Informação e transparência: nunca antes neste país, parodiando o ex-presidente, foi tão fácil acompanhar os partidos e os políticos. Twitter, Facebook, Orkut, blogs, sites oficiais, portais de notícias etc.
No caso do PPS não poderia ser diferente. Aqui no menu ao lado, à direita, há o link para os veículos oficiais do partido. Em cada um deles há também os caminhos para se chegar a cada representante do PPS no Brasil inteiro.
Além das fontes oficiais de informação, há uma infinidade de outros caminhos para se chegar a notícias do PPS, inclusive de críticos e opositores. Isso é democracia e transparência. Ou não?
quarta-feira, 2 de março de 2011
terça-feira, 1 de março de 2011
"Um dia de chuva", por Fernando de Barros e Silva
O rio Pinheiros transbordou e causou 3 km de congestionamentos; o túnel do Anhangabaú inundou; semáforos da avenida Paulista entraram em pane; o muro do cemitério da Lapa caiu; a enchente destruiu fantasias e esculturas no barracão da Pérola Negra.Todas as frases acima estavam na capa do caderno Cotidiano de ontem, sob o título "Tempestade trava SP em pleno domingo". E o que seria se aquela água toda tivesse caído ontem, no mesmo horário?
Não presenciei nenhuma dessas cenas. Meus transtornos foram quase um luxo para os padrões da cidade. Fugindo da Rebouças, intransitável, desci a Arthur de Azevedo e virei à esquerda na Henrique Schaumann. Dei de frente com carros que subiam assustados na contramão, alguns em marcha a ré, outros com faróis acesos. Ninguém passava entre a Rebouças e a Brasil.
Fugimos todos pela Arthur e poucas quadras adiante... tudo alagado. Virar à direita? Carros cobertos diziam que não. Pegamos, eu e outros fugitivos, a contramão na Joaquim Antunes. Atravessamos a Rebouças com o semáforo quebrado e logo... tudo alagado de novo. Pensei que a entropia de carros tivesse definitivamente me enredado, mas achei outra contramão.
Ainda pude ver, no Morumbi, um povo sempre disposto a se divertir nadando nas águas sujas da piscina que se formou na arquibancada.
No auge do caos, senti, por instantes, que havia me transformado em personagem do "Ensaio sobre a Cegueira". Mas logo percebi que a minha, e a de milhares de pessoas em apuros, era uma espécie de não-história. Nada deu suficientemente errado para virar notícia. Não na Veneza do prefeito Kassab. Nenhuma árvore na cabeça, o carro não saiu boiando, estou vivo e ainda por cima seco -reclamar do quê?
O que dizer quando a visão do colapso começa a se tornar monótona e as pessoas, nas fotos, parecem até resignadas? O que pensar e esperar quando a tragédia urbana parece já incorporada à rotina da cidade?
(Artigo de Fernando de Barros e Silva, publicado na Folha de S. Paulo de terça, 1º de março de 2011)
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Bobagem que o mundo acaba em 2012... Já é o fim!
Para quem acreditava piamente que o mundo acabaria em 2012, aconselhamos a rever os prognósticos e antecipar a previsão catastrófica. O que está acontecendo? Parem a Terra que eu quero descer!Perdoe a falta de graça no meio de tanta desgraça, mas algo de positivo há de se buscar neste acelerado início de 2011. Torcedores nadando em plena arquibancada do estádio do Morumbi é cena inédita. Um toque de humor no drama das chuvas que diariamente inundam e paralisam a cidade, causando transtornos e mortes.
Comédia e tragédia se complementam no teatro tupiniquim. A presidente Dilma Roussef, no papel de mãe do povo, vai aparecer nos programas da Ana Maria Braga (terça, 1º de março) e da Hebe Camargo (15 de março), enquanto manipula e enfraquece as centrais sindicais que se contentam com aumentos irrisórios e por decreto. Triste destino do PT, coveiro do movimento trabalhista.
Outros acontecimentos lembram fábulas infantis, como a da raposa que toma conta do galinheiro. O deputado campeão de votos Tiririca, quase cassado por ser supostamente analfabeto, vai integrar a Comissão de Educação e Cultura. O atual senador Fernando Collor, defenestrado da Presidência da República, integra comissão que trata da reforma política. Que beleza!
Um protesto de ciclistas contra a violência no trânsito é interrompido por um motorista maluco e revoltado que atropela dezenas de pessoas. Dois estudantes no bar são fuzilados com mais de 20 tiros. Pessoas são arrastadas por enxurradas em pleno centro da cidade. Arrastões em prédios e até em restaurantes aterrorizam os cidadãos. Isso para ficar nos exemplos mais gritantes do fim-de-semana. É possível piorar o mundo?
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Fundação Astrojildo Pereira debate oposição atual
A proposta é uma discussão urgente sobre a democracia e o futuro do Brasil. O governo está implantando projetos que não foram examinados de forma satisfatória pela sociedade. Por isso muitas personalidades e analistas reclamam uma tomada de posição das correntes que discordam dessa política.
Diante dessa exigência, a diretoria de São Paulo da Fundação Astrojildo Pereira decidiu convocar para esta reunião que será realizada na próxima segunda-feira, 28 de fevereiro, às 19h30, no Hotel Pergamon (rua Frei Caneca, 80)
Já estão confirmadas as participações do professor de História Alberto Aggio, do ex-governador Alberto Goldman, do deputado federal Roberto Freire e da jornalista Soninha Francine.
Diante dessa exigência, a diretoria de São Paulo da Fundação Astrojildo Pereira decidiu convocar para esta reunião que será realizada na próxima segunda-feira, 28 de fevereiro, às 19h30, no Hotel Pergamon (rua Frei Caneca, 80)
Já estão confirmadas as participações do professor de História Alberto Aggio, do ex-governador Alberto Goldman, do deputado federal Roberto Freire e da jornalista Soninha Francine.
