Em reunião neste fim-de-semana, em Brasília, o Diretório Nacional do PPS tomou uma série de decisões importantes, elegeu a sua Comissão Executiva, aprovou a resolução para as convenções eleitorais de 2012 e, o principal, reconheceu como exemplar a linha política adotada pelo partido em São Paulo.
Foram confirmados os deputados federais Roberto Freire (PPS/SP) na presidência nacional do partido e Rubens Bueno (PPS/PR) na secretaria-geral. Leia mais sobre a Executiva eleita.
Dos 16 membros da Executiva Nacional do PPS, outros cinco (além de Roberto Freire) são de São Paulo: o presidente do PPS paulistano, Carlos Fernandes; a ex-vereadora Soninha Francine; o deputado federal Arnaldo Jardim; a secretária de relações internacionais, Dina Lida Kinoshita; e o sindicalista da UGT (União Geral dos Trabalhadores), Chiquinho Pereira.
O empresário Ricardo Young, membro do Diretório Nacional, pré-candidato a vereador pelo PPS paulistano - após ter disputado o Senado em 2010, pelo PV, e obtido 4 milhões de votos - e expoente do Movimento Nova Política, idealizado por Marina Silva, participou da reunião e foi chamado para compor a mesa dirigente dos trabalhos também como reconhecimento dos novos rumos propostos pelo PPS a partir de São Paulo.
Foi a construção desta "nova política" formulada e conduzida pelo PPS paulistano que confirmou os seis nomes do Estado e da cidade de São Paulo entre os 16 da Executiva Nacional (ou seja, 40% da direção). Principalmente o de Carlos Fernandes, como destacou o presidente estadual do PPS/SP, Davi Zaia, sobre o principal condutor do trabalho que é modelo para o partido em todo o país.
Fichas limpas
Na resolução eleitoral aprovada pelo PPS, a regra mais importante é o veto automático à candidatura de qualquer filiado que tenha contra si condenação criminal ou cometido improbidade administrativa. É a aplicação imediata da Lei da Ficha Limpa, antes mesmo que o STF decida sobre a sua validade.
O PPS também definiu os prazos para a realização das convenções eleitorais. De acordo com o documento, elas serão realizadas no período de 10 a 30 de junho. A convenção eleitoral do PPS paulistano já está agendada para o dia 23 de junho (sábado), a partir das 9h da manhã, na Câmara Municipal de São Paulo.
FAP
Na Fundação Astrojildo Pereira (FAP), vinculada ao PPS, foi reeleito para a presidência o cientista político e sociólogo da UnB, Caetano Araujo. Como diretor-geral foi eleito o ex-deputado e ex-ministro Raul Jungmann (PE). A jornalista e ex-vereadora Soninha Francine também integra a direção executiva da FAP. Leia mais.
Núcleo de Meio Ambiente
A Coordenação Nacional de Sustentabilidade, o antigo Núcleo de Meio Ambiente do PPS, também se reuniu neste fim-de-semana, em Brasília, e deliberou algumas questões:
1) Será realizada, até o início de março, uma reunião ampliada da Executiva Nacional com a bancada federal e representantes do Núcleo de Meio Ambiente para discutir o posicionamento do partido na Rio+20 e na votação (prevista para o dia 6/3) do Código Florestal na Câmara dos Deputados; o deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA) informará sobre a reunião.
2) Está prevista a realização de seminários sobre o Programa das Cidades Sustentáveis para os pré-candidatos a prefeito e vereador do PPS em todo o país. O assunto será levado à primeira reunião da Executiva Nacional pelos dirigentes Arnaldo Jordy (PA) e Luiz Castro (AM). Será disponibilizada por Ricardo Young (SP) uma lista de possíveis palestrantes sobre o tema. Mais informações: Cidades Sustentáveis.
3) O seminário de Sustentabilidade e Meio Ambiente em São Paulo, como parte da formulação do Plano de Governo da pré-candidatura de Soninha Francine à Prefeitura, com a participação de especialistas e de todos os pré-candidatos a vereador do PPS paulistano, já está agendado para o dia 29 de março, a partir das 19h, no "Plenarinho" da Câmara Municipal.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Religiões de origem afro têm Congresso no sábado
Será realizado neste sábado, dia 11, em São Paulo, a partir das 12h, o Coneafro - Congresso Estadual das Religiões e Cultura de Matriz Africana, Afro-Brasileira e Indígena (no Sindicato dos Eletricitários - Rua Tomás Gonzaga, 50 - Liberdade).O evento é promovido pelo religioso Pai Guimarães e tem participação confirmada da ex-vereadora Soninha Francine, que fará palestra sobre "Organização, mobilização e conscientização política".
"Queremos um sinal verde para uma sociedade sem racismo, sem preconceito e sem intolerância, mas com liberdade de expressão religiosa”, afirma Guimarães, em referência ao "sinal verde" escolhido pelo PPS como símbolo da formulação de um programa de governo alternativo para a cidade de São Paulo.
"Formamos um movimento político pioneiro, que busca organizar, mobilizar e conscientizar o povo do axé da importância de se ter uma participação efetiva e com representatividade política, que de fato represente nossa comunidade na luta contra as injustiças que sofremos."
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
PPS propõe bloco partidário para consolidar 3ª via
Cansados de servir de escada para as grandes agremiações, pequenos e médios partidos podem formar um bloco na construção de uma candidatura alternativa à polarização PT x PSDB em São Paulo - e fora dos "satélites" que gravitam em torno de ambos, alternadamente, como PMDB e PSD. Firme no propósito de consolidar e viabilizar a candidatura de Soninha Francine como terceira via à Prefeitura - confirmando os números do Ibope e Datafolha, que a colocam em 3º lugar, à frente de petistas e tucanos somados - o PPS vem dialogando com PMN, PHS, PTC, PRP, PSL, PTN, PPL, PRTB, PSDC, PCB e PTdoB.
Além disso, o PPS conversa com partidos que têm pré-candidatos à Prefeitura, mas que podem igualmente construir uma alternativa à polarização PT x PSDB: José Luiz Penna e Eduardo Jorge (PV), Luiza Erundina (PSB), Paulinho da Força (PDT), Celso Russomanno (PRB), Netinho de Paula (PCdoB) Luiz Flávio Borges D´Urso (PTB), Carlos Giannazi e Ivan Valente (PSOL).
O fato é que os partidos menores não querem mais ser vistos como legendas de aluguel, dominadas por políticos de segunda classe, meros coadjuvantes do jogo do poder, servindo apenas para ceder tempo de TV e colocar seus candidatos proporcionais como cabos-eleitorais de luxo (mão-de-obra barata) para os majoritários dos partidos grandes.
Atuando em bloco, esses partidos crescem juntos e fortalecem também a democracia, ao darem voz a setores da sociedade muitas vezes sem espaço nos partidos dominantes. Terão peso diferenciado nos dois turnos das eleições, participação direta na coordenação da campanha à Prefeitura e chances concretas de eleger seus representantes para o Legislativo, com estrutura e visibilidade.
A direção do PPS aposta na construção dessa alternativa. Propõe repetir em São Paulo a terceira via que Marina Silva representou na eleição presidencial de 2010 (reveja aqui). O partido está comprometido com o Programa Cidades Sustentáveis e filiou o empresário Ricardo Young (ex-PV), que teve 4 milhões de votos ao Senado, para ser o "puxador de votos" do PPS para a Câmara Municipal.Mais importante que encontrar nomes para concorrer à Prefeitura, os partidos e seus representantes precisam apresentar aos cidadãos paulistanos um programa de governo viável e consistente para São Paulo, voltado para um desenvolvimento justo, social, econômico e ambientalmente equilibrado. É o que estamos propondo. Quem nos acompanha?
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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
PPS avalia candidaturas a prefeito no interior de SP
No trabalho de avaliação e mapeamento do partido no interior, a direção estadual do PPS se reuniu nesta segunda-feira, em São Paulo, com seis potenciais candidatos, todos com boa perspectiva de vitória em 2012: Myriam Alckmin (Pindamonhangaba), Professora Pollyana (Taubaté), João Otávio (São João da Boa Vista), Dedé Menezes (Ribeirão Pires), Luiz Antonio Panone (Descalvado) e Nério Costa (Sertãozinho).Participaram do encontro com os prefeituráveis o presidente estadual do PPS, deputado Davi Zaia; o vice-presidente e líder da bancada do partido na Assembléia, deputado Alex Manente; o secretário-geral do PPS/SP e deputado federal Arnaldo Jardim; e o tesoureiro estadual e presidente paulistano Carlos Fernandes.
