segunda-feira, 29 de junho de 2009

JT: PPS "lança" Serra e Soninha em congresso

Jornal da Tarde

Aliado de José Serra (PSDB) no Estado, o PPS “lançou” o governador candidato a Presidente da República ontem, em seu congresso estadual em Jaguariúna. O partido ainda defendeu a candidatura da subprefeita da Lapa Soninha Francine ao governo do Estado.

Serra estava no palanque quando o presidente nacional do PPS, Roberto Freire, defendeu que ele concorra à Presidência. O tucano aproveitou e falou sobre sua gestão criticou a antecipação do debate eleitoral.

O lançamento de Soninha visa mantê-la visível para a disputa à Prefeitura em 2012. Se ela concorrer, o PPS não deve apoiar o PSDB na corrida ao governo, onde Geraldo Alckmin e Aloysio Nunes disputam candidatura. Os dois foram ao evento, assim como o prefeito Gilberto Kassab (DEM).

Pesquisa do Estadão mostra lerdeza do trânsito

Em 1 ano, velocidade dos carros cai até 16% em SP

Apesar de uma série de medidas para ampliar a fluidez na capital paulista - incluindo a restrição aos caminhões, que completa amanhã um ano -, os motoristas perdem cada vez mais tempo no trânsito em São Paulo. As medidas para impedir a circulação de caminhões no centro expandido reduziram os congestionamentos, mas não foram suficientes para aumentar a velocidade desenvolvida pelos veículos nas ruas.

Dados obtidos pelo jornal "O Estado de S. Paulo" mostram que, entre maio do ano passado e maio deste ano, a velocidade média, pela manhã, passou de 30 km/h para 25 km/h (-16,6%). No horário de pico da tarde, o índice passou de 17 km/h para 15 km/h (-11,7%). Uma carroça puxada por dois cavalos consegue um desempenho de 28 km/h. Já no dia 10 de junho, véspera de um feriado prolongado, a capital registrou o maior congestionamento da história, com 293 km de extensão. Os dados de "Resumo Mensal" da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) abrangem os índices até o mês passado.

No rush da tarde, com desempenho atual, o motorista leva 1h30 para fazer os 24,5 km da marginal do Tietê, quando poderia ser completado em 20 minutos, caso o trânsito estivesse fluindo normalmente no limite de 90km/h. O cálculo das médias de lentidão e de velocidade é feito de formas distintas pelos técnicos da CET. No primeiro caso, a medição toma por base o congestionamento máximo de cada dia registrado no horário de pico. E a velocidade é medida de acordo com o tempo de percurso de veículos de passeio escolhidos aleatoriamente na hora do rush.

São coletadas cinco amostras, sempre no sentido de maior fluxo. No início do mês, a Prefeitura começou a veicular propaganda anunciando queda nos registros de congestionamento com a restrição de caminhões. Procurada para falar sobre a velocidade média, a CET não retornou os contatos. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".

domingo, 28 de junho de 2009

PPS une Serra, Soninha, Kassab, Alckmin e Aloysio

Com um ginásio lotado por representantes de cerca de 300 municípios, muita festa e um posicionamento político claro e objetivo, que garantiu a eleição da sua nova direção paulista por unanimidade, o PPS realizou o seu Congresso Estadual neste sábado, 27 de junho, no município de Jaguariúna.

O evento foi prestigiado pelo governador de São Paulo, José Serra; pelo prefeito paulistano Gilberto Kassab (DEM); pelo secretário estadual de Desenvolvimento, Geraldo Alckmin; pelo secretário estadual da Casa Civil, Aloysio Nunes Ferreira; e pelo líder do PSDB na Câmara dos Deputados, José Aníbal.

O presidente nacional do PPS, Roberto Freire, defendeu abertamente a candidatura de José Serra à Presidência da República em 2010 e revelou que o partido vai se empenhar para que o governador de Minas, Aécio Neves (PSDB), seja o candidato a vice-presidente.

Em linhas gerais, cabe ao PPS neste Bloco Democrático e Reformista, composto pelos partidos de oposição ao governo federal, ser uma alternativa de esquerda para implantar verdadeiramente a "mudança" que o PT propôs mas não executou nos dois mandatos de Lula.

"Veja que o PT sempre criticou as oligarquias, por exemplo, e hoje no poder ressuscita na sua base de apoio dois ex-presidentes que são exatamente os maiores expoentes dessa forma de governo, como são Collor e Sarney", lamenta Freire.

Além de integrar nacionalmente o bloco de oposição, o papel do PPS nos estados será apresentar candidaturas viáveis e representativas do partido para governador, senador, deputado federal e deputado estadual.

Em São Paulo, os presidentes do partido no Estado (Davi Zaia) e no município (Carlos Fernandes) já cogitam o lançamento da candidatura de Soninha Francine ao Governo do Estado, repetindo a bem-sucedida iniciativa do PPS paulistano na eleição municipal. Soninha atinge 11% de intenções de voto do eleitorado paulista, segundo a última pesquisa do Datafolha.

A formação de chapas competitivas para reforçar a representação do PPS no Congresso Nacional e a necessidade de ter o partido organizado, coeso e dinâmico em São Paulo foi o destaque do pronunciamento dos deputados federais Arnaldo Jardim e Dimas Ramalho, e do vereador paulistano Cláudio Fonseca.

Mereceu elogio ainda a atuação do prefeito de Jaguariúna, Gustavo Reis (PPS), pela organização do Congresso e pela receptividade às centenas de delegados, militantes e convidados do partido.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

PPS/SP faz congresso neste sábado em Jaguariúna

O PPS paulista realiza neste sábado, 27 de junho, com o objetivo de debater as estratégias para as eleições de 2010 e eleger a sua nova direção regional, o seu Congresso Estadual em Jaguariúna.

O presidente regional do PPS, deputado estadual Davi Zaia, ressaltou a importância do cumprimento das resoluções deste Congresso por todos os diretórios municipais, para que o partido mantenha a sua unidade e chegue estruturado às eleições de 2010.

"O time que vai entrar em campo no próximo ano tem que estar montado até o dia 30 de setembro deste ano", comparou, fazendo referência ao prazo de filiação de possíveis candidatos a deputado federal, estadual, senadores e governador (um ano antes do pleito).

Também serão eleitos os delegados que irão representar São Paulo no Congresso Nacional do PPS, que será realizado no Rio de Janeiro, no mês de agosto. Sob o lema ”Brasil: Sem Mudança Não Há Esperança”, este deverá ser o maior encontro da legenda, que terá como principal objetivo estabelecer as linhas de ação visando, principalmente, as eleições de 2010.

O Congresso Nacional é precedido de encontros regionais. São eventos preliminares e preparatórios para o grande encontro nacional, fundamentais para o debate político nas bases partidárias e para a formação das direções locais.

CONGRESSO REGIONAL DO PPS/SP

DATA: 27 de Junho de 2009

LOCAL: JAGUAR TÊNIS CLUBE

Rua General Gomes Carneiro, 419

Jaguariúna - SP

HORÁRIO: 9h às 17h

terça-feira, 23 de junho de 2009

Juventude do PPS também se reune em Jaguariuna

Neste fim-de-semana também se realiza o Congresso Estadual da JPS - Juventude Popular Socialista, a partir das 10h, no Clube Jaguar, na cidade de Jaguariúna, interior de São Paulo."

A JPS, inspirada nos ideais do PPS, luta por uma sociedade mais justa, socialista e humanista, mas acima disto defende a abertura de um leque de discussões que congreguem todas as forças progressistas e democráticas para uma real compreensão e solução de nossa realidade.

Veja aqui mais informações sobre a Juventude do PPS e leia a convocação para o Congresso.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

PPS convida Serra e Kassab para Congresso

O deputado estadual Davi Zaia, presidente do PPS paulista, foi recebido hoje pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, para convidá-lo a participar do Congresso Estadual do partido, que será promovido neste próximo sábado, 27 de junho, no município de Jaguariúna, administrado pelo prefeito Gustavo Reis, também do PPS.

Davi Zaia tem intensificado nos últimos dias os contatos políticos para convidar as principais lideranças políticas do Estado a prestigiarem o conclave. O governador José Serra foi um dos primeiros a ser convidado, além de secretários estaduais, como o ex-governador Geraldo Alckmin (de Desenvolvimento) e Aloysio Nunes Ferreira (Casa Civil).

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Jornal da Tarde destaca nota do Blog do PPS/SP


Veja aqui a nota do Blog do PPS/SP mencionada pelo Jornal da Tarde, sobre os acontecimentos da Câmara paulistana.

PPS quer regulamentar campanha na Internet

O deputado federal Arnaldo Jardim (PPS-SP) entende que o principal desafio do projeto de lei da reforma eleitoral é a regulamentação da campanha eleitoral pela rede mundial de computadores. Membro da comissão constituida para definir as regras eleitorais, ele acredita que o projeto apresentado pelo deputado Nelson Proença (PPS-RS), que disciplina o uso da internet nas campanhas, será a "plataforma" das mudanças.

"É uma proposta com uma visão adequada de como se poderá organizar e liberar o uso da internet na eleições", afirmou Jardim. Para ele, a rede de computadores é um "instrumento que dilui as diferenças econômicas" permitindo a "difusão de idéias, o debate político e a arrecadação de fundos" para as campanhas.