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Primeiro seminário do PPS tratará do Poder Local
Na primeira reunião do secretarido do PPS paulistano, para definir a participação do partido na formulação, discussão e acompanhamento de políticas públicas, realizada nesta terça-feira, 22 de fevereiro, ficou decidido que serão organizados ao menos cinco grandes seminários didáticos durante o ano de 2011.
O primeiro está pré-agendado para o dia 30 de abril, um sábado, provavelmente na Câmara Municipal, e será dividido em duas partes:
Das 9h às 12h - PODER LOCAL (com apresentação de Soninha Francine)
a)“Poder Legislativo: Modo de Usar” que explica o que é, para que serve o poder legislativo, tramitações de projetos, etc.
b)“Como Funciona uma Subprefeitura”
13h30 - DEMOCRACIA PARTICIPATIVA e O PARTIDO
Convidados e membros do PPS farão uma apresentação de quais são as maneiras de participação da sociedade civil e também da militância partidária nos vários tipos de conselhos, audiências públicas, etc.
O primeiro está pré-agendado para o dia 30 de abril, um sábado, provavelmente na Câmara Municipal, e será dividido em duas partes:
Das 9h às 12h - PODER LOCAL (com apresentação de Soninha Francine)
a)“Poder Legislativo: Modo de Usar” que explica o que é, para que serve o poder legislativo, tramitações de projetos, etc.
b)“Como Funciona uma Subprefeitura”
13h30 - DEMOCRACIA PARTICIPATIVA e O PARTIDO
Convidados e membros do PPS farão uma apresentação de quais são as maneiras de participação da sociedade civil e também da militância partidária nos vários tipos de conselhos, audiências públicas, etc.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
O crack e o enfrentamento social, legal e político
Coordenado pela ex-vereadora Soninha Francine, o PPS prepara para 18 de abril, na Câmara Municipal de São Paulo, um importante debate sobre o crack e os seus efeitos devastadores na sociedade e na juventude das grandes cidades.
A idéia é abordar o assunto sob três aspectos principais: Saúde; Lei e Direito; e Política. Da prevenção ao tratamento médico e psiquiátrico, passando por estratégias de repressão ao tráfico, os efeitos do consumo, assistência aos dependentes e familiares, ações oficiais e não-governamentais.
O crack, em razão do baixo custo e do fácil acesso, vem se tornando a principal e mais devastadora droga utilizada no Brasil. Resultante do aproveitamento do "lixo" da produção da cocaína, alcança o público de menor poder aquisitivo e causa, além da dependência física e psicológica, danos respiratórios e cerebrais irreversíveis.
Questão prioritária de saúde pública, com desdobramentos sociais, econômicos e culturais, o crack deve ser tratado com a profundidade e a seriedade que o tema exige. É isso que propõe o PPS: um debate aprofundado sobre a legislação atual e as políticas urbanas necessárias para o enfrentamento deste problema crônico.
A idéia é abordar o assunto sob três aspectos principais: Saúde; Lei e Direito; e Política. Da prevenção ao tratamento médico e psiquiátrico, passando por estratégias de repressão ao tráfico, os efeitos do consumo, assistência aos dependentes e familiares, ações oficiais e não-governamentais.
O crack, em razão do baixo custo e do fácil acesso, vem se tornando a principal e mais devastadora droga utilizada no Brasil. Resultante do aproveitamento do "lixo" da produção da cocaína, alcança o público de menor poder aquisitivo e causa, além da dependência física e psicológica, danos respiratórios e cerebrais irreversíveis.
Questão prioritária de saúde pública, com desdobramentos sociais, econômicos e culturais, o crack deve ser tratado com a profundidade e a seriedade que o tema exige. É isso que propõe o PPS: um debate aprofundado sobre a legislação atual e as políticas urbanas necessárias para o enfrentamento deste problema crônico.
PPS/SP prepara seminários de formação política
Por iniciativa da Secretaria de Formação Política do PPS paulistano, coordenada por Paulo César Ferreira de Oliveira, que é também chefe de gabinete do líder do partido na Câmara Municipal, vereador Claudio Fonseca, as várias secretarias paulistanas vão se reunir para construir seminários abordando o Poder Local, a Democracia Participativa, o PPS e as Eleições de 2012.
A primeira reunião está marcada para terça-feira, 22 de fevereiro, na sede do PPS (Rua Dona Germaine Burchard, 352 - Água Branca), a partir das 12h.
Participam as seguintes secretarias e seus respectivos coordenadores: Comunicação (Mauricio Huertas), Mobilização e Organização (Lucio Costa), Relações Institucionais (Renato Dorgan Filho), Juventude, Criança e Adolescente (Peterson Ramos), Políticas Públicas (Vitor Adami), Assuntos Comunitários (Ricardo Maritan), Educação e Cultura (Gerisvaldo Souza), Movimentos Sociais e Populares (Adélcio Meira), Esporte e Lazer (Jorge Setin), Gênero (Maria Raimunda Reis), Meio Ambiente e Política Urbana (Eliseu Santoni), Promoção e Eventos (Lylian Concellos), Emprego Renda (Tiago Toledo).
A primeira reunião está marcada para terça-feira, 22 de fevereiro, na sede do PPS (Rua Dona Germaine Burchard, 352 - Água Branca), a partir das 12h.
Participam as seguintes secretarias e seus respectivos coordenadores: Comunicação (Mauricio Huertas), Mobilização e Organização (Lucio Costa), Relações Institucionais (Renato Dorgan Filho), Juventude, Criança e Adolescente (Peterson Ramos), Políticas Públicas (Vitor Adami), Assuntos Comunitários (Ricardo Maritan), Educação e Cultura (Gerisvaldo Souza), Movimentos Sociais e Populares (Adélcio Meira), Esporte e Lazer (Jorge Setin), Gênero (Maria Raimunda Reis), Meio Ambiente e Política Urbana (Eliseu Santoni), Promoção e Eventos (Lylian Concellos), Emprego Renda (Tiago Toledo).
