quinta-feira, 12 de junho de 2008
CPMF: Cada Parlamentar Mentiroso e Farsante
Um artigo do deputado federal Arnaldo Jardim (PPS-SP) dá em boa medida o posicionamento do PPS sobre a abominável ressurreição da CPMF, agora chamada de CSS - sigla que para o governo significa "Contribuição Social para a Saúde", mas para o povo não passa de mais uma "Contribuição Sem Sentido".
"Sou contra a criação da CSS! Não apenas para ser coerente com a posição que assumi, ainda no ano passado, em relação à prorrogação da CPMF, mas por acreditar que a proposta é um desrespeito à decisão soberana do Congresso Nacional", afirma Arnaldo Jardim. "A sociedade brasileira não agüenta mais a sanha arrecadatória, a gastança descontrolada e as pífias contrapartidas em áreas sociais da administração pública."
É por aí!
"Sou contra a criação da CSS! Não apenas para ser coerente com a posição que assumi, ainda no ano passado, em relação à prorrogação da CPMF, mas por acreditar que a proposta é um desrespeito à decisão soberana do Congresso Nacional", afirma Arnaldo Jardim. "A sociedade brasileira não agüenta mais a sanha arrecadatória, a gastança descontrolada e as pífias contrapartidas em áreas sociais da administração pública."
É por aí!
quarta-feira, 11 de junho de 2008
Candidato com ficha criminal: no PPS não!!!!!!!!
Apesar de o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) ter decidido nesta terça-feira que os políticos que são réus em processos criminais, ação de improbidade administrativa ou ação civil pública, sem condenação definitiva, podem se candidatar nas eleições 2008, o PPS mantém a sua decisão: aqui não!!! Esta não é simplesmente uma decisão burocrática, com base na legislação eleitoral e nos critérios de inegibilidade, para conceder o registro das candidaturas. Trata-se de um posicionamento político, de uma atitude em defesa da ética e da democracia, de respeito ao voto do cidadão.
Projeto de lei
Em abril, a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) lançaram um projeto de lei de iniciativa popular que proíbe a candidatura de políticos que tenham antecedentes criminais.
O projeto também impede a candidatura de quem renunciou ao mandato para escapar de punições legais.
Segundo a OAB, a proposta pretende afastar mesmo aqueles candidatos cuja sentença definitiva ainda não tenha sido proferida.
Em março, o Colégio dos Presidentes dos TREs (Tribunais Regionais Eleitorais) encaminhou ao Congresso Nacional e ao TSE uma minuta de um projeto de lei que proíbe candidaturas de políticos que respondam a processos criminais ou civis por improbidade administrativa.
O PPS adotou esta medida em todo o país: não será rota de fuga para bandidos que saem de outros partidos e procuram uma legenda para se eleger.
Leia aqui outras iniciativas do PPS para manter a ética e a transparência na política.
Band define regras para o primeiro debate em 2008
A direção de Jornalismo da Rede Bandeirantes convidou representantes de todos os partidos que terão candidatos à Prefeitura de São Paulo para a terceira reunião visando a cobertura das eleições municipais.Foram agendados os debates que antecederão o primeiro turno do pleito eleitoral, nas datas de 31 de julho (o primeiro debate destas eleições na TV; o iG fará na Internet no dia 17/7) e 28 de agosto. No caso de haver segundo turno, outro em 8 de outubro.
A Band também está recebendo sugestões de temas para serem debatidos em reportagens e nomes de especialistas nos assuntos – pertencentes ou não aos quadros da legenda – para entrevistas durante a programação da rede.
Na reunião desta terça-feira estiveram em pauta o formato e as regras dos debates. A idéia apresentada pelo diretor de jornalismo da Band, Fernando Mitre (foto), é realizar um encontro com até seis candidatos (de acordo com o posicionamento nas pesquisas eleitorais).
Serão cinco blocos: o primeiro com uma única pergunta para todos os candidatos, formulada pela produção a partir de uma consulta aos telespectadores sobre o tema mais urgente da campanha. Os dois blocos seguintes terão perguntas com réplica e tréplica entre os candidatos. No quarto bloco as perguntas serão formuladas por dois jornalistas da emissora. O quinto e último bloco é reservado para as considerações finais dos prefeituráveis.
Além destes encontros da Band, já estão agendados pelo menos outros três debates: um da TV Gazeta, no dia 31 de agosto, e outros dois da Rede Globo (o último debate tanto do primeiro quanto do segundo turno das eleições, nos dias 2 e 24 de outubro, respectivamente).
