sexta-feira, 11 de julho de 2008

Corrida eleitoral maluca: pior que desenho animado

A corrida eleitoral começa a ganhar espaço no dia-a-dia dos internautas: blogs, sites de relacionamento, comunicadores instantâneos... e o anunciado primeiro debate da história da Internet no Brasil, que o iG vai realizar na quinta-feira.

O blog Mondo Zoado levou ao pé da letra esta "corrida" eleitoral e compara os principais candidatos aos corredores de um velho desenho animado, a "Corrida Maluca".

Marta Suplicy é comparada à corredora Penélope. "De charmosa, não vejo nada, mas ela e a Penélope têm um ar de dondoca inegável", afirma o blog, entre outros comentários, digamos, mais saidinhos.

Geraldo Alckmin vem no carro do vilão Dick Vigarista. "Pensaram que seria o Maluf, não? Pois é, acontece que colocar as suas vontades à frente dos outros membros da equipe visando apenas o próprio bem é a principal característica do vilão", afirma.

"E nessas eleições Geraldo mostrou essa característica mais que qualquer outra. O Serra fica bem como Mutley, pois nunca sabemos de fato se ele está a favor ou contra o Dick Vigarista, afinal ele dava aquele risinho sacana toda vez que o Dick quebrava a cara, embora se mostrasse um aparente ferrenho correligionário."

No carro-tanque do exército vem o prefeito Gilberto Kassab e seu secretário Andrea Matarazzo. "Os dois impondo ordem à maneira militar, com um poder de fogo que só a máquina pode prover. Não os mais populistas, talvez por isso, não os mais conhecidos, mas com um senso do dever de dar inveja ao Rambo."

Paulo Maluf pilota o Chugabum, o carro da Quadrilha de Morte. "O estilo de vida do Maluf tem tudo a ver com a de um gangster em vários aspectos; ele não se acha mau, embora a maioria esteja convencida do contrário."

"Logo atrás da Quadrilha de Morte temos o carro cheio de truques do Professor Aéreo, pilotado por Soninha Francine. O professor aparecia pouco, mas quando dava o ar da graça, sempre vinha com algo novo, que ninguém jamais havia visto. Queria ganhar a corrida por mérito próprio, sem criar problemas para os outros corredores. Transformava o carro num pula-pula ou simplesmente voava por cima de todos", relata o blog Mondo Zoado.

É, essa eleição tem tudo para ser beeeeeem animada...

Novo Blog da Campanha da Soninha está no ar!

Está no ar, como apêndice do Blog do PPS/SP, o Blog da Campanha da Soninha, com informações atualizadas e o perfil da candidata à Prefeitura e do vice João Batista de Andrade.

Além da biografia dos candidatos do PPS, há um espaço de perguntas e respostas de Soninha sobre os mais variados temas: visão política; por que ser candidata; a saída do PT; a administração municipal; mobilidade urbana, trânsito e transporte; passado, presente e futuro; e assuntos polêmicos (maconha, aborto, gays, fidelidade partidária, mulheres na política).

Há ainda um link para vídeos com Soninha Francine, arquivo de entrevistas, fotos, jingle e material de campanha. Também está disponível a agenda diária da candidata para consulta e acompanhamento da campanha.

Confira a agenda de Soninha para sexta e sábado

Acompanhe as atividades de campanha da candidata do PPS à Prefeitura de São Paulo, Soninha Francine, para esta sexta-feira, dia 11, e sábado, 12 de julho:

SEXTA-FEIRA, 11 DE JULHO

13h - Concede entrevista para um site da Internet sobre a campanha e as suas principais propostas para a cidade de São Paulo.

14h30 - Reunião fechada com o Grupo de Trabalho responsável pela elaboração do Plano de Governo, com apresentação dos principais tópicos e metas pelos coordenadores de cada tema (Hotel Pergamon, rua Frei Caneca, 80 - Consolação).

19h - Participa de reunião com lideranças comunitárias na União Social Jardim Santana (Av. Padre Gregório Mafra, 918 - Itaquera).

SÁBADO, 12 DE JULHO

9h30 - Participa de reunião com moradores da região da Pedreira, na zona sul da cidade, ao lado do candidato a vereador Dr. Luiz Mamede (PPS), professor da Unisa (Universidade de Santo Amaro), odontologista, médico sanitarista e especialista em saúde pública (Rua Córrego Azul , 44 - Pedreira - Santo Amaro).

13h às 18h - Reunião com a Coordenação da Campanha para conclusão das linhas gerais do Plano de Governo e preparação das pastas temáticas que servirão de referência para a candidata nos debates e para as reuniões que o PPS promoverá na área das 31 subprefeituras paulistanas, para apresentação, discussão e aprofundamento das propostas reunidas pelos coordenadores de cada tema (Sede do PPS - Rua Dona Germaine Burchard, 352 - Barra Funda).

20h30 - Participa de Sarau no Rock Bar Capão, um espaço cultural alternativo onde se apresentam artistas locais desta região da zona sul (Av. Visconde do Rio Grande, 276 - Capão Redondo).

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Falou em Internet, falou em Soninha

Assim como já havia ocorrido nesta semana na Gazeta Mercantil (leia), agora é o Jornal da Tarde que, ao falar da ação de todos os candidatos na Internet, ilustra a reportagem com uma foto da candidata do PPS à Prefeitura de São Paulo, Soninha Francine.

Isso não é coincidência. A vereadora Soninha Francine é, de fato, a expressão de como utilizar da melhor forma os recursos da rede. Tem o site oficial do mandato (que está sendo todo reformulado), tem o blog de política (que abriga uma espécie de diário da campanha), tem o blog da Folha Online (interrompido durante as eleições), tem perfis e comunidades no Orkut, tem vídeos no Youtube, tem podcast (arquivos em áudio)...

Tudo isso fora os portais do PPS, este blog e a participação espontânea dos internautas que a colocam em destaque nos mais variados espaços virtuais. Além do site da campanha, propriamente dita, que entrará no ar no início da semana.

PPS inova e aposta na eleição de "vereador virtual"

Se não bastassem todas essas ações de Soninha Francine na Internet, o PPS anuncia mais uma novidade para estas eleições: pretende eleger um "vereador virtual".

O diferencial começa desde a campanha - terá custo zero, apenas com apoiadores voluntários e nenhuma utilização de material que suja a cidade (panfletos, faixas, pintura de muros, carros de som). Mas a grande revolução virá mesmo após a eleição: a atuação do vereador ou da vereadora virtual será toda pautada por consulta direta à população, em tempo real, através da Internet ou de outros recursos tecnológicos. É a essência da democracia participativa.

A ação do vereador ou da vereadora virtual eleitos pelo PPS será dirigida pelo eleitor paulistano, que será chamado a opinar diariamente sobre os vários temas em debate na Câmara Municipal, nas sessões, votações e comissões internas, na apresentação de projetos e na definição de prioridades para a cidade. A maioria ditará democraticamente a postura deste mandato popular e interativo.

"A proposta, apesar de causar um estranhamento inicial, é simples: o mandato não será individual, mas coletivo", afirma o secretário de Comunicação do PPS, Maurício Huertas. "Essencialmente, é um novo conceito de fazer política. É o aprofundamento e o aperfeiçoamento da democracia participativa na capital paulista. Seremos nós, cidadãos, atuando coletivamente com poder real de decisão - e aí está o paradoxo do termo virtual."

Leia a seguir uma série de questões explicativas sobre esta proposta inovadora do PPS. Mais informações podem ser solicitadas pelo e-mail vereadorvirtual@pps-sampa.org.br e serão postadas diariamente no Blog do Vereador Virtual. Participe!

O que é um "vereador virtual"?

Essencialmente, é um novo conceito de fazer política. É o aprofundamento e o aperfeiçoamento da democracia participativa na capital paulista. Seremos nós, cidadãos, atuando coletivamente com poder real de decisão - e aí está o paradoxo do termo "virtual". Não vamos eleger um homem ou uma mulher para atuar individualmente, mas possibilitar que cada cidadão paulistano tenha efetivamente vez e voz na Câmara Municipal, dando transparência ao que hoje é uma caixa-preta blindada, inacessível e ininteligível à maioria da população.

Que novo conceito de fazer política é este que o PPS propõe?

Queremos a participação popular de fato e de direito. Porque estaremos todos e cada um de nós investidos do poder para o qual até hoje apenas escolhíamos um representante que atuava ao bel prazer, de acordo com as suas conveniências, escapando muitas vezes da fiscalização da sociedade e desviando dos compromissos da campanha, sem que o eleitor tivesse qualquer instrumento de cobrança ou correção de rumo, a não ser de quatro em quatro anos, na próxima eleição. A partir de agora a transparência será total e a fiscalização constante, sem trégua, em tempo real.

O que o PPS pretende com esta idéia do "vereador virtual"?

O que o PPS propõe é resgatar a essência da democracia e da cidadania: o eleitor vai poder desempenhar o seu papel político no dia-a-dia, sem intermediários, decidindo diretamente o que é melhor para si mesmo e para a coletividade.

