O Professor Claudio Fonseca, vereador e líder da bancada do PPS na Câmara Municipal, protocolou nesta quinta-feira um requerimento de CPI para apurar a existência de conluio entre empresas da merenda escolar para fraudar licitação feita pela Prefeitura de São Paulo em maio de 2007, na gestão Gilberto Kassab (DEM).
O Ministério Público Estadual já investiga as prestadoras do serviço terceirizado, que têm recebido do município, desde então, mais de R$ 200 milhões por ano, por formação de cartel, lavagem de dinheiro e corrupção de agentes públicos.
A investigação do MP se estende a pelo menos outros 13 municípios, envolvendo as mesmas empresas, e abrange também a má qualidade da alimentação fornecida aos alunos da rede paulistana.
Para ser instaurada, a CPI da Merenda Escolar, que foi protocolada com a assinatura de 19 vereadores, deverá ser aprovada em plenário pela maioria dos 55 parlamentares.
Apuração do Ministério Público
Segundo informação fornecida pelo MP, três depoimentos oficiais e uma gravação recebida pela Promotoria falam de um acerto entre empresários às vésperas do pregão realizado há dois anos durante a gestão Kassab.
Num depoimento, um advogado que foi ligado ao grupo SP Alimentação diz que a combinação envolveu no mínimo três empresas para a distribuição de seis lotes em disputa - além da SP Alimentação, cita a Nutriplus e a Geraldo J. Coan.
Ele diz ter tido acesso a gravação que comprova os acertos - e que cita outras empresas. A escuta foi anexada ao processo, mas não deve ser utilizada como prova pelo Ministério Público devido à avaliação de que ela é clandestina - teria sido feita por um então colaborador de uma das empresas.
No total, nove empresas de merenda participaram da concorrência, das quais seis venceram e prestam serviços hoje. Cada um dos seis lotes ofertados pela prefeitura foi vencido por um grupo. Mas, na prática, quase não houve disputa.
No começo do pregão, as empresas entregaram suas propostas para diversas áreas. Mas, no decorrer do processo, abriram mão da disputa e cada uma só aceitou nova oferta no lote em que acabou vencendo.
Relatos colhidos a partir do início de 2008 pela Promotoria falam de uma rede de acertos entre empresários que fazem a merenda terceirizada em várias cidades do país.
O advogado que foi representante em licitações de uma empresa ligada à SP Alimentação declarou à Promotoria que, além do "direcionamento" em licitações, tomou conhecimento de propinas de R$ 50 mil "a agentes públicos".
O promotor criminal Arthur Lemos diz que há outros dados que avalizam a tese de conluio da gravação. "Colhemos depoimentos de pessoas que confirmam isso, que já estiveram envolvidas no esquema, que participaram da licitação."
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Dez conselheiros nota dez do presidente Lula
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Ícone da "tattolândia" ataca presidente do PPS
O vereador petista Arselino Tatto, ícone da famiglia que no folclore político é chamada de "tattolândia", numa referência jocosa do poder político e territorial exercido pelos irmãos Tatto na zona sul paulistana, resolveu inaugurar a sua participação no plenário da Câmara em 2009 com um ataque gratuito ao presidente nacional do PPS, o ex-deputado federal e ex-senador Roberto Freire.
O motivo alegado para o ataque: Freire participa, a convite do prefeito Gilberto Kassab (DEM), do conselho de duas empresas ligadas à Prefeitura de São Paulo: Emurb e SPTuris, tratando dos assuntos de interesse da cidade nos temas de urbanização e turismo.
Tatto critica o fato como se fosse imoral, ou como se fosse incompatível a participação de Freire nos referidos conselhos. Estranhamos o posicionamento do vereador petista. No aspecto legal, não há impedimento. No quesito do preparo e da competência, são inegáveis os méritos de Freire. Portanto, é plenamente justificável o convite formulado pelo prefeito Kassab, reconhecendo a capacidade do presidente do PPS para tais funções.
Mais inusitada ainda é a cegueira política do líder da "tattolândia", que critica o prefeito paulistano e o presidente do PPS por uma prática que é compatilhada pelo PT, tanto agora no Governo Lula como foi também na administração da ex-prefeita Marta Suplicy.
O motivo alegado para o ataque: Freire participa, a convite do prefeito Gilberto Kassab (DEM), do conselho de duas empresas ligadas à Prefeitura de São Paulo: Emurb e SPTuris, tratando dos assuntos de interesse da cidade nos temas de urbanização e turismo.
Tatto critica o fato como se fosse imoral, ou como se fosse incompatível a participação de Freire nos referidos conselhos. Estranhamos o posicionamento do vereador petista. No aspecto legal, não há impedimento. No quesito do preparo e da competência, são inegáveis os méritos de Freire. Portanto, é plenamente justificável o convite formulado pelo prefeito Kassab, reconhecendo a capacidade do presidente do PPS para tais funções.
Mais inusitada ainda é a cegueira política do líder da "tattolândia", que critica o prefeito paulistano e o presidente do PPS por uma prática que é compatilhada pelo PT, tanto agora no Governo Lula como foi também na administração da ex-prefeita Marta Suplicy.
Imprensa revelou a mesma prática no governo Lula
O vereador Arselino Tatto (PT) é desinformado ou mal intencionado. A prática que ele criticou em inflamado discurso no plenário da Câmara de São Paulo, na abertura dos trabalhos da nova legislatura, é a mesma do seu partido.
Três matérias, uma do Portal Terra em 2008, e outras duas do jornal O Estado de S. Paulo, em 2007 e 2005, revelaram os detalhes da prática do Governo Lula no preenchimento dos conselhos de empresas estatais, envolvendo até mesmo a ministra Dilma Roussef, a menina dos olhos do PT para a sucessão do próprio Lula em 2010.
Leia abaixo, na íntegra:
Conselhos de estatais fazem salários de ministros até dobrar
Laryssa Borges
Portal Terra
Direto de Brasília
A participação dos principais ministros do governo Lula em conselhos de administração de empresas estatais tem feito os salários dos integrantes do primeiro escalão, atualmente na casa dos R$ 10,7 mil, chegar até a duas vezes mais. O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, por exemplo, que lidera uma lista elaborada pelo Terra com base em informações dos ministérios e das estatais, chega a ter remuneração de R$ 30 mil por mês.
Apenas o assento de conselheiro permanente da Itaipu Binacional engorda a conta do ministro em cerca de R$ 14 mil mensais. Este valor, recorde entre todas as estatais que têm ministros em seus conselhos, é pago para que Bernardo compareça a uma reunião a cada dois meses ou em casos excepcionais de convocação extraordinária. O ministro também tem assento no conselho de administração do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e recebe mensalmente R$ 4 mil. Procurada por duas semanas consecutivas, a assessoria do ministro do Planejamento não retornou os telefonemas.
A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, integrante de conselhos de administração desde o início do primeiro mandato do presidente Lula, em 2003, é a integrante do governo mais antiga com assento em estatais. Desde o início da gestão petista, há cinco anos e meio, já acumulou, com a remuneração por presidir o conselho da Petrobras e ter assento no conselho da BR Distribuidora, subsidiária da Petrobras na área de distribuição de combustíveis, mais de R$ 580 mil.
Ex-ministra de Minas e Energia, Dilma se manteve à frente dos conselhos, apesar da mudança de ministério, "por decisão do presidente Lula", explica a Casa Civil. Segundo a assessoria da ministra, houve uma decisão do presidente de mantê-la nos conselhos em razão de seu perfil técnico e amplo conhecimento sobre o setor.
O ministro das Cidades, Márcio Fortes, aparece no levantamento feito pelo Terra como o representante do governo que mais participou de estatais em sua vida pública. Atualmente responde pelas presidências dos conselhos da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), recebendo R$ 1.731,09 por mês pela função, e da Empresa de Trens Urbanos de Porto Alegre S.A. (Trensurb), com remuneração de R$ 1.100,36. Ainda compõe o conselho da Associação de Comunicação Educativa Roquette Pinto (Acerp), sem salário extra.
Em toda sua vida pública, Fortes já presidiu ou foi membro dos conselhos de administração da Light, de Furnas Centrais Elétricas, da Eletrosul, da Itaipu Binacional, da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) e da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O ministro não quis falar sobre sua atual participação em conselhos de administração de estatais.
Como titular da pasta do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o ministro Miguel Jorge, por sua vez, recebe R$ 13,1 mil a cada três meses por presidir o conselho de administração do BNDES e outros R$ 11,8 mil também em pagamento trimestral para presidir a BNDES Participações (BNDESPar), subsidiária do banco de fomento. Desde meados de 2007, quando assumiu a coordenação dos dois conselhos, Jorge já recebeu pouco mais de R$ 110 mil em honorários.
Questionado sobre a legalidade de sua remuneração extra, o ministro do Desenvolvimento explicou que os conselheiros têm seus nomes aprovados pelo presidente da República e que os estatutos das duas empresas determinam que a presidência dos conselhos de administração deva ser exercida pelo ministro chefe da pasta.
Com a criação da Empresa Brasileira de Comunicação (EBC), a chamada TV Pública, os ministros de Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende, da Educação, Fernando Haddad, e da Secretaria de Comunicação Social, Franklin Martins, foram nomeados para o conselho curador da estatal. Paralelamente a este cargo, remunerado em R$ 1,8 mil mensais, Franklin Martins preside o conselho de administração da EBC, que lhe rende também R$ 1,8 mil por mês. O ministro informou que a lei que criou a TV Pública prevê nominalmente a participação de todos eles nos conselhos. Martins abriu mão da remuneração do conselho curador.
Os ministros da Fazenda, Guido Mantega, e do Trabalho, Carlos Lupi, também integram conselhos de administração. Mantega compõe os conselhos da Petrobras e Lupi, o do BNDES. Ambos recebem cerca de R$ 4 mil mensais para participar das reuniões representando o governo.
Nomeações políticas
Independente da remuneração adicional dos ministros, a nomeação política de auxiliares diretos do presidente Lula para cargos de conselheiro de estatais tem gerado ainda outra distorção. O ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência, Luiz Dulci, por exemplo, recebe R$ 2.818,60 por mês desde junho de 2007 para compor o conselho de administração da Eletrobras.
Responsável por coordenar dentro do governo políticas sociais e ligadas à juventude, o ministro explicou que, apesar de não ter conhecimento do setor de energia elétrica, o estatuto da Eletrobras permite que o Ministério do Planejamento indique livremente o nome de um conselheiro, não importando a falta de familiaridade do indicado com o tema.
O aparelhamento das estatais chega ainda a provocar cenários como a indicação de assessores diretos do presidente Lula, de seus principais ministros e até de ex-integrantes do primeiro escalão que foram afastados do governo por conta de denúncias de corrupção. A secretária-executiva da Casa Civil, Erenice Guerra, por exemplo, e o assessor especial do presidente Lula, Swedenberger Barbosa, compõem o conselho de administração da Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf).
Erenice ainda é do conselho fiscal do BNDES, enquanto o ex-ministro de Minas e Energia, Silas Rondeau, compõe o conselho de administração da Petrobras. Rondeau deixou o governo após ter seu nome envolvido com a Operação Navalha da Polícia Federal, que apurava fraudes em licitações supostamente feitas a partir de um esquema entre integrantes do governo e a construtora Gautama.
***
"Heróis" de Lula ganham até o triplo do que ele disse
No Estadão, por Eugênia Lopes e Sônia Filgueiras (1/4/2007)
Chamados de "heróis" pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva por receberem salários de R$ 8.362,80, boa parte dos ministros recorre a um artifício para engordar seus vencimentos: ganham um extra por participar de conselhos fiscais ou de administração de estatais.
Além de exigir trabalho módico - em geral os conselhos se reúnem uma vez por mês -, a remuneração mensal corresponde a até 10% do que ganham em média os diretores da empresa.
A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, mais que dobra seus ganhos ao participar dos conselhos da Petrobrás e da BR Distribuidora. Ao salário de R$ 8.362,80 se somam R$ 4.362,67 do jetom do conselho da Petrobrás, um dos mais cobiçados da Esplanada dos Ministérios, e mais R$ 4.354,22 do jetom do conselho da BR Distribuidora. O total chega a R$ 17.079,69.
Além de participar do conselho da Petrobrás, o ministro das Minas e Energia, Silas Rondeau, integra um colegiado invejado: o da Itaipu Binacional, que não tem as limitações das estatais e paga jetom de R$ 12.179. Tudo somado, ele recebe R$ 24.905,47.
"É um subterfúgio legítimo", diz o deputado Ciro Gomes (PSB-CE). Ministro da Integração Nacional no primeiro mandato de Lula, Ciro integrou o Conselho da Acesita e, mais tarde, o de Itaipu. "Ganhava o mesmo salário que tinha como ministro para participar de uma reunião por mês da estatal", diz. "Se não fosse isso, não poderia ser ministro."
"Há lógica quando o ministro ocupa o conselho de uma estatal ligada a seu ministério. Mas não quando ele está em um conselho qualquer, só para elevar seus proventos", discorda o deputado Mendes Thame (PSDB-SP). "Essa distorção custa caro, pois o ministro ocupa o cargo de alguém com mais familiaridade com o assunto."
***
Governo Lula: salários milionários para os companheiros do PT
Sérgio Gobetti
O Estado de S. Paulo
(agosto 2005)
A estrutura de poder montada pelo PT, sob comando do ex-ministro José Dirceu, contou com o suporte financeiro das empresas estatais e dos cargos de indicação dos fundos de pensão para bonificar com uma "remuneração extra" os fiéis escudeiros do grupo político do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Levantamento feito pelo jornal O Estado de S. Paulo nas listas de conselhos fiscais e de administração de diversas empresas mostra que, nos últimos dois anos e meio, o Palácio do Planalto e seus aliados nos fundos de pensão usaram sistematicamente nomeações de caráter político para funções eminentemente técnicas.
Entre os principais assessores de Dirceu na Casa Civil, por exemplo, pelo menos quatro ocuparam ou ocupam assentos nesses conselhos: Miriam Belchior, subchefe de Articulação e Monitoramento, está no Conselho de Administração da Eletrobrás; Luiz Alberto dos Santos, da Subchefia de Análise e Acompanhamento de Políticas Governamentais, ocupa igual posto na Eletronorte; Swedenberger Barbosa, ex-número dois da Casa Civil, ainda aparece no conselho da Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf); e Sandra Cabral, ex-assessora especial de Dirceu, renunciou à vaga nos Correios, mas continuava até a semana passada no Conselho Fiscal do Banco do Estado de Santa Catarina (Besc).
Além desses, Cezar Alvarez, assessor da Presidência, é membro do Conselho de Administração do Banco do Nordeste, e Alon Feuerwerker, ex-subchefe de Assuntos Parlamentares, do Conselho Fiscal do Banco do Brasil.
Ao todo, o governo pode dispor livremente de cerca de 500 cargos nas estatais, e os fundos de pensão, de outras centenas de assentos nos conselhos das empresas privatizadas das quais são acionistas. Só o fundo dos funcionários do Banco do Brasil, a Previ, têm 373 vagas em grandes empresas, do ramo de telefonia ao de mineração, que pagam aos seus conselheiros até R$ 20 mil mensais.
