sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

#ProgramaDiferente: É melhor Jair pulando o Carnaval no País do Laranjal, tá ok? #Sextou #Bolsonaro



Como diz a galera na expectativa do fim-de-semana: #Sextou! Então, no melhor espírito da zoeira desta sexta-feira, já na contagem regressiva para a folia, é melhor Jair pulando o Carnaval no País do Laranjal.

#ProgramaDiferente apresenta dez minutos de marchinhas em homenagem aos novos inquilinos do poder neste 1º Carnaval da "nova era" bolsonarista. Olha o presidente e a família Bolsonaro aí, gente! Salve-se quem puder, tá ok? Assista.

Contra a intolerância religiosa no #ProgramaDiferente



O #ProgramaDiferente fala das liberdades de religião, de expressão e de pensamento. Há exatos 30 anos, em 1989, no Irã, o líder Aiatolá Khomeini oferecia uma recompensa de 3 milhões de dólares a quem assassinasse o escritor angloindiano Salman Rushdie, por entender que seu trabalho "Versos Satânicos" ofendia o islamismo.

No Brasil, a Constituição garante o Estado laico, a inviolabilidade de consciência e de crença, e a livre manifestação da fé. Mas a verdade é que ainda existe muita perseguição religiosa. Morre gente pelo ódio, pelo preconceito e pela intolerância contra religiões.

Por isso também lembramos do papel fundamental de Jorge Amado pela liberdade de culto religioso, que muita gente desconhece, nestes 18 anos da morte do escritor baiano. Assista.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

O PSL e a Grande Família: tutti buona gente!

A mediocridade deste governo é gritante. Se não bastasse a leva de oportunistas e incompetentes eleitos na onda do bolsonarismo (leia-se: o antipetismo da vez) e uma tropa de ministros fanáticos e limitados, o presidente Jair Bolsonaro ainda é influenciado de um lado por seus filhos (01, 02 e 03 - como gosta de nominar sua produção em série para a política) e do outro lado pelo fantasioso PSL, o partido que ele alugou para ser eleito, e que agora se mostra um verdadeiro laranjal, ou jocosamente chamado de Partido do Suco de Laranja.

O mais recente dos escândalos é a fritura pública (pelo twitter, no melhor padrão bolsonarista) do ministro Gustavo Bebianno, espécie de faz-tudo de Bolsonaro-pai mas antigo desafeto da prole por desavenças partidárias e eleitorais. Agora um dos filhos (que nunca se sabe qual é, mas também não faz muita diferença, como acontece quando as crianças confundem Patati & Patatá) resolveu escancarar a crise interna, chamando Bebianno de mentiroso. O presidente endossou.

Não é a primeira lavagem de roupa suja em público. Aconteceu com Joice Hasselmann, com Janaína Paschoal, com Alexandre Frota, com Major Olímpio, com Major Vitor Hugo, com Luciano Bivar, com Charles Evangelista... toda a fina flor deste que se tornou o maior partido do País no Congresso Nacional e em diversas Assembleias estaduais, como a paulista. Brasil acima de tudo, PSL acima de todos. Alguém viu o Moro por aí? Socorro!

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

PPS planeja políticas para a criança e o adolescente

Em ano de eleição para o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) e para os Conselhos Tutelares, parte da Executiva do PPS de São Paulo se reuniu nesta terça-feira, 12 de fevereiro, para planejar uma atuação mais consistente e aprofundada sobre o tema, com debates, elaboração de políticas públicas e outras contribuições de forma sistemática e organizada para a cidade.

O encontro, no gabinete da vereadora Soninha Francine (PPS), que também integra a Comissão Extraordinária da Criança e do Adolescente na Câmara Municipal, reuniu o presidente do diretório paulistano, Carlos Fernandes; o vice-presidente Nelson Teixeira; o secretário-geral Leonardo Santos; o também membro da Executiva, Vagner Bacarin; o assessor do vereador Claudio Fonseca e coordenador dos diretórios da zona leste, Carlos Ronaldo; além da própria vereadora e do seu chefe de gabinete, Cesar Hernandes. Em breve divulgaremos o calendário de atividades.