Porque absolutamente nenhuma ação do mandato será tomada sem que haja uma consulta popular. Da vontade da maioria do eleitorado paulistano, chamado a opinar sobre cada tema que se coloca na Câmara, resultará a atuação do vereador ou da vereadora virtual.

Como vai ser essa participação direta do eleitor no mandato?

O público acompanhará em tempo real a atuação do vereador ou vereadora virtual, com transmissão ao vivo pela Internet de todas as atividades de plenário, comissões, votações etc. Em contrapartida, cada eleitor irá interferir diretamente no exercício do mandato, que deixará de ser individual, pessoal, personalista, e se tornará verdadeiramente popular, coletivo e interativo.

Por que a proposta de acompanhamento pela Internet?

Hoje em dia o mundo todo está online, funcionando em rede, e a política também tem que se adequar a esta ação participativa num ambiente colaborativo. O cidadão está mais alerta, mais exigente. Não dá para permanecer nesses moldes arcaicos da política representativa, em que o eleitor manifesta a sua vontade de quatro em quatro anos e, neste intervalo, não tem qualquer interferência sobre a atuação do político que ajudou a eleger. Com o uso da internet ou de outros recursos tecnológicos, o eleitorado paulistano - com acesso liberado pelo número do título de eleitor - manifestará constantemente o seu posicionamento sobre cada passo que será dado pelo vereador ou pela vereadora virtual.

O PPS é hoje representado na Câmara paulistana pela vereadora Soninha Francine. Com essa proposta, a população pode esperar uma "Soninha virtual" para o próximo mandato?

A idéia do vereador ou da vereadora virtual acaba sendo um modo de preservar a postura e a atitude imprescindível que a vereadora Soninha Francine tem hoje na Câmara Municipal. Não é por acaso que ela seja considerada uma das melhores e mais atuantes vereadoras paulistanas e tenha tamanha credibilidade.

Sendo candidata à Prefeitura de São Paulo, Soninha encerra o seu mandato em dezembro deste ano, mas a cidade perderia sem uma presença como a dela no parlamento. Com esta decisão do PPS, Soninha permanecerá virtualmente vereadora e vamos potencializar as qualidades do seu mandato, como a transparência absoluta e a prestação de contas diária da sua atuação, abrindo a caixa-preta que é o Legislativo paulistano, movido a conchavos e acertos de bastidores, e jogando um foco de luz nesta escuridão.

Esta proposta de "vereador virtual" é legalmente possível?

Sim, porque vamos atender todas as exigências da legislação eleitoral com o máximo rigor. Teremos o registro normal dos candidatos, inclusive do vereador e da vereadora virtual. A novidade estará no exercício do mandato, que não será uma atuação personalista, individualizada, como é hoje. Teremos um mandato popular, coletivo e participativo. Radicalizamos o entendimento do STF e do TSE, que determinou que os mandatos eletivos pertencem ao partido político, e não aos candidatos. Só que ampliamos este conceito: o mandato pertencerá não só ao partido, mas à sociedade como um todo. Cada um de nós ocupará conjuntamente uma cadeira na Câmara. Obviamente que é uma proposta diferenciada desde a campanha, mas absolutamente legal.

Por que será uma campanha diferenciada?

Porque faremos uma campanha com custo zero e limpa. Limpa em todos os sentidos: não usaremos papel, não vamos poluir a cidade com os tradicionais santinhos, panfletos, faixas, muros pintados, carros de som. É uma decisão do PPS para todos os seus candidatos fazer uma campanha dentro dos limites da Lei "Cidade Limpa". Mas que será ainda mais rigorosa e inovadora para o vereador e vereadora virtual.

Teremos custo zero. Não vamos arrecadar dinheiro. Será uma campanha toda feita de forma espontânea, com apoiadores voluntários, usando os recursos gratuitos da rede para a conquista e multiplicação dos votos: e-mails, sites pessoais, blogs, vídeos, comunicadores instantâneos. Tudo da forma que a lei permite, com a livre expressão e manifestação do próprio eleitorado.

O vereador e a vereadora virtual não terão um comitê fixo, não terão uma campanha eleitoral organizada nos moldes ortodoxos. Lançamos a proposta, e o sucesso ou o fracasso da idéia dependerá exclusivamente da aceitação do eleitorado, que será o responsável direto e solidário em todos os momentos, desde a campanha até o eventual exercício do mandato. Por isso é um conceito novo de fazer política.

Vocês não temem que a idéia do "vereador virtual" seja ridicularizada ou mal compreendida?

Toda proposta inovadora causa um certo estranhamento, isso é natural. Mas ridicularizado será quem não compreender a idéia. Não estamos reinventando a roda. A proposta é simplesmente resgatar a essência da democracia participativa e garantir um mandato ético e transparente, sob o olhar fiscalizador do cidadão paulistano. Tirar o poder das mãos desses políticos que envergonham a cidade e devolvê-lo à sociedade, à coletividade.

Não foi por acaso que a Câmara Municipal chegou ao atual patamar: ser considerada a instituição menos confiável pela população. Vamos mudar isso de que forma? Abrindo esta Casa para a população, arejando o ambiente, varrendo a sujeira, atuando com mãos limpas. Mas não acreditamos em um Super Homem ou uma Mulher Maravilha que, individualmente, resolverão o problema. Por isso precisamos da participação de todos nessa tarefa. Essa é a proposta: um vereador ou vereadora virtual - porque na prática todos nós seremos os vereadores - como instrumento para a participação direta da sociedade na decisão dos nossos destinos e das prioridades da cidade.

Por que são sempre mencionados um vereador e uma vereadora virtual? Quem são eles?

Porque a idéia é ter um recorte fiel da sociedade, e para tanto oferecemos um candidato e uma candidata para que toda a população se sinta representada nesta proposta do vereador ou da vereadora virtual. Na realidade, o vereador virtual não tem gênero masculino ou feminino. Seremos todos nós dentro da Câmara Municipal, com todas as nossas igualdades e diversidades.

O que propomos é justamente despersonalizar este vereador ou vereadora, tanto faz se é homem ou mulher, esquecer da sua individualidade. Vamos eleger alguém para agir coletivamente, de acordo com a vontade da maioria.

Por outro lado, a legislação eleitoral exige o registro nominal dos candidatos. O conceito de vereador ou vereadora virtual tem de ser personificado em alguém, fisicamente. Para tanto, precedendo a aplicação deste novo conceito de fazer política, o PPS teria de escolher pessoas com credibilidade, respeitabilidade e comprometidas com essa idéia de fazer uma campanha limpa e, posteriormente, desempenhar um mandato aberto, transparente, popular e coletivo.

Escolhemos então um candidato e uma candidata - dentro de uma chapa própria com 83 homens e mulheres que concorrem à Câmara pelo PPS - para encampar este conceito de vereador e vereadora virtual: o ex-secretário municipal de Esportes Heraldo Corrêa Ayrosa Galvão e a advogada Rosana Chiavassa, especialista em Direito do Consumidor e a primeira mulher candidata à presidência da OAB/SP.

Veja mais informações sobre Heraldo Corrêa e Rosana Chiavassa.

Recompensa pelo apoio??? Como é isso???

O jornal O Estado de S. Paulo revela hoje que o Governo Lula já estuda "compensar o PSB pelo apoio dado a Marta Suplicy em São Paulo". Espera aí. Não entendi. Como é isso?

"O Planalto estuda duas alternativas para pagar a fatura política do apoio do PSB paulista à candidatura de Marta Suplicy (PT) à Prefeitura de São Paulo. A primeira idéia é a fusão das secretarias da Pesca e dos Portos, transformando-as em um único ministério nas mãos do PSB. Outra opção é manter o PSB com a Secretaria dos Portos, hoje comandada por Pedro Brito, e dar ao partido do deputado Ciro Gomes (CE) e do governador Eduardo Campos (PE) - ambos presidenciáveis - também a Secretaria da Pesca."

Ahhhhhhh!!!! Agora entendi: é a velha política do "toma-lá, dá-cá" - que em determinado momento foi justificada com "é dando que se recebe", máxima franciscana tomada de assalto e aproporiada indevidamente pelos politiqueiros caras-de-pau.

Erundina com Marta, Zulaiê com Kassab: e cadê a coerência?

Triste destino da deputada Luiza Erundina, voltar aos braços do PT porque foi traída no PSB, ver a sua atual legenda "premiada" (ou "recompensada") por isso e ainda pregar o retorno de Marta à Prefeitura de São Paulo para fazer um governo de esquerda. Esquerda? Que esquerda?

Erundina foi defenestrada do PT - mais ou menos como o PSB tenta fazer agora, talvez de modo mais sutil. Erundina foi candidata à Prefeitura em 2000 (adversária de Marta na eleição vencida pela petista) e em 2004 (também contrária à reeleição de Marta).

Erundina se aproximou do PPS. Trouxe para o partido parte do seu grupo, enquanto ainda mantinha a pré-candidatura pelo PSB. Tentou, em uma manobra isolada, ser a vice de Marta. Foi desautorizada pelo próprio PSB. Tinha todo o respaldo e confiança do PPS. Aliás, ainda tem. Seria uma honra tê-la por aqui. Mas o que Erundina fez? Foi apoiar Marta, adversária de toda esta década e com quem já trocou pesadas críticas e acusações.