A candidata do PPS, Soninha Francine, participará de todos os debates no rádio e na TV.
terça-feira, 10 de junho de 2008
Quem vem para confundir, quem vem para explicar
No fim-de-semana, o "Painel do Leitor" da Folha de S. Paulo publicou a seguinte carta, sobre o tema pedágio urbano:
"Essa história de cobrar pedágio em São Paulo porque o transporte público é bom deve ser piada ("Soninha critica Maluf e defende criação de pedágio no centro de SP", Folha Online, 2/6).
Moro na capital desde 98 e, devido a deficiência física, não pago ônibus. Mesmo assim, acho o sistema sofrível. Eu teria direito à isenção no metrô, mas nunca consegui o bilhete especial -sempre falta algo. Soninha diz isso porque não precisa usar transporte público."
THOMAZ SECUNDINO LOPES PORTELLA (São Paulo, SP)
Soninha respondeu assim, na edição de hoje, tentanto esclarecer a confusão (voluntária ou involuntária?):
"Resposta ao leitor Thomaz Secundino Portella: Eu não disse que o transporte público "é bom" (aliás, o pedágio cobrado aos automóveis particulares deve ser investido nele), mas que na região central da cidade não se pode alegar falta de alternativas - milhares de linhas de ônibus convergem para o centro, que também é servido por metrô e trens.
O sistema precisa melhorar - e muito - especialmente para pessoas com deficiência (mas é inaceitável que ele não consiga o bilhete especial do metrô). Eu não "preciso" usar o transporte público, mas uso - porque acho que devo fiscalizar de perto e porque em alguns casos realmente é uma alternativa preferível."
Soninha Francine - vereadora PPS
"Essa história de cobrar pedágio em São Paulo porque o transporte público é bom deve ser piada ("Soninha critica Maluf e defende criação de pedágio no centro de SP", Folha Online, 2/6).
Moro na capital desde 98 e, devido a deficiência física, não pago ônibus. Mesmo assim, acho o sistema sofrível. Eu teria direito à isenção no metrô, mas nunca consegui o bilhete especial -sempre falta algo. Soninha diz isso porque não precisa usar transporte público."
THOMAZ SECUNDINO LOPES PORTELLA (São Paulo, SP)
Soninha respondeu assim, na edição de hoje, tentanto esclarecer a confusão (voluntária ou involuntária?):
"Resposta ao leitor Thomaz Secundino Portella: Eu não disse que o transporte público "é bom" (aliás, o pedágio cobrado aos automóveis particulares deve ser investido nele), mas que na região central da cidade não se pode alegar falta de alternativas - milhares de linhas de ônibus convergem para o centro, que também é servido por metrô e trens.
O sistema precisa melhorar - e muito - especialmente para pessoas com deficiência (mas é inaceitável que ele não consiga o bilhete especial do metrô). Eu não "preciso" usar o transporte público, mas uso - porque acho que devo fiscalizar de perto e porque em alguns casos realmente é uma alternativa preferível."
Soninha Francine - vereadora PPS
segunda-feira, 9 de junho de 2008
Ajude a construir o melhor programa para a cidade
Prosseguem as reuniões para a formulação das linhas gerais do programa de governo do PPS para a cidade de São Paulo. O Diretório Municipal do partido lança neste sábado a chapa encabeçada pela vereadora Soninha Francine à Prefeitura, com 83 candidatos e candidatas à Câmara Municipal. As candidaturas serão oficializadas na convenção eleitoral de 15 de junho.A partir desta data e até o início da propaganda eleitoral no rádio e na TV, em agosto, o programa de governo do PPS será debatido diretamente com a população, em reuniões promovidas nas regiões das 31 subprefeituras, estabelecendo as prioridades dos cidadãos paulistanos.
Por enquanto estão sendo realizadas reuniões temáticas com especialistas nas diversas áreas da administração municipal, para fazer um diagnóstico inicial dos problemas da cidade e definir algumas metas e propostas de governo.O PPS apresenta a pré-candidatura da vereadora Soninha Francine à Prefeitura de São Paulo como alternativa para qualificar o debate, resgatar princípios e ideais que parecem fora de moda na política, construir um programa de governo verdadeiramente identificado com os cidadãos paulistanos e reaproximar o PPS de movimentos populares e sociais.