Na visão de Jardim, a doação pela internet substituiria a captação de recursos hoje concentrada em empresas pela participação da comunidade. "Isso fortaleceria os partidos e seguiria rumo aquilo que o PPS pleiteia, que é o financiamento público de campanha", disse.

Projeto de Proença

O Projeto de Lei 2358, de 2000, do deputado Nelson Proença, regulamenta a propaganda eleitoral pela internet está pronto para ser votada pelo plenáro da Câmara.

Pela proposta, o horário gratuito na internet precisará seguir os mesmos procedimentos estabelecidos para os demais veículos de comunicação. O texto também prevê o direito de resposta, no caso de algum candidato ou coligação ter a imagem atingida com difamações, injúrias e outras agressões.

A propaganda eleitoral na rede mundial de computadores, segundo o projeto, deverá obedecer às regras para a realização de discussões eletrônicas em grupos, os conhecidos chats. "As mensagens eletrônicas não solicitadas que contenham propaganda eleitoral, deverão constar, de forma clara, instruções sobre o modo como o usuário de serviços de informações pode solicitar sua exclusão da lista de destinatários da mensagem", destacou Proença.

Para o parlamentar gaúcho, a regulamentação da campanha eleitoral na internet é essencial porque está cada vez mais presente na vida dos brasileiros. "Daí a necessidade que temos de normatizar de uma vez para todas a sua utilização nas campanhas eleitorais", disse.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Mulheres não, só as cachorras! É isso, Chalita?

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Municipal de São Paulo conseguiu uma proeza nesta terça-feira, 17 de junho. Considerou ilegal e inconstitucional a criação de um Centro de Referência da Saúde da Mulher, enquanto atestou a legalidade e a constitucionalidade da criação do Centro de Bem-Estar Animal.

O vereador Gabriel Chalita (PSDB) foi o voto de minerva. Ambos os projetos estavam pendentes de votação, devido à ausência do parlamentar tucano na reunião da comissão na semana passada. Quatro vereadores votaram pela legalidade e quatro pela ilegalidade do projeto do Centro de Referência da Mulher, proposto pelo vereador Milton Ferreira (PPS); mesmo placar do projeto do Centro do Bem-Estar Animal, proposto por Roberto Trípoli (PV).

Faltava o voto de Chalita (foto) para o desempate. Pois o tucano foi contra as mulheres e a favor dos bichos, num posicionamento no mínimo estranho e incoerente, já que o argumento pela inconstitucionalidade e ilegalidade é que não compete aos vereadores a ingerência sobre o Executivo na criação de cargos e despesas.

Os dois projetos determinam a criação dos Centros: um da Mulher, outro dos Animais. Um preocupado com a saúde da mulher, outro com o bem-estar animal. Os dois politicamente corretos, porém só um prosperou na Câmara e irá à apreciação do plenário. Venceram os animais, as mulheres foram engavetadas.

Sudades dos velhos tempos do jornal Notícias Populares, que publicaria uma manchete mais ou menos assim: "Chalita é contra as mulheres e a favor das cachorras".

Incentivo ao vereador Netinho

Na mesma reunião, também chamou atenção a mudança de voto do vereador Celso Jatene (PTB) para levar ao plenário, e consequentemente à aprovação na cota acordada por cada parlamentar, um projeto do vereador Netinho de Paula (PCdoB).

O pagodeiro neocomunista estabelece que a Prefeitura seja obrigada a instalar cobertura em todas as quadras polisportivas dos estabelecimentos públicos (escolas, clubes etc.). Por mais meritória que seja a iniciativa, é sabidamente ilegal e inconstitucional, pois não compete ao Legislativo Municipal.

O vereador Jatene, que inicialmente havia sido contrário ao projeto de Netinho, decidiu registrar a mudança do voto: "Eu considero o projeto 100% ilegal e inconstitucional", afirmou o petebista. "Mas vou mudar o meu voto pela legalidade, como um incentivo ao vereador Netinho, já que este é o primeiro projeto no seu primeiro mandato."

Interessante que o "incentivo" ao primeiro projeto do primeiro mandato caberia também à proposta do vereador Milton Ferreira na criação do Centro de Referência da Saúde da Mulher. Mas não foi este o entendimento do vereador.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

PPS se insurge contra decisão do juiz De Sanctis

O PPS, por intermédio da assessoria jurídica da Liderança do PPS na Câmara Municipal de São Paulo, impetrou Mandado de Segurança contra decisão do juiz Fausto Martin De Sanctis, alegando cerceamento do direito de defesa no processo referente à Operação "Castelo de Areia".

De Sanctis negou o pedido do presidente nacional do PPS, Roberto Freire, que pretendia ter acesso formal aos autos. Isso porque foi levantada a suspeita de que o partido teria sido um dos beneficiados de doações supostamente ilegais efetuadas pela construtora Camargo Corrêa.

Veja aqui todas as informações sobre o caso.

No Mandado de Segurança com pedido de liminar, o PPS questiona a decisão do juiz, que considerou o PPS "parte ilegítima" da ação. Porém, consideramos que o sigilo sobre as investigações, com o vazamento de informações improcedentes envolvendo a legenda, trazem prejuízos inestimáveis à imagem e à história ilibada do Partido Popular Socialista.

domingo, 14 de junho de 2009

PPS reforça movimento contra a homofobia

Com a participação de figuras representativas do PPS na Parada Gay deste domingo, 14 de junho, como a ex-vereadora Soninha Francine e o líder da bancada do partido na Câmara Municipal, vereador Claudio Fonseca, a cidade de São Paulo reforça o movimento contra a homofobia.

O vídeo acima é um exemplo de manifestação irreverente contra o preconceito, feito por internautas franceses que participaram em 17 de maio do Dia Internacional contra a Homofobia.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Vereadores avaliam trabalho da Liderança do PPS

O trabalho da Liderança do PPS na Câmara Municipal de São Paulo foi avaliado positivamente na noite desta terça-feira, em reunião com a presença dos vereadores Claudio Fonseca e Milton Ferreira e seus respectivos chefes de gabinete, Paulo Cesar Ferreira e Valdir Francisco Lima.

Foi realizado um balanço das atividades da Liderança no primeiro semestre e iniciado o planejamento para o segundo semestre, após o recesso parlamentar de julho.

Entre as atividades realizadas pela Liderança estão o acompanhamento das sessões plenárias e das comissões de Saúde e Educação; das CPIs dos Danos Ambientais e do IPTU; do grupo de trabalho que propõe alterações no Regimento Interno e na Lei Orgânica do Município; das audiências públicas de projetos do Executivo como a Lei de Diretrizes Orçamentárias, concessão urbanística, Sabesp, mudanças climáticas etc.

A Liderança também responde pela organização de eventos partidários, assessoria jurídica e de imprensa dos vereadores e do partido, atualização dos blogs e sites, sugestões de projetos de leis, entre outras ações.

Veja aqui todas as atividades da Liderança do PPS na Câmara Municipal de São Paulo, composta pelos advogados Roberta Rosa e Ronaldo Sagres, pelos jornalistas Cesar Hernandes e Maurício Huertas, e pela secretária Dalva Cubas.

terça-feira, 9 de junho de 2009

PPS volta ao rádio e à TV no Dia dos Namorados

A partir desta sexta-feira, 12 de junho, voltam ao ar as inserções do PPS em todo o Estado de São Paulo. Esta que reune a ex-vereadora Soninha Francine ao presidente estadual do PPS, deputado Davi Zaia, é uma delas.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Congresso Estadual do PPS será em 27 de junho

O PPS promove o Congresso Estadual de São Paulo no próximo dia 27 de junho, em Jaguariuna. Delegados de cada município elegerão a nova direção paulista do PPS, além de debater as estratégias do partido para as eleições de 2010. Leia mais.

Nesse Congresso também serão eleitos os delegados que representarão São Paulo no Congresso Nacional do PPS, que acontece nos dias 7, 8 e 9 de agosto no Rio de Janeiro.

Veja aqui todas as informações sobre o Congresso Nacional do PPS.

Câmara paulistana vira trampolim para Brasília


sexta-feira, 5 de junho de 2009

Líder do PPS participa de ato do Nossa São Paulo

O líder do PPS na Câmara paulistana, vereador Claudio Fonseca, participa do seminário “A relação entre a sociedade civil e o Legislativo municipal”, promovido pelo Movimento Nossa São Paulo.

O evento será realizado na próxima segunda-feira, dia 8 de junho, das 9h30 às 13 horas, no Auditório Prestes Maia (1º andar da Câmara).

Segundo os organizadores, "o seminário será uma excelente oportunidade para os cidadãos exporem suas expectativas em relação ao papel dos vereadores na construção de uma cidade justa e sustentável, bem como para conhecerem melhor o funcionamento da Câmara e o que pensam os vereadores sobre as cobranças da população".

No evento, também poderão ser apresentadas sugestões para melhorar e valorizar o trabalho dos vereadores.

A idéia de realizar o seminário surgiu durante reunião ocorrida no dia 25 de março, entre o Movimento Nossa São Paulo e nove líderes partidários que participaram do diálogo sobre temas de interesse da cidade, como a Lei do Programa de Metas.