POUCO TRABALHO
A vantagem desse tipo de cargo é que ele não exige muito trabalho, apesar da responsabilidade. Em geral, os conselhos fiscais e de administração se reúnem apenas uma vez por mês, senão a cada trimestre. A remuneração mensal varia de 10% a 20% do que ganham os diretores da empresa. Nas estatais, isso significa um bônus mensal de, no mínimo, R$ 2 mil, e no máximo R$ 10,8 mil, como no caso de Itaipu Binacional, onde a cúpula da Central Única dos Trabalhadores (CUT) conseguiu emplacar um conselheiro, o secretário de Relações Internacionais, João Vaccari Neto, numa vaga criada especialmente para os "trabalhadores".
O presidente da CUT, João Felício, obteve vaga no Conselho de Administração do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), onde ganha R$ 4 mil por mês. Ele foi indicado para o Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador, que financia os projetos do banco.
A utilização dos conselhos das estatais para complementar o salário de altos funcionários do governo é prática corriqueira. Os próprios ministros da Fazenda, Antonio Palocci, da Casa Civil, Dilma Rousseff, da Indústria e Comércio, Luiz Fernando Furlan, e do Trabalho, Luiz Marinho, ganham por sua participação nos conselhos das maiores empresas.
Não é incomum ver pessoas de primeiro e segundo escalões da equipe econômica lotadas nesses cargos como forma de turbinar seus salários. Mas o governou atual levou ao extremo essa prática, utilizando-a para complementar a remuneração de vários assessores políticos e de imprensa dos ministros.
GENTE DE FORA
Até dirigentes petistas de fora do governo foram agraciados com indicações. É o caso de Marlene da Rocha, da Executiva Nacional do PT, que ocupou, até semanas atrás, um assento no Conselho Fiscal da Eletrosul. Entre todos os casos, porém, o que mais chama a atenção é o de Raimundo Ferreira da Silva Júnior.
Vice-presidente do PT no Distrito Federal, ele foi indicado pelo Ministério da Fazenda para ocupar suas vagas nos conselhos fiscais do BB Leasing e do BB Investimento. Renunciou aos cargos no início de julho, após a constatação de que aparecia na lista dos supostos office-boys usados pelo ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares para sacar o dinheiro do mensalão no Banco Rural.
Três matérias, uma do Portal Terra em 2008, e outras duas do jornal O Estado de S. Paulo, em 2007 e 2005, revelaram os detalhes da prática do Governo Lula no preenchimento dos conselhos de empresas estatais, envolvendo até mesmo a ministra Dilma Roussef, a menina dos olhos do PT para a sucessão do próprio Lula em 2010.
Leia abaixo, na íntegra:
Conselhos de estatais fazem salários de ministros até dobrar
Laryssa Borges
Portal Terra
Direto de Brasília
A participação dos principais ministros do governo Lula em conselhos de administração de empresas estatais tem feito os salários dos integrantes do primeiro escalão, atualmente na casa dos R$ 10,7 mil, chegar até a duas vezes mais. O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, por exemplo, que lidera uma lista elaborada pelo Terra com base em informações dos ministérios e das estatais, chega a ter remuneração de R$ 30 mil por mês.
Apenas o assento de conselheiro permanente da Itaipu Binacional engorda a conta do ministro em cerca de R$ 14 mil mensais. Este valor, recorde entre todas as estatais que têm ministros em seus conselhos, é pago para que Bernardo compareça a uma reunião a cada dois meses ou em casos excepcionais de convocação extraordinária. O ministro também tem assento no conselho de administração do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e recebe mensalmente R$ 4 mil. Procurada por duas semanas consecutivas, a assessoria do ministro do Planejamento não retornou os telefonemas.
A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, integrante de conselhos de administração desde o início do primeiro mandato do presidente Lula, em 2003, é a integrante do governo mais antiga com assento em estatais. Desde o início da gestão petista, há cinco anos e meio, já acumulou, com a remuneração por presidir o conselho da Petrobras e ter assento no conselho da BR Distribuidora, subsidiária da Petrobras na área de distribuição de combustíveis, mais de R$ 580 mil.
Ex-ministra de Minas e Energia, Dilma se manteve à frente dos conselhos, apesar da mudança de ministério, "por decisão do presidente Lula", explica a Casa Civil. Segundo a assessoria da ministra, houve uma decisão do presidente de mantê-la nos conselhos em razão de seu perfil técnico e amplo conhecimento sobre o setor.
O ministro das Cidades, Márcio Fortes, aparece no levantamento feito pelo Terra como o representante do governo que mais participou de estatais em sua vida pública. Atualmente responde pelas presidências dos conselhos da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), recebendo R$ 1.731,09 por mês pela função, e da Empresa de Trens Urbanos de Porto Alegre S.A. (Trensurb), com remuneração de R$ 1.100,36. Ainda compõe o conselho da Associação de Comunicação Educativa Roquette Pinto (Acerp), sem salário extra.
Em toda sua vida pública, Fortes já presidiu ou foi membro dos conselhos de administração da Light, de Furnas Centrais Elétricas, da Eletrosul, da Itaipu Binacional, da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) e da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O ministro não quis falar sobre sua atual participação em conselhos de administração de estatais.
Como titular da pasta do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o ministro Miguel Jorge, por sua vez, recebe R$ 13,1 mil a cada três meses por presidir o conselho de administração do BNDES e outros R$ 11,8 mil também em pagamento trimestral para presidir a BNDES Participações (BNDESPar), subsidiária do banco de fomento. Desde meados de 2007, quando assumiu a coordenação dos dois conselhos, Jorge já recebeu pouco mais de R$ 110 mil em honorários.
Questionado sobre a legalidade de sua remuneração extra, o ministro do Desenvolvimento explicou que os conselheiros têm seus nomes aprovados pelo presidente da República e que os estatutos das duas empresas determinam que a presidência dos conselhos de administração deva ser exercida pelo ministro chefe da pasta.
Com a criação da Empresa Brasileira de Comunicação (EBC), a chamada TV Pública, os ministros de Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende, da Educação, Fernando Haddad, e da Secretaria de Comunicação Social, Franklin Martins, foram nomeados para o conselho curador da estatal. Paralelamente a este cargo, remunerado em R$ 1,8 mil mensais, Franklin Martins preside o conselho de administração da EBC, que lhe rende também R$ 1,8 mil por mês. O ministro informou que a lei que criou a TV Pública prevê nominalmente a participação de todos eles nos conselhos. Martins abriu mão da remuneração do conselho curador.
Os ministros da Fazenda, Guido Mantega, e do Trabalho, Carlos Lupi, também integram conselhos de administração. Mantega compõe os conselhos da Petrobras e Lupi, o do BNDES. Ambos recebem cerca de R$ 4 mil mensais para participar das reuniões representando o governo.
Nomeações políticas
Independente da remuneração adicional dos ministros, a nomeação política de auxiliares diretos do presidente Lula para cargos de conselheiro de estatais tem gerado ainda outra distorção. O ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência, Luiz Dulci, por exemplo, recebe R$ 2.818,60 por mês desde junho de 2007 para compor o conselho de administração da Eletrobras.
Responsável por coordenar dentro do governo políticas sociais e ligadas à juventude, o ministro explicou que, apesar de não ter conhecimento do setor de energia elétrica, o estatuto da Eletrobras permite que o Ministério do Planejamento indique livremente o nome de um conselheiro, não importando a falta de familiaridade do indicado com o tema.
O aparelhamento das estatais chega ainda a provocar cenários como a indicação de assessores diretos do presidente Lula, de seus principais ministros e até de ex-integrantes do primeiro escalão que foram afastados do governo por conta de denúncias de corrupção. A secretária-executiva da Casa Civil, Erenice Guerra, por exemplo, e o assessor especial do presidente Lula, Swedenberger Barbosa, compõem o conselho de administração da Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf).
Erenice ainda é do conselho fiscal do BNDES, enquanto o ex-ministro de Minas e Energia, Silas Rondeau, compõe o conselho de administração da Petrobras. Rondeau deixou o governo após ter seu nome envolvido com a Operação Navalha da Polícia Federal, que apurava fraudes em licitações supostamente feitas a partir de um esquema entre integrantes do governo e a construtora Gautama.
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"Heróis" de Lula ganham até o triplo do que ele disse
No Estadão, por Eugênia Lopes e Sônia Filgueiras (1/4/2007)
Chamados de "heróis" pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva por receberem salários de R$ 8.362,80, boa parte dos ministros recorre a um artifício para engordar seus vencimentos: ganham um extra por participar de conselhos fiscais ou de administração de estatais.
Além de exigir trabalho módico - em geral os conselhos se reúnem uma vez por mês -, a remuneração mensal corresponde a até 10% do que ganham em média os diretores da empresa.
A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, mais que dobra seus ganhos ao participar dos conselhos da Petrobrás e da BR Distribuidora. Ao salário de R$ 8.362,80 se somam R$ 4.362,67 do jetom do conselho da Petrobrás, um dos mais cobiçados da Esplanada dos Ministérios, e mais R$ 4.354,22 do jetom do conselho da BR Distribuidora. O total chega a R$ 17.079,69.
Além de participar do conselho da Petrobrás, o ministro das Minas e Energia, Silas Rondeau, integra um colegiado invejado: o da Itaipu Binacional, que não tem as limitações das estatais e paga jetom de R$ 12.179. Tudo somado, ele recebe R$ 24.905,47.
"É um subterfúgio legítimo", diz o deputado Ciro Gomes (PSB-CE). Ministro da Integração Nacional no primeiro mandato de Lula, Ciro integrou o Conselho da Acesita e, mais tarde, o de Itaipu. "Ganhava o mesmo salário que tinha como ministro para participar de uma reunião por mês da estatal", diz. "Se não fosse isso, não poderia ser ministro."
"Há lógica quando o ministro ocupa o conselho de uma estatal ligada a seu ministério. Mas não quando ele está em um conselho qualquer, só para elevar seus proventos", discorda o deputado Mendes Thame (PSDB-SP). "Essa distorção custa caro, pois o ministro ocupa o cargo de alguém com mais familiaridade com o assunto."
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Governo Lula: salários milionários para os companheiros do PT
Sérgio Gobetti
O Estado de S. Paulo
(agosto 2005)
A estrutura de poder montada pelo PT, sob comando do ex-ministro José Dirceu, contou com o suporte financeiro das empresas estatais e dos cargos de indicação dos fundos de pensão para bonificar com uma "remuneração extra" os fiéis escudeiros do grupo político do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Levantamento feito pelo jornal O Estado de S. Paulo nas listas de conselhos fiscais e de administração de diversas empresas mostra que, nos últimos dois anos e meio, o Palácio do Planalto e seus aliados nos fundos de pensão usaram sistematicamente nomeações de caráter político para funções eminentemente técnicas.
Entre os principais assessores de Dirceu na Casa Civil, por exemplo, pelo menos quatro ocuparam ou ocupam assentos nesses conselhos: Miriam Belchior, subchefe de Articulação e Monitoramento, está no Conselho de Administração da Eletrobrás; Luiz Alberto dos Santos, da Subchefia de Análise e Acompanhamento de Políticas Governamentais, ocupa igual posto na Eletronorte; Swedenberger Barbosa, ex-número dois da Casa Civil, ainda aparece no conselho da Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf); e Sandra Cabral, ex-assessora especial de Dirceu, renunciou à vaga nos Correios, mas continuava até a semana passada no Conselho Fiscal do Banco do Estado de Santa Catarina (Besc).
Além desses, Cezar Alvarez, assessor da Presidência, é membro do Conselho de Administração do Banco do Nordeste, e Alon Feuerwerker, ex-subchefe de Assuntos Parlamentares, do Conselho Fiscal do Banco do Brasil.
Ao todo, o governo pode dispor livremente de cerca de 500 cargos nas estatais, e os fundos de pensão, de outras centenas de assentos nos conselhos das empresas privatizadas das quais são acionistas. Só o fundo dos funcionários do Banco do Brasil, a Previ, têm 373 vagas em grandes empresas, do ramo de telefonia ao de mineração, que pagam aos seus conselheiros até R$ 20 mil mensais.
POUCO TRABALHO
A vantagem desse tipo de cargo é que ele não exige muito trabalho, apesar da responsabilidade. Em geral, os conselhos fiscais e de administração se reúnem apenas uma vez por mês, senão a cada trimestre. A remuneração mensal varia de 10% a 20% do que ganham os diretores da empresa. Nas estatais, isso significa um bônus mensal de, no mínimo, R$ 2 mil, e no máximo R$ 10,8 mil, como no caso de Itaipu Binacional, onde a cúpula da Central Única dos Trabalhadores (CUT) conseguiu emplacar um conselheiro, o secretário de Relações Internacionais, João Vaccari Neto, numa vaga criada especialmente para os "trabalhadores".
O presidente da CUT, João Felício, obteve vaga no Conselho de Administração do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), onde ganha R$ 4 mil por mês. Ele foi indicado para o Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador, que financia os projetos do banco.
A utilização dos conselhos das estatais para complementar o salário de altos funcionários do governo é prática corriqueira. Os próprios ministros da Fazenda, Antonio Palocci, da Casa Civil, Dilma Rousseff, da Indústria e Comércio, Luiz Fernando Furlan, e do Trabalho, Luiz Marinho, ganham por sua participação nos conselhos das maiores empresas.
Não é incomum ver pessoas de primeiro e segundo escalões da equipe econômica lotadas nesses cargos como forma de turbinar seus salários. Mas o governou atual levou ao extremo essa prática, utilizando-a para complementar a remuneração de vários assessores políticos e de imprensa dos ministros.
GENTE DE FORA
Até dirigentes petistas de fora do governo foram agraciados com indicações. É o caso de Marlene da Rocha, da Executiva Nacional do PT, que ocupou, até semanas atrás, um assento no Conselho Fiscal da Eletrosul. Entre todos os casos, porém, o que mais chama a atenção é o de Raimundo Ferreira da Silva Júnior.
Vice-presidente do PT no Distrito Federal, ele foi indicado pelo Ministério da Fazenda para ocupar suas vagas nos conselhos fiscais do BB Leasing e do BB Investimento. Renunciou aos cargos no início de julho, após a constatação de que aparecia na lista dos supostos office-boys usados pelo ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares para sacar o dinheiro do mensalão no Banco Rural.
Jornal da Tarde apontou os conselheiros de Kassab
Matéria do Jornal da Tarde de 26 de janeiro apontou a composição dos conselhos de empresas municipais, criticando que "apesar do aperto no orçamento por conta da crise financeira, o governo Gilberto Kassab (DEM) tem despesa de até 4,17 milhões ao ano com jeton de integrantes dos conselhos de administração das empresas da Prefeitura."
Foi essa matéria que estimulou o pronunciamento raivoso do vereador Arselino Tatto , que inexplicavelmente centrou fogo no presidente do PPS, Roberto Freire, talvez incomodado pelo fato que um partido de esquerda como o PPS não faça parte do arremedo do Governo Lula. Tatto fez lembrar aquela máxima da sabedoria popular, que diz que o macaco senta no próprio rabo para apontar o do outro.
Veja abaixo a matéria do Jornal da Tarde que fala sobre os conselheiros de Kassab. Clique para ampliar:
Foi essa matéria que estimulou o pronunciamento raivoso do vereador Arselino Tatto , que inexplicavelmente centrou fogo no presidente do PPS, Roberto Freire, talvez incomodado pelo fato que um partido de esquerda como o PPS não faça parte do arremedo do Governo Lula. Tatto fez lembrar aquela máxima da sabedoria popular, que diz que o macaco senta no próprio rabo para apontar o do outro.