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Missa de 7º Dia: Vivian Siman Casa Grande
Será nesta terça-feira (22), às 19h30, a missa de 7º dia de Vivian Siman Casa Grande, ex-presidente do Zonal do Tatuapé e ex-integrante da Executiva Municipal do PPS paulistano.
Vivian morreu no fim da tarde de quarta-feira (16/2), vítima de infarto. Era uma das mais prestativas companheiras, solidária, trabalhadora, combativa, alegre e leal. Deixou três filhos adolescentes.
Missa de 7º Dia
Data: terça-feira, 22 de fevereiro, às 19h30
Local: Igreja Nossa Senhora do Bom Parto - Rua Serra de Japi, 1172 -Tatuapé
Vivian morreu no fim da tarde de quarta-feira (16/2), vítima de infarto. Era uma das mais prestativas companheiras, solidária, trabalhadora, combativa, alegre e leal. Deixou três filhos adolescentes.
Missa de 7º Dia
Data: terça-feira, 22 de fevereiro, às 19h30
Local: Igreja Nossa Senhora do Bom Parto - Rua Serra de Japi, 1172 -Tatuapé
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
PPS quer mínimo de R$ 600; governo acha muito!
Além de insistir na fixação do salário mínimo em R$ 600, como defendeu na última campanha presidencial, o PPS luta no Congresso para impedir que o reajuste do piso dos trabalhadores seja feito por decreto até o ano de 2015, como prevê o projeto encaminhado pelo governo.
A regra, incluida no artigo 3° do PL 382/11, poupa a presidente Dilma Rousseff de negociar com o Legislativo e com as centrais sindicais a correção do piso até o final de seu mandato. O PPS vai apresentar emenda para retirar do projeto do Planalto esse instrumento de reajuste, considerado inconstitucional pelo partido.
"Isso é inconstitucional. Não se pode definir salário mínimo por decreto. De acordo com a Constituição, tem de ser por projeto de lei", afirma o presidente nacional do PPS, deputado federal Roberto Freire (SP), autor da emenda do partido que estabelece que o aumento será concedido via projeto de lei a ser debatido anualmente pelo Congresso.
Emenda fixa mínimo em R$ 600
O salário mínimo de R$ 600 também é alvo de emenda do PPS. “O percentual de reajuste previsto no projeto, que eleva o mínino para R$ 545, está muito aquém do que o governo pode dar. O valor continua muito baixo”, afirma o vice-líder do partido, deputado Arnaldo Jardim (PPS-SP). Para ele, há viabilidade econômica para que o piso seja fixado em R$ 600.
"Além de movimentar a economia, fortalecendo a indústria e comércio, o mínimo de R$ 600 garante melhores condições de vida para boa parte dos trabalhadores brasileiros. O reajuste do salário mínimo não pode ser avaliado pelo governo somente do ponto de vista das finanças públicas, mas como indutor da distribuição de renda e da progressão social”, defende Jardim.
Aposentados e pensionistas
O líder do PPS na Câmara, deputado federal Rubens Bueno (PR), apresentou emenda ao projeto do salário mínimo para garantir que aposentantos e pensionistas da Previdência Social que recebem acima do piso sejam beneficiados pela mesma política de recuperação salarial. Por meio de portaria, o governo fixou o reajuste destes aposentados em apenas 6,41%.
Já a proposta do PPS prevê a concessão de aumentos até 2015 com base na variação do INPC (Índice Nacional de Preço) acumulada nos 12 meses anteriores a data do reajuste, somada à taxa de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) registrada dois anos antes da concessão do reajuste.
Veja mais detalhes em www.pps-sp.org.br.
A regra, incluida no artigo 3° do PL 382/11, poupa a presidente Dilma Rousseff de negociar com o Legislativo e com as centrais sindicais a correção do piso até o final de seu mandato. O PPS vai apresentar emenda para retirar do projeto do Planalto esse instrumento de reajuste, considerado inconstitucional pelo partido.
"Isso é inconstitucional. Não se pode definir salário mínimo por decreto. De acordo com a Constituição, tem de ser por projeto de lei", afirma o presidente nacional do PPS, deputado federal Roberto Freire (SP), autor da emenda do partido que estabelece que o aumento será concedido via projeto de lei a ser debatido anualmente pelo Congresso.
Emenda fixa mínimo em R$ 600
O salário mínimo de R$ 600 também é alvo de emenda do PPS. “O percentual de reajuste previsto no projeto, que eleva o mínino para R$ 545, está muito aquém do que o governo pode dar. O valor continua muito baixo”, afirma o vice-líder do partido, deputado Arnaldo Jardim (PPS-SP). Para ele, há viabilidade econômica para que o piso seja fixado em R$ 600.
"Além de movimentar a economia, fortalecendo a indústria e comércio, o mínimo de R$ 600 garante melhores condições de vida para boa parte dos trabalhadores brasileiros. O reajuste do salário mínimo não pode ser avaliado pelo governo somente do ponto de vista das finanças públicas, mas como indutor da distribuição de renda e da progressão social”, defende Jardim.
Aposentados e pensionistas
O líder do PPS na Câmara, deputado federal Rubens Bueno (PR), apresentou emenda ao projeto do salário mínimo para garantir que aposentantos e pensionistas da Previdência Social que recebem acima do piso sejam beneficiados pela mesma política de recuperação salarial. Por meio de portaria, o governo fixou o reajuste destes aposentados em apenas 6,41%.