Dos nove líderes que estiveram naquele encontro, seis aceitaram promover o seminário em parceria no próximo dia 8. São eles: Atílio Francisco (PRB), Carlos Bezerra (PSDB), Claudio Fonseca (PPS), Eliseu Gabriel (PSB), Jamil Murad (PCdoB) e João Antonio (PT).

Programa do evento:

I – Processo Legislativo, funcionamento da Câmara e suas limitações

60’ – tempo dividido entre os seis líderes integrantes da mesa - Atílio Francisco (PRB), Carlos Bezerra (PSDB), Claudio Fonseca (PPS), Eliseu Gabriel (PSB), Jamil Murad (PCdoB) e João Antonio (PT).

II – O que a sociedade civil espera da Câmara Municipal e propostas para melhorar a relação

20’ – Representante do Grupo de Trabalho (GT) de Acompanhamento da Câmara - Gilberto de Palma

20’ – Imprensa – Milton Jung - âncora do programa CBN São Paulo

20’ – Representante do Movimento Nossa São Paulo – Oded Grajew

III – Debate

60’ - Perguntas/propostas (feitas por representantes das entidades civis e vereadores presentes ao debate) e respostas/comentários dos integrantes da mesa (3 minutos cada intervenção).

IV – Sistematizações de propostas e encaminhamentos

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Em pauta o Plano Diretor da Cidade de São Paulo

A revisão do Plano Diretor da Cidade está em pauta. Relevante para a vida de toda a população de São Paulo, quer seja ela proprietária de imóveis ou simplesmente trabalhadora e moradora, reune instrumentos jurídicos e urbanísticos necessários à tarefa de transformação do processo de urbanização vigente no país.

O município de São Paulo saiu na vanguarda da reforma urbana e já em 2002 aprovava o seu Plano Diretor Estratégico, transformado na lei municipal 13.530. No entanto, a rapidez de São Paulo cobrou um preço alto na aplicação das medidas preconizadas: os conceitos trataram a cidade de maneira igual, ignorando a sua diversidade.

Os textos apresentaram alta complexidade, diminuindo as chances de participação popular, além de apresentarem todos os instrumentos jurídicos e urbanísticos previstos na lei federal e que nunca haviam sido utilizados simultaneamente, sendo que, uma boa parte deles nem chegou a ser regulamentado ainda.

Dessa forma, chegamos hoje – 7 anos após a edição do Plano Diretor Estratégico e 5 anos após a promulgação dos Planos Diretores Regionais e Lei de Uso e Ocupação do Solo - com a clareza de que a cidade não alcançou alguns importantes objetivos e metas propostas. Até mesmo foram criadas outras, resultantes das modificações rápidas passadas pela cidade e pela situação econômica internacional.

Ainda que a Lei da Cidade Limpa tenha permitido uma melhor visibilidade do ambiente construído, é certo também que as distâncias entre a cidade legal e a cidade real não diminuíram e que São Paulo continua sendo injusta, ilegal e também imobilizada pelo excesso de carros.

Portanto, a partir do dia 22 de junho voltaremos a discutir os rumos da cidade que se repetirão por outras cinco reuniões gerais e por 31 reuniões nas subprefeituras. Para tanto são necessárias a preparação e organização da população para a defesa dos seus interesses.

Esse assunto vem sendo acampanhado de perto pela Liderança do PPS, através do trabalho realizado pela urbanista Helena Werneck, dirigente do partido, e pela atuação do líder da bancada na Câmara, o vereador Claudio Fonseca.

Datas propostas para as primeiras audiências públicas do Plano Diretor:

22 de junho de 2009 – 19h no Salão Nobre da Câmara Municipal
27 de junho de 2009 – em Itaquera
28 de junho de 2009 – SESC Interlagos
29 de junho de 2009 – SESC Consolação
30 de junho de 2009 – SESC Pinheiros
1º de julho de 2009 – SESC Santana

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Soninha tem potencial de 3 milhões de votos em SP

O nome de Soninha Francine, ex-vereadora, candidata do PPS à Prefeitura de São Paulo em 2008 e atual subprefeita da Lapa, já aparece consolidado no cenário político-eleitoral paulista e paulistano.

Soninha tornou-se uma alternativa concreta para parte significativa do eleitorado, saturada dos mesmos nomes e das mesmas figuras da política. Com exceção dos grandes figurões tradicionais, como os ex-governadores Geraldo Alckmin (PSDB) e Paulo Maluf (PP), e as ex-prefeitas Marta Suplicy (PT) e Luiza Erundina (PSB), Soninha desbanca com facilidade todos os demais concorrentes.

A diferença é que Soninha concorreu a seu primeiro cargo eletivo há apenas cinco anos, enquanto os demais estão no mínimo há duas ou três décadas disputando espaço no legislativo e no executivo. Mas o recado parece óbvio: Chega dos mesmos!

Interessante que, pela segunda pesquisa consecutiva, Soninha tem mais votos que os candidatos do PT e do PSDB somados. A candidata do PPS tem quatro vezes mais votos que Aloysio Nunes (PSDB), o dobro de Palocci e seis vezes mais que Fernando Haddad, as opções eleitorais do PT.

No melhor dos cenários, sem Alckmin e Marta, Soninha chega a inéditos 11% de votos. Um potencial extraordinário de quase 3 milhões de votos.

A pesquisa Datafolha para o Governo do Estado foi realizada entre os dias 26 e 28 de maio, com 2.058 pessoas com 16 anos ou mais. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, para o total da amostra.

Soninha tem de 5% a 11% dos votos

Vamos ver o posicionamento de Soninha Francine em cada um dos cinco diferentes cenários.

No primeiro deles, com a apresentação dos nomes de Geraldo Alckmin, representando o PSDB, e Marta Suplicy, pelo PT, o ex-governador do estado alcança 47% das preferências, seis pontos percentuais a mais do que o observado em meados de março (41%), e significativamente acima das menções a Marta, que obtém 15%. Neste cenário, Paulo Maluf (PP) teria 9%, Luiza Erundina (PSB) ficaria com 6% e Soninha (PPS), com 5%. Votariam em branco ou nulo 10%, enquanto 4% estariam indecisos.

Na segunda hipótese de candidaturas apresentada, ainda com Marta pelo PT e Aloysio Nunes pelo PSDB, a ex-prefeita de São Paulo tem 25% das preferências (era de 19% em março passado), enquanto que Paulo Maluf fica com a segunda maior taxa de menções (15%), seguido por Luiza Erundina com 10%, e Soninha, com 8%. Aloysio foi citado por 2%. Nesta hipótese, cresce o número dos que declaram intenção de anular o voto ou votar em branco (25%), e 7% revelam-se indecisos.

No terceiro cenário testado pelo Datafolha junto aos entrevistados, o candidato do PT seria Antonio Palocci e o do PSDB, Geraldo Alckmin que, com 49% das citações, lideraria a disputa, com grande vantagem sobre Paulo Maluf, mencionado por 11%, e sobre Luiza Erundina, que teria 8%. Outros 6% escolheriam Soninha, enquanto que apenas 3% optariam por Palocci. Em relação a esse cenário, declaram intenção de voto branco ou nulo 12%, e 5% dizem não saber em quem votariam.

Com o nome de Palocci, pelo PT, e de Aloysio Nunes pelo PSDB, no quarto cenário investigado, 17% fazem menções a Paulo Maluf (eram de 20% em março), 14% citam Luiza Erundina, e outros 11%, Soninha. Palocci atinge 7% da preferência, enquanto Aloysio tem 2%. Já Campos Machado (PTB) e Paulinho (PDT) obtêm 4% de menções, cada.

Esta a hipótese que apresenta a maior taxa dos que votariam nulo ou em branco (29%), bem como dos que não souberam escolher um nome dentre os apresentados (9%).

O Datafolha apresentou Alckmin pelo PSDB e Fernando Haddad como candidato do PT como um quinto cenário de disputa possível. Alckmin venceria, com 50% das preferências. Maluf tem 11% das citações, Luiza Erundina alcança 8%, Soninha 6%, enquanto Haddad seria a opção de 1%. Declaram voto branco ou nulo 12% e mostram-se indecisos 5%.

Além dos cinco cenários acima, testados pela segunda vez este ano, o Datafolha apresentou um sexto quadro de candidatos a governador aos entrevistados, com a alternativa de Emídio de Souza pelo PT.

Alckmin aparece na frente, com 48%, bem à frente de Paulo Maluf, que seria o escolhido de 12%, além de Erundina, preferida por 8%, e Soninha, por 7%.

terça-feira, 2 de junho de 2009

Especulações põem Soninha nas eleições de 2010

A ex-vereadora e candidata do PPS à Prefeitura de São Paulo Soninha Francine aparece com índices de 5% a 11% nas pesquisas de intenção de voto para o Governo do Estado.

Enquanto isso, o tucano Geraldo Alckmin ampliou ainda mais sua dianteira na pesquisa do Datafolha e obtém de 47% a 50% das intenções de voto.

O melhor segundo colocado nos cenários em que Alckmin é apresentado ao eleitor, a ex-prefeita Marta Suplicy (PT), chega a 15%.

No cenário sem Alckmin e com Marta, o secretário da Casa Civil de Serra, Aloysio Nunes Ferreira, outro nome cotado pelo PSDB para disputar a sucessão do governador paulista, aparece como potencial candidato e atinge 2%.