Veja abaixo a matéria do Jornal da Tarde que fala sobre os conselheiros de Kassab. Clique para ampliar:
Quem é Roberto Freire, quem é Arselino Tatto
Roberto Freire é um dos mais respeitados e influentes políticos brasileiros. Chegou a este patamar de reconhecimento por suas idéias, convicções e atitudes. O seu nome sempre esteve no rol dos homens públicos sérios, sem uma só denúncia ou suspeita sobre a sua atuação – e este é o seu maior patrimônio após 32 anos ininterruptos na política (um mandato como senador da República, cinco mandatos como deputado federal e um como estadual).
Conhecedor profundo dos problemas brasileiros e observador crítico e atualizado dos fatos mundiais contemporâneos, Roberto Freire é reputado por toda a mídia como um político sério, honesto e competente. Não foi à toa que o Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (DIAP) o escolheu por 14 anos, sucessivamente, como um dos 100 "cabeças" do Congresso Nacional.
São Paulo reivindica este novo parâmetro ético para qualificar o debate e dignificar a nossa representação política. Por isso, ter Roberto Freire em conselhos de empresas municipais que discutem o Urbanismo e o Turismo na cidade de São Paulo é motivo de orgulho não apenas para o governo que o convidou para tais funções como para todos os cidadãos paulistanos.
É este patrimônio ético e moral, somado ao vultoso conteúdo ideológico, a uma história coerente e à comprovada eficiência no parlamento brasileiro, que moveu o prefeito Gilberto Kassab a ter Roberto Freire como participante indireto do seu governo.
O outro lado da Política
O vereador petista Arselino Roque Tatto, o mais bem sucedido dos irmãos da "tattolândia", é dos vereadores mais antigos de São Paulo. Está no sexto mandato, já foi presidente da Câmara Municipal e líder do PT na Casa.
Porém, no auge da carreira, o vereador foi acusado de ficar com parte dos salários de funcionários. Segundo denúncia do Ministério Público Estadual, Tatto desviou verbas do gabinete entre 1989 e 1996.
Por causa disso, o vereador teve os bens bloqueados. Tatto defendeu-se dizendo que os valores faziam parte da contribuição partidária.
Também a eleição de Arselino Tatto para a presidência da Câmara foi tensa. Vereadores que apoiavam seu então oponente Antonio Carlos Rodrigues denunciaram que Havanir Nimtz (Prona) teria sido ameaçada e por isso não apareceu para votar. A vereadora, investigada em uma comissão da Câmara, poderia ser cassada caso votasse contra o candidato do PT. Por acreditar nisso, eles tentaram suspender e encerrar a sessão.
A estratégia não deu resultado. Em seguida, nova confusão aconteceu com a chegada de Eliseu Gabriel (PDT). Como havia tirado o nome da lista de apoio a Rodrigues três dias antes, foi vaiado por colegas, chamado de "vigarista" e agredido fisicamente.
Para saber mais da "tattolândia":
Revista Época - A ascensão da Tattolândia
Base é chamada de "Tattolândia"
Menção à Tattolândia paralisa Câmara paulistana
Conhecedor profundo dos problemas brasileiros e observador crítico e atualizado dos fatos mundiais contemporâneos, Roberto Freire é reputado por toda a mídia como um político sério, honesto e competente. Não foi à toa que o Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (DIAP) o escolheu por 14 anos, sucessivamente, como um dos 100 "cabeças" do Congresso Nacional.
São Paulo reivindica este novo parâmetro ético para qualificar o debate e dignificar a nossa representação política. Por isso, ter Roberto Freire em conselhos de empresas municipais que discutem o Urbanismo e o Turismo na cidade de São Paulo é motivo de orgulho não apenas para o governo que o convidou para tais funções como para todos os cidadãos paulistanos.
É este patrimônio ético e moral, somado ao vultoso conteúdo ideológico, a uma história coerente e à comprovada eficiência no parlamento brasileiro, que moveu o prefeito Gilberto Kassab a ter Roberto Freire como participante indireto do seu governo.
O outro lado da Política
O vereador petista Arselino Roque Tatto, o mais bem sucedido dos irmãos da "tattolândia", é dos vereadores mais antigos de São Paulo. Está no sexto mandato, já foi presidente da Câmara Municipal e líder do PT na Casa.
Porém, no auge da carreira, o vereador foi acusado de ficar com parte dos salários de funcionários. Segundo denúncia do Ministério Público Estadual, Tatto desviou verbas do gabinete entre 1989 e 1996.
Por causa disso, o vereador teve os bens bloqueados. Tatto defendeu-se dizendo que os valores faziam parte da contribuição partidária.
Também a eleição de Arselino Tatto para a presidência da Câmara foi tensa. Vereadores que apoiavam seu então oponente Antonio Carlos Rodrigues denunciaram que Havanir Nimtz (Prona) teria sido ameaçada e por isso não apareceu para votar. A vereadora, investigada em uma comissão da Câmara, poderia ser cassada caso votasse contra o candidato do PT. Por acreditar nisso, eles tentaram suspender e encerrar a sessão.
A estratégia não deu resultado. Em seguida, nova confusão aconteceu com a chegada de Eliseu Gabriel (PDT). Como havia tirado o nome da lista de apoio a Rodrigues três dias antes, foi vaiado por colegas, chamado de "vigarista" e agredido fisicamente.
Para saber mais da "tattolândia":
Revista Época - A ascensão da Tattolândia
Base é chamada de "Tattolândia"
Menção à Tattolândia paralisa Câmara paulistana
Soninha é entevistada hoje no programa Amaury Jr.
O "Programa Amaury Jr." desta terça-feira, dia 3, mostrará uma entrevista com a ex-vereadora Soninha Francine, atual subprefeita da Lapa. Segundo a divulgação do programa, Amaury Jr. bateu um papo totalmente descontraído. "Falaram sobre tudo desde filhos e família até descriminalização da maconha", afirmam.
Soninha comentou também um pouco sobre a nova experiência de ser subprefeita, diz que pretende realizar vários projetos na região da Lapa, em São Paulo, mas que não desistiu, e nem vai desistir de se tornar Prefeita de São Paulo.
O "Programa Amaury Jr." vai ao ar de terça a sexta-feira, a partir da meia noite, pela RedeTV!
Soninha comentou também um pouco sobre a nova experiência de ser subprefeita, diz que pretende realizar vários projetos na região da Lapa, em São Paulo, mas que não desistiu, e nem vai desistir de se tornar Prefeita de São Paulo.
O "Programa Amaury Jr." vai ao ar de terça a sexta-feira, a partir da meia noite, pela RedeTV!
Inspeção veicular: quem já entendeu?
Começaram nesta segunda-feira as inspeções para o controle da poluição emitida por automóveis e motocicletas na capital paulista. Veículos com placa final 1, que haviam marcado a verificação para este primeiro dia, já tiveram checado o nível de poluentes emitidos.
De acordo com a Secretaria Municipal de Verde e Meio Ambiente, na primeira fase do programa, que vai até 30 de abril, 227 mil carros e motos com placa final 1 terão de passar pela verificação. Contudo, até o último dia 30, só 10.835 haviam agendado a fiscalização - 4,7% do esperado.
Detalhes insólitos do primeiro dia: o rodízio paulistano proibe às segundas-feiras a circulação dos veículos com placa de final 1 (o que concentrou para depois das 10h da manhã boa parte dos veículos que estavam agendados a partir das 7h, dentro do horário de circulação proibida); o número de postos de inspeção é muito pequeno; a inspeção reprovou apenas 5% dos veículos vistoriados; site da prefeitura para solicitar o reembolso tem problemas. Ou seja, o caos.
Além disso, uma particularidade da inspeção é no mínimo estranha: só serão vistoriados os veículos fabricados a partir de 2003. Ou seja, os carros mais antigos, verdadeiros cacarecos que circulam despejando fumaça pelas ruas e atravancando o trânsito, não são atingidos pela obrigatoriedade. Também já são isentos de IPVA, outro privilégio que incentiva a permanência desses veículos nas ruas.
A Controlar - consórcio responsável pelas análises na capital - afirmou anteriormente que, mesmo se a procura fosse intensa, as pessoas ficariam no máximo 30 minutos nos centros de inspeção. Na manhã de ontem, no entanto, houve filas de até 10 veículos por unidade de inspeção e a espera chegou a 1h10 - isso mesmo com a baixíssima adesão dos motoristas.
Desconhecimento da população? Sim, com certeza. Boa parte dos motoristas paulistanos nem sequer ouviu falar da tal inspeção obrigatória. Mas ela é importante, como diz a ex-vereadora e atual Subprefeita da Lapa, Soninha Francine, para "morrer menos gente". Leia aqui o que a Soninha fala sobre o assunto.
De acordo com a Secretaria Municipal de Verde e Meio Ambiente, na primeira fase do programa, que vai até 30 de abril, 227 mil carros e motos com placa final 1 terão de passar pela verificação. Contudo, até o último dia 30, só 10.835 haviam agendado a fiscalização - 4,7% do esperado.
Detalhes insólitos do primeiro dia: o rodízio paulistano proibe às segundas-feiras a circulação dos veículos com placa de final 1 (o que concentrou para depois das 10h da manhã boa parte dos veículos que estavam agendados a partir das 7h, dentro do horário de circulação proibida); o número de postos de inspeção é muito pequeno; a inspeção reprovou apenas 5% dos veículos vistoriados; site da prefeitura para solicitar o reembolso tem problemas. Ou seja, o caos.
Além disso, uma particularidade da inspeção é no mínimo estranha: só serão vistoriados os veículos fabricados a partir de 2003. Ou seja, os carros mais antigos, verdadeiros cacarecos que circulam despejando fumaça pelas ruas e atravancando o trânsito, não são atingidos pela obrigatoriedade. Também já são isentos de IPVA, outro privilégio que incentiva a permanência desses veículos nas ruas.
A Controlar - consórcio responsável pelas análises na capital - afirmou anteriormente que, mesmo se a procura fosse intensa, as pessoas ficariam no máximo 30 minutos nos centros de inspeção. Na manhã de ontem, no entanto, houve filas de até 10 veículos por unidade de inspeção e a espera chegou a 1h10 - isso mesmo com a baixíssima adesão dos motoristas.
Desconhecimento da população? Sim, com certeza. Boa parte dos motoristas paulistanos nem sequer ouviu falar da tal inspeção obrigatória. Mas ela é importante, como diz a ex-vereadora e atual Subprefeita da Lapa, Soninha Francine, para "morrer menos gente". Leia aqui o que a Soninha fala sobre o assunto.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Câmara Municipal: início da nova legislatura
Na semana em que se iniciam os trabalhos em plenário desta nova legislatura (2009-2012), a Câmara Municipal ganha as páginas dos jornais com dois assuntos bombásticos: a revisão do Plano Diretor e o cerco dos ladrões.
Ladrões que estão do lado de fora da Casa, que fique bem claro. Reportagem mostra que, após a expulsão da Cracolândia, com a revitalização da Luz, moradores de rua concentram-se nas portarias dos prédios da região da Câmara Municipal, no centro de São Paulo. No meio deles, bandidos e traficantes aproveitam a aglomeração para agir. Quem se nega a dar dinheiro é ameaçado com canivetes e estiletes. A Ação Local Maria Paula elaborou um documento com todos os problemas da região, onde vivem 10 mil pessoas.
O assunto interno mais comentado, porém, é a revisão do Plano Diretor da capital, que deve mobilizar os vereadores e a sociedade organizada no decorrer de 2009. Como a discussão exige conhecimento técnico sobre assuntos bem complicados, os parlamentares já buscam apoio de especialistas. É o caso do PPS, por meio de sua liderança na Câmara.
O Plano Diretor é a lei municipal que fixa as diretrizes para a ocupação da cidade, determinando inclusive a divisão do território para áreas comerciais, residenciais e mistas.
Veja mais informações no Blog da Liderança do PPS na Câmara paulistana.
Ladrões que estão do lado de fora da Casa, que fique bem claro. Reportagem mostra que, após a expulsão da Cracolândia, com a revitalização da Luz, moradores de rua concentram-se nas portarias dos prédios da região da Câmara Municipal, no centro de São Paulo. No meio deles, bandidos e traficantes aproveitam a aglomeração para agir. Quem se nega a dar dinheiro é ameaçado com canivetes e estiletes. A Ação Local Maria Paula elaborou um documento com todos os problemas da região, onde vivem 10 mil pessoas.
O assunto interno mais comentado, porém, é a revisão do Plano Diretor da capital, que deve mobilizar os vereadores e a sociedade organizada no decorrer de 2009. Como a discussão exige conhecimento técnico sobre assuntos bem complicados, os parlamentares já buscam apoio de especialistas. É o caso do PPS, por meio de sua liderança na Câmara.
O Plano Diretor é a lei municipal que fixa as diretrizes para a ocupação da cidade, determinando inclusive a divisão do território para áreas comerciais, residenciais e mistas.
Veja mais informações no Blog da Liderança do PPS na Câmara paulistana.
PPS estabelece Coordenação Eleitoral Nacional
O PPS recriou na semana passada a Coordenação Eleitoral Nacional e as coordenações eleitorais estaduais para 2009/10. Também está sendo lançado o II Projeto Pé na Estrada, uma iniciativa que visa fortalecer as candidaturas do partido, principalmente nos 164 municípios brasileiros com mais de 100 mil eleitores.
Para as eleições de 2008, o PPS paulistano se empenhou na filiação de nomes representativos: além da vereadora Soninha Francine, entraram no partido personalidades como o medalhista olímpico Lars Grael e o ex-goleiro corintiano Ronaldo Giovanelli.
Neste ano, a idéia é intensificar e fortalecer ainda mais o partido na capital paulista. O presidente Roberto Freire, deputados federais e outras lideranças nacionais percorrerão todos os 164 municípios para participar de eventos relativos às eleições, desde a consolidação do Bloco Democrático e Reformista com o PSDB, DEM e outros partidos e entidades, à organização do XVI Congresso, reestruturação e filiação de novas lideranças.
A tarefa vai além. O PPS quer se firmar como partido comprometido com os ideais da democracia, da ética, da justiça social, do desenvolvimento econômico sustentado e inclusivo.
Cursos de formação política qualificarão candidatos e lideranças com informações, propostas e idéias fundamentadas nesses princípios e metas. Em São Paulo, o trabalho é coordenado pelo presidente municipal Carlos Fernandes.
Para as eleições de 2008, o PPS paulistano se empenhou na filiação de nomes representativos: além da vereadora Soninha Francine, entraram no partido personalidades como o medalhista olímpico Lars Grael e o ex-goleiro corintiano Ronaldo Giovanelli.
Neste ano, a idéia é intensificar e fortalecer ainda mais o partido na capital paulista. O presidente Roberto Freire, deputados federais e outras lideranças nacionais percorrerão todos os 164 municípios para participar de eventos relativos às eleições, desde a consolidação do Bloco Democrático e Reformista com o PSDB, DEM e outros partidos e entidades, à organização do XVI Congresso, reestruturação e filiação de novas lideranças.