Myriam Alckmin
Mas não é só por causa do governador que Myriam tem a política no sangue: "Nasci e cresci vivenciando política. Em 1976, ano de meu nascimento, meu pai conta que ele estava num comício do meu tio Geraldo na Vila São Benedito, então candidato a prefeito em Pinda, quando teve que sair às pressas para levar minha mãe para a maternidade, porque eu estava chegando. Na campanha seguinte eu já estava no palanque com uma bandeirinha na mão."
O avô paterno (Alcides Ramos Nogueira) e o pai (Fernando Nogueira) também foram vereadores por três mandatos cada um, e presidentes da Câmara. "Tio João Bosco foi vereador, vice-prefeito e prefeito por dois mandatos; tio José Lélis, vereador; tio Morgado, vereador e vice-prefeito; e tio Geraldo, que desde jovem, aos 18 anos, foi vereador, prefeito, deputado estadual, federal, vice-governador e hoje nosso governador do Estado de São Paulo."
Como vereadora, Myriam destaca principalmente sua atuação na área social, além de fiscalizar a administração. Cita o “Acessa São Paulo”, programa de inclusão digital, com internet de graça para a população local, e o “Projeto Guri”, trabalho de música com os jovens. Tenta em 2012 ser a primeira mulher prefeita de Pinda.
Professora Pollyana
Professora da Rede Municipal de Ensino e diretora pedagógica voluntária da Instituição Filantrópica Irmã Amália, Pollyana Gama é vereadora pela segunda vez na cidade de Taubaté, ocupando o posto de presidente da Comissão de Educação da Câmara desde 2005.Entre os principais projetos aprovados destacam-se concursos públicos para professores, médicos, dentistas e assistentes sociais; o Estatuto do Magistério; 40% de adicional de nível universitário; e o retorno do PSF (Programa Saúde da Família).
Sua prioridade é a composição e aprovação do Plano de Carreira do Magistério. O trabalho que desenvolve em prol da educação, cultura, esporte e a valorização de seus profissionais também têm enorme repercussão.
Dedé Menezes
Vice-prefeito de Ribeirão Pires, Edinaldo de Menezes, o Dedé (PPS) é apontado pela base governista como pré-candidato à sucessão do prefeito Clóvis Volpi (PV). “Foi unânime a escolha entre os dez partidos que estão com a gente. Ele (Dedé) já vem ao meu lado há três anos e vai dar continuidade à nossa gestão responsável”, afirmou o atual prefeito.Formado em Letras e Jornalismo, é pós-graduado em Comunicação e Marketing pela Fundação Cásper Líbero e Gerente de Cidades pela FAAP. Eleito vereador em 2004, foi líder do governo e presidente da Câmara de Ribeirão Pires antes de se eleger vice-prefeito.
Dedé considera que a cidade precisa "continuar trilhando esse caminho de desenvolvimento econômico que é a marca desse governo desde 2005, implantando políticas públicas para melhorar a qualidade de vida da nossa população."
Nério Costa
Prefeito de Sertãozinho e pré-candidato à reeleição, Nério Garcia da Costa (PPS) foi eleito em 2008 com 56,75% dos votos válidos.Entre as suas principais realizações está a ampliação do atendimento à saúde, a construção de casas populares e a qualificação de jovens para o mercado de trabalho, já que o município conta com escolas técnicas (estadual e federal) qualificadas.
Nério Costa é formado em administração de empresas, com especialização em agronegócio. Foi eleito vereador três vezes (1992, 1996 e 2000) e uma vez vice-prefeito (2004), antes de assumir a Prefeitura de Sertãozinho.
João Otávio
Médico veterinário formado pela UFRRJ (Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro), com mestrado pela USP e doutorado na Unicamp, João Otávio Bastos Junqueira é também professor universitário, empresário e produtor rural. Foi reitor por nove anos da Unifeob (Centro Universitário da Fundação de Ensino Octávio Bastos)."Sou bisneto, neto e filho de políticos que se doaram à causa pública", explica. "Meu bisavô foi deputado federal por Pernambuco; meu avô, Octávio Bastos, foi prefeito de São João da Boa Vista; e meu pai, Clineu Junqueira, foi prefeito de Águas da Prata. Deles herdei o gosto de fazer política séria."
Luís Antônio Panone
Prefeito de Descalvado, advogado, mestre em Ciências da Engenharia Ambiental pela USP, Luís Antônio Panone foi professor de Ciências Políticas na UNIP e de Direito Ambiental na FADISC. Foi também presidente local da OAB/SP e vereador (2000-2004). Em 2011 foi eleito por aclamação vice-presidente da Amesc (Associação dos Municípios do Entorno de São Carlos).Descalvado, famosa pela produção agropecuária e por suas reservas naturais de areia para uso industrial, desponta como a capital nacional de produtos "pet"(para animais de estimação). Outro destaque é cultivo de cana-de-açúcar.
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
À mídia porca-voz do PT: "Vado ao twitter, cazzo!"
Siga o @23pps
PPS/SP @23pps
A mídia porca-voz do PT precisa abafar os escândalos na BA, SE e DF, @SoninhaFrancine. Onde estão os PTrulheiros? "Vado ao twitter, cazzo!"
PPS/SP @23pps
Petista que é influenciado pela mídia porca-voz do governo só fica indignado com #Cracolandia e #Pinheirinho? Caos da PM na gestão PT pode?
PPS/SP @23pps
Total apoio às declarações de @jeanwyllys_real sobre a greve da PM na Bahia, o descaso do governo do PT e o comportamento insano de petistas
RT Jean Wyllys @jeanwyllys_real
Alguns militantes do PT souberam ser (com razão) implacáveis com o governo de SP no caso Pinheirinho. No caso da Bahia, inventam desculpas.
PPS/SP @23pps
Será que quando os maias previram o fim do mundo em 2012, eles já sabiam dessa coligação do Kassab com o PT em São Paulo? SOCORRO! #PobreSP
PPS/SP @23pps
Estratégia de @gilbertokassab_ prevê @gabriel_chalita no 2º turno contra @haddad_fernando. Mais um motivo para 3ª via. Leia.
Leia também:
Ops! Delúbio, Dutra e Rui Falcão contra Soninha?
@23pps debate corrupção com Orlando Silva
Cosa Nostra: Começa campanha de Haddad em SP
Uma reflexão sobre a ocupação do Pinheirinho
PPS/SP @23pps
A mídia porca-voz do PT precisa abafar os escândalos na BA, SE e DF, @SoninhaFrancine. Onde estão os PTrulheiros? "Vado ao twitter, cazzo!"
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Alguns militantes do PT souberam ser (com razão) implacáveis com o governo de SP no caso Pinheirinho. No caso da Bahia, inventam desculpas.
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Será que quando os maias previram o fim do mundo em 2012, eles já sabiam dessa coligação do Kassab com o PT em São Paulo? SOCORRO! #PobreSP
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Estratégia de @gilbertokassab_ prevê @gabriel_chalita no 2º turno contra @haddad_fernando. Mais um motivo para 3ª via. Leia.
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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Entenda o que é o Programa "Cidades Sustentáveis"
O PPS vem falando de sustentabilidade, da carta-compromisso com a sociedade para construir um programa das cidades sustentáveis, do desenvolvimento sustentável... Mas, afinal, o que é essa tal de sustentabilidade?
O vídeo acima é auto-explicativo. Vale a pena assistir. Em resumo, o Programa Cidades Sustentáveis tem o objetivo de sensibilizar, mobilizar e oferecer ferramentas para que as cidades brasileiras se desenvolvam de forma econômica, social e ambientalmente equilibrada.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Tá todo mundo no PPS... Até Luisa!
Luiza, que estava no Canadá, que nos perdoe... Mas é da nossa Luisa, que está no PPS, que vai se falar muito mais em 2012! Apaixonada pela natureza, a apresentadora Luisa Mell é uma das mais atuantes e combativas defensoras dos animais. Formada em Teatro e Direito, ficou conhecida por programas como o "Late Show", na Rede TV!, e "Estação Pet", na Gazeta. Em breve retornará à TV com novidades.