Outro caso semelhante é o da ex-deputada tucana Zulaiê Cobra Ribeiro. Saiu do PSDB reclamando que era um absurdo o partido não ter candidatura própria, já que o governador José Serra acenava com um possível apoio ao prefeito Gilberto Kassab (DEM). Procurou o PPS. Não se filiou porque o PPS participa da base de sustentação de Kassab. Reclamou. Chiou. Acusou.

Zulaiê foi para o nanico PHS porque seria candidata em qualquer hipótese, contra Kassab e contra Geraldo Alckmin. Não acreditou que o PPS teria candidatura própria. O PPS tem. Ela, Zulaiê, ficou sem legenda no PHS e já aderiu a quem? Ao prefeito Kassab.

Bom, cada um sabe as razões para tomar esta ou aquela posição em determinada altura da vida. Mas que é estranho, isso é. O eleitor fica se perguntando se político é mesmo tudo igual?

Feliz Dia da Pizza, Brasil!

No dia em que o STF decide pela liberação dos figurões presos na "Operação Satiagraha" (quem é o marketeiro que inventa esses nomes, hein?), da Polícia Federal, fica o registro que 10 de julho é o Dia da Pizza.

É sério. Não é piada.

Veja como tudo começou...

Uma grande polêmica gira em torno da invenção da pizza. Diferente do que muitas pessoas pensam, ela não foi inventada na Itália. Existem registros que mostram que muito antes dos italianos, os egípcios já faziam uma massa que consistia em uma mistura de farinha com água. Babilônios, hebreus e gregos também faziam um pão chato.

Apesar do pioneirismo dos povos antigos, os napolitanos foram os primeiros a acrescentar temperos, como o manjericão, a um disco de massa assado. Durante o período colonial, o tomate foi introduzido na culinária européia e logo passou a fazer parte das pizzas, que começaram a se assemelhar com as que conhecemos hoje. Mas, na verdade, a pizza era um alimento destinado às pessoas humildes do sul da Itália e era servida também com ingredientes baratos, como toucinho, peixe frito e queijo.

Durante a imigração italiana, os italianos difundiram a pizza por todo o mundo. A pizza chegou ao Brasil no início do século XX e a criatividade dos brasileiros contribui para que novos sabores surgissem. Atualmente, existem cerca de 6 mil pizzarias em São Paulo. Essas são as responsáveis pelo preparo de aproximadamente 43 milhões de discos por mês.

Devido ao grande amor que os paulistanos têm pelas pizzas, em 1985, Caio Luís de Carvalho - então Secretário de Turismo, e hoje presidente da SPTuris, o bom e velho Anhembi – promoveu um concurso para decidir qual seria a melhor pizza da cidade. O concurso aconteceu no dia 10 de julho e, desde então, a data foi marcada com o Dia da Pizza. (site ObaOba)

Confira a agenda de Soninha na quinta, 10 de julho

Nesta quinta-feira, 10 de julho, a candidata do PPS à Prefeitura de São Paulo, Soninha Francine, segue concluindo as linhas gerais do Programa de Governo para a cidade de São Paulo - em uma iniciativa exclusiva e pioneira entre todos os candidatos, pois o PPS é o único que mantém a formulação do seu programa aberta à participação de qualquer cidadão pela Internet, no site Projeto SP.

À tarde, Soninha faz uma pausa na formulação das propostas para conceder entrevistas e se reune na produtora de TV para definir a estratégia da propaganda eleitoral do PPS.

13h - Grava duas entrevistas para o telejornal SPTV, da Rede Globo, com as suas principais propostas para dois temas relacionados: "Trânsito" e "Transporte".

14h - Participa de reunião na produtora de TV para começar a definir o formato e o conteúdo da propaganda do PPS no horário eleitoral gratuito de rádio e TV, que terá início no dia 19 de agosto.

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Soninha pretende acabar com "toma-lá-dá-cá"

DEH OLIVEIRA
Folha Online


A candidata do PPS à Prefeitura de São Paulo, vereadora Soninha Francine, afirma que, se for eleita, pretende administrar a cidade sem a chamada política do "toma-lá-dá-cá".

Segundo ela, o loteamento de cargos públicos para conseguir apoio político - que se tornou prática cada vez mais "escancarada" em todas as esferas de poder - é um dos principais problemas que afetam a eficiência da administração pública.

"A política não pode estragar a administração pública. Mas isso que a gente chama de política, na verdade é politicagem, não pode interferir na administração pública", afirmou a candidata.

"Você tem de estar tão disposto a mudar isso quanto a mudar a violência, o congestionamento, a poluição", disse, durante entrevista na manhã desta quarta-feira à rádio Band News.

Além da relação da base aliada com o Poder Executivo, Soninha criticou também a intransigência da oposição na discussão de projetos na Câmara Municipal apenas para marcar um posicionamento político, sem levar em conta a necessidade da proposta para a cidade.

Segundo a candidata, esse tipo de postura a levou a se indispor na Câmara com a bancada do PT, partido pelo qual se elegeu vereadora em 2004. Na entrevista, ela afirmou que mesmo quando a análise dos petistas era favorável a alguns projetos, a bancada votava contra ou tentava retardar a votação por "estratégia política", devido à disputa com o Poder Executivo. No ano passado, a vereadora deixou o PT e se filiou ao PPS.

Em quinto lugar na preferência do eleitorado, com 1% das intenções de voto, segundo a última pesquisa Datafolha, em vez do enfrentamento, a candidata adota a tática de evitar críticas aos candidatos ou administrações passadas.

"Parece que cada candidato tem de detonar tudo que já foi feito antes para se apresentar como o detentor de todas as grandes idéias e boas soluções, e simplesmente não é verdade". afirmou Soninha.

A vereadora disse acreditar que o melhor é aproveitar o conhecimento acumulado e as boas experiências que já foram feitas.

Trânsito

Durante a entrevista à rádio, a candidata também respondeu a questões referentes ao trânsito na capital, um dos temas mais presentes na atual campanha. Na avaliação de Soninha, o problema envolve uma série de medidas combinadas com melhoria do sistema de transporte público.

Para a vereadora, a descentralização de serviços e ampliação de atividade econômica em áreas afastadas do centro ajudariam a minimizar o problema. "Isso se faz concedendo benefícios localizados, descontos em ISS, IPTU, para quem for desenvolver determinada atividade em determinada região da cidade, identificando, claro, as características, a vocação da região", afirmou.

Questionada se apóia medidas restritivas, como o pedágio urbano, a candidata respondeu que é favorável, mas que é preciso dar condições para integrar melhor o automóvel ao transporte coletivo. "Todas as estações de Metrô ou de trem fora do centro deveriam ter garagens subterrâneas ou edifícios-garagem", explicou.

Segundo Soninha, não basta retirar os automóveis de uma região de trânsito intenso, como o centro, sob risco de provocar congestionamento em outras áreas. "Você tem de preparar a cidade para que os carros possam ficar fora", disse.

Para a candidata, antes de viabilizar qualquer empreendimento, empresarial ou residencial, a prefeitura precisa avaliar o impacto e a capacidade da região de absorver o tráfego na área.

Soninha na Band: rádios AM, FM e programa CQC

A candidata do PPS à Prefeitura de São Paulo, vereadora Soninha Francine, passou parte desta quarta-feira, feriado de 9 de julho, na sede da Rede Bandeirantes, no bairro do Morumbi.

Das 10h às 11h, Soninha participou ao vivo do programa Band News SP (96,9 FM), ancorado pelos jornalistas Eduardo Barão e Luis Megali.

A candidata do PPS falou sobre a experiência de ser vereadora, a sua escolha de se candidatar à Prefeitura e os seus projetos aprovados na Câmara Municipal.

Ela também respondeu algumas perguntas de convidados e colunistas do programa, como o jornalista Boris Casoy, que quis saber como Soninha poria fim ao "toma-lá, dá-cá" entre o Executivo e o Legislativo.

À colunista do quadro Nossa Cidade, Raquel Rolnik, Soninha falou sobre a polêmica proposta do pedágio urbano. Ela diz ser a favor do aprofundamento dos estudos sobre o tema. Soninha também comentou a restrição na circulação de caminhões na capital, a instalação de novas linhas especiais de ônibus depois da implantação da chamada "Lei Seca" e a continuidade da "Lei da Cidade Limpa", entre outros assuntos.

Após participar do programa ao vivo na Band News FM, Soninha gravou entrevista para a Band AM, com as suas propostas de solução para o "Trânsito" na cidade de São Paulo.

Encerrando a visita à Bandeirantes, Soninha gravou a sua participação em quadro especial do programa CQC (Custe o que Custar), que reúne jornalismo e humor de forma inteligente e irreverente. Todos os candidatos a prefeito participarão do mesmo quadro, que deverá ser apresentado na próxima segunda-feira.