A tarefa vai além. O PPS quer se firmar como partido comprometido com os ideais da democracia, da ética, da justiça social, do desenvolvimento econômico sustentado e inclusivo.
Cursos de formação política qualificarão candidatos e lideranças com informações, propostas e idéias fundamentadas nesses princípios e metas. Em São Paulo, o trabalho é coordenado pelo presidente municipal Carlos Fernandes.
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Transparência na gestão pública: marca do PPS
A absoluta transparência pregada em toda a campanha do PPS para a Prefeitura de São Paulo, durante o ano de 2008, é agora exercida na região da Lapa (zona oeste da cidade), onde a ex-vereadora Soninha Francine assumiu há uma semana como Subprefeita.Um Blog do Gabinete revela diariamente as atividades, ações e impressões de Soninha nesta nova função.
Aliás, nenhuma novidade para quem já acompanhava o mandato de Soninha como vereadora, de 2005 a 2008. Pioneira na utilização de recursos tecnológicos, como blogs e podcast, para prestação de contas do seu mandato, a nova Subprefeita da Lapa inova agora no Poder Executivo.
Enquanto isso, no Legislativo, sua experiência continua rendendo frutos. O Blog da Liderança permanecerá acompanhando a atividade cotidiana dos vereadores do PPS paulistano.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Duas matérias que devem ser lidas
A primeira mostra um problema crônico que caiu no colo da nova Subprefeita da Lapa, Soninha Francine: os alagamentos das ruas da Pompéia, nas proximidades dos shoppings Bourbon e West Plaza. Quando não chove, a região é intransitável devido ao trânsito. Quando chove...
A segunda reportagem mostra a nova prática do prefeito Gilberto Kassab (DEM), de distribuir coronéis da PM em postos estratégicos da administração municipal. Desconhecemos a eficácia de tal medida, mas é uma determinação que deverá valer inclusive para a Subprefeitura da Lapa.
Clique na reprodução das matérias para ampliar:

A segunda reportagem mostra a nova prática do prefeito Gilberto Kassab (DEM), de distribuir coronéis da PM em postos estratégicos da administração municipal. Desconhecemos a eficácia de tal medida, mas é uma determinação que deverá valer inclusive para a Subprefeitura da Lapa.
Clique na reprodução das matérias para ampliar:

terça-feira, 27 de janeiro de 2009
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
O gato que ri e as peripécias do Governo Lula
Os jornais do fim-de-semana revelam que um gato de estimação fez parte, durante cinco meses, da lista de beneficiários do Bolsa Família em Antônio João (300 km de Campo Grande), um dos municípios mais pobres de Mato Grosso do Sul. O animal, chamado Billy, foi inscrito com nome, sobrenome e data de nascimento por seu dono, Eurico Siqueira da Rosa, coordenador local do programa do governo.Billy tinha número de identificação social, cartão magnético e vinha recebendo R$ 20 mensais do governo federal como complementação de renda. A fraude foi descoberta durante a visita de um agente de saúde à casa do suposto beneficiário, em novembro passado.
Recebido pela mulher do coordenador, o agente quis saber por qual motivo a criança Billy Flores da Rosa não havia sido levada para fazer a medição e a pesagem, exigidas para os cadastrados no programa.
A mulher estranhou a pergunta: "Mas o único Billy aqui é o meu gatinho". O agente relatou o diálogo à prefeitura, que abriu sindicância.
"Convocamos testemunhas e exigimos que o coordenador comprovasse a existência da suposta criança que ele cadastrou", disse à Folha de S. Paulo a secretária de Assistência Social do município, Neuza Carrillo.
O processo de cadastramento das famílias é de responsabilidade do município. O coordenador, disse a secretária, é encarregado de receber e verificar a documentação dos candidatos ao benefício. Ao final dessas etapas, cabia a ele incluir os dados no sistema on-line do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.
"Os documentos não são remetidos a Brasília, somente as informações. Ele se aproveitou disso para criar um cadastro inteiramente falso, com dados como nome, peso e data de nascimento, e depois batizou a invenção com o nome do gato."
Ouvido ao final da sindicância, Rosa admitiu a fraude. Funcionário municipal concursado desde 2006, ele foi afastado em dezembro. Na semana passada, pediu exoneração do serviço público.
Para a secretária, o caso é "absurdo, mas isolado". Ela defende a necessidade de alteração das normas de controle. "Se houvesse um setor em Brasília encarregado de receber e verificar a documentação, fraudes como essa se tornariam mais difíceis do ocorrer."
A prefeitura decidiu recadastrar as 891 famílias que recebem o Bolsa Família na cidade.
Em Antônio João, causou comoção o rumor de que, por conta da fraude, os pagamentos seriam suspensos. "O único benefício bloqueado foi o do gato", disse Carrillo.
Em nota, a secretária-executiva-adjunta da pasta de Desenvolvimento Social, Rosilene Rocha, disse que o caso "mostra o esforço que nós estamos fazendo para auditar o cadastro, fazer cruzamento de dados e checar os beneficiários".
domingo, 25 de janeiro de 2009
Comício pelas Diretas-Já na Sé completa 25 anos
Os comícios pelas Diretas-Já arrastaram uma multidão de pessoas para as ruas 25 anos atrás. Políticos, artistas, líderes sindicais, esportistas e estudantes se uniram em torno de um único objetivo: restabelecer as eleições diretas para presidente no país. O comício realizado no dia 25 de janeiro de 1984, que lotou a praça da Sé - no aniversário da cidade de São Paulo - simbolizou a força do movimento dentro da sociedade e começou a ganhar a atenção da mídia e do Congresso.
"O comício que marca o início do movimento aconteceu em São Paulo dia 25, no aniversário da cidade", relembra o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. "Ninguém esperava tanta gente. Os alto-falantes não eram suficientes para chegar à multidão que tomou a praça. Foi a partir daí que a imprensa começou a divulgar o movimento."
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Paulistano está mais satisfeito com a cidade
A 2ª edição da Pesquisa “Viver em São Paulo”, divulgada nesta quinta-feira (22/1), às vésperas do aniversário da cidade, revela um diagnóstico da percepção dos que vivem na cidade sobre os mais variados aspectos da administração municipal e dos serviços públicos oferecidos. A iniciativa é do Movimento Nossa São Paulo e a realização, do Ibope.
No levantamento foram realizadas quase 200 questões com 1.512 moradores da cidade com 16 anos ou mais, entre os dias 18 e 29 de novembro. Em alguns tópicos, as conclusões foram recortadas por faixa de renda familiar e por região da cidade.
O ranking das instituições mais confiáveis, a avaliação do atual prefeito e as subprefeituras melhores e piores avaliadas estão entre as conclusões apresentadas. A margem de erro máxima é de 3 pontos percentuais para cima ou para baixo.
Sobre realização pessoal:
63% dos entrevistados consideram sua vida “muito interessante”;
49% afirmam experimentar “momentos de alegria intensa” frequentemente e outros 38%, às vezes;
41% dizem que “normalmente realizam aquilo que querem” “a maior parte do tempo” e, para 52%, isso só acontece “às vezes”;
Comparando com o passado, 60% consideram sua vida “muito feliz” e 34%, “mais ou menos feliz”;
26% afirmam que “ter dinheiro” os tornaria mais realizados. “Ter um emprego melhor” aparece em segundo lugar, com 16%, seguido por “conviver com a família” (13%) e “cuidar mais da saúde” (12%).
48% dos entrevistados dizem que se “incomodam muito” com a grande desigualdade social em São Paulo. 17% dizem que se incomodam, “mas não muito” e 33% afiram não se incomodar “porque já se acostumaram com a realidade”.
Sobre a vida em São Paulo:
26% dos entrevistados afirmaram que as “oportunidades” que a cidade oferece é o aspecto mais positivo da vida na capital paulista. Em segundo lugar ficou “mercado de trabalho” (16%), seguido por “lazer e entretenimento” (13%);
“Violência” e “criminalidade” lideram o ranking dos aspectos negativos da cidade, com 58%. Em seguida aparece o “trânsito”, com 12%.
Quando o assunto é “medo”, o item “violência em geral” está em primeiro lugar para 78% dos entrevistados. Em seguida, outros aspectos também relacionados à violência, como: “assalto/roubo” (57%), “tráfico de drogas” (37%) e “sair à noite” (17%);
Comparando com a 1ª edição da pesquisa, a nota média para a cidade de São Paulo permanece exatamente a mesma: 6,5;
Os paulistanos estão mais orgulhosos por morar na cidade: na pesquisa anterior, 44% diziam ter “muito orgulho” por viver na capital paulista. Agora, o resultado subiu para 51%. Os que sentiam “um pouco de orgulho” caíram de 38% para 34%;
Para 61% dos entrevistados, a cidade está “no caminho certo”. Na edição anterior, o resultado era 53%.
Diminuiu de 55% para 46% o percentual de entrevistados que sairiam da cidade se tivessem a chance de morar em outro lugar.
Quanto à eficiência das instituições públicas, 68% estão “totalmente insatisfeitos” – na primeira pesquisa, eram 74%. Sobre transparência na administração pública municipal, 71% se dizem “totalmente insatisfeitos”, contra 79% na edição anterior.
Veja aqui todos os detalhes da pesquisa
No levantamento foram realizadas quase 200 questões com 1.512 moradores da cidade com 16 anos ou mais, entre os dias 18 e 29 de novembro. Em alguns tópicos, as conclusões foram recortadas por faixa de renda familiar e por região da cidade.
O ranking das instituições mais confiáveis, a avaliação do atual prefeito e as subprefeituras melhores e piores avaliadas estão entre as conclusões apresentadas. A margem de erro máxima é de 3 pontos percentuais para cima ou para baixo.
Sobre realização pessoal:
63% dos entrevistados consideram sua vida “muito interessante”;
49% afirmam experimentar “momentos de alegria intensa” frequentemente e outros 38%, às vezes;
41% dizem que “normalmente realizam aquilo que querem” “a maior parte do tempo” e, para 52%, isso só acontece “às vezes”;
Comparando com o passado, 60% consideram sua vida “muito feliz” e 34%, “mais ou menos feliz”;
26% afirmam que “ter dinheiro” os tornaria mais realizados. “Ter um emprego melhor” aparece em segundo lugar, com 16%, seguido por “conviver com a família” (13%) e “cuidar mais da saúde” (12%).
48% dos entrevistados dizem que se “incomodam muito” com a grande desigualdade social em São Paulo. 17% dizem que se incomodam, “mas não muito” e 33% afiram não se incomodar “porque já se acostumaram com a realidade”.
Sobre a vida em São Paulo:
26% dos entrevistados afirmaram que as “oportunidades” que a cidade oferece é o aspecto mais positivo da vida na capital paulista. Em segundo lugar ficou “mercado de trabalho” (16%), seguido por “lazer e entretenimento” (13%);
“Violência” e “criminalidade” lideram o ranking dos aspectos negativos da cidade, com 58%. Em seguida aparece o “trânsito”, com 12%.
Quando o assunto é “medo”, o item “violência em geral” está em primeiro lugar para 78% dos entrevistados. Em seguida, outros aspectos também relacionados à violência, como: “assalto/roubo” (57%), “tráfico de drogas” (37%) e “sair à noite” (17%);
Comparando com a 1ª edição da pesquisa, a nota média para a cidade de São Paulo permanece exatamente a mesma: 6,5;
Os paulistanos estão mais orgulhosos por morar na cidade: na pesquisa anterior, 44% diziam ter “muito orgulho” por viver na capital paulista. Agora, o resultado subiu para 51%. Os que sentiam “um pouco de orgulho” caíram de 38% para 34%;
Para 61% dos entrevistados, a cidade está “no caminho certo”. Na edição anterior, o resultado era 53%.
Diminuiu de 55% para 46% o percentual de entrevistados que sairiam da cidade se tivessem a chance de morar em outro lugar.
Quanto à eficiência das instituições públicas, 68% estão “totalmente insatisfeitos” – na primeira pesquisa, eram 74%. Sobre transparência na administração pública municipal, 71% se dizem “totalmente insatisfeitos”, contra 79% na edição anterior.
Veja aqui todos os detalhes da pesquisa
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
Nossa São Paulo apresenta indicadores da cidade
A direção do PPS/SP, a subprefeita da Lapa, Soninha Francine, e os dois vereadores do PPS paulistano, Claudio Fonseca e Dr. Milton Ferreira, participaram na manhã desta quinta-feira, 22 de janeiro, de duas iniciativas importantes para a gestão pública na capital paulista: a segunda edição da pesquisa Ibope “Viver em São Paulo” e uma publicação com os principais indicadores de qualidade de vida do município.Primeiro houve o lançamento da publicação com os principais indicadores da cidade. Os Grupos de Trabalho que compõem o Movimento selecionaram os indicadores considerados fundamentais para a qualidade de vida em São Paulo.
A publicação apresenta cada um deles nas áreas de Assistência Social, Cultura, Educação (Ensino Médio, Fundamental e Infantil), Esporte, Habitação, Meio Ambiente, Orçamento, Saúde, Trabalho e Renda, Transporte e Violência.
Os números estão distribuídos por subprefeituras e a publicação apresenta, para cada indicador, a melhor e a pior colocadas, além da meta ideal a ser atingida.
Em seguida, houve o lançamento da Pesquisa Viver em São Paulo – 2ª edição. Realizada pelo Ibope, a pesquisa ouviu 1.512 moradores da cidade com 16 anos ou mais, entre os dias 18 e 29 de novembro.
Os resultados revelam um diagnóstico da percepção dos que vivem na cidade sobre os mais variados aspectos da administração municipal e dos serviços públicos oferecidos.
No encerramento do evento, promovido no Teatro Anchieta do Sesc Consolação (Dr. Vila Nova), houve a leitura do "Manifesto pela Paz e Segurança no trânsito de São Paulo".
Claudio Fonseca assiste apresentação de números do Ibope
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Meio Ambiente tem a primeira reunião do ano
O secretariado de Meio Ambiente do PPS/SP se reuniu nesta terça-feira, 20 de janeiro, na sede do partido, dando início às atividades de 2009, tendo como principal desafio debater a visão da sustentabilidade em São Paulo.
Assim, foram definidas algumas ações concretas, como reuniões organizativas quinzenais; criação de uma lista de discussão na internet; implantação de uma biblioteca virtual com link no site do diretório municipal; criação da sala verde PPS na sede do diretório; grupo de estudos e sessões de vídeos; entre outras idéias.
A próxima reunião será no dia 2 de fevereiro, às 19h, na sede municipal do partido.
Assim, foram definidas algumas ações concretas, como reuniões organizativas quinzenais; criação de uma lista de discussão na internet; implantação de uma biblioteca virtual com link no site do diretório municipal; criação da sala verde PPS na sede do diretório; grupo de estudos e sessões de vídeos; entre outras idéias.
A próxima reunião será no dia 2 de fevereiro, às 19h, na sede municipal do partido.
Acompanhe entrevista de Soninha na Sub Lapa
Assista aqui a entrevista da nova Subprefeita da Lapa, Soninha Francine, ao Terra TV.
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
Soninha assume Subprefeitura da Lapa
Soninha administrará uma das maiores áreas de SP e promete melhorar mobilidade. Ex-vereadora também pretende desburocra- tizar concessão de alvarás.A ex-vereadora e candidata do PPS à Prefeitura de São Paulo, Soninha Francine assumiu na manhã desta segunda-feira (19) a Subprefeitura da Lapa (Zona Oeste), que administra uma áreas mais extensas da cidade.