Pioneira na apresentação de programas que mostram a realidade dos animais na TV e famosa pela iniciativa de tirar cães das ruas e entregá-los para adoção, além de dar dicas aos telespectadores e ajudá-los a tratar os bichos da melhor forma possível, Luisa Mell teve papel primordial em leis que proíbem a participação de animais em circos e a realização de rodeios, touradas, brigas de galo, entre outras atividades que expõem os animais aos maus tratos.
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Todas as pesquisas de intenção de voto para a Prefeitura de São Paulo apontam para o desgaste da polarização PT x PSDB: lideram Celso Russomano (PRB), Netinho de Paula (PCdoB) e Soninha Francine (PPS). Forte indício de que o eleitor paulistano está saturado da mesmice nas eleições e busca uma nova alternativa. Atentos a esse quadro, petistas e tucanos partem para o contra-ataque: o neófito Fernando Haddad é lançado por Lula e Dilma, com o reforço (criminoso, diga-se) da máquina governista (veja aqui), enquanto tucanos tentam mobilizar a militância em torno de quatro coadjuvantes, à espera da decisão do protagonista José Serra.
O prefeito Gilberto Kassab - com altíssimo índice de rejeição mas ainda assim eleitor privilegiado - dá sinais trocados. Fica entre: a) lançar candidato próprio do seu recém-criado PSD, que seria o vice-governador Guilherme Afif Domingos; b) se não funcionar o Plano A, ameaça indicar o vice do petista Haddad, e para tanto tem na manga o ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles; ou c) esperar a definição do tucano José Serra, único cabeça-de-chapa do PSDB admitido pelo PSD. A leitura de Kassab, já manifestada a vários interlocutores, é que, sem Serra, a eleição estará polarizada entre "o candidato de Lula" e "o candidato de Alckmin". Aí que a coisa complica: o ungido de Lula, todos sabem, é o ex-ministro Haddad - e virá forte a pressão para tirar do páreo os pré-candidatos de partidos aliados (PMDB, PCdoB, PRB, PDT e a pqp).
Mas quem seria o candidato de Alckmin? O governador espera pelo recuo de José Serra, torce por um dos quatro pré-candidatos da prévia tucana (Bruno Covas, Andrea Matarazzo, José Aníbal, Ricardo Trípoli) ou na realidade prefere o amigo pessoal e pupilo Gabriel Chalita (PMDB)? Seja qual for a saída, o PSDB virá rachado.
Na dúvida, Kassab atira para todos os lados. Diante das circunstâncias - e à espera da (in)definição tucana - estica e puxa a sua legenda que "não é de direita, de esquerda, nem de centro" antes de traçar seu rumo em São Paulo. Pode fechar com Alckmin, apoiá-lo à reeleição em 2014, concorrer ao Senado e preparar terreno para 2018; ou dobrar com o PT e tornar-se ele próprio nome forte para disputar o Governo já em 2014.
Para o PT - que no governo federal atua com Sarney, Collor, Jáder, Maluf, Temer, Valdemar Costa Neto, criou o mensalão, carregou dólar na cueca, fechou os olhos para a corrupção e consolidou o loteamento da máquina - o menor dos problemas seria justificar um vice kassabista. Vale tudo no jogo eleitoral.
Os próximos passos e o papel do PPS
As perguntas que ficam no ar: A pressão para José Serra ser o candidato tucano, reeditando a aliança com Kassab, vai surtir efeito? Se não lançar Serra, o PSDB aceitaria apoiar Afif? Nesse caso, o governador Alckmin se vingaria de 2008 e daria apoio velado a Chalita? Serão mantidas as candidaturas de Russomano, Netinho, Paulinho e do próprio Chalita (dos partidos da coalizão lulodilmista)?Contra o posicionamento do PPS, a crítica recorrente é que se trata de "linha auxiliar" dos tucanos. Engana-se quem pensa assim, porque a estratégia é construir uma terceira via, alheia à polarização PT x PSDB, com a candidatura da ex-vereadora Soninha Francine - que já disputou 2008 com uma campanha diferenciada, leve, propositiva (não cedendo às pressões nem de Alckmin, nem de Kassab). Acreditamos nesta candidatura alternativa.
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Carlos Fernandes: "Subprefeituras, 10 anos depois"
O modelo de gestão das subprefeituras diz muito sobre o caráter da administração paulistana como um todo. Qualquer que seja o prefeito (ou a prefeita) de São Paulo, não será onisciente, onipresente e onipotente para comandar uma metrópole de 11 milhões de habitantes. Por isso, desde 2002, a lei 13.399 descentralizou o município em 31 regiões administrativas com o intuito de fortalecer e otimizar o poder local. Dez anos depois de sua implantação, São Paulo ainda precisa decidir qual modelo gerencial e administrativo quer consolidar nas Subprefeituras; como realizar o acompanhamento das metas e atividades de cada uma; criar indicadores para dimensionar os recursos humanos e materiais, a partir da realidade de cada região; propor e articular soluções para o bom desenvolvimento de relações intersetoriais e institucionais; e avaliar o cumprimento das diretrizes gerais na ação, no planejamento, no orçamento, no grau de autonomia e na gestão regional.
Sob orientação da prefeita Marta Suplicy, a cidade foi dividida em 31 subprefeituras, que absorveram a estrutura e equipamentos pertencentes às antigas administrações regionais, para serem tocadas - em tese - de forma mais autônoma e descentralizada pelos subprefeitos.
Com a eleição de José Serra, quebrou-se uma velha tradição de loteamento político dessas regiões administrativas entre vereadores da base governista. Foram nomeados subprefeitos tarimbados, entre os quais vários ex-prefeitos de municípios vizinhos, para imprimir novo padrão técnico e gerencial.
A atual administração do prefeito Gilberto Kassab parece ter acentuado a preocupação de manter o comando das subprefeituras alheio à influência política da sua base de sustentação, nomeando, emblematicamente, 31 coronéis reformados da PM como subprefeitos.
O fato é que ainda está em curso, com idas e vindas, avanços e recuos, a transição para este novo modelo de administração municipal descentralizada, baseado nas subprefeituras, que representam o poder público municipal na área geográfica sob sua jurisdição.
Deve ser compromisso do Executivo e do Legislativo adequar esses órgãos para que as decisões estejam cada vez mais perto do povo. A subprefeitura é a porta de entrada da população com suas demandas, pedidos e reclamações. Devemos democratizar esse atendimento, proporcionando a participação direta da comunidade através dos conselhos de representantes e permitindo que a população defina quais são as prioridades locais em todas as áreas sociais, acompanhando e fiscalizando as metas a serem atingidas.
Ou seja, a eleição de 2012 será também uma oportunidade única para fazermos o balanço destes 10 anos de implantação das subprefeituras e debatermos o modelo de gestão que desejamos consolidar para aprimorar o poder local, a descentralização administrativa, a autonomia orçamentária, a agilidade, a transparência e a eficiência da máquina pública.
Carlos Fernandes, 50, presidente municipal do PPS de São Paulo, foi subprefeito da Lapa (2010/2011)
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Um sinal verde para requalificar a Câmara Municipal
São Paulo reivindica um novo parâmetro ético para qualificar o debate e dignificar a nossa representação no Legislativo municipal, liderando a construção de uma cidade e de um país melhor e mais decente. Esse é o clamor de todos aqueles que desejam resgatar os sonhos e a esperança de uma sociedade mais justa, humana e fraterna.Um passo firme a partir de São Paulo para a construção de cidades mais modernas e sustentáveis. Uma iniciativa que nos faça despertar para a necessidade vital de uma verdadeira transformação.
O que o PPS deseja, com seus mais de 100 pré-candidatos à Câmara de São Paulo em 2012, é ajudar a conscientizar e mobilizar as pessoas para a criação e a manutenção de uma cidade mais feliz e saudável, com planejamento, responsabilidade social e a redução das desigualdades.
Citamos alguns exemplos de potenciais candidatos a vereador do PPS, na chapa "Sinal Verde pra São Paulo", que serão definidos e apresentados em convenção partidária no mês de junho:
Claudio Fonseca
"Sinal verde para a Educação, a Saúde e um serviço público de qualidade."Líder do PPS na Câmara paulistana, o professor Claudio Fonseca é presidente do Sindicato dos Profissionais em Educação no Ensino Municipal de São Paulo, eleito para o seu oitavo mandato consecutivo no Sinpeem e maior liderança da categoria.