Antes da gravação, o repórter Danilo Gentili fez questão de agradecer, em nome da direção do CQC, o apoio de Soninha à liberação da entrada da equipe no Congresso Nacional, em Brasília. A vereadora paulistana foi uma das personalidades que se manifestaram contra a censura imposta pelo presidente da Câmara, deputado Arlindo Chinaglia (PT).

Diário de S. Paulo: Mais diferentes, impossível!

Veja a agenda de Soninha nesta quarta, 9 de julho

Neste feriado paulista de 9 de julho, a candidata do PPS à Prefeitura de São Paulo, Soninha Francine, terá os seguintes compromissos de campanha:

10h às 11h - Participa ao vivo do programa Band News SP (96,9 FM), ancorado pelos jornalistas Eduardo Barão e Luis Megali.

11h10 - Grava sonora para a Rádio Bandeirantes com as suas propostas de solução para o "Trânsito" na cidade de São Paulo.

11h30 - Grava entrevista para o programa CQC (Custe o que Custar), da Rede Bandeirantes, na sede da emissora (Rua Radiantes, 13 - Morumbi).

No período da tarde, Soninha prossegue reunida para elaboração do Programa de Governo para a cidade de São Paulo - em uma iniciativa exclusiva e pioneira entre todos os candidatos, pois o PPS é o único que mantém a formulação do seu programa aberta à participação de qualquer cidadão pela Internet, no site Projeto SP.

Soninha faz sessão de fotos para a campanha

A candidata do PPS à Prefeitura de São Paulo, Soninha Francine, começou esta semana fazendo uma sessão de fotos para a campanha e escolhendo a arte para utilizar no material gráfico e no site reformulado, que em breve estará no ar.

Além disso, está finalizando as linhas gerais do Programa de Governo que o PPS está elaborando para a cidade - com a participação direta dos cidadãos paulistanos no site do Projeto SP.

Na foto acima, Soninha e o fotógrafo Marco Aurélio de Toledo (visite o site) escolhem as melhores imagens para a campanha. Um exemplo é a foto que aparece na postagem acima, da agenda de quarta-feira. Clique na foto para ampliar.

terça-feira, 8 de julho de 2008

Adepta da bicicleta, Soninha quer ciclovias em SP

Folha Online

Em desafio proposto pelo jornal Folha de S. Paulo, a candidata do PPS à prefeitura da maior capital da América Latina, vereadora Soninha Francine, foi às ruas para enfrentar o trânsito da cidade. Defensora de transportes alternativos, optou pelo transporte público. No trajeto, defendeu maior uso de bicicletas. Confira abaixo matéria.

Três quadras a pé, 2 km de ônibus e cinco estações de metrô em 26 minutos. Este foi o tempo que a vereadora e candidata à prefeita Soninha Francine (PPS) levou de sua casa, em Perdizes, até a Praça da Sé. "Demoro muito mais de carro", diz ela, que nunca vai para a Câmara em quatro rodas.

Ela intercala o transporte público com a moto e a bicicleta. A bicicleta é sagrada um dia por semana, porque funciona como exercício. Já o ônibus e o metrô ficam para os dias em que a leitura está atrasada.

O trajeto serve de comentário para os problemas que enfrenta como cidadã. Desde o mau estado das calçadas irregulares, até as filas para carregar o Bilhete Único na estação de metrô. "Fui eu quem encaminhou o pedido para permitir que as pessoas levassem a bicicleta no metrô", orgulha-se.

Também elogia os concorrentes, como as faixas exclusivas para motocicletas. "A 23 de Maio vai ter que ter um", diz.

No caminho, Soninha fala dos projetos para o trânsito, em especial para estimular quem quer se movimentar pela cidade de bicicleta: novas ciclovias, ciclofaixas e melhoria das condições das calçadas.

TRE promove palestras sobre prestação de contas

A 1ª Zona do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo realizará, nos dias 17 e 18 de julho, palestras aos candidatos a vereador sobre o procedimento na prestação de contas das campanhas eleitorais. As vagas são limitadas.

As palestras serão realizadas na Faculdade de Direito da USP, no Largo São Francisco, 95. Veja abaixo os horários:

Dia 17/7 (quinta-feira) - das 14h às 17h30.

Dia 18/7 (sexta-feira) - das 14h às 17h30.

Informações pelo telefone (11) 3101-9023.

Portal do iG convida internautas a "debate inédito"

A disputa pelo "último debate" na TV, travada entre a Globo e a Record (leia), chegou à Internet e envolve os portais iG e Estadão pela primazia de realizar o "primeiro debate aberto" da rede.

O iG convidou os candidatos desde junho. O Estadão resolveu passar na frente e anunciou nesta segunda-feira a intenção de promover o primeiro debate em uma semana. Representantes de Geraldo Alckmin e Marta Suplicy já manifestaram o entendimento de que é "muito cedo" para debater, mas ainda não responderam oficialmente aos convites.

Para a assessoria de Gilberto Kassab, a preocupação é outra: o horário dos debates. Das 11 às 13h, como propõe o Estadão, e das 15h às 17h, como quer o iG, é horário de expediente do prefeito. O argumento é: ele poderia largar o "trabalho" para debater como candidato?

Participação dos internautas

Sem se preocupar com a polêmica, o iG segue anunciando "no próximo dia 17 de julho, às 15h, o primeiro debate, aberto e ao vivo, da história da internet do Brasil."

Segundo o portal, o link com as imagens ao vivo do evento estará disponível para reprodução por qualquer site ou blog, livre e gratuitamente. Qualquer internauta pode também gravar perguntas aos candidatos e enviar para www.ig.com.br/videopergunta.

O júri formado por Mariana Castro, gerente de jornalismo do iG, Camila Nascimento, Gabriela Dobner, Leandro Beguoci e Nara Alves, todos jornalistas do iG, vai escolher até dez perguntas entre as 20 mais bem-avaliadas pelos próprios internautas. O mediador do debate será o jornalista Flávio Gomes.

"Com a liberação do sinal do debate, o iG pretende disseminar a informação sobre o processo eleitoral na maior cidade do Brasil e contribuir com a ampliação da participação política da população", afirmam. "Nos EUA, no ano passado, parceria entre o site de vídeos Youtube e o canal de TV CNN possibilitou a promoção de debate entre os pré-candidatos à presidência tanto do Partido Democrata quanto do Partido Republicano."

Estadão propõe fazer o primeiro debate no dia 15/7

O grupo OESP, que reúne o portal Estadão, os diários O Estado de S. Paulo, Jornal da Tarde e a Rádio Eldorado, anunciou que pretende fazer o primeiro debate destas eleições, com transmissão ao vivo pela Internet e cobertura conjunta de todos os seus veículos, na próxima terça-feira, 15 de julho, das 11h às 13h.

Foram convidados os seis candidatos mais bem situados nas pesquisas de intenção de voto: Marta Suplicy, Geraldo Alckmin, Gilberto Kassab, Paulo Maluf, Soninha Francine e Ivan Valente. As assessorias dos candidatos ficaram de confirmar ainda hoje a aceitação às regras propostas.

Deve haver uma abertura, feita pelo apresentador escolhido pelo Grupo Estado, de cerca de 3 minutos, com a apresentação do debate e de cada um dos candidatos e partidos.

A seguir, um bloco de perguntas, feitas pelo apresentador a cada um dos candidatos (para cada candidato, uma pergunta). As respostas teriam, cada uma, um tempo máximo de 3 minutos.

Outro bloco de perguntas, feitas pelos candidatos a outros candidatos, um a um (ou seja, cada um dos seis faria uma pergunta a um candidato), com os pares decididos por sorteio, realizado imediatamente antes do debate. Perguntas de um minuto; respostas, 3 minutos. Depois da resposta, cada “perguntador” teria direito a réplica de um minuto, e cada “respondedor” também teria direito a tréplica de um minuto.

Nos dois últimos blocos, cada candidato poderia falar 3 minutos sobre um tema escolhido por sorteio, dentro de um conjunto de temas pré-definidos, e outros 2 minutos sobre um tema livre.

Agenda de debates

Veja abaixo o calendário de debates sugeridos para o Primeiro Turno das eleições paulistanas; a confirmação depende de acordo entre todos os candidatos:

15/07 - Debate Estadão

17/07 - Debate IG

31/07 - Debate Band

28/08 - Debate Band

24/08 - Debate Gazeta

02/10 - Debate Globo

* Record - data a definir. Leia mais aqui.

Agenda da Soninha na terça-feira, 8 de julho

A candidata do PPS à Prefeitura de São Paulo, Soninha Francine, passa o dia em reuniões com o Grupo de Trabalho responsável pela elaboração do Plano de Governo para a cidade.

As linhas gerais das propostas do PPS estão disponíveis na Internet, no site do Projeto SP, que é aberto à participação de qualquer cidadão.

Essas linhas mestras de programa de governo do PPS estão sendo construídas a partir da constatação e do diagnóstico de nossos problemas mais graves e da construção de soluções a partir de experiências na administração pública, da consulta a especialistas, da observação de ações bem sucedidas em São Paulo ou outras cidades e da consulta à população de modo geral.