É a reafirmação da trajetória do PCB/PPS, que vem construindo um projeto alternativo viável e eficaz para a cidade, para o estado e para o país. Com a candidatura própria à Prefeitura de São Paulo e uma chapa completa de candidatos e candidatas à Câmara, o PPS se mantém coerente à sua história e une diversas gerações: além de resgatar a velha militância partidária está agregando jovens preocupados com o futuro e que entendem que podem interferir para melhorar o nosso dia-a-dia.
O PPS é a chance de concretizar de forma coerente os ideais democráticos, da cidadania plena e da justiça social. É o partido que disparou na frente em busca de novos modelos de desenvolvimento nacional e de soluções para a urgente necessidade de melhoria das condições de vida da grande maioria do povo brasileiro.
O PPS é um partido em expansão nacional, com um ideário renovado e melhor adaptado à nossa realidade, composto em grande parte por uma nova geração de políticos éticos e comprometidos com a busca de novos caminhos para o desenvolvimento econômico, político e social de São Paulo e do Brasil.
Venha para o PPS! Ajude a construir o melhor programa de governo para a cidade de São Paulo. Participe!
Pré-candidatos do PPS paulistano estão animados
Neste processo de reuniões temáticas e regionais para a formulação do plano de governo para a cidade, os debates com o "Movimento Nossa São Paulo" e sobre os problemas da Região Metropolitana, e os cursos de formação política obrigatórios para todos os pré-candidatos, há uma participação ativa e entusiasmada de homens e mulheres que vão compor a chapa própria de 83 nomes do PPS para a Câmara Muncipal.De figuras já expressivas da política paulistana, como o ex-vereador Cláudio Fonseca (foto), reeleito presidente do Sindicato dos Profissionais em Educação no Ensino Municipal de São Paulo, a novas lideranças recém-surgidas, como Ronaldo Koloszuk, idealizador do Comitê de Jovens Empresários da Fiesp, a chapa de candidatos do PPS será um recorte fiel da diversidade paulistana.
Há vários médicos (Milton Ferreira, Fábio Kassab, Luiz Mamede, Belfort, Maira Saad, Reinaldo Rubens de Barros, Edson Monteiro, Marcos Akira, Benedito Figueiredo), advogados (Rosana Chiavassa, Ricardo Maritan, Eduardo Mennucci, Doutora Georgina, Celso Durante), professores (Edinho Dom Macário, Eliomar Rodrigues Pereira, Vera Lucia Zanelato, Edgard Santana, José Máximo Filho, Jihad Saab).
Há sindicalistas (Ernane Pastore, Benedito de Souza, Hamilton Sant´anna, Toninho da Cooperativa, Luciano Tadeu Damiani, Miriam Modesto, Osvanir de Souza) e representantes de comunidades específicas, como o católico Edson Silva, a chinesa Heida Lee, os evangélicos Jesus de Aquino, Marcio Leon, Marcos Maia, Otacílio Oliveira, Hideraldo Pagliarini, o líder comunitário Lima Babalu, o ator Clóvis Basílio dos Santos e a representante do movimento GLBT Sandra Catarina.
Há o engenheiro Joca Martins, figura atuante do Clube Paulistano; o presidente do Clube Indiano, Haroldo Guerra; o ex-vereador de Taquaritinga Wilson Abdalla Mansur Zaquia, da Associação Paulista de Motociclistas; e o ex-goleiro e eterno ídolo do Corinthians, Ronaldo Soares Giovanelli.
Há ainda bancários (Sérgio Olivastro, Sandra Barbosa, Antonio Pinto Sobrinho), comerciantes (Adalberto Maciel, Ivan Melo, Paulo Cesar Fonseca), funcionários públicos (Adélcio Meira, Reginaldo dos Santos, Tania Lentini, J.R., Carlos Aguiar, Valderi Nogueira), empresários e profissionais liberais (Antonio Carlos Barros, Vivaldo Rodrigues, Rogério Casagrande, Estevão Sanches) e estudantes (Janaína Costa, Rogerio Oliveira, José Lemes Soares, Mario Malina).
Assim vai se formando a nova cara do PPS e uma chapa própria de pré-candidatos a vereador que, na Convenção Eleitoral de 15 de junho, o partido terá a oportunidade de apresentar à sociedade.
