha. Seria uma campanha curta (25 dias) e arriscada, mas necessária em uma eleição que vai preencher duas vagas no Senado.
Leia também:
Soninha Francine candidata ao Senado? Por quê?
PPS vai apoiar Serra, Alckmin e Soninha senadora
"Senadora Soninha, que tal?", por Christina Lemos
sábado, 4 de setembro de 2010
PT antes e depois: fábrica falida de dossiês
Os métodos do PT todo mundo conhece. Forjado historicamente na oposição, ganhou fama e força apontando escândalos, criticando, denunciando, perseguindo os "inimigos" da ética e da democracia. Chegou ao governo e aprimorou o modus operandi da corrupção: mensalão, valerioduto e agora, com a máquina na mão, a facilidade para a quebra de sigilo e o uso de informações oficiais para atingir seus interesses.
Do "singelo" uso eleitoral do cadastro do bolsa família ou do ProUni à criminosa falsificação da procuração no nome da filha de José Serra para terrorismo político, o PT é uma gangue que tem como única missão se perpetuar no poder.
O PT perseguir quem ousa discordar da sua cartilha mafiosa é praxe. O PPS está vacinado: ao trazer a então vereadora Soninha Francine para o partido provocou a ira da Cosa Nostra tupiniquim.
Vale a pena relembrar este e alguns outros episódios que traduzem o que é o PT:
As pessoas saem do PT ou o PT sai das pessoas?
Quem tem medo de Soninha Francine?
JT repercute ofensiva do PT e destaca Blog do PPS
Lulalice no País das Maravilhas
Sra. D na "mansão global" regada a Dom Perignon
Do "singelo" uso eleitoral do cadastro do bolsa família ou do ProUni à criminosa falsificação da procuração no nome da filha de José Serra para terrorismo político, o PT é uma gangue que tem como única missão se perpetuar no poder.
O PT perseguir quem ousa discordar da sua cartilha mafiosa é praxe. O PPS está vacinado: ao trazer a então vereadora Soninha Francine para o partido provocou a ira da Cosa Nostra tupiniquim.
Vale a pena relembrar este e alguns outros episódios que traduzem o que é o PT:
As pessoas saem do PT ou o PT sai das pessoas?
Quem tem medo de Soninha Francine?
JT repercute ofensiva do PT e destaca Blog do PPS
Lulalice no País das Maravilhas
Sra. D na "mansão global" regada a Dom Perignon
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Dr. Milton Ferreira é aprovado pelo Voto Consciente
O vereador Dr. Milton Ferreira (PPS), candidato a deputado estadual, teve o seu mandato avaliado em recente levantamento da ONG “Voto Consciente” com todos os vereadores paulistanos que concorrem a algum cargo eletivo em 2010.Segundo o estudo, Dr. Milton recebeu média de 6,70 pontos por sua atuação na bancada do PPS e ficou entre os quatro melhores vereadores na avaliação. São 16 os parlamentares paulistanos que concorrem a outro cargo nas eleições de outubro.
Conheça aqui os candidatos a deputado estadual e deputado federal do PPS.
Painel da Folha tem seu dia de Sonia Abrão
Estaleiro É delicado o estado de saúde de Orestes Quércia (PMDB-SP), que ontem divulgou nota suspendendo as atividades da campanha diante da necessidade de submeter, segundo o texto, a "exames médicos aprofundados". Outro candidato ao Senado, Romeu Tuma (PTB-SP), também enfrenta problemas nessa área.
De inocente não tem nada a nota acima, publicada no Painel da Folha de S. Paulo de hoje. A editora da coluna política da Folha, Renata Lo Prete, jornalista escolada, não devia se prestar a esse papel agourento à moda de Sonia Abrão na TV, que tem um prazer mórbido por doenças e tragédias.
O que se especula, e a nota disfarça mal, é que talvez Orestes Quercia e Romeu Tuma, supostamente enfrentando problemas graves de saúde, não cumpram seus oito anos de mandato se eleitos senadores. Realmente, é uma possibilidade. Assim como muitos apostavam que o vice-presidente da República, José Alencar, também não resistisse tanto tempo. Erraram.
O que incomoda nessas "apostas" é a certeza arrogante dos jornalistas. A mesma Renata Lo Prete apostava, em 2008, que o PPS não teria candidatura própria à Prefeitura de São Paulo. Errou. O partido lançou Soninha Francine e fez uma campanha diferenciada e bem sucedida.
Com essa nota sobre Tuma e Quercia, o que se pretende? Seria uma campanha subliminar para votar em candidatos mais "jovens" e "saudáveis"? Talvez Marta Suplicy e Netinho de Paula?
Suplentes de senador
O que deve ser discutido, e aí sim cabe o questionamento jornalístico, é a abominável escolha dos suplentes de senadores. São nomes escolhidos sem nenhuma transparência ou critério democrático, eleitos no "pacotão" do senador.
Quer dizer, supondo que Marta confirme o favoritismo (e Dilma, idem), seja eleita senadora e vire ministra, quem vai assumir a vaga de senador por São Paulo será o seu suplente, vereador Antonio Carlos Rodrigues (PR), presidente da Câmara Municipal de São Paulo e líder do "Centrão", agrupamento de vereadores que barganham "espaço político" com o Executivo da ocasião.
É isso. Sem obter um único voto, o sujeito pode receber um mandato popular por oito anos. Será que na reforma política que se discute há anos no Congresso não podem pensar em mudar a suplência de senadores?
De inocente não tem nada a nota acima, publicada no Painel da Folha de S. Paulo de hoje. A editora da coluna política da Folha, Renata Lo Prete, jornalista escolada, não devia se prestar a esse papel agourento à moda de Sonia Abrão na TV, que tem um prazer mórbido por doenças e tragédias.
O que se especula, e a nota disfarça mal, é que talvez Orestes Quercia e Romeu Tuma, supostamente enfrentando problemas graves de saúde, não cumpram seus oito anos de mandato se eleitos senadores. Realmente, é uma possibilidade. Assim como muitos apostavam que o vice-presidente da República, José Alencar, também não resistisse tanto tempo. Erraram.
O que incomoda nessas "apostas" é a certeza arrogante dos jornalistas. A mesma Renata Lo Prete apostava, em 2008, que o PPS não teria candidatura própria à Prefeitura de São Paulo. Errou. O partido lançou Soninha Francine e fez uma campanha diferenciada e bem sucedida.
Com essa nota sobre Tuma e Quercia, o que se pretende? Seria uma campanha subliminar para votar em candidatos mais "jovens" e "saudáveis"? Talvez Marta Suplicy e Netinho de Paula?
Suplentes de senador
O que deve ser discutido, e aí sim cabe o questionamento jornalístico, é a abominável escolha dos suplentes de senadores. São nomes escolhidos sem nenhuma transparência ou critério democrático, eleitos no "pacotão" do senador.
Quer dizer, supondo que Marta confirme o favoritismo (e Dilma, idem), seja eleita senadora e vire ministra, quem vai assumir a vaga de senador por São Paulo será o seu suplente, vereador Antonio Carlos Rodrigues (PR), presidente da Câmara Municipal de São Paulo e líder do "Centrão", agrupamento de vereadores que barganham "espaço político" com o Executivo da ocasião.