Entre as metas da candidatura de Soninha à Prefeitura, destacamos:

- Desenvolvimento com correção de distorções e desigualdades;

- Aproximar as pessoas dos serviços e equipamentos públicos;

- Aproximar casa e trabalho;

- Aproximar a periferia do centro;

- Aproximar todos os cidadãos da educação de qualidade, trabalho digno e lazer;

- Reduzir a distância entre os sonhos e projetos de vida e a oportunidade de realizá-los;

Os principais compromissos da campanha:

- Tratar dos problemas em toda sua complexidade, sem propor soluções simplistas e irreais.

- Dar continuidade ou aproveitar idéias de outras administrações, independentemente da sua autoria.

- Buscar soluções imediatas, urgentes, para situações inaceitáveis sem esquecer do planejamento com vistas ao médio e longo prazo.

- Pensar no todo sem esquecer do "detalhe": o impacto na vida das pessoas.

Os princípios que devem nortear a gestão da cidade:

Eficiência, planejamento, descentralização, transparência, participação popular, controle social, parcerias.

Veja um perfil de Soninha e do vice João Batista

O PPS oficializou a candidatura a prefeita de Sonia Francine Gaspar Marmo, a Soninha Francine, 40 anos, vereadora, jornalista, apresentadora de televisão e colunista de futebol da Folha de S. Paulo.

Paulistana do bairro de Santana, formada em Cinema pela ECA/USP, Soninha tornou-se nacionalmente conhecida como VJ da MTV Brasil, onde trabalhou por dez anos, tendo sido posteriormente apresentadora de um programa para jovens na TV Cultura, comentarista da ESPN Brasil e até recentemente uma das apresentadoras do programa Saia Justa, na GNT.

Em 2004, foi eleita vereadora pelo PT. Filiou-se ao PPS em setembro de 2007. Leia mais sobre a biografia de Soninha Francine. Veja aqui tudo sobre a campanha à Prefeitura.

Candidato a vice-prefeito

O candidato a vice na chapa de Soninha Francine é o escritor e cineasta João Batista de Andrade, 68 anos, ex-secretário de Cultura do Estado de São Paulo (governo Alckmin).

Nascido em Ituiutaba (MG), começou sua carreira de cineasta ainda estudante, na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Como cineasta, tem uma carreira onde se alternam os documentários (como "Liberdade de Imprensa", "Migrantes", "Greve!" e "Céu Aberto"), diversos filmes para TV (exibidos no "Globo Repórter" e TV Cultura, por exemplo) e 11 longa-metragens, dos quais os mais conhecidos são "Doramundo", "O Homem que Virou Suco", "O País dos Tenentes" e "O Tronco".

Veja aqui a biografia de João Batista de Andrade. Leia também o blog do cineasta.

Soninha: diálogo fácil e natural com o público gay

Candidata à prefeitura paulistana, Soninha Francine revela quais são suas propostas para os LGBTIs

Por Hélio Filho
Mix Brasil


Não é de hoje que a vereadora Soninha Francine dialoga bem com o movimento LGBTI. Sempre presente nas Paradas de São Paulo, aplaudida por levar suas filhas para conhecerem desde cedo o quê é diversidade e respeito, ela diz ter aprendido em casa que não se deve discriminar ninguém por sua cor, crença, nacionalidade ou orientação sexual. “Minha mãe nunca deixou a gente discriminar alguém, torcer o nariz”, lembra.

Confirmada como candidata à prefeitura paulistana pelo PPS, Soninha conversou com o Mix e adiantou quais serão suas principais propostas de campanha eleitoral para a comunidade LGBTI. Ela contou ainda como definiu essas propostas e revelou de onde veio o conhecimento necessário para traçar um efetivo plano municipal de combate ao preconceito e respeito à diversidade sexual. Confira.

Quais são suas propostas para a comunidade LGBTI como candidata à prefeita?

Muitas das coisas que a gente defende são de esfera federal, então, alguns direitos básicos pelos quais eu luto estão fora do alcance. Mas dá pra fazer política municipal de igualdade. No combate à discriminação, por exemplo, queremos tratar do tema na escola. Primeiro com os professores e demais servidores, depois com os alunos e suas famílias. Para isso, é preciso elaborar um programa com uma metodologia que inclua oficinas, seminários e publicações cuidadosas de combate à discriminação.

É preciso também fazer campanhas educativas na mídia para promover a inclusão. Porque hoje existem pessoas que não conseguem continuar seus estudos por causa da perseguição, do deboche e até mesmo da ameaça física.

Temos que garantir o respeito à diversidade no ambiente escolar. Esse drama escolar é muito observado no meio das travestis, por exemplo. Eu conheço gente que saiu da escola, principalmente no segmento das travestis e transexuais, e hoje não tem como voltar a estudar nas turmas de aprendizado de jovens e adultos oferecidas pela prefeitura por meio do EJA (Ensino de Jovens e Adultos). É preciso promover decisivamente a inclusão de transexuais e travestis que deixaram os estudos por enfrentarem preconceitos.

Como fazer isso?

Promovendo a diversidade, o olhar respeitoso, solidário e generoso para todas as formas de orientação sexual. Um instrumento bem legal para isso é a Cultura, promover mostras de filmes, de peças de teatro e festivais literários de temática homossexual. Hoje em dia existem iniciativas do tipo, mas privadas. Isso deve ser feito como política pública também, a prefeitura também pode promover isso. Tem a área de esportes também, que pode fazer isso com idéias como, por exemplo, os Jogos da Diversidade (realizados em 24 de maio). Temos que incentivar e manter essa prática.

Esse movimento pode começar dentro da própria prefeitura.

Claro, com os servidores do município de modo geral, fazendo um programa de combate à discriminação e respeito à diversidade, principalmente para quem faz atendimento ao público.

Na rede de saúde, por exemplo, uma boa idéia é implantar unidades de saúde com atendimento mais especializado, mas sempre garantindo que em qualquer outra unidade todos sejam atendidos da mesma maneira.

Um passo importante é determinar o direito da pessoa fazer seu registro no sistema com o nome pelo qual ela se identifica. Queremos que essas pessoas tenham uma vida normal na sociedade. Para uma Juliana, ser chamada de João Pedro na hora do atendimento pode ser humilhação, são detalhes que fazem a diferença.

Outro ponto importante está na área de assistência e desenvolvimento social. Os LGBTIs são uma população vulnerável, sujeita à violência. No caso das travestis que fazem programa na rua e dos gays que vivem em situação de rua complica ainda mais.

Eles ficam em condições ainda piores do que as dos outros gays, também discriminados. Um exemplo é na hora de conseguir vaga em albergue público, é importante garantir vaga para todos, independente da orientação sexual de cada um.

E como tirar essa população da rua?

Elaborando programas de capacitação, de geração de emprego e renda. Conheço várias travestis que não querem fazer programa, querem ser recepcionistas, secretárias, professoras, advogadas.

Defendo o fomento à criação de cooperativas de travestis de prestação de serviços em outras áreas, organizar esse grupo para ele ter mais força nessa questão. Mas é preciso também oferecer atendimento terapêutico aos LGBTIs. Vivemos em uma cidade cheia de problemas de equilíbrio mental, são milhões de neuróticos, inclusive eu, eu pago terapia (risos). Vivemos sob muita pressão, com medo por vários motivos. Nos homossexuais, o medo é dobrado por causa do preconceito, das agressões e perseguições, onde tem que ter uma medida ostensiva de segurança para esses casos, com punições rigorosas.

Esse auxílio terapêutico seria no sentido de ajudar o homossexual a sair do armário, assumir sua orientação sexual para a família. É necessário promover um equilíbrio emocional, oferecer terapia para que eles se aceitem melhor, porque existem várias situações de conflito, estresse e insegurança muito fortes nesse momento de descoberta.

Quais ações efetivas a prefeitura pode fazer para combater o preconceito?

Pode-se criar mecanismos na prefeitura para, por exemplo, punir estabelecimentos onde acontece discriminação por orientação sexual. Eu tenho, inclusive, um projeto de lei em trâmite na Câmara que diz justamente isso.

O poder executivo pode fazer isso por iniciativa própria. Não é mandar fechar o estabelecimento, porque isso gera desemprego, mas o lugar tem que responder por essa falta de respeito. Funcionaria dando uma advertência na primeira infração para ele tomar alguma medida, na reincidência já é multa, se ele fizer de novo, uma multa mais pesada, isso até o fechamento do local por uma semana.

O correto é fazer uma coisa progressiva, para não penalizar 20 que perdem o emprego por causa de um. Podemos fazer também um certificado de bom tratamento, pessoas diferentes, mas tratamento igual. Isso pode ir parar na página da SPTurs como uma página especial para esses estabelecimentos amigos da diversidade.

No turismo tem muita coisa a ser feita. Em São Paulo, temos um turismo forte de gastronomia, compras e cultura, é ótimo incentivar essa boa acolhida do público LGBTI, incentivar os estabelecimentos não só no fim de semana da Parada, mas também ao longo do ano. Inclusive, dou o maior apoio à Parada, ela está incorporada na vida da cidade, é preciso que a prefeitura continue apoiando, dando espaço, suporte institucional de tráfego e segurança, promover, divulgar. É um evento que tem um caráter de manifestação política e não partidária, em defesa de respeito, de igualdade e garantia de direitos.