Já a proposta do PPS prevê a concessão de aumentos até 2015 com base na variação do INPC (Índice Nacional de Preço) acumulada nos 12 meses anteriores a data do reajuste, somada à taxa de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) registrada dois anos antes da concessão do reajuste.
Veja mais detalhes em www.pps-sp.org.br.
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Jardim promove seminário sobre infraestrutura
O deputado federal Arnaldo Jardim (PPS-SP) irá promover, na próxima segunda-feira (21), o seminário “Os gargalos da Infraestrutura", na Assembleia Legislativa de São Paulo (Av. Pedro Alvarez Cabral, 201 – Ibirapuera – 1º andar – Penário José Bonifácio), a partir das 19 horas.
O evento contará com palestras do presidente do Sindicato Nacional de Empresas em Arquitetura, José Roberto Bernasconi; do secretário estatual de Energia de São Paulo, José Aníbal; e do jornalista especialista em economia Carlos Alberto Sardenberg.
O evento contará com palestras do presidente do Sindicato Nacional de Empresas em Arquitetura, José Roberto Bernasconi; do secretário estatual de Energia de São Paulo, José Aníbal; e do jornalista especialista em economia Carlos Alberto Sardenberg.
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Novidades no cenário político de São Paulo
A movimentação política do prefeito Gilberto Kassab deve provocar mudanças substanciais no quadro político-partidário brasileiro e consequências ainda mais profundas no cenário paulista e paulistano.
A saída do DEM é dada como certa. Resta confirmar o destino: PMDB, PSB ou a fundação de um novo partido, com a possibilidade de fusão com outras legendas no futuro próximo.
Com a mudança de peças no tabuleiro, tem início desde já o jogo eleitoral de 2012 (a sucessão do prefeito Kassab) e 2014 (eleição para governador e presidente).
Deixemos as especulações com a imprensa, mas há ao menos uma certeza: vereadores de vários partidos devem acompanhar a mudança do prefeito. Outros, descontentes em suas siglas, também podem procurar outros rumos. Não surpreenderá se, nesta migração de partidos, algum tucano se filiar no PPS. A conferir.
A saída do DEM é dada como certa. Resta confirmar o destino: PMDB, PSB ou a fundação de um novo partido, com a possibilidade de fusão com outras legendas no futuro próximo.
Com a mudança de peças no tabuleiro, tem início desde já o jogo eleitoral de 2012 (a sucessão do prefeito Kassab) e 2014 (eleição para governador e presidente).
Deixemos as especulações com a imprensa, mas há ao menos uma certeza: vereadores de vários partidos devem acompanhar a mudança do prefeito. Outros, descontentes em suas siglas, também podem procurar outros rumos. Não surpreenderá se, nesta migração de partidos, algum tucano se filiar no PPS. A conferir.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Arnaldo Jardim: cidades sustentáveis em São Paulo
O deputado federal Arnaldo Jardim (PPS-SP) promove, nesta segunda-feira, dia 7, o seminário Cidades e Metrópoles Sustentáveis, na Assembléia Legislativa de São Paulo, a partir das 19 horas.Com mediação do vice-líder do PPS na Câmara dos Deputados, o evento terá a participação de especialistas em problemas e soluções para as cidades, como Arlindo Phillippi Jr, Fábio Feldmann e Andrea Vialli.
“A ideia é buscar alternativas para as dificuldades enfrentadas pelas cidades nos mais diversos aspectos”, disse Jardim.
Veja abaixo a programação do seminário:
Cidades e Metrópoles Sustentáveis
Abertura e mediação: Arnaldo Jardim
Palestrantes
Cidades e Metrópoles que queremos
Arlindo Philippi Jr – Livre Docente em Política e Gestão Ambiental da USP
A questão climática e as cidades
Fábio Feldmann – Advogado Ambientalista
Cidadania Ambiental
Andrea Vialli – Jornalista Especialista em Sustentabilidade
Local: Assembléia Legislativa de São Paulo (Av Pedro Álvares Cabral, 201- Ibirapuera)
Plenário: José Bonifácio
Dia: segunda-feira, 7 de fevereiro
Horário: 19 horas
Soninha fala sobre o projeto para os próximos anos
Thaís Arbex
Poder Online
A ex-vereadora Soninha Francine (PPS-SP) assumiu na última quarta-feira a Superintendência do Trabalho Artesanal nas Comunidades (Sutaco), um cargo da Secretaria Estadual do Emprego e Relações de Trabalho do governo paulista. Ela comandará as ações do Estado de São Paulo em prol dos mais de 70 mil artesões. Mas a chefia da Sutaco tem dia e hora para acabar. Soninha quer ser candidata à prefeita de São Paulo em 2012.
Nesta entrevista, por email, ao Poder Online, ela diz que não teme as críticas de que só assume cargos pensando na campanha eleitoral e que não se arrepende de ter aceitado ser coordenadora da campanha na internet de José Serra à Presidência.
Como surgiu o convite para assumir a Superintendência do Trabalho Artesanal nas Comunidades (Sutaco)?
O Davi Zaia, secretário Estadual do Emprego e Relações de Trabalho, imaginou que eu gostaria de trabalhar na Superintendência e, naturalmente, que eu sou capaz de fazer um bom trabalho aqui.
Quando as conversas começaram? O ex-governador José Serra interferiu?
Começaram há pouco tempo, na metade de janeiro, à medida que ele foi tomando pé da Secretaria. O Serra teve zero participação nisso.
Você foi coordenadora de internet da campanha de José Serra à Presidência, área que teve problemas e foi criticada durante as eleições. Você não teme as críticas de que aceita cargos para viabilizar sua candidatura como prefeita? Como encara essas críticas?