Os outros nomes petistas foram o do ministro da Educação, Fernando Haddad, o do deputado federal Antonio Palocci e o do prefeito de Osasco, Emídio de Souza. O primeiro tem 1% das intenções, e o segundo, 7% no seu melhor desempenho. Emídio não pontuou.

Nenhum dos adversários de Alckmin atinge sequer a metade de suas intenções de voto, o que indica que ele teria grandes chances de vencer no primeiro turno se a eleição fosse hoje.

No principal cenário da pesquisa, Maluf tem 9% na terceira posição, seguido por Luiza Erundina (PSB), com 6%, por Soninha (PPS), com 5% e Paulinho (PDT) e Campos Machado (PTB), ambos com 2% cada. Ivan Valente (PSOL) e o presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Paulo Skaf (sem partido), aparecem com 1% cada um.

Nome de Soninha na urna

Além da possibilidade de Soninha ser candidata ao Governo do Estado, marcando a posição do PPS no 1º turno das eleições de 2010, especula-se que ela pode disputar uma vaga para a Câmara dos Deputados.

Uma corrente defende o lançamento de pelo menos quatro candidaturas do PPS com enorme potencial de votos para a Câmara dos Deputados: os atuais parlamentares Arnaldo Jardim e Dimas Ramalho, ambos favoritos à reeleição, além de Soninha e Roberto Freire, presidente nacional da legenda.

Existe ainda a possibilidade de Soninha ser o nome do PPS para o Senado, em um chapa com os tucanos José Serra para a Presidência da República e Geraldo Alckmin para o Governo do Estado.

Nesse caso, como são duas cadeiras ao Senado em disputa, além do eleitorado que tem Soninha como prioridade, ela pode ser a segunda opção de voto dos demais candidatos. Fala-se hoje em Afif Domingos (DEM), Quercia (PMDB), Mercadante (PT) e Netinho de Paula (PCdoB).

Todas essas opções já são discutidas entre Soninha e a direção do PPS em São Paulo.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Davi Zaia debate arborização urbana em SP

"Minha cidade é meu jardim”. Este será o tema do seminário sobre arborização urbana que será realizado no próximo dia 29 de maio, das 14h às 19h, no Auditório Teotônio Vilela, da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo.

Iniciativa do deputado estadual e vice-presidente da UGT, Davi Zaia, o seminário deverá abordar questões relativas a participação voluntária do cidadão e a responsabilidade do poder público na melhoria da qualidade de vida da população.

Davi Zaia é também 2º vice-presidente do Legislativo paulista e integrante da Comissão Permanente de Assuntos Metropolitanos. É autor de um projeto de lei em tramitação que cria a Semana da Arborização Voluntária no Estado de São Paulo, com o objetivo de estimular o ato voluntário de as pessoas poderem plantar sua árvore, no quintal, jardim, no alto do edifico onde moram, ou mesmo na rua, com a participação do poder público.

A idéia do seminário é trazer a opinião de especialistas no assunto, provocar o debate e levantar propostas, que possam ser utilizadas para aperfeiçoar o projeto na forma de emendas. Foram convidados como palestrantes o secretário Municipal de Meio Ambiente de São Paulo, Eduardo Jorge; o gerente de Cidades e assessor executivo do Programa Município Verde da Secretaria Estadual do Meio Ambiente, José Walter Figueiredo Silva; a representante do Grupo de Trabalho de Meio Ambiente e Mobilidade Urbana do Movimento Nossa São Paulo, Nina Orlow; o arquiteto paisagista Raul Pereira; o prefeito de São Sebastião da Grama, Emílio Bizon Neto; e o meteorologista, especialista em hidrometeorologia, Phd e livre docente pela USP, Augusto José Pereira Filho.

Os temas abordados serão: “A Política de Arborização Urbana da Cidade de São Paulo”; “A Arborização no Programa Município Verde”; “Fiscalização do Poder Público, Avaliação e Propostas da Sociedade Civil”; A Espécie mais Apropriada para o Plantio”; “A Experiência de um Município” e “Ilhas de Calor”.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Painel da Folha faz humor com presidente do PPS

A seção "Contraponto", da coluna "Painel", o espaço de notas sobre a política na Folha de S. Paulo, cita de forma bem humorada o nome (e o apelido) do presidente municipal do PPS paulistano. Veja:

Risco de contágio

Em encontro de políticos numa pizzaria paulistana, na noite de segunda-feira, o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB), foi apresentado ao presidente municipal do PPS, Carlos Fernandes. Braços estendidos para o aperto de mão, um conhecido comum explicou:
-Este aqui é o Hepatite, presidente!
Espantado, Temer deu um salto para trás e terminou o cumprimento à distância. Só se tranquilizou quando lhe explicaram que Fernandes carrega esse apelido desde os tempos de militância no movimento estudantil, sem jamais ter contraído a doença.

terça-feira, 26 de maio de 2009

São Paulo tem conferência sobre Segurança

Em dois dias – 30 e 31 de maio-, a cidade de São Paulo irá discutir os problemas e propostas na área de Segurança Pública e Urbana, na FMU (Faculdades Metropolitanas Unidas), Campus Liberdade – Auditório da Casa do Direito.

O encontro irá debater questões de segurança pública e definir princípios e diretrizes orientadoras da Política Nacional nesta área e contará com a participação de representantes da sociedade civil, poder público e trabalhadores em segurança pública, visando efetivar a segurança como direito humano fundamental.

De acordo com os organizadores do evento, que é coordenado pela Secretaria Municipal de Segurança Urbana, ao final da Conferência, um documento será elaborado com os anseios da cidade com vistas à segurança como direito fundamental de cada cidadão, definindo as prioridades do município. Serão eleitos também, um representante da sociedade civil e um Guarda Civil Metropolitano para as etapas nacional e estadual da Conferência, respectivamente.

Serão sete eixos temáticos a serem discutidos:

I. Gestão democrática, controle social e externo, integração e federalismo;

II. Financiamento e gestão da política pública de segurança;

III. Valorização profissional e otimização das condições de trabalho;

IV. Repressão qualificada da criminalidade;

V. Prevenção social do crime e das violências e construção da paz;

VI. Diretrizes para o Sistema Penitenciário;

VII. Diretrizes para o sistema de prevenção, atendimentos emergenciais e acidentes.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

PPS paulistano reitera apoio a Serra e Soninha

Durante o Congresso do PPS paulistano, realizado neste sábado (23), na Câmara Municipal, que reformulou a direção do partido na cidade, foi reafirmado o apoio às candidaturas do governador José Serra para a Presidência da República, em 2010, e da ex-vereadora e atual subprefeita da Lapa, Soninha Francine, para a Prefeitura de São Paulo, em 2012.

Em seu pronunciamento, o presidente municipal Carlos Eduardo Batista Fernandes fez um balanço dos últimos dez anos do PPS paulistano. Segundo Fernandes, "um ciclo que se encerra, colocando novos desafios para o partido".

Entre os desafios mencionados pelo presidente, estão o fortalecimento do partido para as eleições de 2010 e 2012, quando "o PPS deve apresentar novamente a candidatura da Soninha para a Prefeitura de São Paulo, dentro desse campo de alianças que governa hoje o município e o Estado, desta vez para vencer a eleição".

Veja aqui o balanço político do Diretório Municipal do PPS/SP.



DIRETÓRIO MUNICIPAL DO PPS/SP

Membros Titulares


Maria Sallas Dib - Presidente de Honra

1. Adélcio Sá Meira
2. Alberto Negri
3. Antonio de Pádua Chagas
4. Arnaldo Jardim
5. Carlos Eduardo Batista Fernandes
6. Claudio Fonseca
7. Dina Lida Kinoshita
8. Dorothi Sato
9. Eduardo Ferrari de Araujo
10. Eduardo Alves Menucci
11. Eduardo Vila
12. Elizeu Ferraz Santoni
13. Flavio Luis Jardim Vital
14. Francisco Pereira de Souza Filho (Chiquinho)
15. Genivaldo Matias da Silva
16. Gerisvaldo Barbosa de Souza
17. Gutemberg Leite Lima (Babalu)
18. Heida Lee
19. Helena Ladeira Werneck
20. Heraldo Corrêa Ayrosa Galvão
21. Ícaro Roberto Fagundes
22. João Batista de Andrade
23. João Carlos da Silva Martins (Joca)
24. João Sagres Sobrinho
25. Jorge Setin
26. José Antonio Cipolla da Silva
27. José Valverde Machado Filho
28. José Rubens Filho
29. Karl Marx
30. Lylian Concellos
31. Lucio dos Santos Costa
32. Luiz Fernando Diniz Naso
33. Marluce Maria de Paula
34. Marcos Duque Gadelho
35. Maria Raimunda Pinheiro
36. Mauricio Rudner Huertas
37. Milton Ferreira
38. Nelson da Silva Teixeira
39. Nelson Suguieda
40. Osvaldo Ordones
41. Paulo Cainé dos Santos Silva
42. Paulo Cesar Ferreira
43. Paulo Rosa Arruda
44. Petterson Ruan Aiello
45. Renato Dorgan Filho
46. Ricardo Fernandes Maritan
47. Robertino Cruz
48. Rogerio Souza Elias
49. Rosana Chiavassa
50. Sergio Camarano
51. Soninha Francine
52. Ulrich Hoffmann
53. Valdir Francisco Lima
54. Vitor Queiroz Adami
55. Vitor Sapienza