Enquanto o STF pauta julgamento da criminalização da homofobia, ministra Damares Alves dispara na contramão como porta-voz do mimimi da intolerância



No mesmo dia em que o Supremo Tribunal Federal pauta o julgamento da criminalização da homofobia, ou seja, debate se a discriminação e a ofensa por orientação sexual e identidade de gênero deve ser considerada e punida como crime, o #ProgramaDiferente exibe mais um episódio da série "É verdade esse bilete. Assinado: Damares".

O terceiro episódio mostra a sinistra ministra do presidente Jair Bolsonaro na sua cruzada contra a suposta destruição da família tradicional brasileira pela ditadura gay ao denunciar um plano maquiavélico que começa com a "desconstrução da heteronormatividade".

Chamada de Doidamares na coluna bem humorada do jornalista José Simão, a inigualável pastora Damares Alves também acusa com aquele seu jeitinho peculiar que ela e outros sagrados defensores da família são tachados de anormais e que por isso são perseguidos (valha-me Deus!).

Todo esse mimimi de Damares tem como base um decreto presidencial de 2009 que determinava que configurações familiares constituídas por gays, lésbicas, travestis e transexuais fossem reconhecidas e incluídas nos sistemas de informação do serviço público. Oh! Que horror! Assista.

Líder do PPS, vereador Claudio Fonseca presta justa homenagem a Eduardo Suplicy e seu projeto da Renda Básica de Cidadania como missão de vida



O líder do PPS na Câmara Municipal de São Paulo, vereador Claudio Fonseca, prestou na sessão desta terça-feira, 12 de fevereiro, uma justa homenagem ao vereador Eduardo Suplicy pelo seu empenho na luta para ver implantado no Brasil o projeto da Renda Básica de Cidadania. O Blog do PPS se soma a este reconhecimento público, independentemente de divergências partidárias ou ideológicas. Assista.

Suplicy e a Renda Básica de Cidadania como missão de vida

Para quem entende a política como vocação e dedicação apaixonada por boas causas, a disposição para o bom combate e a busca incansável pelo bem comum e a melhoria da qualidade de vida das pessoas, um nome simboliza e sintetiza este ser político idealista, íntegro, coerente, generoso e necessário para o Brasil: Eduardo Matarazzo Suplicy.

Essa justa homenagem de caráter suprapartidário é um reconhecimento pelo verdadeiro sacerdócio de Suplicy como professor e servidor público, por sua atuação edificante como vereador, deputado estadual, deputado federal, senador e secretário de Direitos Humanos, e pela missão que ele próprio se incumbiu nestes 77 anos de vida exemplar: ser um pregador e batalhador da ideia da Renda Básica de Cidadania.

A garantia incondicional de uma renda suficiente para que todo cidadão possa prover as suas necessidades vitais, como alimentação, saúde, moradia e educação, não importando sua origem, raça, sexo, idade, condição civil ou mesmo socioeconômica, é a essência do espírito de igualdade e dos princípios republicanos que devem ser perseguidos por todos os entes políticos em uma democracia.

Essa proposta da compensação de renda se torna a cada dia mais urgente, principalmente com o aumento desenfreado das desigualdades econômicas e sociais, com o bloqueio do acesso igualitário às oportunidades para todos, e sobretudo com as dificuldades de ingresso no sistema de educação e na obtenção do pleno emprego. Sem contar todos os estudos que mostram que mais da metade das profissões formais existentes hoje em dia vão simplesmente deixar de existir dentro dos próximos 10 anos.

Mais de 30 milhões de vagas com carteira assinada seriam imediatamente extintas se todas as empresas do país resolvessem substituir trabalhadores humanos pela tecnologia já existente. Esse é o maior desafio governamental da atualidade, como reflexo da modernidade no mundo inteiro, que Suplicy trouxe como foco prioritário por todos esses anos da sua atuação como homem público e que desaguou na proposta da Renda Básica.