É isso. Sem obter um único voto, o sujeito pode receber um mandato popular por oito anos. Será que na reforma política que se discute há anos no Congresso não podem pensar em mudar a suplência de senadores?
terça-feira, 31 de agosto de 2010
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Dia 1º: Encontro sindical de apoio a Serra e Alckmin
O encontro sindical de apoio a José Serra presidente e Geraldo Alckmin governador será realizado na próxima quarta-feira, 1º de Setembro, das 14h às 18h, no Club Homs, Av. Paulista, 735.
Na convocação do evento, os sindicalistas propõem debater temas de interesse dos trabalhadores, o fortalecimento da campanha e tornar público o manifesto: "Trabalhadores apóiam José Serra para Presidente do Brasil".
Leia abaixo a íntegra do manifesto:
Nós, trabalhadoras e trabalhadores brasileiros, oriundos das mais diversas categorias, sindicatos, federações, confederações e centrais sindicais, criamos hoje o Comitê Supra Sindical de Apoio à candidatura do ex-governador de São Paulo José Serra à Presidência da República, por reconhecimento à sua história comprometida com a Democracia, a República, a Ética na Política, ao Desenvolvimento, à Justiça Social e à Valorização do Trabalhador Brasileiro.
Existe um discurso programado pelos profissionais da mentira de que José Serra vai acabar com isso ou aquilo, vai privatizar isso ou aquilo e que ele não gosta de trabalhador e sindicalista. Mentira, mentira e mentira. José Serra não gosta de sindicalistas venais e oportunistas!, mas sim dos bons sindicalistas, daqueles que
realmente defendem os trabalhadores.
José Serra, várias vezes aprovado pelo povo através das urnas, tem experiência política, competência administrativa, histórico de vida pública decente, caráter ilibado e compromisso com o Estado democrático de direito e com as mudanças, que o qualificam a exercer com brilhantismo, liderança e segurança à presidência da República do Brasil.
José Serra, depois da volta do exílio, foi Secretário de Planejamento do Governo de São Paulo (1983/1986), Deputado Federal Constituinte (1987-1991), Deputado Federal reeleito (1991-1995), Senador da República (1995-2003), Ministro do Planejamento e Orçamento (1995-1996), Ministro da Saúde (1998-2002), Prefeito de São Paulo (2005-2006) e Governador do Estado de São Paulo de 1° de janeiro de 2007 até 2 de abril de 2010, quando desincompatibilizou-se do cargo para se candidatar pela segunda vez à Presidência da República. Serra tem história a favor do Brasil e do seu povo.
José Serra como presidente do Brasil é a certeza de um governo comprometido com os interesses da maioria da população, dos setores produtivos e com a valorização dos trabalhadores sem que faça nenhuma concessão ao maniqueísmo, ao espírito salvacionista, a acordos eleitorais espúrios e imediatistas, ao autoritarismo, à intolerância, ao messianismo, à mentira, ao fisiologismo, ao cartorialismo, ao financismo, à partidarização da coisa pública, à demagogia e à corrupção.
José Serra foi homenageado por muitas e expressivas lideranças sindicais em reconhecimento à sua luta pela criação do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (CODEFAT, que é um órgão de representação paritária - governo, empresários e trabalhadores - para decidir o encaminhamento dos recursos do FAT).
José Serra foi o autor de emenda ao dispositivo que resultou no artigo 239 da Constituição Federal, garantindo recursos do Programa de Integração Social (PIS) e do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) para o financiamento do seguro-desemprego, e autor do Projeto de Lei 2.250/1989, que tramitou complementarmente com o PL 991/1998, abrindo assim recursos que possibilitaram inclusive a promoção de qualificação profissional aos trabalhadores e a salvação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) da desnutrição financeira de então.
José Serra foi também homenageado por líderes sindicais por sua coragem de criar os remédios genéricos, abrindo fogo contra a poderosa indústria farmacêutica e tornando a compra de remédios acessível aos mais pobres e, em especial, aos aposentados.
José Serra ampliou a capacitação profissional dos trabalhadores através das Escolas Técnicas Estaduais (ETECs), que contam com 170 mil vagas envolvendo 84 profissões.
José Serra criou o Piso Salarial Regional (Lei 12.640/07) para categorias de trabalhadores que não tem piso salarial definido em lei federal, convenção ou acordo coletivo de trabalho. Enquanto o salário mínimo nacional é de R$ 510,00, os pisos salariais em vigor no Estado de São Paulo são de R$ 560,00, R$ 570,00 e R$ 580,00,
dependendo da ocupação.
José Serra criou o Salariômetro (http://www.salariometro.sp.gov.br/) que reúne em um banco de dados informações sobre os salários dos trabalhadores de todas as profissões de todo o Brasil, possibilitando assim aos trabalhadores e seus sindicatos
acesso a todas as informações para reivindicarem maiores salários, desenvolvendo assim o mercado de trabalho em São Paulo e no Brasil.
José Serra criou o programa Parceria com Entidades Representativas dos Trabalhadores que, pioneiro no Brasil, prevê a construção de moradias exclusivamente para os sócios de entidades sindicais de trabalhadores. É o primeiro programa habitacional do País para beneficiar diretamente o trabalhador sindicalizado e uma grande medida visando o fortalecimento das entidades sindicais perante seus sindicalizados. Os recursos são de responsabilidade do governo estadual e a entidade sindical não tem nenhum custo. No Estado de São Paulo, várias centrais sindicais estiveram presentes ao lançamento do programa que foi muito felicitado pelas lideranças sindicais.
José Serra, após a promulgação da Constituição, criou a Cartilha do Trabalhador, que continha orientação a respeito de tudo que o trabalhador deveria fazer para defender os seus direitos, começando por conhecê-los. Durante muito tempo, manteve uma coluna no Diário Popular onde apresentava e defendia os direitos dos trabalhadores.
José Serra manterá os direitos conquistados pelos trabalhadores ao longo de mais de um século de lutas, pois são direitos consagrados universalmente, razão pela qual mexer com esses direitos significa um retrocesso inaceitável. O objetivo da classe
trabalhadora é ampliar direitos para alcançar condições de vida melhor com crescimento do emprego formal com qualidade, aumento da massa salarial, requalificação profissional, combate à rotatividade do trabalho, redução da jornada de trabalho sem redução de salários e o fim da dispensa imotivada – artigo 7°, inciso I, dentre outros.
Nossa campanha será orientada e executada com tática ofensiva e defensiva, talento, imaginação, criatividade, seriedade, resistência física extraordinária, corajosa para defender as propostas democráticas e progressistas de José Serra e combater as
complexas mentiras com as simples verdades.
Por estas razões, conclamamos a todos os que desejam um Brasil com democracia, desenvolvimento com Valorização do Trabalho e da Produção a se unirem em torno da candidatura de José Serra à presidência da República. Desta vitória, depende o futuro do Brasil.
São Paulo, 1º de setembro de 2010.
Comitê Sindical de Apoio à José Serra para Presidente do Brasil
Na convocação do evento, os sindicalistas propõem debater temas de interesse dos trabalhadores, o fortalecimento da campanha e tornar público o manifesto: "Trabalhadores apóiam José Serra para Presidente do Brasil".