Qualquer coisa que se faça na vida pública será alvo de palpites e críticas, razoáveis ou absurdas. E na política, como no futebol ou nos sites de fofoca, há um prazer especial em falar mal, ou botar um veneninho – normal. É humano. Se eu temesse críticas (ou venenos), não faria porcaria nenhuma nessa vida. Não seria política, não trabalharia na administração pública, muito menos tentaria ser prefeita. E em cada trabalho ligado à política ou à administração pública, eu aprendo muito. Pode ser “ruim” do ponto de vista eleitoral porque vira alvo fácil, mas é uma baita experiência. E não tem só pau, não. Muita gente gosta bastante do meu trabalho (risos).
Em algum momento, sentiu que ter aceitado a coordenação da internet da campanha de Serra foi ruim?
Não. Eu sempre soube que a campanha de 2010 ia ser quase insuportável – com o governo federal abusando absurdamente de seus recursos, mentindo e atropelando e se apresentando como um pobre coitado lutando contra os malvados poderosos – mas, por mais que fosse desagradável passar o dia todo mergulhada em desgosto, sempre prefiro fazer parte do que ficar em casa assistindo. Ser vereadora foi o melhor treino do mundo para isso.
Você é candidata a prefeita de São Paulo em 2012?
Quero ser. E em 2016, se precisar, tentar de novo.
Como o PPS pretende viabilizar a coligação?
Vixe, ainda não tratamos disso. Temos nossos desejos e aspirações, claro, mas se não houver interessados em coligar conosco, saímos sozinhos outra vez…
Qual é a função da Sutaco? E qual será o seu papel?
O objetivo da Sutaco é “promoção, o desenvolvimento, a divulgação e a comercialização do artesanato produzido no estado, bem como a valorização do artesão”. Artesanato é expressão cultural e forma de registro da história e identidade de um lugar; é fonte de renda, receita e divisas; é terapia ocupacional ou simplesmente lazer. Há muito que fazer, portanto. Meu papel é estabelecer as diretrizes da Superintendência – por exemplo, se vamos investir mais em capacitação, divulgação ou comercialização – chefiar a equipe (que é bem enxuta), buscar parcerias no setor público e privado, aperfeiçoar os procedimentos, melhorar as condições de trabalho. O “básico” de uma chefia.
Qual a sua ligação com o artesanato?
ADORO. Faço um pouco, compro muito e já passei pela fase em que eu vendia. Quando viajo, tenho tanto interesse pelo artesanato local quanto pela culinária, paisagens naturais e construções históricas. Mas isso só significa que meu trabalho será especialmente prazeroso, ao viver mergulhada em artesanato e em permanente contato com artesãos. Não é exigência do cargo – há uma equipe qualificada para avaliar, cadastrar e estabelecer relações comerciais com os artesãos. Minha função é outra. E artesanato tem muito a ver com várias coisas que também me interessam muito: cultura, memória, identidade, geração de renda, lazer, turismo.
Do ponto de vista de política e administração pública, lidamos muitas vezes com questões ligadas ao artesanato na Câmara Municipal – alguns projetos tramitam há anos, tentando disciplinar o uso de espaço público para venda de produtos desse tipo. Comissões de artesãos sempre procuram os vereadores, e eu me interessei.
Já na Subprefeitura, lidei diretamente com a certificação da atividade e a organização de feiras e eventos, e sonhei com a possibilidade de revitalizar áreas públicas degradadas com oficinas e bancas de artesanato. Mas não deu tempo.
Você continua atuando como jornalista?
No fim do ano passado, eu saí da ESPN-Brasil. Já não tenho mais o mesmo tesão e interesse por futebol que é preciso ter para trabalhar como comentarista em um canal de esporte. Fui me afastando cada vez mais, me envolvendo cada vez menos. E hoje em dia sou bem capaz de trocar um jogo ao vivo por um debate sobre política urbana. Só mantenho a minha coluna na Vida Simples, ao menos por enquanto. E blog, twitter, mas isso é tudo amador.
Poder Online
A ex-vereadora Soninha Francine (PPS-SP) assumiu na última quarta-feira a Superintendência do Trabalho Artesanal nas Comunidades (Sutaco), um cargo da Secretaria Estadual do Emprego e Relações de Trabalho do governo paulista. Ela comandará as ações do Estado de São Paulo em prol dos mais de 70 mil artesões. Mas a chefia da Sutaco tem dia e hora para acabar. Soninha quer ser candidata à prefeita de São Paulo em 2012. Nesta entrevista, por email, ao Poder Online, ela diz que não teme as críticas de que só assume cargos pensando na campanha eleitoral e que não se arrepende de ter aceitado ser coordenadora da campanha na internet de José Serra à Presidência.
Como surgiu o convite para assumir a Superintendência do Trabalho Artesanal nas Comunidades (Sutaco)?
O Davi Zaia, secretário Estadual do Emprego e Relações de Trabalho, imaginou que eu gostaria de trabalhar na Superintendência e, naturalmente, que eu sou capaz de fazer um bom trabalho aqui.
Quando as conversas começaram? O ex-governador José Serra interferiu?
Começaram há pouco tempo, na metade de janeiro, à medida que ele foi tomando pé da Secretaria. O Serra teve zero participação nisso.
Você foi coordenadora de internet da campanha de José Serra à Presidência, área que teve problemas e foi criticada durante as eleições. Você não teme as críticas de que aceita cargos para viabilizar sua candidatura como prefeita? Como encara essas críticas?
Qualquer coisa que se faça na vida pública será alvo de palpites e críticas, razoáveis ou absurdas. E na política, como no futebol ou nos sites de fofoca, há um prazer especial em falar mal, ou botar um veneninho – normal. É humano. Se eu temesse críticas (ou venenos), não faria porcaria nenhuma nessa vida. Não seria política, não trabalharia na administração pública, muito menos tentaria ser prefeita. E em cada trabalho ligado à política ou à administração pública, eu aprendo muito. Pode ser “ruim” do ponto de vista eleitoral porque vira alvo fácil, mas é uma baita experiência. E não tem só pau, não. Muita gente gosta bastante do meu trabalho (risos).