A preocupação com o tema é global, e deixou há muito de ser plataforma de esquerda ou de direita, de governos progressistas ou conservadores. Até o bilionário Bill Gates, fundador da Microsoft e famoso por defender causas sociais, passou a propor a criação de um imposto específico para robôs que substituirão a mão de obra humana nos próximos anos, destinando esses recursos para um fundo de distribuição de renda para os trabalhadores que perderem suas funções para as máquinas.

É disso que trata a principal causa política e humana de Eduardo Suplicy, que se transformou em sua missão de vida e da qual nos anunciamos discípulos: o direito à cidadania igual e incondicional para todos. Que cada brasileiro possa compartilhar da riqueza comum de nossa nação, com elevado grau de dignidade e com os olhos voltados para a felicidade individual e para o progresso do país.

Desde o primeiro dia de mandato como deputado estadual há 40 anos, em 1979, passando pelas eleições seguintes para deputado federal em 1982 e 1986, vereador em 1988 e 2016, inclusive com a passagem marcante como presidente da Câmara Municipal de São Paulo em 1989 e 1990, e senador por 24 anos, eleito para três mandatos consecutivos em 1990, 1998 e 2006, sua trajetória é marcada pela honestidade, pela humildade, pela ética, pela transparência em todos os atos da vida pública e por essa luta ininterrupta pela construção de um Brasil civilizado e justo, no qual todas as pessoas possam ter vez e voz, igualdade de oportunidades e real influência sobre os nossos destinos.

Por tudo isso rendemos essa merecida homenagem, agradecendo pela atuação política e a trajetória ilibada de Eduardo Matarazzo Suplicy, acima de ideologias ou de cores partidárias, e nos somamos nessa missão de vida por um futuro mais digno para todas as cidadãs e os cidadãos brasileiros. Obrigado, Suplicy. Sigamos em frente com firmeza, sensibilidade, dedicação e coragem por um Brasil melhor.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

Editorial do Estadão: Governar não é tuitar

Demanda presença, articulação, lucidez - isto é, tudo o que Bolsonaro, convalescente e a reboque dos filhos e dos aliados mais radicais, ainda não conseguiu oferecer ao País

A Constituição, em seu artigo 79, estabelece que o vice-presidente da República tem apenas uma função relevante: substituir temporariamente o presidente, se este se encontrar doente ou em viagem, ou suceder-lhe, se o cargo ficar vago. No caso de doença, por exemplo, a função presidencial obviamente deve ser exercida pelo vice enquanto o presidente não estiver restabelecido a ponto de conseguir retornar ao trabalho. Há uma razão comezinha para ser dessa forma: a administração do País e a tomada de decisões do governo não podem depender da plena recuperação da saúde do presidente, que pode demorar dias ou até meses.

É preciso que haja alguém com autoridade constitucionalmente reconhecida no exercício do cargo para deliberar sobre os assuntos do governo e orientar os ministros. Do contrário, haverá indesejável paralisia administrativa - como a que o País assiste agora em razão da prolongada internação do presidente Jair Bolsonaro.

Inexplicavelmente, Bolsonaro reassumiu seu cargo apenas 48 horas depois de uma cirurgia de sete horas de duração, realizada no dia 28 de janeiro, para a reconstituição do intestino, atingido no atentado à faca que sofreu ainda na campanha eleitoral, em setembro do ano passado. Conforme os boletins médicos, a operação foi bem-sucedida, e a equipe que o atendeu estabeleceu inicialmente um prazo de dez dias para a recuperação do presidente, mas mesmo esse prazo se mostrou otimista demais. Jair Bolsonaro continuava internado duas semanas depois da cirurgia, período em que o presidente apresentou quadro de pneumonia e febre.