Em um discurso breve, Soninha disse que vai focar o trabalho na questão da mobilidade, uma das questões recorrentes na sua campanha à prefeitura, melhorando as calçadas e áreas para circulação de pedestres e promovendo a inserção da bicicleta.
A nova subprefeita também prometeu melhorar a informação da prefeitura com a população, facilitando o acesso a serviços pelo site da subpreitura e a desburocratização da concessão de alvarás ao comércio.
A indicação de Soninha ao cargo fez parte de um acordo com o prefeito Gilberto Kassab (DEM), então candidato à reeleição, que garantiu o apoio do PPS, partido de Soninha, no segundo turno. Na ocasião, o prefeito se comprometeu a atender uma lista de reivindicações que faziam parte do programa de governo de Soninha.
Área
Com uma área de 40,1 km2, a Subprefeitura da Lapa abrange uma das maiores da cidade, que inclui seis bairros (Lapa, Barra Funda, Perdizes, Vila Leopoldina, Jaguaré e Jaraguá) e é habitada por mais de 270 mil pessoas.
Segundo a assessoria de imprensa da ex-vereadora, ela já conhece vários dos problemas da região por ser moradora da área. Ainda segundo a assessoria, Soninha dará início a uma série de visitas a escolas públicas; unidades de saúde; entidades conveniadas (assistência social); igrejas; jornais de bairro, entre outras. (Do G1)
Veja momentos da chegada de Soninha à Lapa
A ex-vereadora Soninha Francine (PPS) foi nomeada nesta segunda-feira como Subprefeita da Lapa. A recepção de boas-vindas contou com a presença da imprensa e de autoridades locais, moradores da região, os vereadores Claudio Fonseca e Dr. Milton Ferreira, ambos do mesmo partido de Soninha, e Eliseu Gabriel (PSB), além de toda a cúpula dirigente do PPS: o presidente nacional Roberto Freire, o estadual Davi Zaia e o municipal Carlos Fernandes. Veja fotos:
Soninha falou à comunidade, que lotou o auditório
Vereadores, dirigentes e militantes do PPS marcam presença
Moradora da região, Soninha recebe presente de boas-vindas
Soninha concede primeira entrevista coletiva no gabinete
Conheça o Blog do Gabinete da Soninha na Subprefeitura.
Soninha falou à comunidade, que lotou o auditório
Vereadores, dirigentes e militantes do PPS marcam presença
Moradora da região, Soninha recebe presente de boas-vindas
Soninha concede primeira entrevista coletiva no gabineteConheça o Blog do Gabinete da Soninha na Subprefeitura.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Vereadores do PPS participam de posse no TCM
Os vereadores do PPS, Claudio Fonseca e Milton Ferreira, acompanhados do presidente do diretório municipal, Carlos Fernandes, prestigiaram a posse do novo presidente do Tribunal de Contas do Município de São Paulo para o exercício de 2009, Conselheiro Roberto Braguim, em sessão solene realizada no Plenário da sede do TCM, em São Paulo. Além de Braguim, tomaram posse os Conselheiros Eurípedes Sales e Edson Simões, respectivamente, nos cargos de Vice-Presidente e Corregedor.
Também participaram do evento, o secretário da Casa-Civil do Estado, Aloysio Nunes Ferreira; o prefeito da cidade de São Paulo, Gilberto Kassab; o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello, entre outras diversas autoridades.
Comunicação do PPS/SP lança duas novidades
No dia em que a ex-vereadora e candidata do PPS à Prefeitura de São Paulo, Soninha Francine, é anunciada como Subprefeita da Lapa, o PPS anuncia duas novas ferramentas de comunicação: o Blog Gabinete Soninha, com notícias cotidianas da administração e do exercício do novo cargo pela própria subprefeita, e do Blog da Liderança do PPS, com notícias diárias da bancada do partido na Câmara Municipal de São Paulo. Ambos estão em construção.
A iniciativa vem se somar a outras realizações da Secretaria de Comunicação do PPS/SP, que mantém boletins informativos e os sites oficiais do partido no Município e no Estado, além do Blog do PPS/SP, que completa seu segundo aniversário neste mês.
A iniciativa vem se somar a outras realizações da Secretaria de Comunicação do PPS/SP, que mantém boletins informativos e os sites oficiais do partido no Município e no Estado, além do Blog do PPS/SP, que completa seu segundo aniversário neste mês.
domingo, 18 de janeiro de 2009
Renascer: tragédia anunciada?
O desabamento do teto da Igreja Renascer, na noite deste domingo, traz à pauta do dia o obscurantismo que é a proliferação desenfreada de igrejas na cidade. Não que seja um fenômeno exclusivamente paulistano, mas essas obras a toque de caixa causam um estranhamento em quem tem um mínimo de percepção e conhecimento da legislação.Será que o poder público faz um acompanhamento rigoroso dessas construções, que geralmente são erguidas em imóveis visivelmente mal conservados, antigos cinemas e salões que viram igrejas da noite para o dia, como na parábola da multiplicação dos pães?
Será por acaso que na Câmara Municipal de São Paulo, assim como em outras casas legislativas do país, exista uma "bancada evangélica" atuando como um poder paralelo, garantindo privilégios e outras formas de driblar a lei por essas empresas anônimas de Deus, do código de obras à lei do silêncio, passando pelo zoneamento e pela fiscalização das subprefeituras?
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Soninha será Subprefeita da Lapa, na zona oeste
A ex-vereadora e candidata do PPS à Prefeitura de São Paulo, Soninha Francine, assumirá a Subprefeitura da Lapa (zona oeste da cidade) na próxima segunda-feira, 19 de janeiro, a convite do prefeito Gilberto Kassab (DEM). A cerimônia de posse ocorrerá às 11h da manhã, na Rua Guaicurus, 1.000.
Em uma área de 40,1 km², a Subprefeitura da Lapa é uma das maiores da cidade, abrangendo seis distritos (Lapa, Barra Funda, Perdizes, Vila Leopoldina, Jaguaré e Jaguara), e habitada por mais de 270 mil pessoas.
Nem bem assimilou a indicação para o cargo, Soninha já conhece vários dos problemas da região, por ser moradora do bairro, e por tê-los retratados pela imprensa local (veja aqui).
Soninha em ação
Desde o primeiro dia de trabalho, Soninha terá uma agenda intensa de visitas a escolas públicas; unidades de saúde, esporte, cultura e lazer; entidades conveniadas (assistência social); igrejas; jornais de bairro; associações comunitárias; OAB; Conseg; Associação Comercial; entre outras. Também serão agendadas reuniões plenárias periódicas na Subprefeitura.
Para Soninha, assumir uma Subprefeitura é um desafio enorme e complexo, mas estimulante. Para quem se mostrou disposta, durante a campanha eleitoral de 2008, a administrar uma metrópole como São Paulo, gerir uma Subprefeitura é um teste de fogo, já que os problemas mais urgentes da cidade, em todos os setores, estão todos ali reproduzidos regionalmente.
O Blog do PPS/SP irá acompanhar de perto o dia-a-dia de Soninha, os problemas e soluções de sua gestão, e a avaliação frequente da população e da imprensa local.
Em uma área de 40,1 km², a Subprefeitura da Lapa é uma das maiores da cidade, abrangendo seis distritos (Lapa, Barra Funda, Perdizes, Vila Leopoldina, Jaguaré e Jaguara), e habitada por mais de 270 mil pessoas.
Nem bem assimilou a indicação para o cargo, Soninha já conhece vários dos problemas da região, por ser moradora do bairro, e por tê-los retratados pela imprensa local (veja aqui).
Soninha em ação
Desde o primeiro dia de trabalho, Soninha terá uma agenda intensa de visitas a escolas públicas; unidades de saúde, esporte, cultura e lazer; entidades conveniadas (assistência social); igrejas; jornais de bairro; associações comunitárias; OAB; Conseg; Associação Comercial; entre outras. Também serão agendadas reuniões plenárias periódicas na Subprefeitura.
Para Soninha, assumir uma Subprefeitura é um desafio enorme e complexo, mas estimulante. Para quem se mostrou disposta, durante a campanha eleitoral de 2008, a administrar uma metrópole como São Paulo, gerir uma Subprefeitura é um teste de fogo, já que os problemas mais urgentes da cidade, em todos os setores, estão todos ali reproduzidos regionalmente.
O Blog do PPS/SP irá acompanhar de perto o dia-a-dia de Soninha, os problemas e soluções de sua gestão, e a avaliação frequente da população e da imprensa local.
Veja o perfil de Soninha Francine
SONIA FRANCINE GASPAR MARMOIdade: 41 anos (São Paulo, 25 de agosto de 1967)
Formação: Magistério no segundo grau (Colégio Santana)
Proficiency em inglês (exame de Cambridge)
Cinema na Escola de Comunicações e Artes da USP
Eleições disputadas: 3 (2004, 2006 e 2008)
para vereadora pelo PT em 2004 (eleita);
para deputada federal pelo PT em 2006 (não eleita);
para a Prefeitura de São Paulo pelo PPS (terminou em 5o. lugar)
Principais atividades profissionais: trabalhou como professora de educação infantil e professora de inglês na Cultura Inglesa; exerceu muitas funções na MTV, onde ficou quase dez anos (redatora, diretora, coordenadora de produção, apresentadora); trabalhou também na TV Cultura, Rádio Globo/CBN, America Online, GNT, Folha de São Paulo e é apresentadora da ESPN-Brasil.
Estado civil: divorciada
Filhas: Rachel Marmo Azzari - 24 anos
Sarah Marmo Azzari - 21
Julia Terra Saula - 11
Sonia Francine Gaspar Marmo, a Soninha, fez magistério no 2o. grau(atual Ensino Médio) e estudou cinema na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo.
Entre 1990 e 2000 trabalhou na MTV, onde exerceu as funções de produtora, coordenadora de produção, redatora, diretora de programas e apresentadora. Ajudou a desenvolver, entre outros, um programa semanal de debates, o "Barraco MTV", que reunia em torno de uma mesa pessoas de perfis bem diferentes (como o Ministro do Meio Ambiente e um catador de sucata) e com a participação ao vivo dos espectadores.
Em julho de 2000 aceitou convite da TV Cultura para criar um programa para jovens. Até novembro de 2001, apresentou o "RG", que falava de política, cidadania, meio ambiente, arte, cultura, educação, etc. De 2000 a 2004, também forneceu conteúdo para a área jovem da America Online.
O trabalho em mídia jovem lhe rendeu o título de "Jornalista Amiga da Criança", concedido pela Fundação Abrinq a profissionais de mídia identificados com a defesa dos direitos de crianças e adolescentes.
Além disso, desde 99 faz parte da equipe de apresentadores e comentaristas da ESPN-Brasil e escreve uma coluna semanal no caderno de esportes da Folha de São Paulo.
Durante dois anos foi comentarista de futebol do sistema Globo/CBN de rádio. Em 2005 e 2007, foi escolhida, por votação na internet, a "melhor comentarista esportiva" no Prêmio Comunique-se.
Também assina colunas na revista mensal "Vida Simples" e escreve no site da MTV.
Há pouco mais de um ano, edita um blog na Folha Online e, durante o ano de 2007, fez parte do programa "Saia Justa", da GNT.
A convite da editora Jaboticaba, e screveu o livro – "Por Que Sou Budista". E, em 2005, junto com Raí e Milly Lacombe, lançou o livro "Para Ser Jogador De Futebol", pela mesma editora. A editora Papirus lançou "Tipo Assim, Adolescente", relato de um diálogo entre ela e o psiquiatra Jairo Bouer.
Em 2004, elegeu-se vereadora pelo PT em São Paulo, com 50.989 votos.
Em 2006, foi candidata a Deputada Federal pelo PT. Obteve 44.953 votos e não se elegeu.
Em 2008, disputou a prefeitura pelo PPS. Obteve cerca de 297 mil votos e foi a quinta candidata mais votada (atrás de Kassab, Marta, Alckmin e Maluf).
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
Vereadores do PPS/SP estão em plena atividade
Os vereadores paulistanos do PPS, Claudio Fonseca e Dr. Milton Ferreira, preparam uma série de iniciativas para o início do ano legislativo, em fevereiro. Apesar de a Câmara estar em recesso, ambos estão trabalhando diariamente em seus novos gabinetes.
O médico e vereador Milton Ferreira já manifesta preocupação com os casos de dengue e febre amarela noticiados na cidade. Está levantando informações sobre as ocorrências e vai propor medidas de combate e prevenção a essas doenças.
O líder da bancada do PPS na Câmara Municipal, professor Claudio Fonseca, quer promover um Ato pela Paz no Oriente Médio. A direção nacional do partido já se manifestou pelo fim dos ataques entre israelenses e palestinos na Faixa de Gaza, defendendo o diálogo e a paz negociada. Leia aqui.
A assessoria coletiva da Liderança do PPS também está fazendo um grande levantamento sobre os projetos que tramitam na Câmara, principalmente nas áreas de Educação e Saúde, para que os vereadores possam apresentar as suas propostas de políticas públicas para São Paulo.
O médico e vereador Milton Ferreira já manifesta preocupação com os casos de dengue e febre amarela noticiados na cidade. Está levantando informações sobre as ocorrências e vai propor medidas de combate e prevenção a essas doenças.
O líder da bancada do PPS na Câmara Municipal, professor Claudio Fonseca, quer promover um Ato pela Paz no Oriente Médio. A direção nacional do partido já se manifestou pelo fim dos ataques entre israelenses e palestinos na Faixa de Gaza, defendendo o diálogo e a paz negociada. Leia aqui.
A assessoria coletiva da Liderança do PPS também está fazendo um grande levantamento sobre os projetos que tramitam na Câmara, principalmente nas áreas de Educação e Saúde, para que os vereadores possam apresentar as suas propostas de políticas públicas para São Paulo.
Ciclista morre atropelada na Avenida Paulista
A morte de uma ciclista em plena Avenida Paulista, nesta quarta-feira, 14 de janeiro, trouxe à tona mais uma vez o tema do transporte alternativo, que em 2008 foi recorrente graças à campanha de Soninha Francine (PPS) à Prefeitura de São Paulo.
A ciclista Márcia Regina de Andrade Prado, 40, morreu atropelada no fim da manhã de ontem na avenida Paulista. O corpo dela só foi retirado quatro horas depois. Segundo a Secretaria da Segurança Pública, o motorista de um ônibus não viu a ciclista e passou com a roda traseira direita sobre Márcia, que morreu na hora.
A vítima era ativista no uso de bicicletas como forma de melhorar o trânsito e a qualidade do ar da cidade. Ela pedalava em grupo e escrevia em listas de discussão on-line sobre o tema. Em uma das mensagens, do último domingo, ela diz que seria "interessante" se carros fossem o transporte alternativo, e não as bicicletas.
Para o presidente do Clube dos Amigos da Bike, Sérgio Augusto Affonso, o caso representa a briga por espaço que os ciclistas enfrentam diariamente. Ele diz que, na Paulista, os ciclistas usam a segunda faixa; a primeira é de ônibus e a terceira, de carros e motos.
Reveja aqui algumas matérias sobre o tema das bicicletas publicadas na época da campanha de Soninha à Prefeitura.