É considerado o mais combativo e atuante vereador de São Paulo pela maioria das organizações e movimentos que acompanham a atuação do parlamento. Tem postura irretocável e seu mandato é referência de ética, transparência e eficiência.
Ricardo Young
"Sinal verde para a sustentabilidade, o desenvolvimento econômico, social e ambientalmente equilibrado." Referência no tema "cidades sustentáveis", o empresário Ricardo Young teve mais de 4 milhões de votos como candidato ao Senado pelo PV em 2010, na chapa de Marina Silva presidente e Fabio Feldmann governador.
“Acredito que a nossa candidatura só tem sentido se ela puder significar algumas coisas: fazer da vereança o exercício da verdadeira política, da nova política, e fazer que a Câmara seja orgulho dos paulistanos”, afirma Ricardo Young.
Luisa Mell
"Sinal verde para a defesa de uma vida digna para os seres humanos e os animais."Apaixonada pela natureza, a apresentadora Luisa Mell é uma das mais atuantes e combativas defensoras dos animais. Formada em Teatro e Direito, ficou conhecida por programas como o "Late Show", na Rede TV!, e "Estação Pet", na TV Gazeta.
Famosa pela iniciativa de tirar cães das ruas e entregá-los para adoção, além de dar dicas aos telespectadores e ajudá-los a tratar os bichos da melhor forma possível, Luisa Mell teve papel primordial em leis que proíbem a participação de animais em circos e a realização de rodeios, touradas, brigas de galo, entre outras atividades que expõem os animais aos maus tratos.
Ari Friedenbach
"Sinal verde para a diversidade, para a Justiça e a Segurança das nossas famílias."Coordenador do Selo da Diversidade da Secretaria de Emprego e Relações do Trabalho, o advogado Ari Friedenbach é também especialista nas áreas de Segurança e Justiça.
O Selo da Diversidade é uma política do governo estadual que certifica as empresas que tenham ações de acolhimento da diversidade (gênero, religião, etnia, orientação sexual, idade, classe social, entre outras).
Vítima de um crime brutal, Ari é pai de Liana Friedenbach, 16 anos, que foi assassinada ao lado do namorado Felipe Silva Caffé, 19, por um menor de 16 anos no município de Embu-Guaçu, Grande São Paulo. Ciro Batelli
"Sinal verde para o empreendedorismo, o cooperativismo e a igualdade de oportunidades para todos."No setor empresarial, o PPS conta com o reforço de Ciro Batelli, que foi por 14 anos vice-presidente da rede de hotéis Caesar Palace, com sede em Las Vegas.
Formado em Direito, com participação fixa em programas de TV como Domingão do Faustão e Amaury Jr., é consultor internacional e um dos maiores especialistas em turismo e entretenimento.
Carlos Fernandes
"Sinal verde para uma gestão mais ética, transparente, moderna e participativa."Presidente municipal do PPS paulistano e ex-subprefeito da Lapa, Carlos Fernandes pode concorrer pela primeira vez a uma cadeira na Câmara Municipal.
Tem ampla vivência política e uma sólida experiência administrativa, tanto como empresário do setor gráfico, quanto como gestor público.
Ivanise, das Mães da Sé
"Sinal verde para as mães, as mulheres, nossas crianças e adolescentes." Fundadora e presidente da ONG Mães da Sé, Ivanise Esperidião da Silva Santos é o retrato da mulher brasileira, forte e batalhadora.
A ONG Mães da Sé nasceu há 15 anos, quando a filha adolescente de Ivanise (Fabiana, aos 13 anos) desapareceu. Atualmente, a organização conta com cerca de 10 mil associados de todo o Brasil e já foi responsável por localizar 2.566 pessoas desaparecidas.
Chiquinho Pereira
"Sinal verde para a geração de emprego e renda, por salários justos e a valorização do trabalhador."Presidente do Sindicato dos Padeiros do Estado de São Paulo e dirigente nacional da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Chiquinho tem uma história de militância no PPS e é um dos mais combativos batalhadores por emprego e salário digno.
Demonstra entusiasmo com a candidatura de Soninha à Prefeitura: “A companheira Soninha está preparada para enfrentar os desafios que teremos pela frente. E é por esse motivo que estou me colocando ao seu lado, porque São Paulo pode ter um outro caminho”, garante. “Vamos mostrar os novos rumos que a nossa cidade deve tomar.”
Gui Pádua
"Sinal verde para o Esporte, para a recuperação de ruas, clubes e praças, e o incentivo à Cultura."Ele se define como "paraquedista, agricultor, administrador de empresas, cineasta, metido a arquiteto e ecologista". E, quem sabe, futuro vereador de São Paulo.
O recordista mundial Gui Pádua, além de literalmente cair de paraquedas na pré-campanha da Soninha Francine à Prefeitura, já faz política (no melhor significado do termo) há anos, inclusive adotando cavalos que são abandonados nas ruas de São Paulo, em uma parceria com o Centro de Controle de Zoonoses.
Pois é isso: quem conhece Gui Pádua apenas da TV ou como esportista, nem imagina a sua enorme atuação social e política. Além desta iniciativa de adotar cavalos abandonados, ele também realiza programas-modelo de reflorestamento, de reciclagem, de proteção a animais silvestres e o "esporte na roça", para crianças.
Com cerca de 14.800 saltos de paraquedas, Gui Pádua é um homem de personalidade forte e visual marcante. Não raro de cabelo verde, acaba sendo emblemático esse apoio ao PPS e a Soninha quando o nosso lema é justamente "Um Sinal Verde pra São Paulo".
Leia também:
Sinal Verde: "Quem disse que política é tudo igual?"
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Sinal verde: "Quem disse que político é tudo igual?"
O PPS apresenta para as eleições de 2012 a pré-candidatura da jornalista, ex-vereadora e ex-subprefeita da Lapa Soninha Francine à Prefeitura de São Paulo. E, resgatando a ideia inovadora da campanha de 2008, apresentada de forma leve, dinâmica, propositiva: "Quem disse que não dá pra fazer política de outro jeito?"Em todas as pesquisas de intenção de voto para a Prefeitura de São Paulo realizadas até o momento, percebe-se a saturação do eleitor com os candidatos da polarização PT x PSDB e o cenário muitíssimo promissor para a construção de uma terceira via em torno da candidatura de Soninha Francine (PPS).
Nem PT, nem PSDB. Que venha a eleição de 2012 com um "sinal verde" para São Paulo, que é a síntese da proposta do PPS por uma cidade sustentável. Não poderia haver simbologia melhor para a metrópole que não pode parar.
Sinal verde para a “nova política” que pede passagem. Sinal verde para a cidadania, o trânsito, o transporte alternativo, a saúde, a educação, a segurança, o esporte e o lazer. Sinal verde para a qualidade de vida. Sinal verde para a diversidade, a ética, a transparência, a decência na política. Verde do meio ambiente e da sustentabilidade.
O PPS e todos os seus candidatos às eleições municipais de 2012 se comprometem publicamente a sensibilizar, mobilizar e oferecer um programa de governo para a promoção do desenvolvimento justo e sustentável.
Este compromisso público tem como referência o "Programa Cidades Sustentáveis", iniciativa pioneira da Rede Nossa São Paulo e do Instituto Ethos, com o objetivo de que as cidades brasileiras se desenvolvam de forma econômica, social e ambientalmente equilibrada.
Sabemos que as pesquisas eleitorais são um retrato momentâneo e mutável, mas não deixa de ser relevante que Soninha tenha mais votos, hoje, que os nomes do PT e do PSDB somados. Lidera entre os eleitores com nível superior e está embolada em primeiro na chamada classe média. Isso não é notícia?
Considerando esses 11% de intenção de votos em Soninha, apurados pelo Datafolha e pelo Ibope, e o resultado da eleição presidencial de 2010, quando Marina Silva obteve 20 milhões de votos (alheios à polarização PT x PSDB), temos o diagnóstico do problema e o prognóstico da cura: o eleitor procura uma alternativa concreta e viável para uma cidade mais inteligente e mais feliz. Ninguém quer mais do mesmo.
Entendemos, portanto, que para concretizar a proposta deste "sinal verde” para São Paulo será essencial somar esforços e agregar o máximo de gente bem intencionada e disposta a transformar para melhor a cidade e o país.