Membros Suplentes

1. Jailton Bonfim de Almeida
2. Valderi Hermenegildo
3. Luciano Rios
4. Aloísio Areias
5. Ronaldo Koloszuk
6. Washington José de Lima
7. Tiago Toledo
8. Jorge Claudio Anselmo
9. Maira Saad
10. Vitor Benez Pegler
11. Antonio Luiz Mamede Neto
12. Ed Wilson Carvalho Ribeiro
13. Carlos José da Silva Bittencourt
14. Walter Miovisk
15. José Luiz Ferreira (Zé das Pipas)
16. Adimar Faria Lima
17. Adoração Vilar Sanches
18. Sonia de Jesus
19. Dirce Jeremias
20. Vera Lucia Zanelato
21. Calvino Ferraz Lopes
22. Cristovão Miron

CONSELHO FISCAL

Titulares


1. Antonio Aparecido Cardoso
2. Haroldo José dos Santos
3. Mariete de Paiva Souza
4. Cesar Hernandes
5. Irio Benedito da Silva

Suplentes

1. José Ribeiro de Souza
2. Nelson Gonçalves Souza (Tigrão)
3. Paulo Serra

COMISSÃO DE ÉTICA

Titulares


1. Ronaldo Crespilho Sagres
2. José Antonio Teixeira
3. Luciano Pinho
4. Patricia Aline Grava Ordones
5. Celso Roberto Durante

Suplentes

1. Fabio Nieves
2. Edgar Mauricio Santana
3. Antonio Pereira Damata

sábado, 23 de maio de 2009

Soninha visita entidade ao lado de Alckmin

A ex-vereadora e atual subprefeita da Lapa, Soninha Francine (PPS), visitou o Núcleo Cristão Cidadania e Vida, localizado no Parque Novo Mundo, no dia 16 de maio, ao lado do secretário estadual do Desenvolvimento, o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB).

O café da manhã contou também com a presença do Cônsul Geral do Japão no Brasil, Kazuaki Obe, além de colaboradores, empresários e usuários do Núcleo, para a formalização de entrega de todos os móveis e equipamentos que foram doados pelo governo japonês.

O Núcleo tem dez anos de atividades, atendendo 180 crianças de 2 a 6 anos, 210 jovens de 15 a 24 anos em cursos profissionalizantes e 120 usuários do Centro de Convivência Parque Novo Mundo - Pólo Cidadania e Vida.

Congresso Municipal acontece sábado, 23 de maio

Acontece neste sábado, 23 de maio, no "plenarinho" da Câmara dos Vereadores, o XVI Congresso Municipal do PPS/SP. Será eleita a nova direção paulistana do partido, com mandato de dois anos.

Entre os dias 25 de abril e 9 de maio, foram promovidos os congressos zonais do PPS paulistanos. Com a presença dos vereadores Claudio Fonseca e Dr. Milton Ferreira, além da subprefeita da Lapa, Soninha Francine, os 57 zonais paulistanos se reuniram em oito grandes encontros regionais.

Os diretórios zonais elegeram seus presidentes, secretários-gerais e tesoureiros, além de indicar delegados para os congressos municipal e estadual do PPS, e um coordenador titular e um suplente para as coordenações regionais.

Balanço das atividades

O líder do PPS na Câmara Municipal, vereador Claudio Fonseca, aproveitou a realização dos congressos zonais para apresentar um balanço das atividades da bancada.

Relatou as ações dos vereadores desde a eleição da Mesa Diretora, quando o PPS foi contrário à eleição do presidente Antonio Carlos Rodrigues (PR), líder do chamado Centrão, até a apresentação de seus mais de 30 projetos em três meses de trabalho - todos bem avaliados pela mídia, ONGs e entidades que acompanham o desempenho e a produtividade do parlamento paulistano.

Veja aqui uma cobertura detalhada da atuação dos vereadores do PPS paulistano, além de conhecer o site oficial de ambos.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Balanço político do Diretório Municipal do PPS/SP

O PPS paulistano encerra neste Congresso Municipal de 23 de maio de 2009 um ciclo virtuoso de 10 anos: a Direção que iniciou o processo de abertura, democratização e modernização do partido na cidade de São Paulo em 1999 apresenta agora o resultado concreto deste crescimento quantitativo e qualitativo da legenda.

É a continuidade de um processo que vem sendo conduzido desde as eleições do ano 2000 de forma acertada, sensata e equilibrada, por uma Direção que tem constantemente se renovado e incorporado novas forças.

Quantitativamente, o PPS teve um aumento extraordinário de 1.470% dos votos conquistados em uma década. Parece incrível, mas é isso mesmo: o número de votos do PPS na eleição municipal de 2008 foi mais de 15 vezes maior do que a herança obtida daquela época por esta Direção, se comparado ao resultado da eleição municipal de 1996, quando o PPS não tinha nenhuma condição de lançar chapa própria de vereadores, disputou a eleição com apenas quatro candidatos coligados à chapa do PT e consequentemente não elegeu nenhum vereador.

Qualitativamente, esta Direção tornou viável a candidatura da então vereadora Soninha Francine à Prefeitura de São Paulo como alternativa para qualificar o debate, resgatar princípios e ideais que pareciam fora de moda na política, construir um programa de governo verdadeiramente identificado com os cidadãos paulistanos e reaproximar o PPS de movimentos populares e sociais.

Elegeu ainda os vereadores Claudio Fonseca e Dr. Milton Ferreira, ambos completamente integrados e identificados com a direção do partido em São Paulo e comprometidos com o nosso programa e os nossos estatutos, as nossas propostas, estratégias eleitorais e linha política. Mais que isso, detentores de mandatos abertos à sociedade e ao coletivo partidário, com absoluta transparência e uma ininterrupta prestação de contas por meio do site do PPS e do blog da liderança do partido na Câmara Municipal.

Quanto aos vereadores que o PPS teve até 2007 na Câmara paulistana, tanto Myryam Athie quanto Edivaldo Estima foram comunicados antecipadamente de que a intenção da Direção era dar um novo perfil ao partido - e que, portanto, estava liberada a saída de ambos (sem que o PPS recorresse à Justiça para reclamar os mandatos), inclusive com a decisão de não tê-los como candidatos à reeleição.

O resultado obtido nestes 10 anos é a reafirmação da trajetória do PCB/PPS na construção de um projeto alternativo viável e eficaz para a cidade, para o estado e para o país. Com a candidatura própria à Prefeitura de São Paulo e uma chapa completa de candidatos e candidatas à Câmara, o PPS se manteve coerente à sua história e uniu diversas gerações: além de resgatar a velha militância partidária está agregando jovens preocupados com o futuro e que entendem que podem interferir para melhorar o nosso dia-a-dia.

Crescimento do PPS

Em 2000, o PPS paulistano obteve 173.778 votos (somando os 7.825 votos de legenda com os 165.953 votos nominais), ou 3,2% dos votos válidos. Teve 65 candidatos a vereador. Elegeu dois.

Essa votação de 2000 foi 10 vezes maior que a obtida na eleição anterior, em 1996. Na ocasião, os quatro candidatos a vereador lançados pelo PPS (na coligação com o PT) conquistaram cerca de 17 mil votos, somados aos votos que a legenda recebeu.

Em 2004, o PPS obteve 250.792 votos (somados os 244.373 votos nominais com os 6.419 votos de legenda), ou 4,2% dos votos válidos. A chapa tinha 69 candidatos. Elegemos novamente dois, faltando cerca de 12 mil votos para eleger um terceiro vereador da bancada. Um crescimento, portanto, superior a 43% na votação de 2004 sobre a votação de 2000.

Em 2008, a candidatura de Soninha Francine obteve 266.978 votos, mantendo o percentual de 4,2% dos votos válidos. A chapa de vereadores, com 67 candidatos, obteve 216.873 votos, sendo 155.201 votos nominais e 61.672 votos na legenda - uma marca inédita, quase dez vezes superior à última eleição.

Eleições de 2004 e 2008

O lançamento de uma chapa própria de candidatos à Câmara Municipal e de Soninha Francine à Prefeitura de São Paulo se mostrou uma estratégia política e eleitoral vitoriosa. Também foi a prova definitiva de que o PPS pode se firmar individualmente como um partido diferente e uma opção consciente sem que isso represente uma ruptura na sua política de alianças.

Nas eleições municipais de 2004, o PPS integrou a coligação que elegeu o prefeito José Serra e o vice Gilberto Kassab, ao lado do PSDB e do então PFL. Uma curiosidade: o PPS superou naquela eleição, em quantidade de votos, partidos tradicionais como o PFL (do vice-prefeito Kassab), o PDT (que tinha Paulinho, da Força Sindical, como candidato à Prefeitura de SP) e o PCdoB (pela primeira vez teve chapa própria, dissociada do PT).

Desde que o PPS começou a construir a sua chapa de candidatos para as eleições municipais, afirmávamos em nossas análises que a sucessão do presidente Lula, em 2010, seria iniciada já nas eleições de 2008. Não deu outra.