Como suas propostas foram definidas? Você observou o quê para decidir por elas?

Defini essas propostas com a minha vivência e a partir das demandas da comunidade LGBTI, as pessoas foram me chamando a atenção para alguns problemas que eu não tinha tanta noção que existiam. Eu também fui aprendendo muitas coisas com o tempo. Por exemplo, as travestis não eram um grupo que eu conhecia bem, lidava bem, não sabia bem como atuar com elas. Elas me ensinaram, me chamaram atenção para a dificuldade que enfrenta quem não quer fazer programa, quem quer trabalhar em outros lugares que não as ruas. Então juntou a demanda concreta de quem está na minha frente com a minha vivência.

Fui aprendendo muito com a militância, com os movimentos. Você tem que perceber que vai precisar aprender a vida inteira, tem que lembrar que, como você tem que aprender, outras pessoas também precisam. Os parlamentares devem participar mais disso, não ficar com medo de perder eleitorado. Mas tem que ter paciência para que eles aprendam, explicar porque não é correto dizer opção sexual, levar isso para a vida deles. A gente sempre tem o quê aprender.

Na sua opinião, qual é o papel de um prefeito para com a comunidade LGBTI?

O dever de um prefeito é ver a população como um todo. As leis, embora tenham lacunas, prevêem que as pessoas têm direitos iguais, independente de raça, sexo, crença ou orientação sexual. É dever de um prefeito, seja qual for sua convicção pessoal, assegurar que todos tenham os mesmos direitos.

Sabendo que em função do preconceito, discriminação, conceitos distorcidos e noções equivocadas acontece a violência, que pessoas vivem sob ameaças, é dever do governante combater a violência, assegurar a segurança, dar oportunidade igual para todos serem felizes. É um dever dele, mesmo que o governante não concorde com a homossexualidade, que ache um erro, um desvio. Ele pode achar, mas isso não dá a ele o direito de desrespeitar e ignorar o desrespeito, principalmente o prefeito, ele não pode não fazer nada para combater isso.

Qual a sua relação com o movimento gay? Como aprendeu a respeitá-lo?

Essa relação vem desde sempre, eu aprendi respeito em casa, minha mãe nunca deixou a gente discriminar alguém, torcer o nariz por ser homossexual, negro, português, alemão, mineiro, baiano. É desde cedo que se ensina. Ninguém nasce racista, o preconceito se aprende, é uma coisa que se ensina, às vezes até sem perceber, sem querer.

Sem dúvida é preciso ensinar as pessoas desde pequenas a respeitar umas às outras, independente de gostarem ou não do jeito da outra pessoa, do jeito que ela anda, de quem ela gosta. A criança tem que saber que é errado desrespeitar os outros. Por isso bato na tecla de ensinar isso na escola, por meio da educação.

Mas você pode enfrentar dificuldades para colocar esses planos em práticas, como vereadores oposicionistas que podem trancar a votação dos projetos.

Sim, vai haver alguma dificuldade para fazer, mas o importante é que isso está amadurecendo. Por exemplo, temos hoje dentro da prefeitura a Coordenadoria de Assuntos da Diversidade Sexual (CADS) e o Centro de Referência da Diversidade (CRD), isso mostra que é possível arar a terra dura, mesmo tendo ainda muita terra dura que não está disposta a deixar frutificar a idéia do respeito.

segunda-feira, 7 de julho de 2008

A agenda da campanha nesta segunda, 7 de julho

A candidata do PPS à Prefeitura de São Paulo, Soninha Francine, não terá atos públicos de campanha nesta segunda-feira, 7 de julho.

Na parte da manhã, Soninha participa de reunião da Coordenação da Campanha e do Programa de Governo, que está disponível na Internet no site do Projeto SP.

Logo depois, Soninha participa de sessão de fotos para a campanha e de reunião de trabalho na produtora responsável pela gravação da propaganda eleitoral do PPS na TV.

Gazeta Mercantil: Soninha e o bom uso da Internet

Domingo no Parque: festa, alegria e família reunida

A largada oficial da campanha de Soninha Francine (PPS) à Prefeitura de São Paulo, neste primeiro dia permitido pela legislação eleitoral, foi de um domingo tipicamente paulistano: família reunida, passeio no parque e almoço no Mercadão, no centro da cidade.

Com um dia ensolarado e o entusiasmo contagiante das filhas e da militância que a acompanhou nas caminhadas no Horto Florestal, no Parque da Juventude e no Mercado Municipal, Soninha ressaltou o simbolismo de iniciar a campanha destacando assuntos como o meio ambiente, o lazer do paulistano e a mobilidade urbana.

O candidato a vice de Soninha, o cineasta João Batista de Andrade, ex-secretário estadual de Cultura, foi outro que não escondeu a empolgação. Aos 68 anos de idade, parecia um adolescente registrando com a sua câmera todas as cenas do primeiro dia da campanha eleitoral.

A caminhada nos parques da zona norte foi marcada pela grande aceitação do público, que parava Soninha para conhecê-la, tirar fotos, declarar o voto e desejar boa sorte na campanha. Em carreata, a comitiva da candidata seguiu para uma visita e almoço no tradicional Mercado da rua da Cantareira.

A visita ao Mercadão foi uma festa. Todos os comerciantes faziam questão de apresentar e oferecer seus produtos para degustação. Na Barraca do Juca (que inspirou até um personagem do ator Tony Ramos na novela da Globo "A Próxima Vítima"), Soninha degustou uma série de frutas, das mais comuns às exóticas.

Após percorrer todos os corredores do Mercado, Soninha almoçou no bar Salada Paulistana, a convite do proprietário do estabelecimento, o ex-vereador e ex-deputado petista Henrique Pacheco. O bar é todo decorado com objetos típicos da cidade, incluindo uma estátua em tamanho natural do folclórico cantor e compositor Adoniran Barbosa.

À tarde, a ida ao Parque Santo Dias, na zona sul, serviu para tratar de um tema mais sério: a ocupação da área de mananciais, tendo em vista que a questão ambiental e a reocupação territorial da cidade são prioridades da formulação do programa de Soninha, que está aberto à participação da sociedade no site do Projeto SP.

domingo, 6 de julho de 2008

Início da campanha anima presidente do PPS/SP

O presidente do PPS paulistano, Carlos Fernandes, animado com o envolvimento de todos os candidatos e candidatas a vereador ao término do primeiro dia oficial de campanha, reforça a importância que terá para o partido a formulação de propostas e a intenção de construir novos parâmetros para a cidade.

"Ao contrário de certas candidaturas oposicionistas tradicionais, que tentam se diferenciar pelo criticismo e pelo catastrofismo, o PPS entende que tem uma responsabilidade com a construção de uma cidade mais justa e mais humana, mas sem perder de vista as conquistas que já tivemos até aqui", afirma Carlos Fernandes.

"Como sempre dissemos, a candidatura de Soninha Francine à Prefeitura de São Paulo e a nossa chapa própria para a Câmara Municipal têm o sentido de ser uma alternativa para qualificar o debate, resgatar princípios e ideais que parecem fora de moda na política, construir um programa de governo verdadeiramente identificado com os cidadãos paulistanos e reaproximar o PPS de movimentos populares e sociais."

Soninha abre campanha acompanhada de filhas

Peter Fussy
Redação do Terra.com.br


A candidata à Prefeitura de São Paulo Soninha Francine, do Partido Popular Socialista (PPS), iniciou sua campanha com uma caminhada no Horto Florestal, zona norte da cidade, em companhia de duas de suas filhas, Rachel Marmo Azzari, 24 anos, e Julia Terra Saula, 11. Ela também foi acompanhada pela Turma do Horto, grupo que realiza caminhadas no local.

"Precisamos de um ar novo e isso é a cara da nossa campanha. Vamos tentar uma campanha o mais verde possível. Esse lugar é simbólico. O que se oferece aqui é tão simples: caminhar, sentar para ler uma revista, jogar bola", afirmou a candidata sobre sua decisão de iniciar a campanha no Horto Florestal.

Segundo Soninha, seu objetivo é tornar essas atividades, que são "muito raras", mais freqüentes. "Algumas coisas são mais difíceis de mudar, outras nem tanto. Procuramos o direito de ser felizes, e por isso entramos nessa história", disse.

Ela falou também que a sua campanha tem objetivo de ganhar as eleições. "Pra mim é já. Estamos preparando uma campanha para assumir a prefeitura no dia 1º de janeiro de 2009, mas muitas pessoas nem me conhecem. Por isso, também tenho a pretensão de influenciar o debate, o que pode ser até mais difícil do que vencer."

No Parque da Juventude, que fica no local onde era o antigo presídio do Carandiru, ela brincou de roda. "Acredito que um candidato a prefeito tem dois desafios: apresentar propostas, mas também mostrar que a política não é este horror que de certa maneira tem sido nos últimos tempos".