Isto significa, objetivamente, apresentar uma candidatura própria à Prefeitura e uma chapa competitiva à Câmara Municipal, eqüidistante de PT e PSDB, e diferente de tudo que ambos têm representado de nocivo e de mesmice para a política.
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Revista Época entrevista Soninha Francine
Entrevista de Soninha à Folha de Vila Prudente
Só 26% dos paulistanos conhecem "bem" Soninha
A "não-pesquisa" da Folha de S. Paulo vem rendendo polêmica. Além da omissão do nome de Soninha Francine no jornal de domingo (com a reclamação do PPS publicada na segunda, com destaque), apesar de a candidata do PPS estar em terceiro lugar, também o jornalista Ricardo Kotscho fez um texto duro criticando o fato de o jornal desprezar (e omitir do leitor) os dados do Datafolha (leia aqui).De aproveitável dos poucos dados divulgados, consta que Soninha é conhecida por 72% dos paulistanos, sendo que 26% afirmam que a conhecem bem, 22% a conhecem um pouco, e 24% só de ouvir falar.
Considerando que Soninha tem, hoje, 11% de intenção de votos (mais que PT e PSDB somados), podemos supor que quase metade (para ser mais exato, 42%) das pessoas que dizem conhecer "bem" Soninha, votam nela.
Com isso, o potencial de crescimento é imenso, diante do público que a conhece pouco (22%), que ouviu falar (24%) ou que nem a conhece (28%). O índice de rejeição é de 19%. Ou seja, resta um universo de 81% do eleitorado paulistano disposto a ouvir o que Soninha e o PPS têm a dizer. Isso é bastante promissor.
Leia também:
A íntegra dos números do Datafolha
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Soninha segue em 3º, com 10% a 11% no Datafolha
A pré-candidata do PPS à Prefeitura de São Paulo, Soninha Francine, repete o índice de 10% a 11% de intenção de votos na pesquisa Datafolha divulgada neste domingo (29/1).O resultado é praticamente idêntico aos anteriores, com Celso Russomano (PRB), Netinho de Paula (PCdoB) e Soninha Francine (PPS), nesta ordem, liderando em todos os cenários.
No único cenário em que o nome apresentado do PSDB é José Serra, o tucano lidera. Porém, ele voltou a negar que será candidato.
A ex-vereadora Soninha Francine teria mais votos, hoje, que os candidatos do PT (Fernando Haddad) e do PSDB (Bruno Covas, José Anibal, Andrea Matarazzo ou Ricardo Tripoli) somados.
Um detalhe, porém, volta a intrigar o leitor mais atento da Folha de S. Paulo: a matéria menciona o nome de 9 potenciais candidatos, mas omite novamente a 3ª colocada Soninha Francine. Veja abaixo carta enviada ao jornal:
À Folha de S. Paulo
Prezados
Eu já me sinto até constrangido de voltar ao mesmíssimo assunto, mas, só para (não) variar um pouquinho, pela terceira vez no ano sou obrigado a fazer reclamação idêntica: a Folha menciona todos os candidatos que em tese se destacam no Datafolha, mas “pulam” a terceira colocada Soninha Francine (PPS).
Vejam hoje em “Disputa pela prefeitura segue estável, diz Datafolha”. Quem lê a Folha na internet nem sequer é informado sobre a pré-candidatura da ex-vereadora.
Simplesmente não consta o nome de Soninha na matéria que apresenta a pesquisa, muito menos na análise – e ela segue firme com seus 10% ou 11% (mas o leitor não tem acesso a essa informação, ainda que Soninha esteja à frente do candidato petista, dos quatro tucanos e do peemedebista).
Aparecem na matéria os seguintes nomes e índices:
“Celso Russomanno (PRB), que oscila de 17% a 21% e lidera quatro dos cinco cenários pesquisados.”
“José Serra (PSDB), que aparece com 21%.”
“Serra tem contra si uma das maiores rejeições: 33% dos paulistanos dizem que não votariam nele de jeito nenhum. Na pesquisa, só Netinho de Paula (PC do B) aparece à frente do tucano neste quesito, com 35%.”
“Bruno Covas, José Aníbal, Ricardo Tripoli e Andrea Matarazzo- variam de 2% a 6%.”
“O petista Fernando Haddad, que tem o apoio do ex-presidente Lula e da presidente Dilma Rousseff, não passa de 5%.”
“Já Gabriel Chalita (PMDB), candidato do vice-presidente Michel Temer, varia de 6% a 9% das intenções de voto.”
O que devemos fazer para “merecer” a lembrança da Folha para a terceira colocada? Trabalhamos tanto na construção de uma terceira via fora da polarização PT x PSDB, não seria o caso de termos um espaço aberto para esse debate no jornal, como venho solicitando (ou já seria “implorando”) há tanto tempo?
Atenciosamente,
Maurício Huertas
Secretário de Comunicação do PPS/SP
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sábado, 28 de janeiro de 2012
Aos 20 anos, Folha de Vila Prudente destaca PPS
Uma coincidência histórica: na mesma semana de janeiro de 2012 comemoram-se os 20 anos de fundação da Folha de Vila Prudente, um dos maiores e mais respeitados jornais regionais de São Paulo, e idênticas duas décadas do Partido Popular Socialista (PPS).Se não bastasse a dupla comemoração, o semanário publica nesta edição uma entrevista exclusiva com a pré-candidata do PPS à Prefeitura de São Paulo, Soninha Francine, e um artigo inédito do presidente municipal do PPS e ex-subprefeito da Lapa, Carlos Fernandes, sobre outro aniversário: os 10 anos da implantação das subprefeituras na cidade.
A Folha de Vila Prudente, com 62 mil exemplares semanais impressos e auditados pela gráfica do jornal O Estado de S. Paulo, é presidida pelo empresário vilaprudentino Newton Zadra, que também dirige o Círculo de Trabalhadores Cristãos, uma das maiores entidades sociais da zona leste.
Participaram da festividade que celebrou a circulação ininterrupta do jornal desde 1992, nas regiões da Mooca e Vila Prudente, entre outras personalidades, o presidente do PPS Carlos Fernandes, o vereador Claudio Fonseca, líder do PPS na Câmara, e o secretário de Comunicação Maurício Huertas, ambos mooquenses (na foto, Zadra e Claudio Fonseca).Ex-editor da Folha de Vila Prudente e funcionário desde o ano de fundação (onde permaneceu por cinco anos), o jornalista Maurício Huertas publicou neste jornal uma série de artigos e reportagens relevantes sobre temas como a cracolância, a destinação no lixo na cidade e os problemas do transporte público - matérias que lhe renderam inclusive prêmios nacionais de jornalismo - e que ainda continuam surpreendentemente atuais após 20 anos (veja arquivo).
Acompanhe a seguir o artigo de Carlos Fernandes e a entrevista de Soninha Francine na íntegra:
Carlos Fernandes: "Subprefeituras, 10 anos depois"
Entrevista de Soninha à Folha de Vila Prudente
Celebração dos 20 anos da Folha de Vila Prudente reuniu políticos e personalidades
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Ops! Delúbio, Dutra e Rui Falcão contra Soninha?
Um comentário de Soninha Francine sobre uma foto da ocupação do Pinheirinho, em São José dos Campos, bastou para se tornar o fato (aliás, a versão do fato, para ser mais exato) do dia no twitter. Viu-se a proporção e a velocidade de uma mentira! A polêmica foi parar nos TTs (Trending Topics), no iG, G1, R7, O Globo... Mobilizou principalmente o PT e os petistas, PaTrulheiros virtuais ávidos para atacar Soninha e o PPS, juntando de Rui Falcão (presidente nacional do PT), José Eduardo Dutra (ex-presidente) até Delúbio Soares (aquele! o tesoureiro réu do mensalão... na dúvida faça uma busca no Google).
PPS/SP @23pps
Polêmica: @SoninhaFrancine critica violência em foto (aproveitadores? bandidos infiltrados?) e generalizam como ataque a todos os moradores
PPS/SP @23pps
"Soninha critica manifestantes do Pinheirinho e gera polêmica no Twitter" - R7 Leia aqui via @portalR7
PPS/SP @23pps
Começou a baixaria! "Soninha chama moradores do Pinheirinho de criminosos" Aqui a versão mentirosa via @ig e aqui a verdade.