A pré-candidatura da vereadora Soninha Francine à Prefeitura de São Paulo e os 83 candidatos e candidatas à Câmara Municipal são as nossas alternativas para qualificar o debate, resgatar princípios e ideais que parecem fora de moda na política, construir um programa de governo verdadeiramente identificado com os cidadãos paulistanos e reaproximar o PPS de movimentos populares e sociais.
sexta-feira, 6 de junho de 2008
Soninha assume compromisso com Dimenstein
O jornalista Gilberto Dimenstein cobrou e a vereadora Soninha Francine, pré-candidata do PPS à Prefeitura de São Paulo, assumiu o compromisso: ela assinou documento que garante que, se eleita, fica até fim do mandato.O documento, de próprio punho, é uma resposta à quase provocação de Dimenstein. Pois Soninha entrou no clima e assinou que ela não tentará outros cargos enquanto (e se) for prefeita. Soninha também escreveu que continuará sendo pedestre e ciclista.
"Caso seja eleita prefeita de São Paulo, eu me comprometo a exercer os quatro anos de mandato", diz ela no documento.
Assim como Soninha, Gilberto Kassab (DEM) e Geraldo Alckmin (PSDB) também enviaram uma carta assumindo o mesmo compromisso.
Em 2004, o tucano José Serra também assinou uma declaração nos mesmos moldes na qual se comprometia a terminar o mandato de prefeito se fosse eleito, mas acabou deixando o cargo para disputar o governo do Estado em 2006.
quinta-feira, 5 de junho de 2008
quarta-feira, 4 de junho de 2008
Soninha e ministra Nilcéa Freire na TV Câmara
A vereadora Soninha Francine, pré-candidata do PPS à Prefeitura de São Paulo, está na manhã desta quarta-feira em Brasília para participar da gravação do programa "Mulheres no Parlamento", da TV Câmara.
Com o tema "Descriminalização do Aborto", baseado no fato acontecido em Campo Grande (reveja), o programa contará também com a presença da ministra Nilcéa Freire, da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres.
O "Mulheres no Parlamento" é um programa semanal da TV Câmara, apresentado pela jornalista Vera Morgado. O programa, que está há 3 anos no ar, debate temas ligados à questão da mulher e é um espaço onde elas discutem a realidade do país e a pauta do Congresso Nacional sob a ótica da bancada feminina.
Com o tema "Descriminalização do Aborto", baseado no fato acontecido em Campo Grande (reveja), o programa contará também com a presença da ministra Nilcéa Freire, da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres.
O "Mulheres no Parlamento" é um programa semanal da TV Câmara, apresentado pela jornalista Vera Morgado. O programa, que está há 3 anos no ar, debate temas ligados à questão da mulher e é um espaço onde elas discutem a realidade do país e a pauta do Congresso Nacional sob a ótica da bancada feminina.
Números que marcam...
Só para constar: coincidências à parte, esta postagem abaixo, que trata sobre os números da mais recente pesquisa do Ibope, é a 1001ª deste Blog. São números emblemáticos - das 1001 utilidades do Bombril às 1001 noites do clássico da literatura. Fica o registro.
terça-feira, 3 de junho de 2008
Pesquisa Ibope mostra crescimento de Soninha
Pesquisa Ibope, encomendada pelo Sindicato das Empresas de Transportes de Cargas de São Paulo e Região (Setcesp), sobre as eleições municipais de São Paulo, mostra um crescimento da candidata do PPS à Prefeitura, vereadora Soninha Francine - ela atinge 3% (antes variava entre 1% e 2%) e pela primeira vez aparece empatada com Luiza Erundina (PSB) e à frente de Paulinho da Força (PDT).
Os três primeiros colocados repetem a ordem do Datafolha e do próprio Ibope, em pesquisas anteriores. Marta Suplicy (PT) aparece com 30% da preferência dos votos, seguida por Geraldo Alckmin (PSDB), com 28%, ambos tecnicamente empatados. Em terceiro está o prefeito Gilberto Kassab (DEM), com 13%.
Os dados da pesquisa, que foram divulgados nesta terça-feira, mostraram ainda Paulo Maluf com 9% das intenções de voto; Luiza Erundina e Soninha, com 3%; Paulinho da Força, 2%; Ivan Valente e Zulaiê Cobra, 1%. Brancos ou nulo somam 8%; e não opinaram, 3%.
O Ibope ouviu 602 pessoas entre os dias 27 e 29 de maio. A margem de erro é de quatro pontos percentuais para mais ou para menos. Já foram encomendadas pela Setcesp outras duas pesquisas, que devem ser divulgadas em julho e agosto.