Na cidade de São Paulo, sobretudo com a disputa interna do PSDB entre os grupos de Geraldo Alckmin (que antes mesmo de confirmar que era pré-candidato já disparava como favorito à Prefeitura) e José Serra (que estimulava a reeleição de seu ex-vice e sucessor, Gilberto Kassab), o PPS foi forçado a tomar uma posição clara.

Recapitulando: o PPS aliou-se ao PSDB e ao DEM (então PFL) para eleger Serra prefeito de São Paulo em 2004 (derrotando a petista Marta Suplicy) e governador do Estado em 2006 (sucedendo Alckmin, a quem apoiamos na disputa contra Lula).

Com isso, o PPS passou a integrar os governos municipal (gestão Serra/Kassab) e estadual (participou da coligação que elegeu Serra, mas já pertencia à base de sustentação das administrações de Alckmin e, antes, de Mário Covas).

Portanto, eram plenamente justificáveis todos os seguintes cenários para o PPS (excludentes entre si, mas jamais contraditórios):

1) Apresentar uma candidatura única a prefeito de São Paulo em coligação com PSDB e DEM
2) Compor a chapa do candidato Geraldo Alckmin à Prefeitura;
3) Compor a chapa à reeleição do prefeito Gilberto Kassab;
4) Cada partido aliado (PPS, PSDB e DEM) lançar candidatura própria e retomar a aliança no eventual segundo turno das eleições de 2008.

Este último cenário sempre pareceu o mais provável tanto para a direção municipal quanto para o presidente nacional do PPS, Roberto Freire. No entendimento de todos, uma candidatura própria fortaleceria a legenda, daria mais visibilidade às propostas do partido e favoreceria a chapa de candidatos a vereador.

A filiação da vereadora Soninha Francine, saída do PT e anunciada pré-candidata do PPS à Prefeitura de São Paulo, veio consolidar este posicionamento.

Uma candidatura majoritária própria na Capital não seria o único caminho para isso, principalmente no atual contexto, em que o PPS integra uma aliança que derrotou na cidade de São Paulo uma administração absolutamente equivocada do PT (base de lançamento dos mesmos métodos deploráveis e práticas fisiológicas que foram reproduzidas no governo federal e geraram sucessivos escândalos).

Por outro lado, parecia fundamental ao PPS reiterar à sociedade a nossa identidade e marcas próprias. As eleições municipais de 2008 favoreceram este reposicionamento estratégico da legenda. Uma candidatura como a de Soninha Francine deu maior visibilidade e conteúdo a este arcabouço de intenções.

Dentro desta lógica, foi cogitada a candidatura do próprio Roberto Freire à Câmara Municipal paulistana, para qualificar o debate sucessório, ajudando a conscientizar e mobilizar o eleitorado a partir de São Paulo, principal pólo do embate político, sócio-econômico e ideológico que já está sendo travado nacionalmente.

PPS deve reafirmar a sua identidade

Após o já mencionado ciclo de 10 anos que hoje se encerra, o PPS tem um desafio ainda maior: devemos ser mais inteligíveis ao eleitorado. Temos aí pela frente a sucessão presidencial, a renovação do Congresso Nacional e a eleição para a Assembléia Legislativa, num contexto em que novamente a política e os políticos caem em total descrédito perante a população, em meio a escândalos e uma onda de denúncias de distorções e irregularidades.

Também precisamos consolidar a reestruturação do partido para as eleições municipais de 2012, na qual mais uma vez teremos chapa própria de vereadores e uma candidatura majoritária à Prefeitura de São Paulo.

É importante para o PPS reafirmar-se programática e ideologicamente como um partido democrático de esquerda, composto em grande parte por uma nova geração de políticos éticos e comprometidos com a busca de novos caminhos para o desenvolvimento econômico, político e social do Brasil.

O PPS paulistano já se lançou neste desafio. Ao trabalho, companheiras e companheiros!

Diretório Municipal do PPS de São Paulo
Presidente: Carlos Eduardo Batista Fernandes

quinta-feira, 21 de maio de 2009

PPS, PSDB e DEM: "Juventude por um Ideal"

A Juventude do PPS de São Paulo confirmou Soninha Francine como madrinha do movimento "Juventude por um Ideal", que se propõe a debater e apresentar políticas públicas para os jovens, em visita à Subprefeitura da Lapa nesta semana.

Além de Soninha, já manifestaram apoio ao movimento lideranças como o deputado estadual Bruno Covas, o ex-governador Geraldo Alckmin e o presidente nacional do PPS, Roberto Freire.

O movimento une as juventudes do PPS, PSDB e DEMOCRATAS na consolidação do BDR (Bloco Democrático e Reformista) como uma opção de mudança para o país. Veja aqui mais informações sobre o movimento.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Negócio da China: o terceiro mandato de Lula

Lá da China, Lula manda avisar que "não tem terceiro mandato". Ou seja, desmente a articulação que seus partidários preparam no Congresso: um negócio da China com cheiro de presente de grego.

Mas, enfim, Lula negou o golpe. Assim como tinha negado a mexida na poupança. Ufa! Então vamos confiar.

'Não tem terceiro mandato', diz Lula

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a descartar nesta quarta-feira em Pequim a hipótese de se candidatar a um terceiro mandato presidencial caso sua candidata, a ministra da Casa Civil Dilma Rousseff, não tenha condições de disputar as eleições.

"Eu não discuto essa hipótese. Primeiro porque não tem terceiro mandato. Segundo, porque a Dilma está bem", afirmou Lula após uma visita à agência espacial chinesa.

Presidente Lula na Ásia

Após uma visita à agência espacial chinesa, o presidente Lula negou a hipótese de terceiro mandato caso sua possível candidata, a ministra da Casa Civil Dilma Rousseff, não tenha condições de disputar as eleições

Na segunda-feira, Dilma foi transferida de Brasília a São Paulo, onde foi hospitalizada para a realização de exames após ter sentido dores em consequência da reação ao tratamento de quimioterapia ao qual está se submetendo para o tratamento de um linfoma (câncer do sistema linfático).

Lula disse ter conversado por telefone com o médico pessoal da ministra, o cardiologista Roberto Kalil, e ter recebido a notícia de que ela está bem. "Já tinha passado as dores, era uma reação à quimioterapia", disse o presidente.

A hipótese do terceiro mandato tem sido mencionada informalmente como "plano B" por alguns aliados do governo caso os problemas de saúde impeçam a candidatura de Dilma.

Para que Lula pudesse se candidatar a uma nova reeleição, porém, seria necessária a aprovação de uma emenda à Constituição. O presidente tem negado com frequência a possibilidade de mudança constitucional e o desejo de concorrer novamente.

Questionado se mudaria de posição caso a ministra não puder concorrer, Lula afirmou: "Essa preocupação não vai existir. A Dilma vai fazer a quimioterapia dela e está totalmente curada, ou seja, não tem problema".

Lula esteve em Pequim para uma visita oficial de três dias ao país, de onde seguiu no início da tarde para a Turquia.

João Batista apresenta "travessia" desde 1964

O cineasta João Batista de Andrade, ex-secretário estadual da Cultura no Governo de Geraldo Alckmin e candidato a vice-prefeito de Soninha Francine pelo PPS em 2008, finalizou para a TV Brasil a série "Travessia".

"A série (que se tornará depois um longa-metragem) faz um levantamento de forma nova: de como 1964 entrou em nossas vidas, como nos modificou, como realizamos essa ´travessia´ até a redemocratização", explica João Batista.

"São depoimentos pessoais de gente conhecida e de pessoas que passaram ao largo dos conflitos vividos por nós. Pessoas em lados opostos, histórias de vida. E, para terminar, a perigosa travessia dos que precisaram fugir do país pelas fronteiras, como o próprio Luiz Carlos Prestes (travessia contada pelos então jovens estudantes que o levaram para o Uruguai)."

Serão cinco capítulos, exibidos durante uma semana, na TV Brasil (em data a ser definida). Veja aqui mais informações.

terça-feira, 19 de maio de 2009

SP realiza Conferência de Segurança Pública

Em dois dias – 30 e 31 de maio-, a cidade de São Paulo irá discutir os problemas e propostas na área de Segurança Pública e Urbana, na FMU (Faculdades Metropolitanas Unidas), Campus Liberdade – Auditório da Casa do Direito.

O encontro irá debater questões de segurança pública e definir princípios e diretrizes orientadoras da Política Nacional nesta área e contará com a participação de representantes da sociedade civil, poder público e trabalhadores em segurança pública, visando efetivar a segurança como direito humano fundamental.

De acordo com os organizadores do evento, que é coordenado pela Secretaria Municipal de Segurança Urbana, ao final da Conferência, um documento será elaborado com os anseios da cidade com vistas à segurança como direito fundamental de cada cidadão, definindo as prioridades do município. Serão eleitos também, um representante da sociedade civil e um Guarda Civil Metropolitano para as etapas nacional e estadual da Conferência, respectivamente.