Leia abaixo a íntegra do manifesto:
Nós, trabalhadoras e trabalhadores brasileiros, oriundos das mais diversas categorias, sindicatos, federações, confederações e centrais sindicais, criamos hoje o Comitê Supra Sindical de Apoio à candidatura do ex-governador de São Paulo José Serra à Presidência da República, por reconhecimento à sua história comprometida com a Democracia, a República, a Ética na Política, ao Desenvolvimento, à Justiça Social e à Valorização do Trabalhador Brasileiro.
Existe um discurso programado pelos profissionais da mentira de que José Serra vai acabar com isso ou aquilo, vai privatizar isso ou aquilo e que ele não gosta de trabalhador e sindicalista. Mentira, mentira e mentira. José Serra não gosta de sindicalistas venais e oportunistas!, mas sim dos bons sindicalistas, daqueles que
realmente defendem os trabalhadores.
José Serra, várias vezes aprovado pelo povo através das urnas, tem experiência política, competência administrativa, histórico de vida pública decente, caráter ilibado e compromisso com o Estado democrático de direito e com as mudanças, que o qualificam a exercer com brilhantismo, liderança e segurança à presidência da República do Brasil.
José Serra, depois da volta do exílio, foi Secretário de Planejamento do Governo de São Paulo (1983/1986), Deputado Federal Constituinte (1987-1991), Deputado Federal reeleito (1991-1995), Senador da República (1995-2003), Ministro do Planejamento e Orçamento (1995-1996), Ministro da Saúde (1998-2002), Prefeito de São Paulo (2005-2006) e Governador do Estado de São Paulo de 1° de janeiro de 2007 até 2 de abril de 2010, quando desincompatibilizou-se do cargo para se candidatar pela segunda vez à Presidência da República. Serra tem história a favor do Brasil e do seu povo.
José Serra como presidente do Brasil é a certeza de um governo comprometido com os interesses da maioria da população, dos setores produtivos e com a valorização dos trabalhadores sem que faça nenhuma concessão ao maniqueísmo, ao espírito salvacionista, a acordos eleitorais espúrios e imediatistas, ao autoritarismo, à intolerância, ao messianismo, à mentira, ao fisiologismo, ao cartorialismo, ao financismo, à partidarização da coisa pública, à demagogia e à corrupção.
José Serra foi homenageado por muitas e expressivas lideranças sindicais em reconhecimento à sua luta pela criação do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (CODEFAT, que é um órgão de representação paritária - governo, empresários e trabalhadores - para decidir o encaminhamento dos recursos do FAT).
José Serra foi o autor de emenda ao dispositivo que resultou no artigo 239 da Constituição Federal, garantindo recursos do Programa de Integração Social (PIS) e do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) para o financiamento do seguro-desemprego, e autor do Projeto de Lei 2.250/1989, que tramitou complementarmente com o PL 991/1998, abrindo assim recursos que possibilitaram inclusive a promoção de qualificação profissional aos trabalhadores e a salvação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) da desnutrição financeira de então.
José Serra foi também homenageado por líderes sindicais por sua coragem de criar os remédios genéricos, abrindo fogo contra a poderosa indústria farmacêutica e tornando a compra de remédios acessível aos mais pobres e, em especial, aos aposentados.
José Serra ampliou a capacitação profissional dos trabalhadores através das Escolas Técnicas Estaduais (ETECs), que contam com 170 mil vagas envolvendo 84 profissões.
José Serra criou o Piso Salarial Regional (Lei 12.640/07) para categorias de trabalhadores que não tem piso salarial definido em lei federal, convenção ou acordo coletivo de trabalho. Enquanto o salário mínimo nacional é de R$ 510,00, os pisos salariais em vigor no Estado de São Paulo são de R$ 560,00, R$ 570,00 e R$ 580,00,
dependendo da ocupação.
José Serra criou o Salariômetro (http://www.salariometro.sp.gov.br/) que reúne em um banco de dados informações sobre os salários dos trabalhadores de todas as profissões de todo o Brasil, possibilitando assim aos trabalhadores e seus sindicatos
acesso a todas as informações para reivindicarem maiores salários, desenvolvendo assim o mercado de trabalho em São Paulo e no Brasil.
José Serra criou o programa Parceria com Entidades Representativas dos Trabalhadores que, pioneiro no Brasil, prevê a construção de moradias exclusivamente para os sócios de entidades sindicais de trabalhadores. É o primeiro programa habitacional do País para beneficiar diretamente o trabalhador sindicalizado e uma grande medida visando o fortalecimento das entidades sindicais perante seus sindicalizados. Os recursos são de responsabilidade do governo estadual e a entidade sindical não tem nenhum custo. No Estado de São Paulo, várias centrais sindicais estiveram presentes ao lançamento do programa que foi muito felicitado pelas lideranças sindicais.
José Serra, após a promulgação da Constituição, criou a Cartilha do Trabalhador, que continha orientação a respeito de tudo que o trabalhador deveria fazer para defender os seus direitos, começando por conhecê-los. Durante muito tempo, manteve uma coluna no Diário Popular onde apresentava e defendia os direitos dos trabalhadores.
José Serra manterá os direitos conquistados pelos trabalhadores ao longo de mais de um século de lutas, pois são direitos consagrados universalmente, razão pela qual mexer com esses direitos significa um retrocesso inaceitável. O objetivo da classe
trabalhadora é ampliar direitos para alcançar condições de vida melhor com crescimento do emprego formal com qualidade, aumento da massa salarial, requalificação profissional, combate à rotatividade do trabalho, redução da jornada de trabalho sem redução de salários e o fim da dispensa imotivada – artigo 7°, inciso I, dentre outros.
Nossa campanha será orientada e executada com tática ofensiva e defensiva, talento, imaginação, criatividade, seriedade, resistência física extraordinária, corajosa para defender as propostas democráticas e progressistas de José Serra e combater as
complexas mentiras com as simples verdades.
Por estas razões, conclamamos a todos os que desejam um Brasil com democracia, desenvolvimento com Valorização do Trabalho e da Produção a se unirem em torno da candidatura de José Serra à presidência da República. Desta vitória, depende o futuro do Brasil.
São Paulo, 1º de setembro de 2010.
Comitê Sindical de Apoio à José Serra para Presidente do Brasil
domingo, 29 de agosto de 2010
Artigo de Gilberto Dimenstein: "Tiririca e os idiotas"
A palavra "idiota" vem do grego "idiótes" e era usada para designar quem não participava da vida política Neste segundo semestre, começa a temporada de uma das mais árduas batalhas por um emprego, superando de longe a relação candidato/vaga do mais disputado vestibular ou de qualquer concurso público. Em alguns casos, são 2.800 candidatos por vaga, que se submetem a uma maratona de provas e entrevistas. Se não for fluente em inglês, é melhor nem tentar: esse é um dos requisitos mínimos para ser admitido como trainee nas melhores empresas brasileiras.
Uma das principais especialistas em recrutamento de jovens no mercado de trabalho, a psicóloga Sofia Esteves informa que tão importante quanto ter um diploma de uma boa escola é demonstrar sólida capacidade de argumentação, criatividade, análise crítica e conhecimentos gerais. Precisa ter claro um projeto de futuro (o que implica autoconhecimento). Durante toda a bateria de testes, vai precisar mostrar que quer muito ser escolhido e que está disposto a se submeter a metas rígidas.