PPS/SP @23pps
Repudiamos qualquer violência, principalmente do Estado x Moradores - únicas VÍTIMAS, seja da PM, da Justiça, dos governos, oportunistas etc
PPS/SP @23pps
PPS sempre teve opinião firme sobre ocupação do #Pinheirinho. Propôs desapropriação em vez da reintegração. Reveja aqui.
PPS/SP @23pps
Sobre ocupação do #Pinheirinho: repudiamos truculência contra famílias, defendemos desapropriação da área (em vez da reintegração de posse)
PPS/SP @23pps
Tudo tweet inocente! RT @rfalcao13 Soninha acusa moradores do Pinheirinho de serem criminosos aproveitadores #vergonha
PPS/SP @23pps
Agora deu! Quando até @delubiosoares entra na campanha difamatória, não precisa explicar mais nada! Dêem um google para lembrar quem é ele!
Delúbio Soares @delubiosoares
Soninha chama moradores do Pinheirinho de criminosos - quem ti viu!!! quem ti vê???
José Eduardo Dutra @zedutra13
O que significa PPS mesmo ??? RT @JornalOGlobo: 'São criminosos’, diz Soninha sobre moradores do Pinheirinho
PPS/SP @23pps
PPS = Prender Petista Safado! Desde q @zedutra13 presidia PT / O que significa PPS mesmo??? RT @JornalOGlobo: 'São criminosos’, diz Soninha
Leia também:
Recapitulando (aos que realmente se interessam)
Soninha: "Tudo certo", oi???!!!
"Novidade": em todo lugar tem gente desonesta
@23pps debate corrupção com Orlando Silva
Siga o twitter @23pps
A internet realmente proporciona momentos impagáveis: não tem preço debater sobre corrupção com o ex-ministro do Esporte Orlando Silva Jr., defenestrado do governo após uma sucessão de denúncias contra a pasta ocupada pelo PCdoB desde a administração Lula e mantida na gestão Dilma, entregue agora ao deputado Aldo Rebelo, trocando seis por meia dúzia, sem que nenhuma medida saneadora fosse adotada.
Orlando Silva Júnior @OrlandoSilva_Jr
Participo agora de reunião da Direção Nacional do PCdoB. Em 2012, vamos reforçar a unidade na base política do Governo Dilma.
PPS/SP @23pps
"Reforçar a unidade na base política do Governo Dilma" é piada pronta @OrlandoSilva_Jr. Unidos, sem dúvida, para blindar corruPTos do governo
Orlando Silva Júnior @OrlandoSilva_Jr
@23pps Importante o debate político em alto nível, inclusive nas redes sociais. A política tem levado o Twitter do séc. XXI para o XVIII.
PPS/SP @23pps
Vamos debater em alto nível, como pede @OrlandoSilva_Jr Como explicar as denúncias de favorecimento ao PCdoB no Esporte? Há ONGs de fachada?
Orlando Silva Júnior @OrlandoSilva_Jr
@23pps A explicação esta' nas farsas publicadas pela oposição midiatica. Não e' possível aceitar denuncia sem prova, isso fere a democracia.
PPS/SP @23pps
Culpa é da "oposição midiática" @OrlandoSilva_Jr? Então basta controlar a imprensa para acabar com a corrupção no governo? É isso? #MeuDeus
Orlando Silva Júnior @OrlandoSilva_Jr
@23pps Entidade de fachada e erro de conduta, que exista, devem ser combatidos. Mas manipulação política e falta de contraditório não da'!
PPS/SP @23pps
Debate em alto nível: o que acrescenta para a cidade de São Paulo a sua candidatura em 2012 @OrlandoSilva_Jr? O que o sr. propõe diferente?
Orlando Silva Júnior @OrlandoSilva_Jr
@23pps O povo deve avaliar candidatos. Fui ministro de Lula e Dilma, e trabalhei nas maiores conquistas da historia do esporte brasileiro.
PPS/SP @23pps
Infelizmente sujeira foi pra baixo do tapete. Não houve medida saneadora. Trocar @OrlandoSilva_Jr por @AldoRebelo foi seis por meia dúzia!
Orlando Silva Júnior @OrlandoSilva_Jr
@23pps Graças a Deus, voltei para a mesma casa que vivia antes de ser ministro, tenho os mesmos hábitos, e recebo apoio das pessoas na rua.
Leia também:
Uma visão sobre o Esporte e a solução possível
E o ministro se diz indestrutível? criPTonita nele!
No dia de Finados, Folha faz editorial sobre PCdoB
Opinião: "Além da Tapioca"
Quem é que paga a tapioca do Orlando Silva?
Após a tapioca, passeio com mulher, filha e babá
A internet realmente proporciona momentos impagáveis: não tem preço debater sobre corrupção com o ex-ministro do Esporte Orlando Silva Jr., defenestrado do governo após uma sucessão de denúncias contra a pasta ocupada pelo PCdoB desde a administração Lula e mantida na gestão Dilma, entregue agora ao deputado Aldo Rebelo, trocando seis por meia dúzia, sem que nenhuma medida saneadora fosse adotada.Orlando Silva Júnior @OrlandoSilva_Jr
Participo agora de reunião da Direção Nacional do PCdoB. Em 2012, vamos reforçar a unidade na base política do Governo Dilma.
PPS/SP @23pps
"Reforçar a unidade na base política do Governo Dilma" é piada pronta @OrlandoSilva_Jr. Unidos, sem dúvida, para blindar corruPTos do governo
Orlando Silva Júnior @OrlandoSilva_Jr
@23pps Importante o debate político em alto nível, inclusive nas redes sociais. A política tem levado o Twitter do séc. XXI para o XVIII.
PPS/SP @23pps
Vamos debater em alto nível, como pede @OrlandoSilva_Jr Como explicar as denúncias de favorecimento ao PCdoB no Esporte? Há ONGs de fachada?
Orlando Silva Júnior @OrlandoSilva_Jr
@23pps A explicação esta' nas farsas publicadas pela oposição midiatica. Não e' possível aceitar denuncia sem prova, isso fere a democracia.
PPS/SP @23pps
Culpa é da "oposição midiática" @OrlandoSilva_Jr? Então basta controlar a imprensa para acabar com a corrupção no governo? É isso? #MeuDeus
Orlando Silva Júnior @OrlandoSilva_Jr
@23pps Entidade de fachada e erro de conduta, que exista, devem ser combatidos. Mas manipulação política e falta de contraditório não da'!
PPS/SP @23pps
Debate em alto nível: o que acrescenta para a cidade de São Paulo a sua candidatura em 2012 @OrlandoSilva_Jr? O que o sr. propõe diferente?
Orlando Silva Júnior @OrlandoSilva_Jr
@23pps O povo deve avaliar candidatos. Fui ministro de Lula e Dilma, e trabalhei nas maiores conquistas da historia do esporte brasileiro.
PPS/SP @23pps
Infelizmente sujeira foi pra baixo do tapete. Não houve medida saneadora. Trocar @OrlandoSilva_Jr por @AldoRebelo foi seis por meia dúzia!
Orlando Silva Júnior @OrlandoSilva_Jr
@23pps Graças a Deus, voltei para a mesma casa que vivia antes de ser ministro, tenho os mesmos hábitos, e recebo apoio das pessoas na rua.
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Entrevista de Soninha à Folha de Vila Prudente

Na manhã da última terça-feira, a jornalista, ex-vereadora e ex-subprefeita da Lapa, Soninha Francine (PPS), 44 anos, cedeu entrevista exclusiva à Folha sobre a sua segunda candidatura para a Prefeitura de São Paulo, onde afirmou estar mais preparada para assumir o comando da maior cidade do país do que em 2008, na sua primeira eleição para o cargo.
Logo de início Soninha fez questão de ressaltar que não se sente perseguida por não ter tanto destaque na mídia quanto os outros candidatos. “Já trabalhei com isso e sei que como tudo na imprensa algumas coisas ou pessoas acabam tendo mais atenção do que outras. É normal. Nós, candidatos, que somos considerados pequenos, sempre reclamamos. Só que de acordo com as pesquisas Datafolha e Ibope, eu estou em terceiro lugar na intenção de voto, então não podem me chamar mais de pequena”.