Em algum momento, sentiu que ter aceitado a coordenação da internet da campanha de Serra foi ruim?
Não. Eu sempre soube que a campanha de 2010 ia ser quase insuportável – com o governo federal abusando absurdamente de seus recursos, mentindo e atropelando e se apresentando como um pobre coitado lutando contra os malvados poderosos – mas, por mais que fosse desagradável passar o dia todo mergulhada em desgosto, sempre prefiro fazer parte do que ficar em casa assistindo. Ser vereadora foi o melhor treino do mundo para isso.
Você é candidata a prefeita de São Paulo em 2012?
Quero ser. E em 2016, se precisar, tentar de novo.
Como o PPS pretende viabilizar a coligação?
Vixe, ainda não tratamos disso. Temos nossos desejos e aspirações, claro, mas se não houver interessados em coligar conosco, saímos sozinhos outra vez…
Qual é a função da Sutaco? E qual será o seu papel?
O objetivo da Sutaco é “promoção, o desenvolvimento, a divulgação e a comercialização do artesanato produzido no estado, bem como a valorização do artesão”. Artesanato é expressão cultural e forma de registro da história e identidade de um lugar; é fonte de renda, receita e divisas; é terapia ocupacional ou simplesmente lazer. Há muito que fazer, portanto. Meu papel é estabelecer as diretrizes da Superintendência – por exemplo, se vamos investir mais em capacitação, divulgação ou comercialização – chefiar a equipe (que é bem enxuta), buscar parcerias no setor público e privado, aperfeiçoar os procedimentos, melhorar as condições de trabalho. O “básico” de uma chefia.
Qual a sua ligação com o artesanato?
ADORO. Faço um pouco, compro muito e já passei pela fase em que eu vendia. Quando viajo, tenho tanto interesse pelo artesanato local quanto pela culinária, paisagens naturais e construções históricas. Mas isso só significa que meu trabalho será especialmente prazeroso, ao viver mergulhada em artesanato e em permanente contato com artesãos. Não é exigência do cargo – há uma equipe qualificada para avaliar, cadastrar e estabelecer relações comerciais com os artesãos. Minha função é outra. E artesanato tem muito a ver com várias coisas que também me interessam muito: cultura, memória, identidade, geração de renda, lazer, turismo.
Do ponto de vista de política e administração pública, lidamos muitas vezes com questões ligadas ao artesanato na Câmara Municipal – alguns projetos tramitam há anos, tentando disciplinar o uso de espaço público para venda de produtos desse tipo. Comissões de artesãos sempre procuram os vereadores, e eu me interessei.
Já na Subprefeitura, lidei diretamente com a certificação da atividade e a organização de feiras e eventos, e sonhei com a possibilidade de revitalizar áreas públicas degradadas com oficinas e bancas de artesanato. Mas não deu tempo.
Você continua atuando como jornalista?
No fim do ano passado, eu saí da ESPN-Brasil. Já não tenho mais o mesmo tesão e interesse por futebol que é preciso ter para trabalhar como comentarista em um canal de esporte. Fui me afastando cada vez mais, me envolvendo cada vez menos. E hoje em dia sou bem capaz de trocar um jogo ao vivo por um debate sobre política urbana. Só mantenho a minha coluna na Vida Simples, ao menos por enquanto. E blog, twitter, mas isso é tudo amador.
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Bancada do PPS assume com 3 deputados de SP
O PPS contará com 12 deputados federais e um senador. Nesta terça-feira, o PPS ainda formaliza bloco com o PV e participa da eleição dos integrantes da Mesa da Câmara.
Com o objetivo de exercer uma oposição qualificada e agora unido ao PV num bloco parlamentar, os 12 deputados federais do PPS tomaram posse na manhã desta terça-feira em solenidade na Câmara dos Deputados. No Senado, também tomou posse o senador Itamar Franco (MG).
Segundo o líder do partido na Câmara, Rubens Bueno, o trabalho será árduo, mas a qualidade dos representantes do partido, com longa experiência política, promete fazer a diferença. "Já começamos fazendo a difederença nos unindo ao PV. Isso demonstra que buscamos uma opção democrática que, de forma criativa, vai trabalhar para construir uma nova maneira de fazer política no Brasil", disse Bueno.
O PPS de São Paulo elegeu três deputados federais: Arnaldo Jardim foi reeleito com 140.641 votos (0,66%) e Dimas Ramalho com 139.636 votos (0,66%). Já Roberto Freire obteve 121.471 votos (0,57%) em sua primeira disputa eleitoral pelo Estado de São Paulo.
Veja aqui todos os detalhes.
Com o objetivo de exercer uma oposição qualificada e agora unido ao PV num bloco parlamentar, os 12 deputados federais do PPS tomaram posse na manhã desta terça-feira em solenidade na Câmara dos Deputados. No Senado, também tomou posse o senador Itamar Franco (MG).
Segundo o líder do partido na Câmara, Rubens Bueno, o trabalho será árduo, mas a qualidade dos representantes do partido, com longa experiência política, promete fazer a diferença. "Já começamos fazendo a difederença nos unindo ao PV. Isso demonstra que buscamos uma opção democrática que, de forma criativa, vai trabalhar para construir uma nova maneira de fazer política no Brasil", disse Bueno.
O PPS de São Paulo elegeu três deputados federais: Arnaldo Jardim foi reeleito com 140.641 votos (0,66%) e Dimas Ramalho com 139.636 votos (0,66%). Já Roberto Freire obteve 121.471 votos (0,57%) em sua primeira disputa eleitoral pelo Estado de São Paulo.