Essa crescente cultura meritocrática nas empresas ajuda a explicar a aversão dos jovens à vida política, que, neste ano, ganhou como ícone o comediante Tiririca, autor do slogan mais polêmico destas eleições ("Pior do que está não fica").
Um dos problemas do país (que se acentua cada vez mais) é a crescente rejeição de jovens talentosos a entrar na vida pública ou mesmo a acompanhá-la.
Isso é o que se pode chamar de idiotice -pelo menos no sentido que os antigos gregos emprestavam ao termo.
Num livro lançado neste mês, os filósofos Mário Sérgio Cortella e Renato Janine Ribeiro contam que a palavra "idiota" vem do grego "idiótes", expressão usada para designar quem não participava da vida política, considerada uma atividade suprema e nobre.
A "idiotice", nesse sentido grego, virou uma atitude disseminada em boa parte da elite brasileira, especialmente entre os jovens, mas não sem motivo: afinal, são tantas as notícias de corrupção e fisiologia, um pragmatismo que beira a imoralidade. E, aí, não se diferenciam os partidos: Lula está no mesmo palanque de Collor, Serra está no mesmo palanque de Orestes Quércia.
Bandalheiras, desvios e desperdícios provocam tão pouco escândalo porque as pessoas não prestam atenção ao noticiário e, se prestam, acham que política é isso mesmo.
Tudo acaba se misturando e justificando as imagens de Tiririca, Ronaldo Esper, Agnaldo Timóteo, Marcelinho Carioca, Maguila.
É um ambiente muito distinto do das empresas que tentam fisgar a atenção dos melhores trabalhadores. Elas têm de se apresentar éticas, transparentes, socialmente responsáveis, como lugares onde se possa aprender e se desenvolver. Essa é a receita para atrair e manter os talentos que, segundo as pesquisas, priorizam não o salário, mas o aprendizado e a qualidade de vida.
É por isso que são empresas mais inovadoras e, por serem mais inovadoras, conseguem melhores e mais sustentáveis lucros.
Quando é talentoso e empreendedor, o jovem prefere abrir sua própria empresa e correr mais riscos.
Os chefes de recursos humanos são cada vez mais criativos. Já há empresas que oferecem, durante o período de trabalho, sessões de ioga ou massagem, além de academias de ginástica e locais para tirar uma soneca depois do almoço. Os horários também vão ficando flexíveis.
Essas empresas bancam a faculdade e cursos de especialização ou quaisquer cursos, mesmo que nada tenham a ver com o trabalho. Muitos chefes acreditam que a simples vontade de aprender -de culinária a alpinismo- é algo bom para a produtividade do empregado.
Um dos atrativos da IBM (a campeã de registro de patentes) é postar na sua intranet todas as oportunidades de emprego que seus profissionais podem postular na empresa em qualquer lugar do planeta. Uma das agências mais premiadas no Brasil, a DM9DDB oferece dois dias livres por mês para seus funcionários exercerem alguma atividade comunitária, desde que, depois, a experiência seja compartilhada com os colegas.
Daí se pode medir como um jovem se sente quando um Tiririca admite orgulhosamente que desconhece o papel de um deputado e que, apesar disso, com ele no Congresso, pior não fica. É como se todos fôssemos idiotas -e não no sentido grego.
PS - No www.dimenstein.com.br, coloquei trechos do livro "Política Para Não Ser Idiota", de Mário Sérgio Cortella e Renato Janine Ribeiro.
Artigo de Danuza Leão: "Só pra saber"
E procurando ser simpáticos; de alguns deles nunca se soube que tinham dentes, pois jamais os mostraram; agora, respondem a perguntas sobre saneamento básico com um sorriso tão falso que dá enjoo. Tomara que passe logo essa moda de marqueteiro e que as campanhas passem a ser de acordo com o século 21: mais perguntas entre os candidatos feitas por jornalistas, e que o voto não seja obrigatório.
E que houvesse mais tempo para as respostas, com direito, ao que perguntou, de
interromper para dizer "mas o senhor/senhora não está sendo clara na sua resposta".
Eu queria saber a posição de Serra (e não do Zé), Dilma e Marina sobre as relações do Brasil com o Irã, Venezuela e Cuba, se são contra ou a favor do planejamento familiar, contra ou a favor do aborto (que Dilma enrola e não responde).
E já que Lula mudou de ideia e disse que vai viajar pelo Brasil todo para ver o que fez e o que não fez (e dizer a Dilma "faça, minha filha"), eu queria saber quem vai pagar as viagens -ou será que sua pupila vai emprestar o avião que custou 57 milhões de dólares para ele achar que ainda é presidente?
E se Dilma for eleita, eu quero ver quem vai mandar mesmo no país, se ela ou ele. E quando brigarem?
Outra coisa que eu queria saber é o que tem a dizer o ministro Nelson Jobim sobre a fusão (?) entre a Lan e a TAM. E por falar em aviação, seria a hora de exigir das companhias aéreas que o espaço para cada passageiro, dentro dos aviões, fosse aumentado; assim como as dimensões máximas da bagagem que se pode levar -na cabine ou despachadas- , têm que ser obedecidas, bastaria aumentar dez centímetros a mais na frente, para esticar as pernas, e mais dez de lado, para podermos nos mexer e não desembarcar com a coluna em frangalhos, apenas um problema de direitos humanos.
Se o ministro Jobim um dia pegar um avião de carreira, como a maioria dos mortais, vai saber do que estou falando. E aproveitando, o som do aeroporto Santos Dumont é caótico; com o chão de mármore, paredes e teto de vidro, não há cristão que entenda o que estão falando.
Passando para assuntos mais leves, eu também queria saber por que nem um só fio de cabelo de Dilma sai do lugar. Que spray será esse? De silicone?
Voltando a coisas mais sérias, eu também queria saber por que não se fala mais da compra dos aviões à França, Suécia ou Estados Unidos; esse assunto morreu, por que, não se sabe. E queria saber também em quem vou votar para senador, deputado federal e deputado estadual; será que alguém sabe?
E queria saber também sobre as informações que somos obrigados a dar ao censo, teoricamente sigilosas; podemos confiar no IBGE, ou elas também vão vazar?
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
A aflição de todo candidato para aparecer na TV
É justa e compreensível a aflição de todo candidato para aparecer na TV. Por outro lado, cada partido define a sua estratégia eleitoral com uma visão política mais abrangente, e certamente nenhum critério agradaria a totalidade de interesses individuais e coletivos.
O PPS tem 108 candidatos a deputado estadual, para serem mostrados em 19 programas de 46 segundos. Na matemática pura e simples, cada um apareceria uma única vez, por 8 segundos. Mas política não funciona assim.
Qual o critério do PPS? Priorizar na TV os candidatos que têm mandato (os cinco estaduais e os três federais, mais o presidente nacional do partido, um vereador da capital, uma vice-prefeita que por acaso tem o sobrenome do futuro governador e um ex-vereador e principal ídolo do Palmeiras).