A filha Rachel afirmou que considera a mãe uma boa opção para a prefeitura da capital. "Entre os candidatos, tem muita gente que já fez muitas coisas boas e também ruins. Pelo menos com ela tenho certeza de que a preocupação é genuína".

Rachel, que é educadora ambiental, contou que quando era pequena, a preocupação da Soninha em dividir o lixo "era chata". Agora, ela disse entender e ensinar as pessoas a fazerem isso também.

Segundo Rachel, em casa elas não conversavam muito sobre política. "Agora que eu estou entendendo mais, posso participar."

sábado, 5 de julho de 2008

E o Blog do PPS/SP segue pautando a imprensa

Soninha inicia campanha em parques no domingo

Domingo no parque: assim será dada a largada oficial da campanha de Soninha Francine à Prefeitura de São Paulo e dos candidatos a vereador do PPS no primeiro dia permitido pela legislação eleitoral.

Com caminhadas e uma conversa informal sobre mobilidade urbana, sobre a reocupação dos espaços públicos e questões ambientais.

"O eixo principal da campanha será a ´mobilidade urbana´, aí incluídas as questões de trânsito e transporte e todos os temas interligados como uso e ocupação do território, planejamento urbano, habitação, meio ambiente, emprego, saúde, educação, lazer", afirma a vereadora e candidata à Prefeitura Soninha Francine.

"Nossa proposta se baseia na diminuição das distâncias entre ricos e pobres, entre a casa e o trabalho, entre a administração e o cidadão."

AGENDA DE DOMINGO, 6 de JULHO

10h às 11h - Horto Florestal

Rua do Horto nº 931, Horto Florestal

11h30 às 12h30 - Parque da Juventude

Entrada do Parque Esportivo - Av. Zaki Narchi, 1309

Entrada do Parque Central - Av. Ataliba Leonel, 500

Entrada Parque Institucional – Av. Cruzeiro do Sul, 2500

13h às 14h30 - Almoço no Mercado Municipal

Rua da Cantareira, 306 - Parque D. Pedro II

15h30 às 17h - Parque Santo Dias

Estrada de Itapecerica, altura do nº 4800 - Km 23 - Capão Redondo

O sábado de pré-campanha de Soninha Francine

Na véspera do início oficial da campanha, a candidata Soninha Francine participa na manhã deste sábado de reunião com líderes da Renovação Carismática, na Igreja Nossa Senhora da Lapa (Rua Nossa Senhora da Lapa, 298).

Estarão presentes cerca de 40 líderes de grupos de oração, que atuam em toda a cidade de São Paulo. A iniciativa do encontro é do candidato a vereador Antonio Pinto Sobrinho (PPS), ligado ao movimento da Igreja Católica.

No início da noite, Soninha visita a Fábrica da Criatividade, no Capão Redondo (Rua Dr. Luis da Fonseca Galvão, 248).

A Fábrica de Criatividade é um complexo cultural e de ensino situado no bairro do Capão Redondo, zona Sul de São Paulo. Por meio de cursos livres em arte e de uma programação cultural que objetiva promover a ampliação dos repertórios cultural e artístico da comunidade, visa contribuir para a formação cidadã e desenvolvimento de crianças, adolescentes, jovens e adultos moradores da região.

O bairro do Capão Redondo é um dos mais violentos da zona sul da cidade e carente de lazer e cultura. Desde março de 2006 funciona este complexo de ensino de arte com proposta diferenciada, que custou R$ 1,5 milhão, é único na América do Sul e demorou oito anos para ser construído.

"A maioria das escolas são casas que foram adaptadas. A nossa foi idealizada exclusivamente para o ensino das artes, construída em oito anos, desde o primeiro rascunho arquitetônico até a conclusão da obra", explica o idealizador do projeto, Denílson Shikako, músico formado em engenharia da computação. Veja mais detalhes em www.fabricadecriatividade.com.br

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Record "cutuca" Globo com data do último debate

A guerra pela audiência televisiva entre a Globo e a Record chegou com tudo à corrida eleitoral. A emissora dos bispos da Universal, que copiou o padrão global para se aproximar da (vice) liderança do Ibope, principalmente com novelas, telejornais e programas de variedades, resolveu agora peitar a tradição da Globo de transmitir o último debate entre os candidatos, tanto no primeiro quanto no segundo turno.

O departamento de jornalismo da emissora convidou os representantes dos seis primeiros colocados nas pesquisas à Prefeitura de São Paulo para propor o enfrentamento. Anunciaram a intenção de realizar os últimos debates, no prazo final estabelecido pela legislação eleitoral: os dias 2 e 24 de outubro.

Detalhe: essas datas já estão pré-agendadas entre a Rede Globo e os representantes dos prefeituráveis paulistanos desde o dia 16 de abril. Para a direção da Record, é o momento de acabar com as "imposições" da Globo - além disso, dizem, "tradições existem para serem derrubadas". Belo discurso.

Nova reunião está marcada para a próxima semana, enquanto alguns canditados seguem "negociando" com as emissoras. O coordenador da campanha malufista, Jesse Ribeiro, que não foge ao estilo do chefe, afirmou que o confronto é benéfico para os candidatos, que podem exigir mais vantagens da emissora escolhida - numa espécie de leilão às avessas.

"Meu candidato dá audiência nos debates", afirmou o representante de Paulo Maluf. "Então vamos negociar direito a nossa participação."

O PPS manifestou a sua posição: não entrará no mérito da disputa de audiência entre as emissoras, nem dará preferência à Globo no dia 2 de outubro simplesmente pela "tradição" de realizar o último debate (assim como a Band promove normalmente o primeiro). Mas há um compromisso pré-estabelecido há mais de dois meses, que não faria sentido quebrar sem algum motivo mais relevante que a rivalidade entre as emissoras.

Para o bem da democracia, da ética e da transparência, que as duas emissoras possam realizar os debates entre os candidatos à Prefeitura de São Paulo. Quem ganha é o eleitor/telespectador.

Mais uma notícia oriunda do Blog do PPS/SP

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Prefeito do Rio denuncia Partido da Igreja Universal

O prefeito carioca César Maia (DEM) publica hoje em seu "ex-blog" o seguinte recado:

AO EXMO. SR. VICE-PRESIDENTE DA REPÚBLICA! ATENÇÃO!

O site do PRB foi elaborado pela Gráfica Universal Ltda (marca Unideia.com), que pertence à Igreja Universal do Reino de Deus (a Igreja tem 99,9% das ações da empresa). E mais: usam os servidores da ArcaUniversal, que é o portal deles, para enviar newsletters do PRB.

A legislação brasileira proíbe as Igrejas se fundirem ou mesclarem com partidos políticos. Há o risco até da cassação do registro do partido.

Como este Ex-Blog quer acompanhar o processo eleitoral com todos os partidos participando, chama a atenção do Exmo. Sr. Vice-Presidente para que corrija o quanto antes, dando as explicações ao TSE, evitando as conseqüências previstas em lei.

Assessores revelam preocupação dos candidatos

Estes últimos dias úteis da semana estão repletos de reuniões dos representantes de cada um dos candidatos à Prefeitura de São Paulo com as emissoras de TV e o portal iG, que já manifestaram o interesse de realizar debates no primeiro turno das eleições.

Essa peregrinação (re)começou ontem na Globo, prossegue hoje no iG e na Band, e termina amanhã na Gazeta e na Record.

Uma curiosidade destas reuniões, convocadas para a definição das datas e das regras dos debates, são as preocupações levantadas pela assessoria dos candidatos.

Ontem na Globo, por exemplo, o representante do PT estava impaciente com o número de vezes que Marta Suplicy e Soninha Francine (PPS) apareceriam simultaneamente no SPTV, talvez temendo uma comparação do eleitor entre as candidatas. Compreensível.

A preocupação do representante do tucano Geraldo Alckmin era outra: a discussão sobre o "trânsito" no telejornal está programada para o dia 14 de julho, ou seja, em pleno período de férias, quando a quantidade de veículos nas ruas naturalmente é menor. Ele preferia tratar do tema no auge dos congestionamentos. Certamente é o oposto do que preocupa os representantes do prefeito Gilberto Kassab, para quem interessa "esfriar" o assunto.

No portal iG, a preocupação do representante petista foi outra: a utilização da imagem editada do debate pelos adversários, pelo próprio público em ferramentas como o Youtube e a repercussão jornalística sobre quem se sairá melhor no confronto entre os candidatos. O que ele deseja? Censura? (PT: quem te viu e quem te vê!)

Primeiro debate entre prefeituráveis deve ser no iG

O jornalismo do Portal iG, na Internet, fará uma reunião com representantes de todos os candidatos à Prefeitura de São Paulo nesta quinta-feira para tentar viabilizar o primeiro debate entre os prefeituráveis no próximo dia 17 de julho.

Estaremos lá para definir as regras.

Veja abaixo o calendário de debates para o Primeiro Turno das eleições paulistanas:

17/07 - Debate IG

31/07 - Debate Band

28/08 - Debate Band

24/08 - Debate Gazeta

02/10 - Debate Globo

* Record - data a definir em reunião nesta sexta-feira.