Na pesquisa espontânea, na qual o Ibope não diz o nome dos candidatos que estão na corrida municipal, Marta continua na liderança, com 13%. Gilberto Kassab tem 10% e Geraldo Alckmin, 9%.
Segundo Turno
Em simulações para um eventual 2º turno, Marta venceria a disputa com Kassab, mas perderia para Alckmin. Segundo a pesquisa, na primeira possibilidade, Marta tem 47% das intenções de voto e Kassab, 38%. Já em um 2º turno entre Marta e Alckmin, ela tem 40% contra 50% das intenções para o ex-governador.
Se a disputa no 2º turno fosse entre Alckmin e Kassab, as intenções de voto, segundo o Ibope, são: 56% para Alckmin e 25% para Kassab.
Problemas da cidade
A pesquisa também mostra os problemas que mais preocupam os paulistanos. São eles: falta de policiamento (40%), conservação do asfalto de rua / tapar buracos (16%) e transporte urbano (13%). As áreas consideradas com mais problemas são: Saúde (54%), Educação (36%) e oportunidade de emprego (34%).
Os três primeiros colocados repetem a ordem do Datafolha e do próprio Ibope, em pesquisas anteriores. Marta Suplicy (PT) aparece com 30% da preferência dos votos, seguida por Geraldo Alckmin (PSDB), com 28%, ambos tecnicamente empatados. Em terceiro está o prefeito Gilberto Kassab (DEM), com 13%.
Os dados da pesquisa, que foram divulgados nesta terça-feira, mostraram ainda Paulo Maluf com 9% das intenções de voto; Luiza Erundina e Soninha, com 3%; Paulinho da Força, 2%; Ivan Valente e Zulaiê Cobra, 1%. Brancos ou nulo somam 8%; e não opinaram, 3%.
O Ibope ouviu 602 pessoas entre os dias 27 e 29 de maio. A margem de erro é de quatro pontos percentuais para mais ou para menos. Já foram encomendadas pela Setcesp outras duas pesquisas, que devem ser divulgadas em julho e agosto.
Na pesquisa espontânea, na qual o Ibope não diz o nome dos candidatos que estão na corrida municipal, Marta continua na liderança, com 13%. Gilberto Kassab tem 10% e Geraldo Alckmin, 9%.
Segundo Turno
Em simulações para um eventual 2º turno, Marta venceria a disputa com Kassab, mas perderia para Alckmin. Segundo a pesquisa, na primeira possibilidade, Marta tem 47% das intenções de voto e Kassab, 38%. Já em um 2º turno entre Marta e Alckmin, ela tem 40% contra 50% das intenções para o ex-governador.
Se a disputa no 2º turno fosse entre Alckmin e Kassab, as intenções de voto, segundo o Ibope, são: 56% para Alckmin e 25% para Kassab.
Problemas da cidade
A pesquisa também mostra os problemas que mais preocupam os paulistanos. São eles: falta de policiamento (40%), conservação do asfalto de rua / tapar buracos (16%) e transporte urbano (13%). As áreas consideradas com mais problemas são: Saúde (54%), Educação (36%) e oportunidade de emprego (34%).
"Nossa São Paulo" destaca compromisso do PPS
O site do Movimento "Nossa São Paulo" apresentou com destaque a reunião promovida no sábado pelo PPS e o fato de Soninha Francine ser a primeira candidata à Prefeitura de São Paulo a assumir o compromisso público de elaborar um programa para a cidade com metas estabelecidas para as 31 subprefeituras. A matéria ressalta que o "Nossa São Paulo" foi convidado a participar da reunião do PPS para apresentar informações sobre o Movimento, os indicadores do "Observatório Cidadão" e explicar a emenda à Lei Orgânica, publicada em fevereiro, que institui o Programa de Metas. O empresário Oded Grajew representou o movimento na reunião do partido.
Grajew explicou que a emenda à Lei Orgânica obriga os prefeitos a divulgar um plano de governo detalhado, de acordo com as diretrizes da campanha eleitoral, em até 90 dias após assumir o cargo.
O Programa de Metas terá que ser separado por subprefeituras e distritos da cidade. A emenda também determina a prestação de contas do cumprimento das metas à população a cada seis meses. A obrigatoriedade valerá para o prefeito eleito neste ano, com início de mandato em janeiro de 2009.