Soninha também descartou a possibilidade de se aliar com outro candidato e concorrer como vice na chapa. “Eu quero ser prefeita. E para isso vou disputar quantas eleições forem necessárias. Para mim, participar da campanha já é um grande passo. Posso discutir temas importantes para a Cidade e debater com jornalistas sobre assuntos essenciais. Concorrer já é um terço do que desejo na vida política, liderar o executivo são dois terços”, comenta a candidata.A ex-vereadora não fugiu de assuntos polêmicos e fez questão de dar sua posição sobre as ações da Prefeitura e da Polícia Militar na cracolândia, no Centro. “O que está sendo feito já existe na lei. A internação do dependente químico pode ser feita de três maneiras: voluntária; involuntária e compulsórias. A internação involuntária é possível, pois o usuário de crack, especificamente, pode ser considerado incapaz, então ele pode ser retirado. O problema é que este processo envolve vários setores. A primeira abordagem tem que ser feita pela assistência social em conjunto com a saúde. A polícia pode sim intervir para preservar os funcionários da Prefeitura e também por se tratar de um local onde há tráfico de drogas e violência, até mesmo de uns usuários contra os outros. O que não pode é usar cacete e bombas de efeito moral para dispersar. Mas agora não se pode deixar as pessoas vivendo em buracos como aqueles. Ignorar essa situação é que é não respeitar os direitos do ser humano”, completa Soninha.
Confira alguns dos principais trechos da entrevista:
Folha – Como ex-subprefeita, você acredita que o atual sistema de subprefeituras funciona ou tem que ser mudado?
Soninha Francine – Não tenho a menor dúvida de que devemos descentralizar a administração da Cidade. A Subprefeitura Lapa, por exemplo, tem seis distritos sob sua jurisdição, entre eles Perdizes e Jaguaré. Uma área não tem nada de parecido com a outra. São necessidades e anseios diferentes. Em são Paulo existem 31 Subprefeituras para administrar 96 distritos. Outra questão é que devem ser criadas coordenadorias das secretarias dentro das subs. Não tem como comandar um local se você não sabe as prioridades da população naquela determinada área. Temos que criar o Plano do Bairro. Para apontar o que precisa ser feito em cada lugar. A Companhia de Engenharia de Tráfego também é outro órgão que precisa se descentralizar. Hoje ela conta com seis divisões e uma delas só para cuidar das marginais.
Folha – Quais são os principais problemas que você apontaria na Vila Prudente e região?
Soninha Francine – Esta é uma área mal planejada, sem verticalização, como em boa parte de São Paulo. Temos que criar projetos para criar centros regionais, onde o morador não precise sair de casa e atravessar a cidade para trabalhar. Poderíamos facilitar a instalação de indústrias por vários lugares do município. Isto criaria mais empregos em cada região. Outras áreas profissionais também têm que ser revistas. Hoje você pega o telemarkerting de um banco daqui, que é instalado em Manaus. Por que não fazer o telemarketing em Itaquera e criar empregos lá? Outro problema é o desaparecimento dos comércios locais. Se você não tem mais a padaria, o mercadinho e a loja da sua rua, você tem que ir até o shopping ou ao hipermercado. E para isso você tem que usar o carro. Hoje você vê ruas com um grande trânsito de veículos, mas que estão desertas, não tem ninguém andando na calçada.
Folha – Outra questão preocupante em São Paulo é quanto ao descarte de lixo, o que fazer neste caso?
Soninha Francine – Existem problemas nas coletas de lixo da Prefeitura, na coleta seletiva então nem se fala. O ideal é a coleta mecanizada mesmo, onde as pessoa não precisem ficar colocando sacos de lixo na calçada e sim nos contêineres específicos. Também tem de dar mais ajuda as cooperativas de reciclagem. Mas o problema do lixo você se resolve mais com uma mudança de cultura da população, do que com leis. Não adianta você proibir, se não fiscaliza. Um exemplo é o fim das sacolas plásticas. Finalmente a população, com a ajuda dos empresários, que aderiram a ideia, está criando a consciência dos problemas que este tipo de material acarreta. Além do lixo, temos que pensar no entulho também. Existem vários projetos para a reciclagem dos mesmos e a Prefeitura têm que facilitar este trabalho. Os ecopontos, por exemplo, que já deviam existir há anos, são insuficientes. Eu defendo que tem que existir um ecoponto em cada distrito.
Folha – Você se considera capaz de ser prefeita de São Paulo?
Soninha Francine – Me considero. Como jornalista tenho experiência para debater e em confrontos, e as experiências como vereadora e como subprefeita me ensinaram muito como funciona a administração da cidade. Fora isso, diferente dos outros candidatos, utilizo ônibus, metrô e as Unidades Básicas de Saúde (UBS), então conheço bem os serviços do município.
Folha – Qual a mensagem que você quer deixar para os leitores do jornal?
Soninha Francine – Acreditem que São Paulo tem jeito. É viável isso. Da para ser uma cidade mais inteligente, mais vivível, mais saudável e menos burocrática. A política também tem jeito. É possível. Ninguém proíbe, ninguém impede de você fazer mudanças. Você pode até fazer concessões durante uma administração, mas não mudar os seus princípios. São Paulo por si só, já é um milagre, mas pode ser bem melhor. Da para fazer uma cidade melhor. E não é utopia. Não é um sonho dormindo e sim um sonho acordado. Podemos mudar para melhor.
PPS define agenda e 4 comissões de pré-campanha
Em reunião da Executiva Municipal do PPS nesta quinta-feira, 26 de janeiro, na Câmara de São Paulo, foram definidas quatro comissões de trabalho para a pré-campanha eleitoral e uma agenda de atividades com os pré-candidatos a vereador do partido.A partir de 1º de março - e nas quintas-feiras subsequentes, sempre às 19h - haverá encontros temáticos para a formulação do Programa de Governo do PPS e orientação da chapa de candidatos. A primeira reunião vai tratar da Legislação Eleitoral: "O que pode e o que não pode fazer um pré-candidato", calendário eleitoral, informações de campanha, comunicação etc.
Conselho Político / Coordenação da Campanha à Prefeitura: Soninha Francine, Carlos Fernandes, Claudio Fonseca, Nelson Teixeira, José Antonio Cipolla e Maurício Huertas.
Comissão Eleitoral / Chapa de vereadores: Nelson Teixeira, Osvaldo Ordones, Eduardo Vila, José Antonio Cipolla e Paulo Cesar de Oliveira.
Comissão de Agenda / Pré-campanha: Lylian Concellos, Vitor Adami, César Hernandes e José Valverde.
Comissão Temática / Plano de Governo: Carlos Fernandes, Marluce Maria de Paula, Maurício Huertas, Paulo César de Oliveira, César Hernandes, José Valverde, Peterson Ruan, Renato Dorgan, Antonio Luiz Mamede, Gerisvaldo de Souza, Adélcio Meira, Eliseu Santoni, Maria Raimunda, Chiquinho Pereira e Ricardo Young.
A próxima reunião da Executiva Municipal do PPS está marcada para o dia 13 de fevereiro, segunda-feira, às 19h, na Sala C do 1º Subsolo da Câmara Municipal de São Paulo.
Veja quem compõe a Executiva Municipal do PPS/SP:
Presidente: Carlos Fernandes
Vice-Presidente: Claudio Fonseca
Vice-Presidente: Soninha Francine
Secretário-Geral: Nelson Teixeira
1º Secretário: Osvaldo Ordones
2ª Secretária: Marluce de Paula
Tesoureiro: José Antonio Cipolla
1º Tesoureiro: Eduardo Vila
Secretarias:
Comunicação e Redes Sociais: Maurício Huertas
Formação Política: Paulo Cesar de Oliveira
Relações Institucionais: José Valverde
Juventude, Criança e Adolescente: Peterson Ruan
Assuntos Comunitários: Renato Dorgan
Políticas Públicas: Antonio Luiz Mamede Neto
Educação e Cultura: Gerisvaldo Barbosa de Souza
Movimentos Sociais e Populares: Adelcio Sá Meira
Meio Ambiente e Políticas Urbanas: Eliseu Ferraz Santoni
Gênero e Diversidade: Maria Raimunda Pereira Reis
Promoção e Eventos: Lylian Concellos
Emprego e Renda: Chiquinho Pereira
Mobilização: Vitor Adami
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Folha publica declaração do presidente do PPS/SP
Painel, Folha de S. Paulo, 26 de janeiro de 2012
TIROTEIO
"Tentam de tudo para fazer a candidatura de Haddad deslanchar. Mas ele parece mesmo o comandante do naufrágio na Itália. Afundou o Enem e saiu de fininho."