Veja aqui todos os detalhes.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
E o ano começa, enfim...
Fim de janeiro, posse dos deputados, retorno ao trabalho após o recesso da Câmara Municipal, volta às aulas... e parece que o ano de 2011 vai enfim começar, ao menos na rotina político-administrativa.
Com isso aumenta o trânsito (que já anda caótico o mês todo por conta das chuvas) e sobe o nível de stress da população (quase na mesma proporção dos aumentos de supermercado, IPTU, IPVA, material escolar, ônibus etc.).
Enfim, 2011 não é ano eleitoral. Estamos naquele intervalo anual entre as eleições municipais, estaduais e nacionais. Porém, o ano começa em ebulição já com vistas às eleições de 2012 e até 2014.
Mudanças vêm por aí... O prefeito Gilberto Kassab decide em breve se deixa o falido DEM para recriar a partir do PMDB um bloco suprapartidário que eleja seu sucessor e o impulsione também para a sucessão de Geraldo Alckmin no governo do Estado daqui a quatro anos. Resta saber se a sua movimentação política vai gerar marola ou tsunami.
Para o PPS, é ano de congressos partidários, reposicionamento político e reafirmação dos nossos princípios e propostas. Com bancadas pequenas mas de muita qualidade no parlamento, podemos interferir positivamente na busca de mais igualdade e justiça social. Ao trabalho!
Com isso aumenta o trânsito (que já anda caótico o mês todo por conta das chuvas) e sobe o nível de stress da população (quase na mesma proporção dos aumentos de supermercado, IPTU, IPVA, material escolar, ônibus etc.).
Enfim, 2011 não é ano eleitoral. Estamos naquele intervalo anual entre as eleições municipais, estaduais e nacionais. Porém, o ano começa em ebulição já com vistas às eleições de 2012 e até 2014.
Mudanças vêm por aí... O prefeito Gilberto Kassab decide em breve se deixa o falido DEM para recriar a partir do PMDB um bloco suprapartidário que eleja seu sucessor e o impulsione também para a sucessão de Geraldo Alckmin no governo do Estado daqui a quatro anos. Resta saber se a sua movimentação política vai gerar marola ou tsunami.
Para o PPS, é ano de congressos partidários, reposicionamento político e reafirmação dos nossos princípios e propostas. Com bancadas pequenas mas de muita qualidade no parlamento, podemos interferir positivamente na busca de mais igualdade e justiça social. Ao trabalho!
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Soninha assume órgão que defende artesãos em SP
A jornalista, ex-vereadora e ex-subprefeita Soninha Francine vai assumir a Superintendência de Comunidade do Trabalho (Sutaco), autarquia vinculada à Secretaria de Emprego e Relações do Trabalho, do Governo do Estado de São Paulo, que tem como finalidade "integrar a mão-de-obra marginalizada no mercado produtivo". O objetivo da Sutaco é "desenvolver e preservar o rico e precioso artesanato paulista - que traduz a diversidade do Estado mais miscigenado do país", segundo o site oficial do órgão.
Cabe ainda à autarquia a "responsabilidade social de oferecer oportunidades de geração de emprego e renda aos artesãos. Deste modo, também resgata as formas tradicionais de expressão do povo paulista promovendo o desenvolvimento regional no contexto do mundo globalizado."
Atento à necessidade de preservação do artesanato nacional, e por considerar o artesanato uma atividade econômica lucrativa para o Brasil, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior criou o PAB - Programa do Artesanato Brasileiro, do qual a Sutaco é coordenadora no território paulista, tendo como principal objetivo valorizar o artesanato e implementar ações de desenvolvimento sustentável para o setor.
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Os 457 anos da cidade de São Paulo
São Paulo chega ao seu 457º aniversário com uma qualidade de vida melhor. Não que a situação esteja perto do ideal. Não está. Mas ao menos a impressão do paulistano, registrada pela pesquisa Ibope contratada pela Nossa São Paulo, é de melhoria da cidade se comparada aos anos anteriores.
Os moradores da região da Subprefeitura da Lapa, que há dois anos é administrada pelo PPS - primeiro pela ex-vereadora Soninha Francine e posteriormente pelo presidente municipal do partido, Carlos Fernandes - estão entre os que apresentam maior índice de satisfação com a qualidade de vida na cidade.
De modo geral, entre os aspectos com avaliação bastante positiva estão as campanhas de vacinação, o respeito aos direitos humanos e o acesso ao uso da internet. Outras questões subjetivas ou pessoais da vida dos paulistanos, como a relação com a família e amigos, a espiritualidade e a carreira profissional também se destacam positivamente.
Comparativamente à pesquisa de 2009, os itens que apresentam mais significativa melhoria são relacionados às áreas da juventude, meio ambiente, segurança e habitação.
O que precisa melhorar
Por outro lado, itens relacionados à saúde e ao lazer/modo de vida registram piora no último ano. Tal como no ano anterior, aspectos relativos à transparência e a honestidade dos governantes e das instituições e aos espaços e oportunidades de participação política, apresentam os menores níveis de satisfação.
De todo modo, a avaliação do Poder Público municipal registra melhoria entre 2009 e 2010 e os resultados confirmam que o nível de satisfação com a qualidade de vida de São Paulo possui relação com a avaliação destas instituições.
De acordo com a pesquisa, a Câmara Municipal é a instituição menos confiável para os paulistanos: 36% dos pesquisados disseram confiar no Legislativo paulistano. Embora ainda baixo, o índice também registrou uma sensível melhora, pois na pesquisa de dezembro de 2009 a porcentagem dos que confiavam na instituição era de apenas 24%.