Fora isso, todos aparecem na mesmíssima frequência e quantidade. Isso agrada a todos? Certamente não. Mas é um critério político da direção do partido, tentando usar o rádio e a TV para divulgar o voto no 23 e ampliar a quantidade de votos naqueles que têm maior potencial.
Todos aparecem; uns mais, outros menos.
Vejamos o PT: nenhum candidato a deputado aparece na TV. Isso agrada a eles? Não. Estão todos descontentes. Mas é um critério. É o partido que lidera a disputa presidencial com folga e deve fazer o maior número de deputados. Nem assim estão satisfeitos.
Outro exemplo: o PR escolheu um puxador de votos: Tiririca. Isso agrada a todos? Não. Mas foi o critério deles. O PPS não faria isso, eles fazem e devem transformar Tiririca em campeão de votos. Será por aí o caminho?
O PPS tem 108 candidatos a deputado estadual, para serem mostrados em 19 programas de 46 segundos. Na matemática pura e simples, cada um apareceria uma única vez, por 8 segundos. Mas política não funciona assim.
Qual o critério do PPS? Priorizar na TV os candidatos que têm mandato (os cinco estaduais e os três federais, mais o presidente nacional do partido, um vereador da capital, uma vice-prefeita que por acaso tem o sobrenome do futuro governador e um ex-vereador e principal ídolo do Palmeiras).
Fora isso, todos aparecem na mesmíssima frequência e quantidade. Isso agrada a todos? Certamente não. Mas é um critério político da direção do partido, tentando usar o rádio e a TV para divulgar o voto no 23 e ampliar a quantidade de votos naqueles que têm maior potencial.
Todos aparecem; uns mais, outros menos.
Vejamos o PT: nenhum candidato a deputado aparece na TV. Isso agrada a eles? Não. Estão todos descontentes. Mas é um critério. É o partido que lidera a disputa presidencial com folga e deve fazer o maior número de deputados. Nem assim estão satisfeitos.
Outro exemplo: o PR escolheu um puxador de votos: Tiririca. Isso agrada a todos? Não. Mas foi o critério deles. O PPS não faria isso, eles fazem e devem transformar Tiririca em campeão de votos. Será por aí o caminho?
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Dilma foge do debate em rádio e TV católica
Os candidatos à Presidência da República José Serra (PSDB), Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) e Marina Silva (PV) criticaram a ausência da adversária Dilma Rousseff (PT) em debate na noite desta segunda-feira (23), em São Paulo. O encontro foi promovido pela TV Canção Nova e pela Rede Aparecida de Comunicação, emissoras de rádio e TV católicas com retransmissoras espalhadas por todo o país.
Dilma não compareceu alegando "problemas de agenda", e o púlpito dedicado a ela no evento ficou vazio ao lado do candidato tucano. Boa desculpa. Deve ser só coincidência que Dilma seja hoje a candidata apoiada pela maioria das igrejas evangélicas e seus pastores, bispos, apóstolos e títulos do gênero.
"Dos quatro candidatos, tem uma que não podia deixar de estar aqui. O meio cristão sabe muito bem quem é José Serra, quem é Marina e eu acho que nenhum dos bispos e padres que estão aqui deixam de me conhecer. No entanto, essa senhora, que é uma incógnita, que não sabemos quem é, que foi inventada pelo Lula, manda uma cartinha cheia de latitudes, foge do debate...", atacou o candidato do PSOL, antes de ser aplaudido pela plateia.
"O que nós temos são três recortes em matéria econômica que não representam orgulho para nós: primeiro, a maior taxa de juros do mundo. A candidata ausente tem defendido essa política", afirmou o tucano, ao ser questionado sobre como via o atual momento econômico do país.
"Segundo, temos a maior carga tributária do mundo em desenvolvimento. Em terceiro, a taxa de investimento público do governo é a penúltima ou antepenúltima do mundo. Isso tem algo de errado para o longo prazo", afirmou.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Política tiririca: pior do que tá, não fica?
Quem procura fazer política de uma forma séria, altruísta, republicana, a bem do serviço público e da coletividade, certamente tem vergonha do desfile de aberrações do horário eleitoral gratuito. Não que as atuais titicas e tiriricas sejam muito diferentes dos antigos cacarecos, mas o amadurecimento democrático e a consolidação das instituições exige também uma reciclagem desse entulho político que de dois em dois anos invade o lar dos brasileiros.
Não contribui em nada, nem para o país, nem para a democracia, que mulheres-pêra, palhaços profissionais (contra os amadores da política), ladrões de vasos de cemitério ou supostos herdeiros de Enéas ou de Clodovil ocupem um precioso espaço na TV para ridicularizar a política e acabar definitivamente com a já escassa credibilidade dos poderes constituídos.
Enquanto o TSE e o Congresso buscam meios condenáveis de censurar os programas humorísticos, que cumprem o seu papel de crítica social, os próprios partidos caminham no sentido contrário, garantindo legenda e tempo na TV para um desserviço à política. Que contradição absurda!
Deixem os humoristas livres para brincar com os políticos e denunciar a politicagem mais rasteira e abjeta, mas preservem os partidos para gente séria que pretende honrar o voto do eleitor e exercer o poder com dignidade e seriedade, por favor!
Não é o caso de impedir que um palhaço se candidate e seja o deputado mais votado, até porque se for a vontade do eleitor, deve ser respeitada. "Pior do que está não fica", é o slogan do Cacareco da vez. Num país que tem entre os mais votados Enéas, Maluf, Clodovil e assiste o ressurgimento de Collor, pode até ser verdade. Mas devemos batalhar para mudar essa triste realidade, votando de forma consciente em políticos honrados.
Talvez o fim do voto obrigatório, a introdução do voto distrital e outras mudanças na legislação eleitoral, inclusive neste formato ultrapassado de propaganda no rádio e na TV, possam contribuir para o aumento do interesse e da conscientização do eleitorado.
O PPS precisa iniciar esse debate, logo após as eleições de outubro.
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
O Brasil não é uma capitania hereditária do PT
Tem gente que acha que Lula é um bom presidente, tem gente que acha que não é. Na verdade, neste momento, tanto faz. O que está em jogo não é a continuidade de Lula no governo. Se o confronto fosse Lula x Serra, tudo bem. Mas a eleição está polarizada entre Serra x Dilma - e a neopetista (ex-brizolista) não é Lula. O marketing do PT quer transformar o Brasil em capitania hereditária de Lula, naqueles velhos moldes de administração territorial do império português, onde a Coroa delegava a tarefa de colonização e exploração de determinadas áreas a particulares, através da doação de lotes de terra.
Já que Lula virou um mito, com aprovação popular extraordinária, julga-se no direito de entregar o território "dele" (o país) à herdeira Dilma, a mãe, a mulher, a marionete. Mas, outra vez: Dilma não é Lula. Bom para o Brasil e ruim para o PT, o fato é que José Serra é o mais preparado para presidir o país. Simples assim.