Os participantes da reunião também foram informados de que o 1º Fórum Nossa São Paulo coletou mais de 900 propostas dos paulistanos para melhorar a cidade. O Movimento vai terminar de sistematizar todas as sugestões recebidas no evento e enviar aos partidos políticos para que sejam consideradas nos programas de governo dos candidatos.
Participaram da reunião do PPS a vereadora e pré-candidata à prefeitura de São Paulo, Soninha Francine, e boa parte dos 83 candidatos do partido à Câmara Municipal. Soninha e a direção municipal do partido se comprometeram a elaborar e apresentar um programa de governo com metas e objetivos detalhados, conforme prevê a lei.
O Movimento Nossa São Paulo, que é apartidário e inter-religioso, reitera que está à disposição de todos os partidos políticos na cidade para explicar os detalhes da lei do Programa de Metas. O objetivo é subsidiar a elaboração dos programas de governo dos candidatos aos poderes Executivo e Legislativo de São Paulo.
O PPS e Soninha Francine foram os pioneiros.
segunda-feira, 2 de junho de 2008
Subprefeito inaugura Agência de Desenvolvimento
O subprefeito da Casa Verde, o urbanista Marcos Gadelho (PPS), inaugurou na manhã de hoje a sede da Agência de Desenvolvimento Local e empossou a sua diretoria para o biênio 2008/2009, com a presença do prefeito Gilberto Kassab (DEM), da vereadora Soninha Francine, do deputado federal Arnaldo Jardim (PPS), de secretários municipais e representantes da sociedade civil.A Agência é uma entidade sem fins lucrativos, fundada em 30 de novembro de 2006, com o intuito de promover o desenvolvimento sustentável dos distritos da Casa Verde, Cachoeirinha e Limão.
O objetivo principal é implantar projetos que revigorem e renovem as vocações econômicas dos três distritos; atrair investimentos privados e públicos, proporcionando novas oportunidades para os moradores e empresas de todos os bairros da região; compartilhar o processo de gestão local buscando junto com o poder público o desenvolvimento sustentado através da discussão, elaboração e execução de programas, projetos e idéias de interesse da região.
Veja mais informações no site da Agência de Desenvolvimento.
PPS lança Soninha e candidatos da Grande SP
Com cerca de 450 participantes, entre dirigentes, militantes e pré-candidatos da Capital e da Grande São Paulo, o Diretório do PPS paulistano promoveu neste sábado uma reunião ampliada para a confirmação da pré-candidatura da vereadora Soninha Francine à Prefeitura, que será oficializada em Convenção Eleitoral marcada para o dia 15 de junho, na Câmara Municipal.Foram realizados dois painéis de debates: um com o coordenador do "Movimento Nossa São Paulo", Oded Grajew, tratando da importância de se estabelecer metas factíveis no programa de governo para uma cidade justa e sustentável; e outro sobre questões da Região Metropolitana do Estado, com o objetivo de elaborar uma plataforma conjunta para todos os candidatos do PPS.
Compareceram à reunião vários pré-candidatos de municípios vizinhos, com destaque para Orlando Fantazini (Guarulhos), Alex Manente (São Bernardo), Davi Torres (Carapicuíba) e Pepito Gimenez (Francisco Morato), entre outros representantes de Arujá, Mairiporã, Itapevi, Taboão da Serra, São Lourenço da Serra e Cotia.
Também devem ser destacadas as participações do deputado federal Arnaldo Jardim, do ex-secretário de Cultura do Estado João Batista de Andrade, do diretor da CDHU Sérgio Camarano, do subprefeito da Casa Verde, Marcos Gadelho, e dos presidentes de honra do PPS Estadual (Moacir Longo) e municipal (Maria Sallas).
Soninha prefeita: por uma cidade justa e sustentável
A candidatura de Soninha Francine à Prefeitura é a primeira a assumir, publicamente, um compromisso com a população paulistana e com o "Movimento Nossa São Paulo", formado há um ano para cobrar ética, transparência e metas factíveis na formulação de um plano de governo detalhado para as 31 subprefeituras, na construção de uma cidade mais justa e sustentável.Além de ter a formulação do programa de governo aberta à participação de todos os cidadãos, em reuniões temáticas, regionais e até pela Internet, o PPS traz inovações importantes nas suas campanhas.
São iniciativas do PPS, por exemplo: 1) a quebra do sigilo fiscal e bancário de todos os seus candidatos; 2) o veto à filiação e/ou candidatura de pessoas condenadas criminalmente ou acusados por improbidade administrativa; 3) o veto à prática do nepotismo; 4) o compromisso com a Lei "Cidade Limpa", respeitando todas as limitações, entre outras, para colocação de faixas, pintura de muros e distribuição de folhetos.