A ciclista Márcia Regina de Andrade Prado, 40, morreu atropelada no fim da manhã de ontem na avenida Paulista. O corpo dela só foi retirado quatro horas depois. Segundo a Secretaria da Segurança Pública, o motorista de um ônibus não viu a ciclista e passou com a roda traseira direita sobre Márcia, que morreu na hora.
A vítima era ativista no uso de bicicletas como forma de melhorar o trânsito e a qualidade do ar da cidade. Ela pedalava em grupo e escrevia em listas de discussão on-line sobre o tema. Em uma das mensagens, do último domingo, ela diz que seria "interessante" se carros fossem o transporte alternativo, e não as bicicletas.
Para o presidente do Clube dos Amigos da Bike, Sérgio Augusto Affonso, o caso representa a briga por espaço que os ciclistas enfrentam diariamente. Ele diz que, na Paulista, os ciclistas usam a segunda faixa; a primeira é de ônibus e a terceira, de carros e motos.
Reveja aqui algumas matérias sobre o tema das bicicletas publicadas na época da campanha de Soninha à Prefeitura.
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
Comissão Teotônio Vilela promove ato pela Paz
Nesta terça-feira, 13 de janeiro, a partir das 14h, com a presença anunciada de Eduardo Suplicy, Fernando Gabeira, Maria Helena e José Gregori, Margarida Genevois, Marilena Chauí e Paulo Sérgio Pinheiro, entre outros membros da Comissão Teotônio Vilela de Direitos Humanos, haverá um ato de apoio da sociedade civil brasileira ao cessar fogo, à proteção das populações civis e o acesso à ajuda humanitária, essenciais à retomada do diálogo na região da Faixa de Gaza, diante do agravamento do conflito entre Israel e os Territórios Ocupados da Palestina.
Data: 13 de janeiro de 2009 (terça feira)
Horário: 14h
Local: Memorial da América Latina - Anexo dos Congressistas - CBEAL
Avenida Auro Soares de Moura Andrade, 664 - Portão 13
Barra Funda - São Paulo - SP
Data: 13 de janeiro de 2009 (terça feira)
Horário: 14h
Local: Memorial da América Latina - Anexo dos Congressistas - CBEAL
Avenida Auro Soares de Moura Andrade, 664 - Portão 13
Barra Funda - São Paulo - SP
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
PPS terá estrutura de Liderança na Câmara de SP
A partir da experiência da vereadora Soninha Francine, que exerceu seu mandato de 2005 a 2008, e com os dois novos vereadores eleitos pelo partido, Claudio Fonseca e Dr. Milton Ferreira, a direção do PPS/SP decidiu criar a estrutura do gabinete da Liderança na Câmara Municipal.
A idéia básica é criar um canal de comunicação e intercâmbio permanente, ágil, organizado e eficaz entre os vereadores, a militância e os dirigentes do PPS paulistano, por meio da implantação de uma assessoria coletiva que viabilize esta "via de mão dupla" na relação cotidiana entre a bancada e o partido.
O trabalho começou nesta segunda-feira, dia 5 de janeiro. "Vamos afinar alguns detalhes sobre o trabalho da liderança e as atividades a serem desenvolvidas para e pelo partido", afirma o líder da bancada do PPS, vereador Claudio Fonseca. "Acredito que mesmo pequenos podemos ter atuação partidária diferenciada, marcada sobretudo pela eficiência, coerência e transparência."
A assessoria coletiva da Liderança do PPS desenvolverá um trabalho de apoio aos vereadores do partido nas atividades em plenário, na participação em comissões permanentes, análise de projetos, avaliação e propositura de ações conjuntas, acompanhamento da elaboração e execução do orçamento da cidade, e das ações (e omissões) da administração municipal.
Além de ganhar em qualidade e produtividade com o trabalho desta assessoria coletiva, os vereadores estreitam e reforçam seus vínculos com o partido, estabelecem um elo direto com as bases, tornam seus mandatos mais transparentes e acessíveis. Por outro lado, ganha o partido como um todo, tendo uma proximidade maior de seus parlamentares e promovendo um trabalho mais coeso, orgânico, coerente e identificado com os seus princípios, conceitos, ideais e valores políticos.
A idéia básica é criar um canal de comunicação e intercâmbio permanente, ágil, organizado e eficaz entre os vereadores, a militância e os dirigentes do PPS paulistano, por meio da implantação de uma assessoria coletiva que viabilize esta "via de mão dupla" na relação cotidiana entre a bancada e o partido.
O trabalho começou nesta segunda-feira, dia 5 de janeiro. "Vamos afinar alguns detalhes sobre o trabalho da liderança e as atividades a serem desenvolvidas para e pelo partido", afirma o líder da bancada do PPS, vereador Claudio Fonseca. "Acredito que mesmo pequenos podemos ter atuação partidária diferenciada, marcada sobretudo pela eficiência, coerência e transparência."
A assessoria coletiva da Liderança do PPS desenvolverá um trabalho de apoio aos vereadores do partido nas atividades em plenário, na participação em comissões permanentes, análise de projetos, avaliação e propositura de ações conjuntas, acompanhamento da elaboração e execução do orçamento da cidade, e das ações (e omissões) da administração municipal.
Além de ganhar em qualidade e produtividade com o trabalho desta assessoria coletiva, os vereadores estreitam e reforçam seus vínculos com o partido, estabelecem um elo direto com as bases, tornam seus mandatos mais transparentes e acessíveis. Por outro lado, ganha o partido como um todo, tendo uma proximidade maior de seus parlamentares e promovendo um trabalho mais coeso, orgânico, coerente e identificado com os seus princípios, conceitos, ideais e valores políticos.
Veja o projeto de estruturação da Liderança do PPS
I - A proposta
1) A idéia básica da estruturação da Liderança do PPS na Câmara Municipal de São Paulo é criar um canal de comunicação e intercâmbio permanente, ágil, organizado e eficaz entre os vereadores, a militância e os dirigentes do PPS paulistano, por meio da implantação de uma assessoria coletiva que viabilize esta "via de mão dupla" na relação cotidiana entre a bancada e o partido.
2) A assessoria coletiva da Liderança do PPS desenvolverá um trabalho de apoio aos vereadores do partido nas atividades em plenário, na participação em comissões permanentes, análise de projetos, avaliação e propositura de ações conjuntas, acompanhamento da elaboração e execução do orçamento da cidade, e das ações (e omissões) da administração municipal.
3) Além de ganhar em qualidade e produtividade com o trabalho desta assessoria coletiva, os vereadores estreitam e reforçam seus vínculos com o partido, estabelecem um elo direto com as bases, tornam seus mandatos mais transparentes e acessíveis. Por outro lado, ganha o partido como um todo, tendo uma proximidade maior de seus parlamentares e promovendo um trabalho mais coeso, orgânico, coerente e identificado com os seus princípios, conceitos, ideais e valores políticos.
4) Para o funcionamento imediato desta assessoria coletiva, a direção municipal do partido indicará o Coordenador da Liderança do PPS na Câmara e uma equipe de assessoria técnica, responsável por fornecer subsídios e dar sustentação ao trabalho da bancada, priorizando e otimizando as atuações coletivas e proposituras partidárias, sem privilégio a qualquer um de seus integrantes, nem prejuízo às ações individuais dos parlamentares e de seus respectivos gabinetes.
II - O papel da assessoria coletiva
5) É essencial garantir a ação unificada entre o partido e a bancada (preservando-se, obviamente, a autonomia do vereador), buscando uma coesão ideológica e programática a fim de obter ganhos políticos, força e credibilidade não só no âmbito do Legislativo municipal, mas no plano da sociedade em geral.
6) Com a formulação de uma estratégia de intervenção da bancada de vereadores do partido, estarão garantido avanços no cotidiano dos trabalhos por diversas razões, entre as quais:
a) a atuação coletiva, integrada e coesa dá maior peso político às posturas e proposituras da bancada;
b) evita a repetição de tarefas, propiciando que os vereadores otimizem sua assessoria e a estrutura material disponível em benefício do próprio mandato e da bancada, das atividades parlamentares, partidárias, eleitorais e dos movimentos populares e sociais;
c) no trabalho parlamentar, propriamente dito, e na análise dos projetos de lei, a divisão de tarefas evita que todos os vereadores da bancada avaliem individualmente a totalidade das propostas, perdendo tempo e empenhando esforços desnecessários;
d) a ação conjunta da bancada amplifica as conquistas e a expertise de cada vereador e minimiza eventuais falhas e/ou limitações individuais.
III - As funções específicas da Liderança
7) A assessoria coletiva da Liderança poderá desenvolver um grande número de atividades, todas visando dar à bancada e ao partido subsídios e condições para uma atuação mais integrada e eficaz.
8) Por exemplo, podemos mencionar a implantação de um arquivo geral, com cadastro informatizado, de todos os projetos de lei que são apresentados na Câmara; pareceres de projetos; informações sobre diretórios zonais, núcleos e filiados do PPS; discursos e atividades de cada parlamentar; estudos sobre questões determinadas nas áreas de Orçamento, Saúde, Educação, Transporte, Habitação, Urbanismo, Juventude, Obras, Serviços, entre outros, de acordo com o interesse específico de cada vereador.
9) Além disso, haverá o acompanhamento da tramitação de todos os projetos na Casa; assessoramento no plenário (contato permanente com os vereadores); acompanhamento do funcionamento das comissões internas da Câmara e de toda a discussão do Orçamento, bem como da execução orçamentária; auxílio à assessoria parlamentar e de imprensa, que, em conjunto ao trabalho já executado em cada gabinete, conseguirá obter espaços importantes para os vereadores do PPS na mídia e na sociedade.
10) O gabinete da Liderança do PPS na Câmara paulistana deverá se tornar em pouco tempo referência para a imprensa, para o eleitorado de maneira geral e para outras bancadas do PPS do interior de São Paulo e de outros Estados, já que a assessoria coletiva vai disponibilizar informações e documentos tanto internamente, para os seus vereadores, quanto para o público externo, militantes, dirigentes partidários, eleitores e cidadãos interessados em conhecer o trabalho da bancada.
11) No âmbito da sociedade, a Liderança do PPS terá e manterá contatos diários com os diversos órgãos de comunicação de massa para informar sobre a atuação individual e coletiva dos vereadores do PPS. Dentro do partido, haverá contato frequente com parlamentares e dirigentes para formatação de um "banco de leis e projetos" atualizado com idéias e sugestões de todo o país.
12) Com circulação restrita ao partido e aos gabinetes do PPS, teremos um boletim informativo contendo um resumo da pauta das sessões da Câmara e das reuniões das comissões permanentes, com um briefing de cada projeto, destaque para pontos polêmicos e um parecer técnico e/ou político com a sugestão de posicionamentos para a bancada, com avaliação dos prós e contras de cada postura, para tomada de posição pela bancada.
13) Os projetos deverão ser analisados previamente pela bancada. Esta análise será feita não só pela assessoria coletiva da Liderança do PPS, mas em conjunto com assessores de cada vereador e, sempre que possível, com os grupos setoriais e com a direção municipal do partido.
14) Haverá ainda o acompanhamento direto do trabalho de cada vereador do PPS, com informações atualizadas disponíveis para todo o partido e incluídas na comunicação periódica que será enviada aos filiados. Através do blog e do site do partido na Internet, a militância do PPS e o eleitorado em geral também poderão ter acesso a informações sobre os vereadores e suas atividades.
IV - Objetivos, diretrizes e metas
a) Promover a implantação de uma assessoria coletiva junto à Liderança da Bancada do PPS na Câmara Municipal.
b) Oferecer suporte técnico e político-partidário aos vereadores da bancada do PPS, visando ampliar a nossa capacidade de intervenção no município, com posturas que diferenciem nossos representantes e marquem positivamente a nossa presença.
c) Valorizar individualmente o trabalho de cada vereador do PPS e promover o trabalho da bancada como um todo.
d) Otimizar o trabalho realizado individualmente em cada gabinete pelas assessorias parlamentares e de imprensa.
e) Sistematizar os projetos dos vereadores do partido.
f) Elaborar parecer técnico e político sobre os projetos mais polêmicos ou que necessitem de um posicionamento da bancada.
g) Preservar a memória da atuação parlamentar do PPS na Câmara e disseminar as informações mais relevantes ao conjunto do partido e ao eleitorado.
h) Acompanhar todas as sessões e reuniões da Câmara Municipal, e disponibilizar as informações mais relevantes.
i) Promover e organizar estudos técnicos e políticos sobre temas específicos; colher sugestões do coletivo partidário.
j) Acompanhar a ação governamental, estudar e propor programas setoriais, políticas públicas e regionais, e alternativas aos projetos do governo.
k) Formar um núcleo organizado da documentação partidária oficial (estatutos, manifesto, programa, regimentos, cadastros, resoluções etc.), facilitando o acesso à informação correta e atualizada.
l) Informatizar os serviços de arquivo e pesquisa.
m) Elaborar boletins informativos (impressos e eletrônicos) para circulação interna e externa.
n) Criar e manter atualizado o blog e o site do PPS na Internet, com informações on-line sobre o partido e sobre cada vereador.
o) Instituir um "banco de leis e projetos" do PPS, com idéias e propostas de todo o país.
p) Promover um intercâmbio permanente entre os vereadores do PPS paulistano, militantes, dirigentes e parlamentares de outras localidades.
q) Disponibilizar ao público interno e externo a produção documental da bancada, bem como auxiliar na obtenção de informações sobre o partido e no contato direto do eleitorado com cada vereador.
r) Promover permanentemente uma campanha institucional do PPS e buscar a preservação de seus princípios, conceitos, valores e ideais; bem como atender seus objetivos e contribuir com os trabalhos de organização, mobilização e formação política.
1) A idéia básica da estruturação da Liderança do PPS na Câmara Municipal de São Paulo é criar um canal de comunicação e intercâmbio permanente, ágil, organizado e eficaz entre os vereadores, a militância e os dirigentes do PPS paulistano, por meio da implantação de uma assessoria coletiva que viabilize esta "via de mão dupla" na relação cotidiana entre a bancada e o partido.
2) A assessoria coletiva da Liderança do PPS desenvolverá um trabalho de apoio aos vereadores do partido nas atividades em plenário, na participação em comissões permanentes, análise de projetos, avaliação e propositura de ações conjuntas, acompanhamento da elaboração e execução do orçamento da cidade, e das ações (e omissões) da administração municipal.
3) Além de ganhar em qualidade e produtividade com o trabalho desta assessoria coletiva, os vereadores estreitam e reforçam seus vínculos com o partido, estabelecem um elo direto com as bases, tornam seus mandatos mais transparentes e acessíveis. Por outro lado, ganha o partido como um todo, tendo uma proximidade maior de seus parlamentares e promovendo um trabalho mais coeso, orgânico, coerente e identificado com os seus princípios, conceitos, ideais e valores políticos.
4) Para o funcionamento imediato desta assessoria coletiva, a direção municipal do partido indicará o Coordenador da Liderança do PPS na Câmara e uma equipe de assessoria técnica, responsável por fornecer subsídios e dar sustentação ao trabalho da bancada, priorizando e otimizando as atuações coletivas e proposituras partidárias, sem privilégio a qualquer um de seus integrantes, nem prejuízo às ações individuais dos parlamentares e de seus respectivos gabinetes.