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Serra demonstra ser o mais preparado para o país
Paixões partidárias à parte, o presidenciável José Serra demonstrou mais uma vez, no debate promovido pelo Uol e pela Folha de S.Paulo, ser o mais preparado para governar o país nos próximos quatro anos.O encontro desta quarta-feira marcou mudanças de tom da campanha eleitoral e introduziu o enfrentamento mais direto entre os dois principais adversários. José Serra e Dilma Rousseff trocaram insultos e farpas nas quase três horas de embate. O tucano, oito pontos atrás da petista na mais recente pesquisa Datafolha, foi mais agressivo.
A campanha também começa uma nova etapa com a propaganda no horário gratuito de rádio e TV. A estratégia do marketing eleitoral de ambos é "humanizar" e "popularizar" seus candidatos, com qualidades e características muitas vezes artificiais, feito o sabão em pó que lava mais branco que o concorrente no comercial da televisão.
Mas, expostos Serra e Dilma ao confronto aberto, com a influência reduzida dos marketeiros de plantão, ainda que existam estratégias pré-definidas, ficam evidente as diferenças entre um homem preparado e com décadas de experiência administrativa para governar um país complexo como o Brasil, e a criatura tirada da cartola do presidente Lula para garantir a sua sucessão.
Confronto aberto
O candidato José Serra lembrou que o PT se opôs ao Plano Real, à Lei de Responsabilidade Fiscal e até à eleição de Tancredo Neves, primeiro presidente eleito após os 20 anos de ditadura no Brasil, e disse que os petistas são imbatíveis no "torneio do quanto pior melhor".
"Você tem fixação no passado, no Fernando Henrique Cardoso. Muito ingrata com FHC. Você é ingrata com o Itamar e com FHC, porque eles fizeram Plano Real, LRF, Fundef", atacou Serra.
O que fez Dilma? Reconheceu, de forma absolutamente constrangida, que o PT errou. Mas o que é isso, companheira? Os petistas negam que erraram. Não reconhecem os erros do passado e não querem corrigir os erros do presente (mensalão, valerioduto, apoio a Collor, Sarney & cia.). Santa incoerência!
Num mesmo disparo, o tucano disse que Dilma copiou sua proposta de implantação de AMEs (Ambulatório Médico Especializado) e insinuou que o PT deixava o trabalho sujo a cargo de sindicalistas.
A discussão invadiu o segundo bloco, quando Serra disse que, após o vazamento da prova e de dados, o Enem estava "desmoralizado".
"Acho um absurdo um candidato à Presidência vir aqui dizer que o Enem está desmoralizado", reagiu ela.
Como a petista repetiu que uma lei impedia investimento em saneamento sem que houvesse custeio de Estados e municípios, Serra disse que ela divulgava uma "mentira".
Valendo-se do termo "vazamento", voltou à carga: "Vocês quebraram o sigilo bancário de um vice-presidente do PSDB [Eduardo Jorge]. Você disse que não tinha acontecido, chegou até ameaçar a processar e depois isso aconteceu", disse.
Dilma rebateu: "A gente tem que ter cuidado para que o termo de calúnia não seja aquele que recaia sobre aqueles que caluniam e não provam. Nós processamos em todos os casos aqueles que falaram que vazamos qualquer coisa. Não se pode caluniar".
A adoção de um tom mais incisivo acentua as diferenças entre as candidaturas. É preciso deixar claro que o Brasil não precisa de uma "mãe", nem do PAC nem dos "pobres" (assim como Lula parece querer provar sua paternidade), até porque isso não existe.
Foi nesse mesmo aspecto que a candidata do PV, Marina Silva, atacou Dilma no fim do debate, ao lamentar a falta de infraestrutura, "mesmo com essa história de pai, de mãe, de tio, de avô" - já que a petista é sempre chamada por Lula de "mãe do PAC".
A campanha, enfim, começou. Menos marketing e mais política, por favor, senhoras e senhores candidatos.
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Debate entre os presidenciáveis: Assista ao vivo!
Veja aqui o debate entre os presidenciáveis no UOL, ao vivo, na manhã desta quarta-feira, 18 de agosto.
terça-feira, 17 de agosto de 2010
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
sábado, 14 de agosto de 2010
Governador Sérgio Cabral: "otário e sacana"
O jovem carioca Leandro dos Santos, estudante e morador de Manguinhos, na zona norte do Rio, virou "repórter por acaso" no ano passado, em evento na comunidade que contou com a presença do presidente Lula e do governador Sérgio Cabral (PMDB), que se descontrolou com as cobranças dele e o chamou de "otário e sacana". Foi o bastante para que o vídeo que Leandro fez tivesse mais de 600 mil visitas na web.
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Juventude do PPS apresenta reivindicações a Serra
A Juventude Popular Socialista (JPS) está mobilizada na campanha de José Serra para a Presidência da República.
Um vídeo com diversos jovens militantes do PPS apresentando suas reivindicações já está circulando pela rede e ocupa espaço de destaque no site do candidato tucano e na Rede Mobiliza.
Gravado pelo skype, a mensagem reuniu jovens de diversas partes do país. Eles pedem investimetos em políticas para a juventude. Serra assumiu esse compromisso.
Veja outra versão da propaganda de rádio do PPS
Nesta quinta e sexta-feira prosseguem as gravações em estúdio com os candidatos a deputado federal e estadual do PPS para a propaganda eleitoral da TV, que vai ao ar a partir da próxima terça-feira, 17 de agosto.
No vídeo acima, conheça os bastidores de mais uma versão da propaganda institucional de rádio, gravada por Soninha Francine . Há outras versões para o programa eleitoral (veja no post abaixo), no qual são apresentados os candidatos a deputado estadual do partido.
Para deputado federal, o PPS integra a coligação com os candidatos do PSDB e do DEM. O partido apóia José Serra para presidente da República e Geraldo Alckmin para governador de São Paulo.
No vídeo acima, conheça os bastidores de mais uma versão da propaganda institucional de rádio, gravada por Soninha Francine . Há outras versões para o programa eleitoral (veja no post abaixo), no qual são apresentados os candidatos a deputado estadual do partido.
Para deputado federal, o PPS integra a coligação com os candidatos do PSDB e do DEM. O partido apóia José Serra para presidente da República e Geraldo Alckmin para governador de São Paulo.
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Nota de Falecimento: Vicente Húngaro
Lamentamos o falecimento, nesta madrugada de 12 de agosto, do Sr. VICENTE HÚNGARO, pai do vereador de Itatiba Edvaldo Húngaro, membro da Executiva Estadual do PPS.
O enterro será na tarde de hoje, quinta-feira, às 17h, no Cemitério da Saudade, em Itatiba.
O enterro será na tarde de hoje, quinta-feira, às 17h, no Cemitério da Saudade, em Itatiba.
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Soninha grava programa eleitoral do PPS para rádio
A jornalista e ex-vereadora Soninha Francine será a voz do PPS no horário eleitoral que começa no próximo dia 17 de agosto.
Os programas e inserções institucionais do partido para rádio, que vão ao ar até o dia 30 de setembro, foram gravadas por Soninha nesta terça-feira.
Veja os bastidores da gravação em estúdio no vídeo acima e em outras três versões: 1, 2 e 3.
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Ulalá! Dilma justifica união com Collor e Sarney!