Nesse meio tempo, em vez de delegar suas funções para o vice-presidente Hamilton Mourão, conforme estabelece a Constituição e manda o bom senso, Bolsonaro julgou que poderia logo retomar a dura rotina presidencial - até mesmo uma espécie de gabinete foi montado no quarto do hospital para que ele pudesse despachar. No dia 31 de janeiro, Bolsonaro chegou a fazer uma videoconferência com um ministro e a telefonar para outros, mas logo teve de interromper esse trabalho por ordens médicas - o presidente não poderia nem sequer falar, que dirá encontrar-se com ministros e tomar decisões de Estado. O repouso deveria ser absoluto.

Está claro que, nessas circunstâncias, o vice Hamilton Mourão deveria ter assumido o cargo, pois há diversas decisões à espera do aval do presidente, como a formatação da reforma da Previdência, para ficar só na mais importante. No entanto, Bolsonaro optou por manter-se no cargo mesmo sem ter condições para isso.

Não se conhecem as razões de tal decisão, mas consta que os filhos de Bolsonaro, cuja opinião é determinante para o presidente, não se dão bem com o vice-presidente. O ruído entre eles ficou ainda mais acentuado quando Hamilton Mourão resolveu dar opiniões sobre temas caros aos Bolsonaros - disse, por exemplo, que era contra a mudança da Embaixada do Brasil em Israel para Jerusalém, uma promessa de campanha. Além disso, Mourão está tentando construir uma boa relação com a imprensa, contra a qual os filhos de Bolsonaro dedicam grande virulência. Em resumo, a relação do entorno do presidente com Mourão é de desconfiança. Num país em que tantos vices assumiram o cargo de presidente por vacância, isso tende a alimentar todo tipo de especulação.

Assim, o governo hoje é exercido por alguém sem condições de saúde para tal, sofrendo influência direta e ampla dos filhos - que não receberam um único voto para presidente nem ocupam cargos de ministros. O exercício da Presidência pelo vice-presidente deve respeitar o que diz a Constituição, e não o que ditam os filhos do presidente. Não se trata de uma questão familiar, mas institucional.

Bolsonaro precisa o quanto antes se dar conta de que não está mais em campanha, quando todos os problemas do País podiam ser “resolvidos” por meio de slogans digitados em redes sociais, sob orientação dos filhos. Governar é muito diferente de tuitar: demanda presença, articulação, lucidez - isto é, tudo o que Bolsonaro, convalescente e a reboque dos filhos e dos aliados mais radicais, ainda não conseguiu oferecer ao País.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Esquerda x direita: sempre a mesma ladainha no país dos babacas. Que vergonha alheia! Enquanto isso...

Lula tá preso, babaca! Bolsonaro é mito! Brasil acima de tudo, Deus acima de todos. Talvez você leia até o fim e não veja sentido algum. Talvez veja.

Mataram a Marielle e ninguém diz quem foi. Esfaquearam um candidato a presidente. É de direita? Dane-se! Ameaçaram um deputado gay. É de esquerda? Bem feito!

Rompeu a barragem de Brumadinho, numa tragédia pior que Mariana. Queimaram 10 meninos no Flamengo. O país chora. Até a próxima manchete.

Enchente. Chacina. Feminicídio. Politicagem. Tráfico. Corrupção.

Abaixo a Rede Globo, babaca! Vamos dominar as redes sociais. Jornalismo profissional é tendencioso. Nós fazemos a nossa verdade! Abaixo a política tradicional! Somos todos cidadãos de bem! Contra a ideologia de gênero. Contra o marxismo cultural. Contra a narrativa de esquerda que inventou o aquecimento global. Contra a destruição da família brasileira.

Fizeram do PSL e do PT os dois maiores partidos do Brasil. Sairão R$ 120 milhões dos cofres públicos para sustentar cada um. Deve ser o maior gasto em tratamento de lixo da história! E tem gente que se surpreende que o presidente do PSL é machista e roleiro. E tem gente que se surpreende que a presidenta do PT é uma anta. Quando vai acabar esse pesadelo? Só por Deus, mesmo! Mas Deus não tem partido, babaca!