II - O papel da assessoria coletiva
5) É essencial garantir a ação unificada entre o partido e a bancada (preservando-se, obviamente, a autonomia do vereador), buscando uma coesão ideológica e programática a fim de obter ganhos políticos, força e credibilidade não só no âmbito do Legislativo municipal, mas no plano da sociedade em geral.
6) Com a formulação de uma estratégia de intervenção da bancada de vereadores do partido, estarão garantido avanços no cotidiano dos trabalhos por diversas razões, entre as quais:
a) a atuação coletiva, integrada e coesa dá maior peso político às posturas e proposituras da bancada;
b) evita a repetição de tarefas, propiciando que os vereadores otimizem sua assessoria e a estrutura material disponível em benefício do próprio mandato e da bancada, das atividades parlamentares, partidárias, eleitorais e dos movimentos populares e sociais;
c) no trabalho parlamentar, propriamente dito, e na análise dos projetos de lei, a divisão de tarefas evita que todos os vereadores da bancada avaliem individualmente a totalidade das propostas, perdendo tempo e empenhando esforços desnecessários;
d) a ação conjunta da bancada amplifica as conquistas e a expertise de cada vereador e minimiza eventuais falhas e/ou limitações individuais.
III - As funções específicas da Liderança
7) A assessoria coletiva da Liderança poderá desenvolver um grande número de atividades, todas visando dar à bancada e ao partido subsídios e condições para uma atuação mais integrada e eficaz.
8) Por exemplo, podemos mencionar a implantação de um arquivo geral, com cadastro informatizado, de todos os projetos de lei que são apresentados na Câmara; pareceres de projetos; informações sobre diretórios zonais, núcleos e filiados do PPS; discursos e atividades de cada parlamentar; estudos sobre questões determinadas nas áreas de Orçamento, Saúde, Educação, Transporte, Habitação, Urbanismo, Juventude, Obras, Serviços, entre outros, de acordo com o interesse específico de cada vereador.
9) Além disso, haverá o acompanhamento da tramitação de todos os projetos na Casa; assessoramento no plenário (contato permanente com os vereadores); acompanhamento do funcionamento das comissões internas da Câmara e de toda a discussão do Orçamento, bem como da execução orçamentária; auxílio à assessoria parlamentar e de imprensa, que, em conjunto ao trabalho já executado em cada gabinete, conseguirá obter espaços importantes para os vereadores do PPS na mídia e na sociedade.
10) O gabinete da Liderança do PPS na Câmara paulistana deverá se tornar em pouco tempo referência para a imprensa, para o eleitorado de maneira geral e para outras bancadas do PPS do interior de São Paulo e de outros Estados, já que a assessoria coletiva vai disponibilizar informações e documentos tanto internamente, para os seus vereadores, quanto para o público externo, militantes, dirigentes partidários, eleitores e cidadãos interessados em conhecer o trabalho da bancada.
11) No âmbito da sociedade, a Liderança do PPS terá e manterá contatos diários com os diversos órgãos de comunicação de massa para informar sobre a atuação individual e coletiva dos vereadores do PPS. Dentro do partido, haverá contato frequente com parlamentares e dirigentes para formatação de um "banco de leis e projetos" atualizado com idéias e sugestões de todo o país.
12) Com circulação restrita ao partido e aos gabinetes do PPS, teremos um boletim informativo contendo um resumo da pauta das sessões da Câmara e das reuniões das comissões permanentes, com um briefing de cada projeto, destaque para pontos polêmicos e um parecer técnico e/ou político com a sugestão de posicionamentos para a bancada, com avaliação dos prós e contras de cada postura, para tomada de posição pela bancada.
13) Os projetos deverão ser analisados previamente pela bancada. Esta análise será feita não só pela assessoria coletiva da Liderança do PPS, mas em conjunto com assessores de cada vereador e, sempre que possível, com os grupos setoriais e com a direção municipal do partido.
14) Haverá ainda o acompanhamento direto do trabalho de cada vereador do PPS, com informações atualizadas disponíveis para todo o partido e incluídas na comunicação periódica que será enviada aos filiados. Através do blog e do site do partido na Internet, a militância do PPS e o eleitorado em geral também poderão ter acesso a informações sobre os vereadores e suas atividades.
IV - Objetivos, diretrizes e metas
a) Promover a implantação de uma assessoria coletiva junto à Liderança da Bancada do PPS na Câmara Municipal.
b) Oferecer suporte técnico e político-partidário aos vereadores da bancada do PPS, visando ampliar a nossa capacidade de intervenção no município, com posturas que diferenciem nossos representantes e marquem positivamente a nossa presença.
c) Valorizar individualmente o trabalho de cada vereador do PPS e promover o trabalho da bancada como um todo.
d) Otimizar o trabalho realizado individualmente em cada gabinete pelas assessorias parlamentares e de imprensa.
e) Sistematizar os projetos dos vereadores do partido.
f) Elaborar parecer técnico e político sobre os projetos mais polêmicos ou que necessitem de um posicionamento da bancada.
g) Preservar a memória da atuação parlamentar do PPS na Câmara e disseminar as informações mais relevantes ao conjunto do partido e ao eleitorado.
h) Acompanhar todas as sessões e reuniões da Câmara Municipal, e disponibilizar as informações mais relevantes.
i) Promover e organizar estudos técnicos e políticos sobre temas específicos; colher sugestões do coletivo partidário.
j) Acompanhar a ação governamental, estudar e propor programas setoriais, políticas públicas e regionais, e alternativas aos projetos do governo.
k) Formar um núcleo organizado da documentação partidária oficial (estatutos, manifesto, programa, regimentos, cadastros, resoluções etc.), facilitando o acesso à informação correta e atualizada.
l) Informatizar os serviços de arquivo e pesquisa.
m) Elaborar boletins informativos (impressos e eletrônicos) para circulação interna e externa.
n) Criar e manter atualizado o blog e o site do PPS na Internet, com informações on-line sobre o partido e sobre cada vereador.
o) Instituir um "banco de leis e projetos" do PPS, com idéias e propostas de todo o país.
p) Promover um intercâmbio permanente entre os vereadores do PPS paulistano, militantes, dirigentes e parlamentares de outras localidades.
q) Disponibilizar ao público interno e externo a produção documental da bancada, bem como auxiliar na obtenção de informações sobre o partido e no contato direto do eleitorado com cada vereador.
r) Promover permanentemente uma campanha institucional do PPS e buscar a preservação de seus princípios, conceitos, valores e ideais; bem como atender seus objetivos e contribuir com os trabalhos de organização, mobilização e formação política.
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
Jardim: aumentar a geração de energia renovável
Diante de eminente redução da fonte hídrica na matriz energética nacional apontada pelo PDE (Plano Decenal de Energia), o deputado federal Arnaldo Jardim (PPS-SP), membro da Comissão de Minas e Energia da Câmara, quer aumentar a participação de projetos de geração de energia a partir da biomossa, como o bagaço da cana-de-açúcar.Para Jardim, a Medida Provisória 450 – editada pelo governo em dezembro do ano passado para permitir a participação da União no Fundo de Garantia a Empreendimentos de Energia Elétrica – se constitui em alternativa para a viabilização de investimentos na área energética, sobretudo nas chamadas fontes limpas e renováveis.
“Com a redução do crédito provocada pela crise mundial e a falta de liquidez no mercado, a MP veio em boa hora, apesar de o governo negar riscos de escassez de energia no país nos próximos anos”, disse Jardim, ao ressaltar que o aumento do preço do insumo “já é preocupante”. Leia aqui a matéria completa.
PPS defende diálogo para a Paz no Oriente Médio
O líder da bancada do PPS na Câmara Municipal de São Paulo, vereador Claudio Fonseca, vai propor para o início do ano legislativo um Ato pela Paz no Oriente Médio. A direção nacional do partido já se manifestou pelo fim dos ataques entre israelenses e palestinos na Faixa de Gaza, defendendo o diálogo e a paz negociada.
Desde o final do ano, uma grande ofensiva israelense deixou mais de 600 mortos na região. As negociações de paz foram interrompidas e os ataques de lado a lado prosseguem. Os ataques, segundo Israel, foram uma resposta ao lançamento de foguetes por parte do Hamas e à violação da trégua na região, que acabou oficialmente no último dia 19.
Em nota divulgada nesta quinta-feira, o PPS defende o fim dos bombardeios israelenses na faixa de Gaza, com retirada das tropas que invadiram o território palestino, assim como a abertura do diálogo para o fim do conflito.
O partido condena ainda o ataque a população civil dos dois lados e considera que a via militar não é a solução mais adequada para o processo de paz entre palestinos e israelenses.
Para o PPS, que a solução para o conflito no Oriente Médio é a de "DOIS ESTADOS PARA DOIS POVOS", conforme a determinação da ONU, de 1947, que contou com o apoio do Brasil.
Leia abaixo a íntegra da nota:
"Fim aos bombardeios e à invasão de Gaza e implantação de dois Estados para dois povos."
O Oriente Médio é uma área estratégica no plano econômico, geopolítico e militar e tem sido palco de disputas por hegemonia entre países da região bem como entre potências mundiais. É um fator de preocupação permanente em todo o planeta pelo arsenal bélico, inclusive nuclear, que ali se encontra, sempre propício a conflagrações sem controle político e diplomático.
Mas a via militar não está resolvendo mais nenhum conflito regional no mundo. No atual confronto, o exército de Israel promoveu intensos bombardeios e invadiu com milhares de soldados a faixa de Gaza para responder os ataques do grupo fundamentalista islâmico Hamas que, apesar de vencedor de uma eleição democrática na Palestina, insiste em lançar mísseis contra Israel e teima em não aceitar a existência legal do Estado israelense.
Em pouco mais de uma semana, esses bombardeios provocaram a morte de mais de 600 pessoas e ferimentos em cerca de 2.500, em sua maioria civis, entre eles idosos e crianças, colocando as populações sob o tacão do terror e da dor, situação que só faz aumentar a espiral de violência, ressentimento e ódio em ambos os lados da fronteira.
Não se pode deixar de mencionar o oportunismo de certos blocos políticos israelenses que pretendem obter vantagens eleitorais no próximo pleito parlamentar de fevereiro e que, inclusive, pretendem ampliar o próprio território, como já vêm fazendo com a implantação de assentamentos e a construção de um muro ao longo de toda uma linha imaginária, o que já foi condenado pela Suprema Corte de Israel.
O PPS clama pelo fim dos bombardeios com um cessar fogo imediato, a retirada das tropas israelitas que invadiram a faixa de Gaza, e conclama as forças do “campo da paz” palestinas, árabes e israelenses a retomar o diálogo e as negociações, com o auxílio de iniciativas internacionais as mais amplas possíveis, por uma paz justa e duradoura para os povos da região. Urge substituir a política da força pela força da política.
Além das razões humanísticas, impõe-se o fim do atual conflito pois ele leva ao fortalecimento de grupos fundamentalistas em todo o Oriente Médio, ao isolamento do Estado de Israel e da Autoridade Palestina, além de aprofundar as tensões e o fosso entre os dois povos irmãos, sobretudo afetando uma população civil democrática existente de ambos os lados que, há 60 anos, luta pela paz.
O PPS sempre defendeu e reitera que a solução para essa delicada questão encravada no Oriente Médio é a de "DOIS ESTADOS PARA DOIS POVOS", conforme a determinação da ONU, de 1947, que contou com o apoio do Brasil, tendo Jerusalém como capital única. Esta solução exige o reconhecimento do Estado de Israel na configuração anterior à Guerra dos Seis Dias de 1967 por todos os países, e a criação do Estado Palestino como previsto pela resolução da ONU e dentro do espírito dos Acordos de Genebra ou de iniciativa mais recente de paz proposta pela Arábia Saudita.
Brasília, 8 de janeiro de 2009
Roberto Freire
Presidente nacional do PPS
Desde o final do ano, uma grande ofensiva israelense deixou mais de 600 mortos na região. As negociações de paz foram interrompidas e os ataques de lado a lado prosseguem. Os ataques, segundo Israel, foram uma resposta ao lançamento de foguetes por parte do Hamas e à violação da trégua na região, que acabou oficialmente no último dia 19.
Em nota divulgada nesta quinta-feira, o PPS defende o fim dos bombardeios israelenses na faixa de Gaza, com retirada das tropas que invadiram o território palestino, assim como a abertura do diálogo para o fim do conflito.
O partido condena ainda o ataque a população civil dos dois lados e considera que a via militar não é a solução mais adequada para o processo de paz entre palestinos e israelenses.
Para o PPS, que a solução para o conflito no Oriente Médio é a de "DOIS ESTADOS PARA DOIS POVOS", conforme a determinação da ONU, de 1947, que contou com o apoio do Brasil.
Leia abaixo a íntegra da nota:
"Fim aos bombardeios e à invasão de Gaza e implantação de dois Estados para dois povos."
O Oriente Médio é uma área estratégica no plano econômico, geopolítico e militar e tem sido palco de disputas por hegemonia entre países da região bem como entre potências mundiais. É um fator de preocupação permanente em todo o planeta pelo arsenal bélico, inclusive nuclear, que ali se encontra, sempre propício a conflagrações sem controle político e diplomático.
Mas a via militar não está resolvendo mais nenhum conflito regional no mundo. No atual confronto, o exército de Israel promoveu intensos bombardeios e invadiu com milhares de soldados a faixa de Gaza para responder os ataques do grupo fundamentalista islâmico Hamas que, apesar de vencedor de uma eleição democrática na Palestina, insiste em lançar mísseis contra Israel e teima em não aceitar a existência legal do Estado israelense.
Em pouco mais de uma semana, esses bombardeios provocaram a morte de mais de 600 pessoas e ferimentos em cerca de 2.500, em sua maioria civis, entre eles idosos e crianças, colocando as populações sob o tacão do terror e da dor, situação que só faz aumentar a espiral de violência, ressentimento e ódio em ambos os lados da fronteira.
Não se pode deixar de mencionar o oportunismo de certos blocos políticos israelenses que pretendem obter vantagens eleitorais no próximo pleito parlamentar de fevereiro e que, inclusive, pretendem ampliar o próprio território, como já vêm fazendo com a implantação de assentamentos e a construção de um muro ao longo de toda uma linha imaginária, o que já foi condenado pela Suprema Corte de Israel.
O PPS clama pelo fim dos bombardeios com um cessar fogo imediato, a retirada das tropas israelitas que invadiram a faixa de Gaza, e conclama as forças do “campo da paz” palestinas, árabes e israelenses a retomar o diálogo e as negociações, com o auxílio de iniciativas internacionais as mais amplas possíveis, por uma paz justa e duradoura para os povos da região. Urge substituir a política da força pela força da política.
Além das razões humanísticas, impõe-se o fim do atual conflito pois ele leva ao fortalecimento de grupos fundamentalistas em todo o Oriente Médio, ao isolamento do Estado de Israel e da Autoridade Palestina, além de aprofundar as tensões e o fosso entre os dois povos irmãos, sobretudo afetando uma população civil democrática existente de ambos os lados que, há 60 anos, luta pela paz.
O PPS sempre defendeu e reitera que a solução para essa delicada questão encravada no Oriente Médio é a de "DOIS ESTADOS PARA DOIS POVOS", conforme a determinação da ONU, de 1947, que contou com o apoio do Brasil, tendo Jerusalém como capital única. Esta solução exige o reconhecimento do Estado de Israel na configuração anterior à Guerra dos Seis Dias de 1967 por todos os países, e a criação do Estado Palestino como previsto pela resolução da ONU e dentro do espírito dos Acordos de Genebra ou de iniciativa mais recente de paz proposta pela Arábia Saudita.
Brasília, 8 de janeiro de 2009
Roberto Freire
Presidente nacional do PPS
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
Lula prepara mais 4 milhões de eleitores para Dilma
Se a candidata petista à sucessão de Lula for mesmo a ministra Dilma Roussef, como parece ser a preferência do próprio presidente, ela contará com um substancial reforço de 4 milhões de votos potenciais para 2010. Isso porque o Governo anunciou que pretende incluir mais 2,2 milhões de famílias no programa assistencialista que é o carro-chefe do lulismo.
O Ministério do Desenvolvimento Social detectou 2,2 milhões de famílias que não recebem o benefício do Bolsa Família apesar de reunirem todas as condições de perfil e de renda, revela reportagem de Eduardo Scolese, publicada hoje pela Folha.
A situação teria sido "descoberta" pelo próprio ministério após um pente-fino realizado no final do ano passado no Cadastro Único, banco de dados alimentado pelas prefeituras e que reúne famílias com renda per capita de até R$ 120. A inscrição nesse cadastro é o primeiro passo obrigatório para que famílias com renda de até meio salário mínimo possam acessar o benefício.
As famílias estão na "fila" e sem vaga para atendimento no principal programa de transferência de renda do governo federal, que hoje atende cerca de 11 milhões de famílias. O custo anual para incluí-las de uma vez no Bolsa Família é de R$ 2,2 bilhões, e não há previsão orçamentária para isso neste ano. Mas para o próximo ano, em plena campanha para a sucessão de Lula, essas famílias devem ser incluídas no Programa. Que beleza, hein?
O Ministério do Desenvolvimento Social detectou 2,2 milhões de famílias que não recebem o benefício do Bolsa Família apesar de reunirem todas as condições de perfil e de renda, revela reportagem de Eduardo Scolese, publicada hoje pela Folha.
A situação teria sido "descoberta" pelo próprio ministério após um pente-fino realizado no final do ano passado no Cadastro Único, banco de dados alimentado pelas prefeituras e que reúne famílias com renda per capita de até R$ 120. A inscrição nesse cadastro é o primeiro passo obrigatório para que famílias com renda de até meio salário mínimo possam acessar o benefício.
As famílias estão na "fila" e sem vaga para atendimento no principal programa de transferência de renda do governo federal, que hoje atende cerca de 11 milhões de famílias. O custo anual para incluí-las de uma vez no Bolsa Família é de R$ 2,2 bilhões, e não há previsão orçamentária para isso neste ano. Mas para o próximo ano, em plena campanha para a sucessão de Lula, essas famílias devem ser incluídas no Programa. Que beleza, hein?
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
Mais uma do jornal "Hilário" de S. Paulo
A origem do grupo Casseta & Planeta foi a união da revista Casseta Popular com o jornal Planeta Diário, que publicavam notícias absurdas e faziam sucesso com o humor nonsense. Pois agora o jornal Diário de São Paulo, em sua coluna Diário Paulista, parece querer inaugurar em 2009 a sua nova fase de Hilário de S. Paulo.
Ontem trocou as bolas, chamou o vereador Milton Ferreira de "Marcelo" e ironizou o fato de o PPS ter optado pela abstenção na eleição da Mesa Diretora da Câmara e votado no corregedor Wadih Mutran, sem ter se preocupado nem sequer em ouvir os vereadores ou a direção do partido para entender que focinho de porco não é tomada.

Hoje, especula sobre a indicação supostamente "travada" da ex-vereadora Soninha Francine para a Subprefeitura da Lapa, inventando motivos absurdos para uma notícia absolutamente falsa.
Sim, Soninha recebeu o convite do prefeito Gilberto Kassab para assumir o cargo de subprefeita. Aceitou. Está fora de São Paulo e retorna na próxima semana para a nomeação oficial. Tudo como ficou acertado com Kassab e com o PPS, apesar da desinformação hilária do citado jornal.

Ontem trocou as bolas, chamou o vereador Milton Ferreira de "Marcelo" e ironizou o fato de o PPS ter optado pela abstenção na eleição da Mesa Diretora da Câmara e votado no corregedor Wadih Mutran, sem ter se preocupado nem sequer em ouvir os vereadores ou a direção do partido para entender que focinho de porco não é tomada.

Hoje, especula sobre a indicação supostamente "travada" da ex-vereadora Soninha Francine para a Subprefeitura da Lapa, inventando motivos absurdos para uma notícia absolutamente falsa.
Sim, Soninha recebeu o convite do prefeito Gilberto Kassab para assumir o cargo de subprefeita. Aceitou. Está fora de São Paulo e retorna na próxima semana para a nomeação oficial. Tudo como ficou acertado com Kassab e com o PPS, apesar da desinformação hilária do citado jornal.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
Vereadores do PPS já fazem a diferença na Câmara
No primeiro dia de exercício do mandato, os dois vereadores eleitos pelo PPS na cidade de São Paulo, professor Claudio Fonseca e Dr. Milton Ferreira, que tomaram posse na tarde desta quinta-feira, 1º de janeiro, em cerimônia realizada na Câmara Municipal, já mostraram que não estão ali para brincadeira. Pelo terceiro ano seguido, o vereador Antonio Carlos Rodrigues (PR), que tem os seus direitos políticos questionados na Justiça, foi eleito presidente da Casa, com 51 votos. A bancada do PPS, liderada por Cladio Fonseca, se absteve de votar. Outros dois vereadores, Gilberto Natalini (PSDB) e Marcos Cintra (PR), estavam ausentes.
Foram eleitos para ocupar os demais cargos da Mesa Diretora os vereadores Dalton Silvano (PSDB), 1º vice-presidente; Paulo Frange (PSDB), 2º vice-presidente; Francisco Chagas (PT), 1º secretário; Milton Leite (PMDB), 2º secretário; Francisco Macena (PT), 1º suplente; Antonio Goulart (PMDB), 2º suplente.
Somente Wadih Mutran (PP), reeleito pela sexta vez para o cargo de corregedor-geral (com 53 votos), contou com os votos da bancada do PPS.
Forçado pelos jornalistas presentes a dar a sua opinião sobre a abstenção do PPS na escolha da Mesa Diretora, o presidente da Câmara, Antonio Carlos Rodrigues, afirmou que a opção do PPS "faz parte do jogo democrático". Em seguida, irritado com um repórter que lhe perguntou se os partidos do "centrão" representariam o atraso, Rodrigues disse: "quem representa o atraso é aquele partido que trabalha na base do prefeito e depois vota contra ele".
Além dos dois vereadores, a direção do PPS esteve representada na solenidade de posse do prefeito Gilberto Kassab, da vice-prefeita Alda Marco Antonio e dos 55 vereadores paulistanos, pelo presidente municipal do partido, Carlos Fernandes, e pelo secretário-geral Nelson Teixeira, entre outros.
Veja aqui mais fotos da posse dos vereadores e da eleição da Mesa Diretora da Câmara.
quinta-feira, 1 de janeiro de 2009
Vereadores do PPS tomam posse em São Paulo
Vídeo de apresentação de Claudio Fonseca no PPS
O prefeito Gilberto Kassab e os 55 vereadores eleitos de São Paulo iniciam seus mandatos em 1º de janeiro, após a cerimônia oficial de posse na Câmara Municipal. O PPS tem dois vereadores: Claudio Fonseca e Dr. Milton Ferreira.
Claudio Fonseca é presidente do Sindicato dos Profissionais em Educação no Ensino Municipal de São Paulo (Sinpeem). Foi eleito com 21.038 votos.
Licenciado em Ciências Matemáticas e profundo conhecedor dos problemas que envolvem os professores, durante os quatro anos do primeiro mandato como vereador (2001 a 2004) pelo PCdoB, Claudio Fonseca presidiu uma Comissão Parlamentar de Inquérito, foi vice-presidente da Comissão de Educação e membro das Comissões de Administração Pública e de Orçamento e Finanças.
Em 2003, foi eleito segundo vice-presidente da Câmara e designado coordenador da reforma administrativa do Legislativo. A proposta sob sua coordenação foi aprovada e, hoje, a Câmara Municipal de São Paulo possui uma estrutura mais dinâmica, moderna e capaz de atender, de forma eficiente, todas as necessidades do Poder Legislativo.
Apresentou mais de 100 projetos relativos aos sistemas de Educação, Saúde, direitos dos deficientes, financiamento da Educação, direitos dos educadores e demais servidores públicos, uso de novas tecnologias na Educação, direitos dos idosos etc., dos quais cinco são leis em pleno vigor no município.
Entretanto, por defender um sistema educacional justo e os direitos dos profissionais do setor, votando contra projetos do Executivo (gestão Marta Suplicy) que prejudicavam a categoria, acabou sendo punido por seu então partido, em 2004, perdendo o direito a se candidatar à reeleição.
Cláudio Fonseca fala em Encontro do PPS
Ao lado de Soninha, na Praça Benedito Calixto
DR. MILTON FERREIRA É ELEITO COM 14.874 VOTOS
Dr. Milton recepciona Soninha em Guaianases
Milton Ferreira da Silva, o Dr. Milton, filho de agricultores da lavoura do café, foi criado no interior de São Paulo, nas cidades de Tupi Paulista, Dracena e São João do Pau D' Alho.
Biomédico formado pela Faculdade Metodista de Piracicaba (1981) e em medicina pela Faculdade de Medicina de Presidente Prudente (1992). Também possui vários cursos de conhecimento dentro da medicina.
Atuante na Saúde Pública de Guaianases, na zona leste (UBS Jd. Etelvina), há exatos 16 anos. Criador do Consultório Médico Comunitário “Dr. Milton Ferreira”, promove atendimento médico, exames laboratoriais e prevenção ao câncer ginecológico a preços populares.
Realiza, também, campanhas de prevenção a Diabetes e Hipertensão Arterial em comunidades carentes.
Pelo PPS, nas eleições municipais de 2000, foi candidato à Câmara paulistana obtendo 3.000 votos. Dois anos depois, concorreu a uma vaga à Assembléia Legislativa paulista (7.200 votos). Já em 2004, com 15.300 votos, ficou com a primeira suplência do PPS. Em 2006, concorreu novamente a deputado estadual e, na oportunidade, teve 21.000 votos.
Ao lado do Dr. Milton e de diversos militantes e simpatizantes do partido, a candidata à prefeitura Soninha Francine caminhou pelas ruas e pelo agitado comércio popular de Guaianases, na zona leste de São Paulo.
Animada, Soninha foi bem recebida pela população local, carente de maiores investimentos na área social. A candidata do PPS fez questão de conversar com os moradores e comerciantes da região, propondo idéias e entendendo melhor os problemas enfrentados pelo bairro.
Dr. Milton Ferreira é o terceiro na foto, ao lado do presidente municipal do PPS/SP, Carlos Fernandes, do deputado federal Arnaldo Jardim e do deputado estadual Davi Zaia.
Veja mais informações sobre os dois candidatos eleitos do PPS no "Vereador Digital": Cláudio Fonseca e Milton Ferreira
O prefeito Gilberto Kassab e os 55 vereadores eleitos de São Paulo iniciam seus mandatos em 1º de janeiro, após a cerimônia oficial de posse na Câmara Municipal. O PPS tem dois vereadores: Claudio Fonseca e Dr. Milton Ferreira.
Claudio Fonseca é presidente do Sindicato dos Profissionais em Educação no Ensino Municipal de São Paulo (Sinpeem). Foi eleito com 21.038 votos.
Licenciado em Ciências Matemáticas e profundo conhecedor dos problemas que envolvem os professores, durante os quatro anos do primeiro mandato como vereador (2001 a 2004) pelo PCdoB, Claudio Fonseca presidiu uma Comissão Parlamentar de Inquérito, foi vice-presidente da Comissão de Educação e membro das Comissões de Administração Pública e de Orçamento e Finanças.
Em 2003, foi eleito segundo vice-presidente da Câmara e designado coordenador da reforma administrativa do Legislativo. A proposta sob sua coordenação foi aprovada e, hoje, a Câmara Municipal de São Paulo possui uma estrutura mais dinâmica, moderna e capaz de atender, de forma eficiente, todas as necessidades do Poder Legislativo.
Apresentou mais de 100 projetos relativos aos sistemas de Educação, Saúde, direitos dos deficientes, financiamento da Educação, direitos dos educadores e demais servidores públicos, uso de novas tecnologias na Educação, direitos dos idosos etc., dos quais cinco são leis em pleno vigor no município.
Entretanto, por defender um sistema educacional justo e os direitos dos profissionais do setor, votando contra projetos do Executivo (gestão Marta Suplicy) que prejudicavam a categoria, acabou sendo punido por seu então partido, em 2004, perdendo o direito a se candidatar à reeleição.
Cláudio Fonseca fala em Encontro do PPS
Ao lado de Soninha, na Praça Benedito CalixtoDR. MILTON FERREIRA É ELEITO COM 14.874 VOTOS
Dr. Milton recepciona Soninha em Guaianases
Milton Ferreira da Silva, o Dr. Milton, filho de agricultores da lavoura do café, foi criado no interior de São Paulo, nas cidades de Tupi Paulista, Dracena e São João do Pau D' Alho.
Biomédico formado pela Faculdade Metodista de Piracicaba (1981) e em medicina pela Faculdade de Medicina de Presidente Prudente (1992). Também possui vários cursos de conhecimento dentro da medicina.
Atuante na Saúde Pública de Guaianases, na zona leste (UBS Jd. Etelvina), há exatos 16 anos. Criador do Consultório Médico Comunitário “Dr. Milton Ferreira”, promove atendimento médico, exames laboratoriais e prevenção ao câncer ginecológico a preços populares.
Realiza, também, campanhas de prevenção a Diabetes e Hipertensão Arterial em comunidades carentes.
Pelo PPS, nas eleições municipais de 2000, foi candidato à Câmara paulistana obtendo 3.000 votos. Dois anos depois, concorreu a uma vaga à Assembléia Legislativa paulista (7.200 votos). Já em 2004, com 15.300 votos, ficou com a primeira suplência do PPS. Em 2006, concorreu novamente a deputado estadual e, na oportunidade, teve 21.000 votos.
Ao lado do Dr. Milton e de diversos militantes e simpatizantes do partido, a candidata à prefeitura Soninha Francine caminhou pelas ruas e pelo agitado comércio popular de Guaianases, na zona leste de São Paulo.
Animada, Soninha foi bem recebida pela população local, carente de maiores investimentos na área social. A candidata do PPS fez questão de conversar com os moradores e comerciantes da região, propondo idéias e entendendo melhor os problemas enfrentados pelo bairro.
Dr. Milton Ferreira é o terceiro na foto, ao lado do presidente municipal do PPS/SP, Carlos Fernandes, do deputado federal Arnaldo Jardim e do deputado estadual Davi Zaia.Veja mais informações sobre os dois candidatos eleitos do PPS no "Vereador Digital": Cláudio Fonseca e Milton Ferreira
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