A candidata petista Dilma Roussef abriu nesta segunda-feira o ciclo de entrevistas do principal telejornal da Rede Globo com os presidenciáveis e diz que governo exige "aliança ampla": inclusive com os ex-presidentes José Sarney e Fernando Collor, contra os quais o PT fez a mais dura (e hoje, descobre-se, hipócrita) oposição.
Dilma citou Lula 7 vezes em 12 minutos de entrevista, comparou-se a uma "mãe" ao negar fama de ríspida e pagou mico ao citar a Baixada Santista no Rio de Janeiro!!!
O apresentador William Bonner listou aliados que, no passado, eram combatidos pelo PT: Renan Calheiros (PMDB-AL), Jader Barbalho (PMDB-PA), José Sarney (PMDB-AP) e Fernando Collor (PTB-AL).
"Quando foi que o PT errou? Antes ou agora?", questionou corretamente Bonner.
Dilma não respondeu diretamente, mas disse que o PT não tinha "tanta experiência" de governo. "O PT acertou quando percebeu a sua capacidade de construir uma aliança ampla", afirmou.
Segundo a Folha de S.Paulo, no bloco em que foi ao ar a entrevista, a audiência da Globo estava em 33 pontos na Grande São Paulo, o que equivale a 5,9 milhões de expectadores na Grande São Paulo, em números preliminares.
Dilma também foi questionada sobre a fama de ter "temperamento difícil" ou da suposta falta de "jogo de cintura" para negociar.
Bonner citou que, em solenidade oficial, Lula disse que recebera de ministros queixas de que foram maltratados por Dilma. "Ele não disse maltrados", respondeu Dilma. "O vídeo está disponível", retrucou o âncora.
Ela usou a metáfora de "mãe" para justificar eventuais embates no governo. "Sabe dona de casa? No papel de cuidar do governo, é meio como se a gente fosse mãe. Há a hora de cobrar e o momento de incentivar."
Dilma se apresentou como "o braço direito e o esquerdo" do presidente no governo e disse duas vezes que ocupava o "segundo cargo mais importante" do governo, ao se referir à Casa Civil. Modéstia e caldo de galinha...
O "Jornal Nacional" entrevista hoje (terça-feira) Marina Silva (PV) e amanhã, José Serra (PSDB).
Prefeito de Sto. André com Freire, Alckmin e Serra
Candidato a deputado federal por São Paulo e presidente nacional do PPS, Roberto Freire acompanhou Geraldo Alckmin em uma caminhada pelo centro de Santo André (região do ABC paulista) nesta segunda-feira (9/8). A passagem do candidato da Coligação "Unidos por São Paulo" ao governo do Estado reuniu cerca de 1.500 pessoas, entre moradores, comerciantes e lideranças políticas. Para Freire, o ponto alto da visita a Santo André foi a demonstração de apoio do prefeito Aidan Ravin (PTB) a Geraldo Alckmin e José Serra.
"Foi uma honra presenciar o prefeito Aidan (foto) integrar-se à campanha de Geraldo e de Serra", comentou Freire.
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
sábado, 7 de agosto de 2010
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Candidatos do PPS gravam propaganda eleitoral
Os candidatos a deputado federal e estadual do PPS começaram nesta quinta-feira, 5 de agosto, a gravar os programas do partido para o horário eleitoral gratuito de rádio e TV, além dos comerciais de 15 segundos que serão exibidos diariamente durante a programação normal das emissoras.
No vídeo acima e nas fotos abaixo, acompanhe o making off da propaganda do PPS, com os candidatos à reeleição Arnaldo Jardim e William Woo para deputados federais, e os estaduais Dr. Milton Ferreira, Conceição Duarte e Dr. Gondim.
Coordenados pela Secretaria de Comunicação do PPS e produzidos pela Ouroboros Cinema e Educação, os programas têm direção do publicitário Alexandre Sorriso e apresentam os 108 candidatos do PPS a deputado estadual e os 25 a deputado federal.
As gravações prosseguem nesta sexta-feira e na próxima semana. Os programas e comerciais começam a ser exibidos no dia 17 de agosto. Confira aqui a lista de candidatos do PPS de São Paulo, com o número e o nome completo de cada candidato.
Leia também:
TRE anuncia tempo de rádio e TV dos candidatos




No vídeo acima e nas fotos abaixo, acompanhe o making off da propaganda do PPS, com os candidatos à reeleição Arnaldo Jardim e William Woo para deputados federais, e os estaduais Dr. Milton Ferreira, Conceição Duarte e Dr. Gondim.
Coordenados pela Secretaria de Comunicação do PPS e produzidos pela Ouroboros Cinema e Educação, os programas têm direção do publicitário Alexandre Sorriso e apresentam os 108 candidatos do PPS a deputado estadual e os 25 a deputado federal.
As gravações prosseguem nesta sexta-feira e na próxima semana. Os programas e comerciais começam a ser exibidos no dia 17 de agosto. Confira aqui a lista de candidatos do PPS de São Paulo, com o número e o nome completo de cada candidato.
Leia também:
TRE anuncia tempo de rádio e TV dos candidatos




quarta-feira, 4 de agosto de 2010
"Combata o Boato": Soninha inova na campanha
Quando o Serra foi candidato à Prefeitura de São Paulo, a Helena, que trabalha comigo há anos, chegou aqui em casa apavorada: "está todo mundo dizendo no ônibus que o Serra vai acabar com o Bilhete Único!".
Respondi logo: "imagine, Helena. Que absurdo, isso não vai acontecer. Não é assim que funciona, o Bilhete Único está totalmente implementado, não tem volta".
A estratégia de mentir, espalhar o medo, dizer que "tudo vai mudar para pior se "eles" chegarem lá", é muito antiga. Infelizmente, funciona. Se é assim no dia-a-dia, com as lendas sobre loiras no banheiro ou a história incrível sobre a pessoa que acordou em uma banheira sem um rim, então não seria diferente durante uma eleição. Pena.
Uma das barbaridades que correm por aí é dizer que o Serra não tem diploma universitário. Uma mentira tão ridícula, tão fácil de desmascarar, que é inacreditável que os mentirosos ainda tenham seguidores.
Mas eles insistem em tentar mudar o passado, apagar o Serra da história, aparecem como inventores de todas as coisas. Parece até que o Brasil começou ontem.
O jeito é espalhar a verdade. A verdade sobre a história do Serra, as muitas realizações dele em sua carreira em benefício de milhões de brasileiros, seus compromissos para quando for presidente do Brasil.
O site www.serra45.com.br tem realizações e propostas, tem a sua biografia, discursos e entrevistas. E tem a seção "Combata o Boato". Ajude a espalhar a verdade. O Brasil agradece.
Veja no Combata o Boato:
Serra e os Genéricos
Antes havia papel, idéia, boa intenção. Mas genérico na prateleira da farmácia, remédio de qualidade e mais barato, foi o Serra quem garantiu.
Serra e a Bolsa Família
Serra criou o Bolsa Alimentação. Depois do fiasco do Fome Zero, o governo do PT reuniu programas que já existiam e batizou de Bolsa Família. Muitas famílias continuam desassistidas; os jovens com mais de 18 anos perdem o Bolsa. Serra vai dobrar o Bolsa Família e incluir os jovens. Dilma acha "impossível", mas é preciso ter competência...