Serão sete eixos temáticos a serem discutidos:

I. Gestão democrática, controle social e externo, integração e federalismo;

II. Financiamento e gestão da política pública de segurança;

III. Valorização profissional e otimização das condições de trabalho;

IV. Repressão qualificada da criminalidade;

V. Prevenção social do crime e das violências e construção da paz;

VI. Diretrizes para o Sistema Penitenciário;

VII. Diretrizes para o sistema de prevenção, atendimentos emergenciais e acidentes.

Encontros regionais

Veja os locais das reuniões que acontecem na cidade de São Paulo, no próximo dia 23 de maio, das 8h às 12h, antecedendo a Conferência Municipal.

Zona Leste

Unicsul - Universidade Cruzeiro do Sul -Campus São Miguel Paulista

Rua Ussiel Cirilo, 225 –Vila Jacui.

Zona Sul

ESPM - Escola Superior de Propaganda e Marketing

Campus Prof. Francisco Gracioso -Vila Mariana

Rua Dr. Álvaro Alvim, 123.

Zona Centro-Oeste

Universidade Presbiteriana Mackenzie - Campus São Paulo

Rua da Consolação, 930.

Zona Norte

Uniban Brasil –UnidadeMaria Cândida

Rua Maria Cândida , 183

domingo, 17 de maio de 2009

Freire, Zaia e Fonseca abrem seminário da UGT

O presidente nacional do PPS, ex-senador e ex-deputado federal Roberto Freire, participou na sexta-feira (15) da abertura do Seminário “Cem Anos de Movimento Sindical Brasileiro — Balanço Histórico e Desafios Futuros”, organizado pela UGT – União Geral dos Trabalhadores, no auditório da Faap, em São Paulo.

O seminário, realizado sexta e sábado, tem como objetivo estimular uma reflexão sobre a trajetória do sindicalismo no século passado, sua história e suas bandeiras.

Em seu discurso, Roberto Freire lembrou que a sociedade vive um momento de “despertar crítico”. “Foi necessária a chegada da crise (econômica) para vermos o início de uma movimentação crítica, pois muitos viviam uma euforia exagerada”, pontuou.

Para o líder do PPS, “esse seminário é realizado no momento em que existe um despertar da crítica, de discutir a realidade e de se posicionar”. O ex-senador afirmou que o debate promovido pela UGT resgata o passado, mas traz o mais importante: “os desafios para o futuro, pois nem o mundo sindical, nem o mundo político e social serão os mesmos depois dessa crise”.

No final, Freire lembrou a grande contribuição que o antigo PCB deu para a luta e o avanço do sindicalismo no Brasil: “Nós representamos como sucessores um ‘velho’ Partido Comunista Brasileiro, que participou ativamente de pelo menos mais de 80 anos do sindicalismo brasileiro”.

Além do presidente nacional do PPS, estiveram presentes no primeiro dia de debates o presidente estadual do PPS/SP, deputado estadual Davi Zaia; o líder do PPS na Câmara Municipal, vereador Claudio Fonseca; a deputada federal pelo PSB, Luiza Erundina, entre outras lideranças políticas e sindicais.

Reflexão

Segundo o presidente da UGT, Ricardo Patah, a decisão de realizar o seminário partiu do anseio dos dirigentes da entidade de contribuírem com o processo de criação de novas perspectivas e caminhos para o movimento sindical no mundo contemporâneo. “Com base no balanço e nos desafios apontados pelo Seminário Nacional, também acreditamos estar dando uma contribuição significativa para ação político-sindical da UGT”, avalia o dirigente.

Patah assinala que o seminário oferece um momento singular, que propiciará aos dirigentes da central uma profunda reflexão sobre o papel que devem assumir no enfrentamento dos desafios da conjuntura política, econômica e social brasileira. (César Hernandes)

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Dimas e Serra abrem Virada Cultural de Araraquara

O deputado federal Dimas Ramalho (PPS), ex-secretário de Serviços da Prefeitura de São Paulo, convida para a abertura da Virada Cultural de Araraquara neste sábado, 16 de maio, às 18h, no Teatro Municipal, com a presença do governador José Serra.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Lula começou a meter a mão na poupança

O que o governo e o PT negaram com tanta veemência e virulência caiu por terra: começaram as mudanças na caderneta de poupança, como havia alertado o PPS em rede de rádio e TV.

Poupadores com saldo acima de R$ 50 mil vão passar a pagar Imposto de Renda em 2010. O anúncio foi feito nesta quarta-feira pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega.

A incidência de imposto só começa a contar a partir do saldo de R$ 50 mil. Se alguém tem R$ 70 mil na poupança (R$ 20 mil a mais que os R$ 50 mil isentos), só os R$ 20 mil acima da faixa de isenção entram na nova regra.

"Hoje, 99% das cadernetas de poupança no Brasil são de aplicações que vão de R$ 100 a R$ 50 mil", disse o ministro em entrevista coletiva.

"As mudanças estão sendo feitas para garantir que a poupança continue sendo o investimento mais importante e seguro para o grosso da população brasileira. Queremos impedir que grandes investidores migrem para a poupança causando uma distorção em um instrumento tradicional da economia brasileira e que a poupança se transforme em um instrumento de especulação financeira", disse Mantega.

Vamos ver até onde vai a cara-de-pau do governo lulista.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

UGT debate os 100 anos de movimento sindical

A UGT (União Geral dos Trabalhadores) realiza um seminário nacional para discutir os "Cem anos de movimento sindical brasileiro: balanço histórico e desafios futuros".

O objetivo, segundo a central sindical, é "contribuir com o processo de criação de novos paradigmas na perspectiva de novos caminhos para o movimento sindical, contemporâneos a este novo mundo".

"É assim um momento singular que propicia aos dirigentes da UGT uma profunda reflexão sobre o papel que devemos assumir na direção da Entidade e do nosso movimento para enfrentar os desafios impostos pela atual conjuntura política, econômica e social brasileira e mundial", afirma Chiquinho Pereira, presidente do Sindicato dos Padeiros e dirigente do PPS e da UGT.

Veja aqui todas as informações.

terça-feira, 12 de maio de 2009

Soninha e o Dia do Orgulho Gay

Conselhos de representantes nas subprefeituras

Organizações sociais estão se mobilizando para comparecer hoje, terça-feira (12/5), à reunião da frente parlamentar que reúne vereadores a favor da implantação dos conselhos de representantes nas 31 subprefeituras de São Paulo. A reunião ocorrerá na Câmara Municipal, às 18 horas, na sala Sérgio Vieira de Melo (1º subsolo da Câmara).

Dois momentos serão muitos importantes no encontro: no primeiro, marcado para 18h, haverá a eleição do representante da sociedade civil na coordenação colegiada da frente parlamentar, como foi decido na primeira reunião da frente, dia 28 de abril.

O segundo momento importante na reunião será marcado pela presença do secretário Municipal de Participação e Parceria, Ricardo Montoro, às 19h. Os vereadores vão conversar com o secretário, na presença dos integrantes de organizações, para chegar a uma proposta com o objetivo de viabilizar a criação dos conselhos de representantes nas subprefeituras.

O vereador Claudio Fonseca, líder da bancada do PPS na Câmara, é vice-presidente da Comissão.

Histórico

A Lei Orgânica do Município de São Paulo prevê a participação da população nas subprefeituras por meio dos Conselhos de Representantes. Os conselhos seriam eleitos pela população local, para fiscalizar e planejar ações em cada região.

Porém, em 2005, o Ministério Publico Estadual ajuizou uma ação de inconstitucionalidade (ADIN) contra a criação dos Conselhos. O argumento é que só o Executivo tem a prerrogativa de criar cargos na administração. No entanto, pela lei, os conselheiros não receberiam vencimentos e, portanto, não onerariam os cofres públicos. Eles teriam função deliberativa no planejamento e fiscalizariam a atuação da Prefeitura.

Atualmente, o processo está no Superior Tribunal de Justiça, em Brasília, e o relator já recebeu o parecer do Ministério Público Federal que mantém a avaliação da inconstitucionalidade.

O Movimento Nossa São Paulo já mobilizou organizações para enviar um documento ao STF a fim de sensibilizar os juízes por uma decisão favorável à implantação dos conselhos. Outra estratégia defendida pelo Movimento é a mobilização para que a Prefeitura envie outro projeto à Câmara Municipal, pois assim não haveria a inconstitucionalidade alegada.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Juventude do PPS de São Paulo lança novo site

"O novo portal é uma ferramenta poderosa para organização e pulverização dos trabalhos e projetos da JPS", explica o presidente estadual da Juventude Popular Socialista (JPS), Eduardo Menucci.

"A internet desempenha hoje uma função de comunicação que nunca foi sonhada, e a presença da JPS na rede com um portal de altíssima qualidade é um dos maiores avanços que realizamos."

Conheça o novo site: www.jps.org.br

Contardo Calligaris: "Lula, Ahmadinejad e Foucault"

Contardo Calligaris

O PRESIDENTE do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, adiou sua visita ao Brasil. Melhor assim. Ele é uma das figuras mais sinistras da praça política mundial: uma encarnação do ódio assassino como solução para o fato de que sempre há outros que vivem, pensam e sentem de uma maneira diferente da nossa.

Há um problema no Oriente Médio? Simples, basta acabar com os judeus e aniquilar o Estado de Israel. Isso lhe lembra algo que já aconteceu? Não se preocupe: o genocídio é uma invenção sionista. Há iranianos que pulam a cerca? Simples, basta massacrar as adúlteras, mesmo que tenham sido estupradas. Há iranianos homossexuais? Eventualmente, "tinha" - já não tem mais. E por aí vai, para todos os dissidentes, externos e internos.