Conheça e assista a série "É verdade esse bilete. Assinado: Damares" no #ProgramaDiferente

O novo quadro de humor crítico ‪#IssoAGloboNãoMostra, do Fantástico deste domingo, 10 de fevereiro, na Rede Globo, mostra a sinistra ministra Damares como o #ProgramaDiferente já vem mostrando na série "É verdade esse bilete. Assinado: Damares".‬

Chamada também de Doidamares pelo jornalista José Simão, colunista da Folha de S. PauloDamares Alves é uma personagem emblemática desta "nova era" - como ela mesma classifica a ascensão do bolsonarismo ao poder, essa mistura amorfa que reúne fake news, aversão ao petismo e às esquerdas de modo genérico, conservadorismo exacerbado, fanatismo religioso e saudosismo da ditadura militar.

O fato é que não alteramos em nenhum momento o discurso de Damares Alves. Tudo que é mostrado é a expressão mais fiel do que ela e seus seguidores dizem e pensam sobre o Brasil e temas como educação, sexualidade, religião, fé, cultura, sociedade e o papel do Estado e do novo governo. Ame ou odeie, é a realidade como ela se apresenta.

Veja alguns dos episódios da série exibida pelo #ProgramaDiferente:

1 - Damares contra a ditadura gay

2 - Damares acusa educadores de ensinarem masturbação às crianças

3 - Damares contra a destruição da família brasileira

4 - Damares contra a descriminalização das drogas

5 - Damares em cruzada contra o aborto

6 - Damares contra a Escola do Sexo (Parte 1)

7 - Damares contra a Escola do Sexo (Parte 2)

8 - Damares contra a Escola sem Homofobia

9 - Damares denuncia plano de legalização da pedofilia

10 - Damares denuncia turismo de pedófilos no Carnaval

11 - Damares contra a prostituição

12 - Damares contra a eutanásia

domingo, 10 de fevereiro de 2019

Será que o Acordo Ortográfico foi só uma piada de português? Conheça as diferenças bem humoradas entre Brasil e Portugal no #ProgramaDiferente



O #ProgramaDiferente desta semana trata do Acordo Ortográfico dos países de língua portuguesa. Mas que bicho é esse, você lembra? Põe acento, tira acento, elimina o trema, põe hífen ou não põe?

A confusão já começa pelas datas. O tratado entre os países, na tentativa de unificar a escrita, foi estabelecido em 1990. A previsão é de que entraria em vigor há 25 anos, em 1994. Oficialmente, entrou há 10, em 2009. Na prática, foi adiado pra 2016. Mas, cá entre nós, pra valer mesmo, não pegou até hoje, 30 anos depois.

Vamos falar das diferenças bem humoradas entre Brasil e Portugal, e desta que talvez seja a verdadeira piada do português, o nosso idioma. Pelo menos, com a inclusão do k, do w e do y no nosso alfabeto, já podemos ter aqueles nomes hollywoodianos lindos no Brasil, que causam bullying e levam 10 minutos pra soletrar, e até rir no WhatsApp com o famoso (e enfim oficial) kkk. Assista.

sábado, 9 de fevereiro de 2019

Damares Alves acusa a ex-prefeita Marta Suplicy e especialistas holandeses de ensinarem educadores a masturbar bebês de 7 meses nas creches



No segundo episódio de "É verdade esse bilete. Assinado: Damares", a série do #ProgramaDiferente mostra a sinistra ministra do presidente Jair Bolsonaro atacando violentamente o sistema educacional brasileiro e o ensino integral. Adepta da tese da educação domiciliar e à distância, ela defendeu em pregação que as crianças passem mais tempo nas igrejas e menos nas escolas, que "detonam" nossos filhos e netos.

Apelidada de Doidamares pelo jornalista José Simão em sua coluna na Folha de S. Paulo, a inigualável pastora Damares Alves também acusa a ex-prefeita Marta Suplicy de ter gasto R$ 2 milhões em São Paulo, por influência de "especialistas holandeses", para ensinar educadores a masturbar bebês a partir dos 7 meses nas creches. Inacreditável! Assista.