DO PRESIDENTE DO PPS PAULISTANO, CARLOS FERNANDES, sobre a festiva despedida do ex-ministro da Educação, pré-candidato à prefeitura, em meio ao anúncio do cancelamento de edição do Exame Nacional do Ensino Médio.
TIROTEIO
"Tentam de tudo para fazer a candidatura de Haddad deslanchar. Mas ele parece mesmo o comandante do naufrágio na Itália. Afundou o Enem e saiu de fininho."
DO PRESIDENTE DO PPS PAULISTANO, CARLOS FERNANDES, sobre a festiva despedida do ex-ministro da Educação, pré-candidato à prefeitura, em meio ao anúncio do cancelamento de edição do Exame Nacional do Ensino Médio.
Cosa Nostra: Começa campanha de Haddad em SP
Com toda a pompa (e o uso indevido da máquina governamental), enfim a "famiglia" petista lançou oficialmente a campanha de Fernando Haddad à Prefeitura de São Paulo, com direito à presença do chefão Lula e até do padrinho José Sarney. Não deixa de ser irônico o anúncio de um "lançamento oficial", quando a legislação eleitoral proíbe e o TSE pune a propaganda eleitoral antecipada antes da realização das convenções partidárias no mês de julho, que oficializam as candidaturas e dão início ao prazo legal de campanha.
Mas o que é a lei diante da ânsia e da necessidade petista de fazer Haddad, o homem-traço de Lula, subir nas pesquisas de intenção de voto, né?A presidente Dilma Roussef entrou declaradamente na campanha, em dois eventos festivos criados pelos marqueteiros, por dois dias seguidos, com direito à transmissão ao vivo da TV Brasil, discursos emocionados, fotos oficiais e todos os indícios do atropelo que virá por aí da máquina pública contra o "resto" (os pobres mortais que se candidatarem à Prefeitura de São Paulo contra o ungido de Lula).
O primeiro ato
(artigo de Igor Gielow na Folha de S. Paulo)
BRASÍLIA - A cena no Planalto ontem era toda simbolismo, um mar de poderosos e acólitos em concentração há muito não vista em Brasília.
Sob tratamento contra o câncer, Lula jogou no sacrifício e abriu ala sob ovação, incorporando uma versão tropicalizada do Marlon Brando sendo adulado em "O Poderoso Chefão". Dilma resignou-se por um momento ao antigo papel de sombra.
A saída de Fernando Haddad e a posse de Aloizio Mercadante marcaram mais do que uma transição no Ministério da Educação. Transmutaram-se no primeiro ato público da pretensa etapa final do projeto lulista de hegemonia política: conquistar, enfim, São Paulo, capital e Estado.
Lula inventou uma candidatura viável para Haddad, que, no mínimo, irá se tornar conhecido. Terá Dilma a defendê-lo como ontem e falta-lhe oposição hoje, mas a ausência de Marta Suplicy na posse é reveladora do que o espera em casa.
Mas Mercadante chama mais atenção. Após anos como boi de piranha do lulismo, parece que finalmente a sorte lhe sorriu. Será? Sua nova estatura é capaz de vitaminar uma nova candidatura a governador em 2014, ainda mais se a capital voltar para o PT.
Repete assim o tucano José Serra, que também sempre quis comandar a economia sob FHC e se viu catapultado a uma forte pasta social visando um projeto eleitoral. Não deu certo, mas isso é outra história.
Em sua autoimportância, aliás, Mercadante sempre foi uma espécie de Serra do PT. Sua tese de doutorado, que em plural majestático enaltecia os anos Lula, é nota cômica disso -para não lembrar da "renúncia irrevogável" de um dia de 2009.
O plano está dado e terá de enfrentar a realidade em São Paulo, ao menos em nível estadual, um reduto tucano. Mercadante terá de lidar também com a nova geração lulista (Haddad e Alexandre Padilha), além de consertar os erros em série na aplicação do Enem. Não é pouco.
Leia também:
Nem PT, nem PSDB: Um sinal verde pra São Paulo
Haddad e Chalita des(a)pontam na área da Educação
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Uma reflexão sobre a ocupação do Pinheirinho
Os números são desencontrados, as informações são desencontradas, as ações da Justiça e do(s) governo(s) são desastradas. Tudo na ocupação do Pinheirinho, em São José dos Campos, parece estar errado, fadado ao insucesso e à tragédia anunciada.Dizem que na área moram de 6.000 a 9.000 famílias. Fala-se em dezenas de presos, após a invasão da PM, dezenas de feridos e, se há mortos, esconde-se o fato.
Na verdade todo o poder público tem a sua parcela de culpa. As famílias - sejam elas quantas forem - estão lá há mais de 8 anos. Construíram casas, ruas, bares, mercados, igrejas. A crise social e a omissão governamental permitiram isso.
Aí, numa guerra de decisões judiciais, na esfera estadual e federal, decide-se dar a ordem de desapropriação num domingo de manhã, colocando em risco a vida de todas essas famílias e transformando o Pinheirinho num campo de guerra.
Para dispersar os moradores, a polícia usou armas com balas de borracha e bombas de efeito moral. Ao menos um morador levou um tiro de arma de fogo. Trinta pessoas foram presas entre domingo e a madrugada de segunda-feira durante a operação de reintegração de posse, segundo a versão oficial, da Polícia Militar. Nove veículos foram incendiados.
Entre os manifestantes há representantes de partidos políticos, entidades sindicais, líderes de movimentos sociais, agitadores profissionais. A maioria denuncia a ação dos governos estadual e municipal, comandados pelo PSDB, pela ordem de despejo das famílias (6 mil? 9 mil?) da Ocupação Pinheirinho, embora a decisão tenha sido do Tribunal de Justiça de São Paulo - à qual cabe ao governo apenas cumprir.
Os desalojados, em grande maioria idosos, mulheres e crianças, estão em abrigos improvisados e sem estrutura da Prefeitura de São José. Cerca de mil moradores se abrigaram na Igreja Nossa Senhora do Perpétuo Socorro e chegaram a ser atacadas com bombas pela PM, durante a ocupação.
A posição do PPS
No twitter @23pps, logo no momento da ocupação, no domingo de manhã, já nos manifestávamos:
Não existe argumento jurídico que se sobreponha aos direitos das famílias que ocupam #Pinheirinho há + de 8 anos. Estado é (ir)responsável!
Absurda operação militar para retirar famílias. Ordem da juíza equivocada, não leva em conta problema social.
Direito de propriedade se sobrepõe ao direito de famílias que ocupam área há + de 8 anos? Que tal desapropriação, em vez da reintegração?
Sobre ocupação do #Pinheirinho: repudiamos truculência contra famílias, defendemos desapropriação da área (em vez da reintegração de posse)
Diversas lideranças do PPS também se manifestaram, como Soninha Francine: "Ação no Pinheirinho foi uma catástrofe (anunciada!)"
"A reintegração de posse em São José dos Campos deixou um rastro de destruição e a população de três bairros sitiada", lamenta o vereador paulistano Professor Claudio Fonseca. "Mais uma vez a questão social é tratada como caso de policia, sob o argumento de que ordem judicial é para ser cumprida. Se é assim; porque só funciona esta máxima, contra os pobres?"
o presidente nacional do PPS, deputado Roberto Freire (SP), também apelou para que os governos municipal, estadual e federal paralisassem a ação de reintegração de posse da PM, e optassem pela desapropriação.
“É uma violência inconcebível para retirar nove mil famílias da área; o que estão fazendo, defendendo a propriedade privada? Melhor indenizar a massa falida”, disse Freire, no momento da ocupação.
Segundo o deputado, houve omissão dos governos em todas as esferas, ao não desapropriar a área. “Agora, cumprindo decisão judicial de reintegração de posse, querem colocar nove mil famílias para fora; é preciso uma intervenção dos governos para desapropriar essa terra e deixar que as famílias vivam em paz ali.”
O presidente do PPS afirmou que, se existe um conflito de competência sobre a reintegração, o momento seria de paralisar a ação da polícia e tentar a via da desapropriação. “A omissão dos governos – de todos – exige uma intervenção a favor das famílias e não da massa falida (do empresário Naji Nahas)."
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