Números totalizados, resta uma expectativa otimista para a administração do prefeito Gilberto Kassab e para a gestão do vereador José Police Neto na presidência da Câmara Municipal. Certamente o PPS tem contribuído para essa melhora, com a atuação destacada de seus vereadores Claudio Fonseca e Milton Ferreira (veja também o Blog da Liderança).
Que em 2011 a cidade esteja ainda melhor, com mais qualidade de vida, justiça social e igualdade de oportunidades. O PPS segue firme em seu papel fiscalizador, atuante e propositivo na sociedade.
Os moradores da região da Subprefeitura da Lapa, que há dois anos é administrada pelo PPS - primeiro pela ex-vereadora Soninha Francine e posteriormente pelo presidente municipal do partido, Carlos Fernandes - estão entre os que apresentam maior índice de satisfação com a qualidade de vida na cidade. De modo geral, entre os aspectos com avaliação bastante positiva estão as campanhas de vacinação, o respeito aos direitos humanos e o acesso ao uso da internet. Outras questões subjetivas ou pessoais da vida dos paulistanos, como a relação com a família e amigos, a espiritualidade e a carreira profissional também se destacam positivamente.
Comparativamente à pesquisa de 2009, os itens que apresentam mais significativa melhoria são relacionados às áreas da juventude, meio ambiente, segurança e habitação.
O que precisa melhorar
Por outro lado, itens relacionados à saúde e ao lazer/modo de vida registram piora no último ano. Tal como no ano anterior, aspectos relativos à transparência e a honestidade dos governantes e das instituições e aos espaços e oportunidades de participação política, apresentam os menores níveis de satisfação.
De todo modo, a avaliação do Poder Público municipal registra melhoria entre 2009 e 2010 e os resultados confirmam que o nível de satisfação com a qualidade de vida de São Paulo possui relação com a avaliação destas instituições.
De acordo com a pesquisa, a Câmara Municipal é a instituição menos confiável para os paulistanos: 36% dos pesquisados disseram confiar no Legislativo paulistano. Embora ainda baixo, o índice também registrou uma sensível melhora, pois na pesquisa de dezembro de 2009 a porcentagem dos que confiavam na instituição era de apenas 24%.
Números totalizados, resta uma expectativa otimista para a administração do prefeito Gilberto Kassab e para a gestão do vereador José Police Neto na presidência da Câmara Municipal. Certamente o PPS tem contribuído para essa melhora, com a atuação destacada de seus vereadores Claudio Fonseca e Milton Ferreira (veja também o Blog da Liderança).
Que em 2011 a cidade esteja ainda melhor, com mais qualidade de vida, justiça social e igualdade de oportunidades. O PPS segue firme em seu papel fiscalizador, atuante e propositivo na sociedade.
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Ex-prefeito César Maia inova com auto-entrevista
O caricato César Maia (DEM), ex-prefeito do Rio que marcou mais por andar com a indefectível jaqueta azul sob o sol carioca do que por qualquer obra de sua gestão, já havia inventado um "ex-blog" e agora revoluciona o mundo virtual com uma "auto-entrevista".Piadinhas à parte, Maia publicou em seu "ex-blog" (informativo que envia por e-mail aos leitores cadastrados) a sua opinião sobre "as disputas no DEM" (sic), partido que não por acaso é presidido nacionalmente por seu filho, o deputado Rodrigo Maia, e vem enfrentando sérios problemas de percurso (para ficarmos num comentário politicamente correto sobre a legenda).
Enfim, vamos tentar pinçar algumas frases da "entrevista" para entender o raciocínio do ex-prefeito, no instinto de sobrevivência de segurar o prefeito Gilberto Kassab no partido e tentar impedir o esvaziamento do DEM e uma migração desenfreada para o PMDB.
"A executiva do DEM, por unanimidade, em dezembro, decidiu que não haverá nenhuma fusão."
"Os que estão contra qualquer fusão se somariam e passariam a ser quase a totalidade do DEM. Por isso, não acredito em fusão."
"Nesse sentido acho que ele (Kassab) tem toda a razão, pois a política em SP tem sido binária entre PSDB e PT. O PMDB elegeu apenas um deputado federal; seu presidente faleceu e se abriu um vácuo. Com estes elementos, é natural que um prefeito bem sucedido como Kassab desenvolva suas estratégias com vistas a 2012 e 2014. Mas isso não produz nenhuma divergência no DEM. Fortalecer o prefeito é interesse de todos."
A força suprapartidária do prefeito Kassab
Queira ou não César Maia, a verdade é que o prefeito Gilberto Kassab, no partido que estiver, será o principal "eleitor" em 2012 - com o candidato que receber o seu apoio disparando desde já com favoritismo - e fortíssimo concorrente, ele próprio, para o Governo do Estado ou o Senado em 2014.E de onde vem tamanha força política de Gilberto Kassab? É inegável que ele sempre foi um hábil articulador político. De jovem liderança do extinto Partido Liberal que chegou à administração caótica do então prefeito paulistano Celso Pitta como "salvador" à quase imposição, por mérito pessoal, de seu nome como vice do candidato José Serra à Prefeitura em 2004, Kassab vive e respira política 24 horas.
Kassab não apenas venceu a desconfiança de tucanos e serristas, como provou-se talvez o mais leal dos aliados ainda como vice e posteriormente à frente da administração municipal.
Ao articular pessoalmente a eleição do vereador José Police Neto (PSDB) para a presidência da Câmara Municipal de São Paulo, deu xeque-mate no Centrão e apontou para a construção de uma terceira via (fora da polarização entre PSDB e PT), atraindo partidos como PPS, PSB, PDT, PV, PCdoB e o PMDB (provavelmente o seu destino político).
Kassab dá as cartas em São Paulo. Tem uma avaliação positiva - o que é um reconhecimento valiosíssimo diante de problemas inerentes da metrópole - e conduz de forma equilibrada e competente a Prefeitura. Não é pouca coisa.
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