Ultimamente, em Genebra, quando Ahmadinejad falou, os diplomatas ocidentais deixaram a sala. Os brasileiros apenas emitiram uma nota de repúdio. Três razões:
1) O Irã é um bom comprador no Oriente Médio, e dinheiro não tem cheiro. Discordo desse argumento neoliberal: o dinheiro tem cheiro, sim, sobretudo quando vem numa mala de carniças.

2) Ahmadinejad extrapola porque está em campanha e se endereça à sua base eleitoral. Quer dizer que ele se sustenta numa base que pensa como ele? Pior ainda.

3) Campeão da coexistência de diferenças (étnicas, religiosas e infelizmente econômicas), o Brasil pode ser um valioso mediador de conflitos. Ótimo, mas o que significa mediar? Por uma limitação da qual não quero me desfazer, eu não consigo ponderar os problemas do mundo sem pensar nos indivíduos. E, conversando com Ahmadinejad, seria assombrado pela visão de uma mulher tremendo de medo, num porão, incapaz de invocar seu deus porque, segundo lhe ensinaram, ele está inteiramente com um grupo de barbudos que, sentados no quarto de cima, tomam chá e decidem quando ela será apedrejada. É um pensamento que me dá nojo.

Reli os artigos que Michel Foucault escreveu para o "Corriere della Sera", durante duas viagens ao Irã, em 1978, no começo da "Revolução" Iraniana (em "Dits et Ecrits vol. 2, 1976-1983", Gallimard, e, em inglês, "Foucault and the Iranian Revolution", University of Chicago).

Foucault me ensinou a enxergar a mão furtiva do poder, mesmo nas sociedades aparentemente "livres". Como foi que ele escreveu uma apologia entusiasta do que já prometia ser um regime totalitário como poucos na história?

No sábado passado, neste espaço, Antônio Cicero também voltou a esses escritos de Foucault -talvez inspirado pela visita iminente. Cicero argumentou que o relativismo libertário (a ideia de que não temos o direito de julgar regimes de verdade diferentes do nosso) levou Foucault a defender um fundamentalismo que não reconhece nenhuma verdade que não seja a dele. Concordo. O relativismo só faz sentido se ele for uma exceção à sua própria regra: todos os regimes de verdade são respeitáveis, salvo os que não respeitam a verdade dos outros.

Mas o que mais me impressionou, relendo Foucault, foi que, naquelas viagens, ele não ouviu nenhuma voz de dissenso. Só percebeu a perfeita unanimidade de um povo desejoso de se refundar "espiritualmente", além de suas diferenças políticas. Talvez ele tenha saído de Paris já decidido a encontrar, na "Revolução" Iraniana, o protótipo de uma nova esperança coletiva.

Aparentemente, vale também para Foucault: sermos indivíduos é uma tarefa árdua, que suscita a nostalgia permanente de uma coletividade em que poderíamos, enfim, descansar. Algo assim: que venha a "vontade geral" com a qual sonhava Rousseau e nos permita renunciar por um tempo a nossas responsabilidades singulares!

Pois bem, Ahmadinejad nos lembra que a "vontade geral" se constrói sempre sobre os cadáveres dos que não concordam.

Foucault achava que a psicanálise, levando-nos a falar sobre os desejos sexuais, abre a porta para que o poder se insinue em nossa vida privada. Pode ser, mas, para mim, o legado irrenunciável da psicanálise é sobretudo a necessidade de pensar nas pessoas uma por uma, sem ilusões e entusiasmos coletivos, ou seja, sem esquecer aquela mulher que, no porão, ainda está esperando para saber a que horas será apedrejada.

Presidente Lula, caso Ahmadinejad seja reeleito e venha ao Brasil, na hora da foto oficial, peço-lhe, por favor, que o senhor pense nessa mulher e se abstenha de sorrir.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Prosseguem congressos zonais no fim de semana

Neste sábado será concluído o processo dos congressos zonais do PPS paulistano, iniciado na semana retrasada. O Congresso Municipal será realizado no dia 23 de maio, na Câmara Municipal. O Congresso Estadual deve ocorrer em 20 de junho, na cidade de Jaguariúna. O Nacional, de 7 a 9 de agosto, no Rio de Janeiro.

Foram criadas oito coordenações regionais, que vão agrupar todos os 57 diretórios zonais do partido em São Paulo. Lembrando que cada diretório zonal corresponde a uma zona eleitoral. Eram 41 zonas até 2006. Já são 57 e a tendência é aumentar esse número.

Com isso, a idéia das coordenações regionais vai facilitar a organização partidária e a sua atuação integrada nos bairros.

Veja abaixo os respectivos zonais e horários dos encontros regionais deste sábado:

Coordenação Norte - Dia 9/5, às 9h
Santana, Vila Maria, Casa Verde, Tucuruvi, Jaçanã, Vila Sabrina e Lauzane Paulista.
Local: Rua Emb. João Neves da Fontoura, 221 – Santana - Colégio Delta Santana.

Coordenação Oeste - Dia 9/5, às 14h
Lapa, Pinheiros, Pirituba, Freguesia do Ó, Brasilândia, Perus e Jaraguá.
Local: Rua Dona Germaine Burchard, 352 - Água Branca.

Coodenação Leste 1 - Dia 9/5, às 9h
Penha, Tatuapé, São Miguel, Jardim Jacuí, Ermelino Matarazzo, Vila Matilde, Vila Formosa, Sapopemba, Cangaíba e Ponte Rasa.
Local: Rua Confluência da Forquilha, 1.103 - Itaim.

Coordenação Leste 2 - Dia 9/5, às 9h
Itaquera, Itaim Paulista, Guaianases, São Mateus, Jardim Helena, Cidade Tiradentes, Conjunto José Bonifácio, Parque do Carmo e Teotônio Vilela.
Local: Rua Confluência da Forquilha, 1.103 - Itaim.

terça-feira, 5 de maio de 2009

A mão na poupança dos outros é refresco!

O PPS foi o primeiro a alertar para a intenção do governo Lula mexer nos rendimentos da caderneta de poupança. O establishment petista estrilou. Negou peremptoriamente. Acusou o partido de fazer alarmismo e até terrorismo. E o que acontece agora? Toda a imprensa especializada confirma que o governo estuda, de fato, formas de tungar o poupador brasileiro. Ora, ora...

"O governo quer ganhar a batalha da comunicação. Não quer admitir que estávamos numa iminência de intervenção (na poupança), tal como no governo Collor, claro que não com as mesma medida (confisco). Iríamos, de novo, ser pegos de surpresa", disse Roberto Freire, presidente nacional do PPS, frisando que o partido cumpriu seu papel de alertar, em suas inserções publicitárias e no programa da legenda em rede nacional de rádio e TV, que o governo Lula vai mexer na poupança.

As peças do partido provocaram intensa reação do governo e do PT, que acusaram o PPS de irresponsável. Para Freire, isso mostra claramente que a mudança na poupança vai ocorrer e em prejuízo da população. Agora, alerta, o governo tenta arrumar uma estratégia para se explicar à sociedade.

"Não tenho dúvida de que vão diminuir a remuneração da poupança. Engraçado que quando os bancos e os especuladores tinham altos lucros ninguém falava em aumentar o rendimento da caderneta", critica Freire, rebatendo o principal argumento do governo de que é preciso evitar que os aplicadores de fundos de investimento, que viram o rendimento cair com a crise e com a queda dos juros, migrarão em massa para a poupança, provocando um desequilíbrio econômico.

Reveja abaixo o programa partidário do PPS:

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Virada Cultural é sucesso em São Paulo

Falam em 4 milhões de pessoas no centro da cidade, em 24 horas, participando das centenas de atividades da Virada Cultural. Mas pouco importam os números. O sucesso da empreitada é qualitativo, não quantitativo.

É a valorização do artista popular e o incentivo ao acesso do cidadão às mais variadas manifestações de arte e cultura que dão o tom deste evento que reúne todas as classes, todas as cores, todas as tribos.

A receita gerada, segundo a assessoria de imprensa da Prefeitura, chega a cifra dos R$ 100 milhões. "Se você reparar o que tem de bares, restaurantes, até de bancas de jornal e farmácias abertas e cheias de gente, verá o quanto movimenta a economia um evento desses", declarou Caio Luiz de Carvalho, presidente da SPTuris em comunicado.

Neste ano, a Virada teve uma redução de R$ 1,5 milhões em investimentos. Foram R$ 4,5 milhões contra os R$ 6 milhões em 2008. Os organizadores já pensam no evento de 2010 e planejam modificar a forma como os palcos foram dispostos, fazendo com que cada atração se distancie um pouco mais da outra.

Apesar da multidão reunida em vários pontos da região central, não foi registrado qualquer conflito ou ocorrência grave. O efetivo da polícia militar patrulhando os locais onde a Virada acontecia chegou a 2.500 homens.

Enfim, mas já dissemos que não são os números que interessam nessa história. A Virada Cultural já foi adotada pela cidade e é evento obrigatório no calendário de eventos dos próximos anos. Mais uma bola dentro dessa administração municipal, que merece ser elogiada.