Pacaembu é entregue à iniciativa privada por 35 anos

Enfim saiu a primeira concessão para a iniciativa privada do pacotão de desestatização anunciado desde a campanha que elegeu João Doria (PSDB) prefeito de São Paulo, em 2016.

Dois anos e meio depois da promessa, o atual prefeito Bruno Covas, também do PSDB e sucessor do hoje governador Doria na Prefeitura, entrega a gestão do Estádio do Pacaembu por 35 anos ao consórcio vencedor, denominado Patrimônio SP, formado pelo fundo de investimentos Savona e pela empresa Progen.

O consórcio vencedor ofereceu R$ 111,2 milhões pela concessão, valor quase três vezes mais alto que os R$ 37 milhões estimados inicialmente pela Prefeitura. Outras quatro empresas fizeram ofertas menores – uma delas foi a WTorre, que construiu e administra o estádio do Palmeiras, que ficou em terceiro lugar ao oferecer R$ 44 milhões; em segundo, com uma proposta de R$ 88 milhões, ficou um consórcio integrado pelo Santos, que atualmente é o time que mais realiza jogos no Pacaembu.

A Progen é uma megaempresa com unidades no Brasil, México e Chile, além de parcerias até em Cuba, na China e na Rússia, que atua nas áreas de mineração, energia, metalurgia, siderurgia, petroquímica, fertilizantes, transportes, portos, engenharia consultiva e gerenciamento de projetos. Apresenta no seu portfólio clientes como Coca-Cola, Gerdau, Petrobras, Pfizer, Votorantim, Vale e Rede Globo.

O presidente da Progen é Eduardo Machado Barella, de apenas 37 anos, filho do fundador da empresa, José Ricardo Barella. “Queremos trazer a população para dentro do estádio, com atrações e atividades culturais, preservando o patrimônio histórico”, disse Eduardo, que integra também o Conselho de Administração da SPTrans.

Está prevista na licitação uma reforma em todo o sistema elétrico, hidráulico, de telecomunicações e estrutural do Pacaembu. A Progen também precisa construir uma área de 500 m² de novos sanitários, reforma de banheiros existentes, vestiários, lanchonetes, pista de atletismo, assentos das arquibancadas e implantação de geradores com painel de transferência automática.

De acordo com números da Prefeitura, no ano de 2017 o estádio teve receita de R$ 2,4 milhões e gastos de R$ 8,3 milhões. Ou seja, um prejuízo anual de quase R$ 6 milhões para os cofres públicos.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Mais uma tragédia neste início de ano no Brasil

O Brasil acorda nesta sexta-feira, 8 de fevereiro, triste com mais uma notícia lamentável nesse início de ano.

Nossa solidariedade aos amigos e familiares dos garotos mortos e feridos no incêndio do Centro de Treinamento do Flamengo, o #NinhodoUrubu.

Muita triste essa tragédia com adolescentes em busca de seu maior sonho no futebol.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

PPS convoca Congresso Extraordinário para mudança de nome nos dias 22 e 23 de março em Brasília

A Executiva Nacional do PPS anuncia a realização de um Congresso Extraordinário nos dias 22 e 23 de março, no Hotel San Marco, em Brasília (DF), para definição do novo nome do partido e aprovação da resolução política que vai indicar os rumos dessa nova formatação partidária. Veja aqui mais informações e a convocação oficial do Congresso.

Leia também:

Um novo nome para um novo ser e um fazer diferente

Damares contra a ditadura gay no #ProgramaDiferente



Não existe mulher igual a Damares Alves. Famosa pelo relato da experiência com Jesus em um pé de goiaba, defensora da "nova era" em que menino veste azul e menina veste rosa e salvadora de uma indiazinha das mãos de uma tribo supostamente selvagem, entre outras inúmeras polêmicas, a pastora evangélica e ministra do governo do presidente Jair Bolsonaro merece uma série especial do #ProgramaDiferente. Temos muito a aprender com ela.