É importante ressaltar que essas medidas por mais ética e transparência na política são práticas comuns do PPS. Além das iniciativas já mencionadas acima, vale lembrar que o fim da imunidade parlamentar na Assembléia Legislativa de São Paulo foi uma conquista do deputado Arnaldo Jardim.
A obrigatoriedade da publicação de nomes e funções de todos os funcionários comissionados, os chamados cargos de confiança da administração municipal, virou lei por iniciativa da vereadora Soninha Francine. Isso para ficar em apenas dois exemplos emblemáticos do PPS em São Paulo.
Entraves e alternativas para a região metropolitana
A realização de dois painéis temáticos (um sobre a construção de uma São Paulo mais justa e sustentável; e outro sobre as questões da região metropolitana), na reunião ampliada do Diretório Municipal do PPS/SP, comprovou a importância da busca conjunta de soluções para os problemas de São Paulo e das cidades vizinhas. Um exemplo concreto, citado por Oded Grajew, do "Movimento Nossa São Paulo", e pelo pré-candidato à Prefeitura de Guarulhos, Orlando Fantazini: 100% do esgoto daquele município é despejado no Rio Tietê.
Não há, portanto, como pensar em soluções individuais para problemas ambientais (poluição do ar, da água, do solo, proteção de mananciais), ocupação territorial, transportes, habitação, economia, saúde, segurança, entre outras áreas.
Reportagem da Folha de S. Paulo deste sábado revelou que o sistema de saúde do município de São Paulo atende 3 milhões de pacientes de cidades vizinhas, que se somam aos cerca de 7 milhões de paulistanos que recorrem ao atendimento público municipal. Como resolver este problema se não houver um planejamento conjunto e o diálogo entre as administrações da região metropolitana?
Movimento Nossa São Paulo
Neste sentido também caminhou a palestra de Oded Grajew, que destacou a importância de se estabelecer metas objetivas para possibilitar o acompanhamento, a fiscalização e a avaliação das administrações municipais pela população.O coordenador do Movimento Nossa São Paulo foi feliz em comparar esse diagnóstico das cidades ao exame minucioso que um médico deve fazer em seu paciente. Grajew afirmou ainda que não basta querer resolver os problemas de uma metrópole tendo como referência a média da população, pois há problemas emergentes e pontuais que divergem de uma região para outra. Daí a importância de um estudo detalhado de cada bairro em cada subprefeitura e das demandas das comunidades locais.
"Se o sujeito está com a cabeça no forno e os pés na geladeira, a temperatura média do corpo está agradável", exemplificou a vereadora Soninha Francine, em tom irônico, para reforçar o consenso sobre a questão. "Mas é vital conhecermos detalhadamente o que acontece em cada extremo para tornarmos este corpo, ou esta cidade, verdadeiramente saudável."
O levantamento detalhado dos indicadores sociais de cada uma das 31 subprefeituras paulistanas pode ser acompanhado no site do "Movimento Nossa São Paulo".
Região Metropolitana
O painel que debateu as questões da Região Metropolitana contou com uma apresentação da professora da Unicamp Maria Abadia da Silva Alves, doutora em Economia Aplicada, Desenvolvimento Econômico, Espaço e Meio Ambiente; além dos pré-candidatos a prefeito e a vereador da Capital e de vários municípios da Grande São Paulo.Maria Abadia é autora de uma tese acadêmica sobre os entraves e alternativas para a gestão das metrópoles brasileiras. Ela afirma que as carências metropolitanas podem ser tratadas sob diversos arranjos institucionais, que são exemplificados pelas experiências internacionais de gestão metropolitana em cinco países e outros arranjos não propriamente metropolitanos, como os comitês de bacia, os pactos territoriais, os consórcios municipais e a contratualização inspirada no caso francês.
Das experiências nacionais, a professora particulariza o caso da Região Metropolitana de Campinas, a partir de duas dimensões distintas: uma política e institucional de ordem mais geral, que faz parte principalmente da estrutura federativa brasileira; e outra mais específica, ligada à realidade regional, decorrente da características de sua institucionalidade recente.
Também tomando o caso específico de Campinas, a professora seleciona alguns problemas metropolitanos (Saneamento Ambiental, Transportes, Habitação e Segurança Pública), a partir dos quais discute qual a interação existente em cada uma dessas áreas de atuação, além de um breve diagnóstico de cada um destes problemas e as principais ações tentadas e implementadas recentemente.