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Globo anuncia ampla cobertura das eleições em SP

Além de confirmar o último debate no 1º turno das eleições, agendado para o dia 2 de outubro, a Rede Globo anunciou nesta quarta-feira, em reunião com representantes de todos os candidatos à Prefeitura de São Paulo, uma ampla cobertura da campanha.

Os cinco primeiros colocados nas pesquisas do Ibope e Datafolha terão participação garantida no debate global. Fora isso, os oito candidatos de partidos com representação no Congresso participarão semanalmente do jornal SPTV, discutindo os principais temas da cidade.

O primeiro tema deverá ser o "Trânsito", com reportagem de Marcio Canuto programada para ir ao ar na segunda-feira, 14 de julho. De terça a sexta, dois candidatos apresentarão diariamente as suas propostas sobre este tema. E assim será até a semana que antecede a eleição.

Além das reportagens temáticas, haverá entrevistas individuais, ao vivo, com os cinco candidatos mais bem colocados nas pesquisas. Hoje seriam entrevistados Marta Suplicy, Geraldo Alckmin, Gilberto Kassab, Paulo Maluf e Soninha Francine.

Duas rodadas de entrevistas serão apresentadas no SPTV 2ª Edição, de 18 a 22 de agosto, e no SPTV 1ª Edição, de 15 a 19 de setembro.

Além disso, a Rede Globo fará cobertura diária da campanha a partir de 4 de agosto, em todos os telejornais. Os três primeiros colocados nas pesquisas terão acompanhamento diário. O quarto colocado aparecerá duas vezes por semana. Os demais (do 5º ao 8º lugar) terão cobertura uma vez por semana, em rodízio.

Nossa São Paulo apresenta estudo sobre Web Gov

O Movimento Nossa São Paulo apresenta nesta sexta-feira um interessante estudo sobre páginas de prefeituras paulistas na Internet, realizado pelo Prof. Dr. Norberto Torres, consultor associado da FIA (Fundação Instituto de Administração da USP) e consultor da FUNDAP (Fundação de Desenvolvimento Administrativo), que desenvolveu metodologia de avaliação destes portais de governos municipais, os chamados Web Gov.

Nesta avaliação foram consideradas cerca de 400 variáveis para apurar os serviços, consultas a dados e indicadores, notícias, reclamações e informações úteis aos cidadãos, entre outros.

No encontro, o consultor apresentará também que características o portal de uma administração municipal deve ter para melhor atender aos cidadãos.

Uma das conclusões do trabalho desenvolvido por Norberto Torres é que, no Estado de São Paulo, 447 dos 645 municípios têm página disponibilizada na Internet. Isso significa que mais de 30% dos municípios paulistas ainda não têm participação na rede mundial de computadores.

Apresentação de estudo sobre Web Gov
Data: Sexta, 4 de julho, às 10h
Local: Auditório da Ação Educativa - Rua General Jardim, 660 - Vila Buarque

"Limitar a campanha na Internet asfixia as eleições"

“Ao limitar a campanha eleitoral na internet, o Tribunal Superior Eleitoral asfixia as eleições e o eleitor, que pode discutir política com seu vizinho, mas não em sua comunidade virtual”, disse o diretor presidente do Internet Group do Brasil (iG), Caio Túlio Costa, na tarde desta terça-feira, em audiência pública na Câmara dos Deputados para definir propostas sobre o uso da internet nas eleições de 2008.

A reunião, marcada pela Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI), foi motivada pela decisão do TSE de proibir o uso da internet nas campanhas dos candidatos às eleições municipais, autorizando apenas o uso de uma página oficial de campanha.

Também participam da audiência o presidente da Associação Brasileira de Consultores Políticos (Abcop), Carlos Manhanelli, e o editor da Agência Câmara e pesquisador do Núcleo de Tecnologia de Informação e Comunicação da Universidade de Brasília, Francisco Brandão. O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, Ari Pargendler, foi convidado para a audiência, mas não compareceu.

Para Caio Túlio Costa, a decisão do TSE “asfixia ainda os candidatos, que só podem ter uma única página, e os portais de internet, que não podem emitir opiniões nem vender anúncios. Consequentemente, asfixia a própria Constituição, que garante a liberdade de expressão, que é impedida durante o período eleitoral”.

Segundo ele, o iG já questionou a Justiça sobre o direito de estimular o debate eleitoral na internet. Em 2004, o portal entrou com uma ação declaratória (espécie de processo antecipado) para garantir o direito de emitir opiniões sobre candidatos, coligação ou partidos, e veicular propaganda eleitoral.

Àquela época, o iG ganhou sentença favorável. Depois, a procuradoria eleitoral recorreu e a Justiça derrubou a decisão de primeira instância, por entender que a "ação declaratória" não seria o instrumento jurídico adequado para este caso. O portal, no entanto, decidiu recomeçar do zero.

Durante o encontro, o deputado que é autor do requerimento que solicitou a audiência pública, Júlio Semeghini (PSDB-SP), disse que os candidatos não sabem o que poderão usar na internet ou não. Para ele, a Resolução 22.718, que limita a campanha a uma página, deixou “uma espécie de vácuo” por não abordar o que pode ser feito de fato na rede.

“Os candidatos que forem mais corajosos vão usar os recursos da internet, outros não. Isto vai causar uma distorção grande entre as campanhas”, disse o tucano.

Internet controlada

Em março, o Tribunal Superior Eleitoral divulgou a Resolução 22.718 sobre as medidas que serão permitidas ou não na campanha política para as eleições deste ano. O capítulo 4 do documento impõe limites à propaganda eleitoral realizada na internet, restringindo a ação de candidatos na rede a um único site para cada.

A resolução não deixa claro se blogs, sites de relacionamento como o Orkut ou de vídeos como o Youtube podem ser usados, mas, na prática, o que não estiver previsto fica proibido.

Em junho, os ministros do TSE voltaram a discutir sobre o tema para responder a uma consulta do deputado José Fernando Aparecido de Oliveira (PV-MG). O parlamentar pedia esclarecimentos sobre as regras para a propaganda na internet como, por exemplo, no caso de um debate em chat ou de participação do político em comunidades virtuais e blogs.

Na época, optou-se por deixar a rede como estava, ou seja, sem regulamentação específica. Os ministros decidiram que os Tribunais Regionais Eleitorais devem avaliar as possíveis irregularidades dos candidatos na internet caso a caso.

"O Direito não tem como dar conta desse espaço", afirmou o presidente do TSE, Carlos Ayres Britto na ocasião. "É um espaço que não nos cabe ocupar. Deixemos os internautas em paz", acrescentou.

Apesar de reconhecerem a impossibilidade de controlar a rede, os ministros mantiveram a Resolução 22.718, que não foi alterada.

Procuradoria Eleitoral quer vetar "nomes sujos"

A Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo vai pedir a impugnação dos candidatos condenados em tribunais, ainda que a sentença não esteja definitiva.

Dos 55 vereadores da Câmara Municipal de São Paulo, 13 têm a "ficha suja": Agnaldo Timóteo (PR), Antonio Carlos Rodrigues (PR), Arselino Tatto (PT), Beto Custódio (PT), Carlos Apolinario (DEM), Claudio Prado (PDT), Donato (PT), Francisco Chagas (PT), Jooji Hato (PMDB), Juscelino Gadelha (PSDB), Myryam Athie (PDT), Ricardo Teixeira (PSDB) e Senival Moura (PT).

terça-feira, 1 de julho de 2008

Nossa São Paulo reúne candidatos em 21 de julho

O Movimento Nossa São Paulo anuncia para o dia 21 de julho a entrega das propostas com os principais desafios sociais, econômicos, políticos, ambientais e urbanos de São Paulo, elaboradas pela sociedade civil e pelos grupos de trabalho do Movimento.

Foram convidados Geraldo Alckmin, Gilberto Kassab, Paulo Maluf, Marta Suplicy, Soninha Francine e Ivan Valente.

A iniciativa dá sequência às atividades do 1º Fórum Nossa São Paulo - Propostas para uma Cidade Justa e Sustentável, realizado pelo Movimento Nossa São Paulo.

Data: segunda-feira, dia 21 de julho
Horário: das 10h30 às 12h30
Local: Teatro Anchieta, Sesc Consolação - Rua Dr. Vila Nova, 245

Escalado o time com os 11 prefeituráveis em SP

Aparecem as diferenças entre Marta e Soninha

Foi lançado o programa de governo da candidata Marta Suplicy. De cima para baixo, como virou praxe do neopetismo. E com números fantasiosos: o programa de governo do PT omite dados, "subtrai" quase 1.500 casos de dengue ocorridos na gestão de Marta na Prefeitura (2001/2004) e se apropria indevidamente de um projeto bilionário em estudo pelo governo federal para prometer mais que dobrar as linhas de metrô e os corredores exclusivos de ônibus da cidade.

Enquanto isso, sem querer comparar (mas já comparando), o PPS e a candidatura de Soninha Francine à Prefeitura seguem na formulação de um plano de governo aberto à participação de toda a sociedade, com acesso livre pela Internet: www.projetosp.org.br

Clique na reprodução abaixo para ampliar a reportagem da Folha de S. Paulo de hoje: