
Será que o poder público faz um acompanhamento rigoroso dessas construções, que geralmente são erguidas em imóveis visivelmente mal conservados, antigos cinemas e salões que viram igrejas da noite para o dia, como na parábola da multiplicação dos pães?
Será por acaso que na Câmara Municipal de São Paulo, assim como em outras casas legislativas do país, exista uma "bancada evangélica" atuando como um poder paralelo, garantindo privilégios e outras formas de driblar a lei por essas empresas anônimas de Deus, do código de obras à lei do silêncio, passando pelo zoneamento e pela fiscalização das subprefeituras?