Serra e o diploma universitário
Em seu twitter, Serra publicou link para a página da Universidade de Cornell que tem sua tese de doutorado. E também um livro de Guido Mantega, "Economistas do Brasil", em que ele fala sobre a formação do Serra. Ainda bem que tem gente honesta nesse mundo...
Vamos juntos. Com honestidade, o Brasil pode mais.
Soninha Francine e Equipe
Serra 45 - O Brasil pode mais
Respondi logo: "imagine, Helena. Que absurdo, isso não vai acontecer. Não é assim que funciona, o Bilhete Único está totalmente implementado, não tem volta".
A estratégia de mentir, espalhar o medo, dizer que "tudo vai mudar para pior se "eles" chegarem lá", é muito antiga. Infelizmente, funciona. Se é assim no dia-a-dia, com as lendas sobre loiras no banheiro ou a história incrível sobre a pessoa que acordou em uma banheira sem um rim, então não seria diferente durante uma eleição. Pena.
Uma das barbaridades que correm por aí é dizer que o Serra não tem diploma universitário. Uma mentira tão ridícula, tão fácil de desmascarar, que é inacreditável que os mentirosos ainda tenham seguidores.
Mas eles insistem em tentar mudar o passado, apagar o Serra da história, aparecem como inventores de todas as coisas. Parece até que o Brasil começou ontem.
O jeito é espalhar a verdade. A verdade sobre a história do Serra, as muitas realizações dele em sua carreira em benefício de milhões de brasileiros, seus compromissos para quando for presidente do Brasil.
O site www.serra45.com.br tem realizações e propostas, tem a sua biografia, discursos e entrevistas. E tem a seção "Combata o Boato". Ajude a espalhar a verdade. O Brasil agradece.
Veja no Combata o Boato:
Serra e os Genéricos
Antes havia papel, idéia, boa intenção. Mas genérico na prateleira da farmácia, remédio de qualidade e mais barato, foi o Serra quem garantiu.
Serra e a Bolsa Família
Serra criou o Bolsa Alimentação. Depois do fiasco do Fome Zero, o governo do PT reuniu programas que já existiam e batizou de Bolsa Família. Muitas famílias continuam desassistidas; os jovens com mais de 18 anos perdem o Bolsa. Serra vai dobrar o Bolsa Família e incluir os jovens. Dilma acha "impossível", mas é preciso ter competência...
Serra e o diploma universitário
Em seu twitter, Serra publicou link para a página da Universidade de Cornell que tem sua tese de doutorado. E também um livro de Guido Mantega, "Economistas do Brasil", em que ele fala sobre a formação do Serra. Ainda bem que tem gente honesta nesse mundo...
Vamos juntos. Com honestidade, o Brasil pode mais.
Soninha Francine e Equipe
Serra 45 - O Brasil pode mais
Soninha pede sugestões de perguntas para debate
Essa semana a campanha entra numa fase muito importante. Na quinta-feira, dia 5 de agosto, às 22 horas, será realizado o primeiro debate com os presidenciáveis na TV Bandeirantes.
Debates são a oportunidade que o cidadão tem para esclarecer, conhecer melhor e comparar os candidatos. É o momento certo para debater assuntos importantes frente a frente. E é também quando o país começa de fato a se interessar pelas eleições.
Alguns fogem deste momento como o diabo da cruz. Talvez porque saibam que será preciso responder sem ajuda de teleprompter, marqueteiros, assessores. É a hora da verdade em uma eleição.
Por isso, queremos a sua opinião: No debate da BAND, que pergunta voce faria para a Dilma?
Aguardamos sua resposta.
Soninha Francine e Equipe
Serra 45 - O Brasil pode mais
Debates são a oportunidade que o cidadão tem para esclarecer, conhecer melhor e comparar os candidatos. É o momento certo para debater assuntos importantes frente a frente. E é também quando o país começa de fato a se interessar pelas eleições.
Alguns fogem deste momento como o diabo da cruz. Talvez porque saibam que será preciso responder sem ajuda de teleprompter, marqueteiros, assessores. É a hora da verdade em uma eleição.
Por isso, queremos a sua opinião: No debate da BAND, que pergunta voce faria para a Dilma?
Aguardamos sua resposta.
Soninha Francine e Equipe
Serra 45 - O Brasil pode mais
Freire visita Heliópolis com Serra e Alckmin
O bairro de 120 mil habitantes já foi uma das maiores favelas da cidade e hoje passa por um processo de reurbanização.
Cerca de 700 moradores acompanharam a caminhada, que contou ainda com as presenças de Fernando Gabeira, candidato do PV ao governo do Estado do Rio, de Aloysio Nunes, canditado ao Senado pelo PSDB em São Paulo, além de outros candidatos a deputado estadual e federal da Coligação "Unidos por São Paulo e pelo Brasil".
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Ermelino Matarazzo recebe Alckmin nesta terça
Dando sequência aos encontros com o candidato a governador Geraldo Alckmin nos bairros de São Paulo, nesta terça-feira (3 de agosto) é a vez da comunidade de Ermelino Matarazzo, na zona leste.
O local da reunião é o Colégio Integração (Rua Professor Antonio de Castro Lopes, 613 - Ermelino Matarazzo), a partir das 19h, com a presença dos candidatos a senador e deputado da coligação.
O local da reunião é o Colégio Integração (Rua Professor Antonio de Castro Lopes, 613 - Ermelino Matarazzo), a partir das 19h, com a presença dos candidatos a senador e deputado da coligação.
Freire participa de caminhada com Serra e Alckmin
Durante a caminhada pelo bairro oriental, com a participação de cerca de 400 pessoas, Freire recebeu o carinho de eleitores, que vibraram por sua candidatura pelo Estado de São Paulo. Também marcaram presença no evento os candidatos ao Senado Aloysio Nunes e Orestes Quércia.
Na quinta e sexta-feira (desta semana e da próxima), Freire e os demais candidatos do PPS a deputado federal e estadual gravam as suas participações na propaganda eleitoral da TV. Veja aqui quem são os candidatos do PPS.
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Alckmin tem segunda-feira "quente" em São Paulo
Após um domingo de sol em Taubaté (ao lado da vice-prefeita de Pindamonhagaba, Myriam Alckmin, candidata a deputada estuadual pelo PPS) e nas festividades da comunidade japonesa no Parque do Carmo, em Itaquera, o candidato a governador Geraldo Alckmin tem uma agenda cheia nesta segunda-feira, na Capital. Nem a chegada da frente fria, o tempo nublado (após um fim de semana ensolarado) e a queda brusca da temperatura desanimam a militância. Nesta segunda-feira o candidato participa de um ciclo de debates sobre "A construção do desenvolvimento sustentado", organizado por entidades ligadas a construção civil e engenharia, e vai ao Mercado Municipal da Rua da Cantareira, o tradicional "Mercadão" no Parque D. Pedro, região central de São Paulo.
Mas a "maratona" não para por aí. À noite, a partir das 19h30, Alckmin estará na zona sul paulistana, participando de mais um encontro do ciclo "Unidos por São Paulo e pelo Brasil", agora no bairro de M'Boi Mirim, no Clube Atlético Indiano (rua Francisco Nóbrega Barbosa, 411).
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