Por isso estreamos a série "É verdade esse bilete. Assinado: Damares". No episódio de hoje: Damares contra a ditadura gay. Mostramos como a pastora ataca a imposição da ideologia gay e bissexual, que não apenas coloca em risco a família brasileira, como ameaça tirar a Bíblia de circulação no país e ainda pode levar para a cadeia pais que forem denunciados pelos próprios filhos homossexuais por lerem a Bíblia em suas casas. Um horror! Assista.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

Uma "nova era" com Bolsonaro, a vanguarda do retrocesso e os emergentes da velha política

Tal como os resíduos tóxicos que transbordam de uma barragem fragilizada e vulnerável pela combinação assassina da negligência com a ganância, também os rejeitos da velha política contaminam o ambiente já debilitado da democracia e das instituições republicanas ao trazer a escória das redes sociais para o palco central das decisões do poder.

Perdoe a metáfora impiedosa, mas vivemos tempos de complexas e profundas mudanças tecnológicas, culturais e comportamentais, que merecem contínua reflexão, análise e consideração. A imagem de um país degradado em meio ao mar de lama é emblemática. Na era das fake news, verdades precisam ser ditas.

É ponto pacífico que necessitávamos de um freio urgente aos desmandos e abusos da máfia estabelecida no governo federal - então não foi à toa a vitória de quem mais soube explorar a radicalização antipetista, ou a aversão ao status quo. Porém, é aquela velha história: a diferença entre o remédio e o veneno está na dose aplicada.

O fato de o Brasil eleger o que já chamamos aqui de "o meme que virou presidente" criou em alguns a ilusão do aprimoramento da participação popular através de uma quase reinvenção da democracia direta, traduzida nessa espécie de ágora virtual, online e responsiva, como manda o código de etiqueta da internet, e instituída de maneira aparentemente espontânea, horizontal e descentralizada.

O brasileiro anônimo, ou o chamado "cidadão de bem" até então excluído daquilo que se entendia como "fazer política" do modo mais convencional e organizado, aliás também fortemente avesso ao sistema partidário e eleitoral vigente, ganha um protagonismo inédito, histórico e revolucionário com as suas intervenções autorais por meio de postagens, memes, lives, stories, curtidas, comentários e compartilhamentos.

Partidos, sindicatos, ONGs e associações tradicionais envelheceram rapidamente, perderam credibilidade e foram substituídos por novas plataformas, grupos no WhatsApp, comunidades no Facebook e perfis no Instagram. Velhas causas e bandeiras foram trocadas por modernas hashtags, reivindicações pontuais e manifestações difusas. A militância de esquerda, com seu antigo charme e líderes maculados pelo fiasco criminoso do PT, foi fragorosamente derrotada pelo pragmatismo dos influenciadores digitais e pelo poder ofensivo dessa nova direita.

O grande problema, na minha modesta e parcial opinião, é que apenas invertemos a mão de direção da má política. Trocamos seis por meia dúzia. Substituímos estúpidos de esquerda por boçais de direita, sem meio-termo. Não há nenhuma inovação nos métodos, práticas e conceitos. Saem os seguidores fanáticos de um lado e entram seus opositores na contramão, tão limitados e danosos quanto seus antecessores.

Ou será que dá para considerar "nova política", ou comemorar o início da tal "nova era", como anunciada pelo fã-clube do bolsonarismo, esse substrato ideológico que tem como guru Olavo de Carvalho e como líderes e principais expoentes Jair Bolsonaro e suas crias, além de Onyx Lorenzoni, Damares Alves, Ernesto Araújo, Ricardo Vélez Rodríguez, Joice Hasselmann, Alexandre Frota, Bia Kicis, Carla Zambelli, Major Olímpio, Major Vitor Hugo e outros que tais da vanguarda do retrocesso?

Mauricio Huertas, jornalista, é secretário de Comunicação do PPS/SP, líder RAPS (Rede de Ação Política pela Sustentabilidade), editor do Blog do PPS e apresentador do #ProgramaDiferente