O Brasil possui hoje 26 Regiões Metropolitanas institucionalizadas, somando 390 municípios, o que representa 7% das cidades brasileiras e onde se concentra 39% da população.
sexta-feira, 30 de maio de 2008
Alex Manente disputará Prefeitura de São Bernardo
O presidente nacional do PPS, Roberto Freire, confirmou nesta quinta-feira, em São Paulo, a candidatura do deputado estadual Alex Manente à Prefeitura de São Bernardo do Campo.Após encontro com Alex Manente e seu pai, Otávio Manente, presidente municipal do PPS e ex-secretário de Obras de São Bernardo, Roberto Freire reiterou total apoio ao lançamento do candidato que lidera todas as pesquisas de intenção de voto na cidade.
A convenção eleitoral que vai oficializar a candidatura de Alex Manente foi marcada para a tarde de 15 de junho, mesma data da convenção paulistana que lançará a vereadora Soninha Francine à Prefeitura de São Paulo.
A confirmação do apoio de Freire e do presidente estadual do PPS, Davi Zaia, ao nome de Manente, põe fim a uma série de boatos lançados pelo grupo do atual prefeito questionando se a candidatura oposicionista era mesmo pra valer. Era! Mais que isso: é pra ganhar a eleição!
PPS debate a cidade e a região metropolitana de SP
O PPS paulistano promove reunião do seu Diretório Municipal neste sábado, dia 31 de maio, onde irá informar a militância sobre as propostas formuladas em cada região da cidade, fazer um balanço da pré-campanha, avaliar o quadro político e reiterar o apoio à candidatura de Soninha Francine à Prefeitura de São Paulo e à chapa de 83 candidatos e candidatas para a Câmara Municipal, antecipando a convenção eleitoral de 15 de junho.Neste evento, haverá ainda dois painéis temáticos: um com o coordenador da "Nossa São Paulo: Outra Cidade", Oded Grajew, que apresentará um balanço das atividades desenvolvidas pelas diversas entidades que se reuniram para formar o Movimento há um ano, e os indicadores socioeconômicos da cidade de São Paulo e das 31 subprefeituras paulistanas.
Outro dos painéis será o que vai debater as questões da Região Metropolitana do Estado e estabelecer uma plataforma conjunta para todos os candidatos a prefeito e a vereador do PPS.
Reunião do Diretório Municipal do PPS/SP
Data: Sábado, 31 de maio
Horário: Credenciamento a partir das 9h00 / Atividades das 10h00 às 13h30
Local: Hotel Shelton Inn - Rua Cásper Líbero, 115 - Centro
Professora da Unicamp debate região metropolitana
O painel que vai discutir as questões da Região Metropolitana, na reunião deste sábado, do PPS paulistano, contará com uma apresentação da professora da Unicamp Maria Abadia da Silva Alves, doutora em Economia Aplicada, Desenvolvimento Econômico, Espaço e Meio Ambiente; além dos pré-candidatos a prefeito e a vereador da Capital e de vários municípios da Grande São Paulo.Maria Abadia, autora de uma tese acadêmica sobre os entraves e alternativas para a gestão das metrópoles brasileiras, afirma que as carências metropolitanas podem ser tratadas sob diversos arranjos institucionais, que são exemplificados pelas experiências internacionais de gestão metropolitana em cinco países e outros arranjos não propriamente metropolitanos, como os comitês de bacia, os pactos territoriais, os consórcios municipais e a contratualização inspirada no caso francês.
Das experiências nacionais, a professora particulariza o caso da Região Metropolitana de Campinas, a partir de duas dimensões distintas: uma política e institucional de ordem mais geral, que faz parte principalmente da estrutura federativa brasileira; e outra mais específica, ligada à realidade regional, decorrente da características de sua institucionalidade recente.
Também tomando o caso específico de Campinas, a professora seleciona alguns problemas metropolitanos (Saneamento Ambiental, Transportes, Habitação e Segurança Pública), a partir dos quais discute qual a interação existente em cada uma dessas áreas de atuação, além de um breve diagnóstico de cada um destes problemas e as principais ações tentadas e implementadas recentemente.
O Brasil possui hoje 26 Regiões Metropolitanas institucionalizadas, somando 390 municípios, o que representa 7% das cidades brasileiras e onde se concentra 39% da população.
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