A partir do dia 1º de março - e nas quintas-feiras subsequentes, sempre às 19h, na Câmara Municipal de São Paulo - haverá encontros temáticos para a formulação do Programa de Governo do PPS e orientação da chapa de candidatos.
A primeira reunião, no dia 1º, vai tratar da Legislação Eleitoral: "O que pode e o que não pode fazer um pré-candidato", calendário eleitoral, informações de campanha, comunicação etc.
Outros nove temas serão definidos na próxima reunião da Comissão Executiva do PPS paulistano na segunda-feira, 13 de fevereiro, às 19h, na Sala C do 1º Subsolo da Câmara Municipal. Haverá, por exemplo, encontros temáticos sobre "Subprefeituras e descentralização", "Meio Ambiente e Cidade Sustentável", "Saúde", "Mobilidade", "Educação" e "Cultura".
Lembrando ainda que foram formadas quatro comissões de trabalho para a pré-campanha eleitoral (que vai ter uma série de atividades até a Convenção Eleitoral do PPS, a ser realizada na segunda quinzena de junho):
Conselho Político / Coordenação da Campanha à Prefeitura: Soninha Francine, Carlos Fernandes, Claudio Fonseca, Nelson Teixeira, José Antonio Cipolla e Maurício Huertas.
Comissão Eleitoral / Chapa de vereadores: Nelson Teixeira, Osvaldo Ordones, Eduardo Vila, José Antonio Cipolla e Paulo Cesar de Oliveira.
Comissão de Agenda / Pré-campanha: Lylian Concellos, Vitor Adami, César Hernandes e José Valverde.
Comissão Temática / Plano de Governo: Carlos Fernandes, Marluce Maria de Paula, Maurício Huertas, Paulo César de Oliveira, César Hernandes, José Valverde, Peterson Ruan, Renato Dorgan, Antonio Luiz Mamede, Gerisvaldo de Souza, Adélcio Meira, Eliseu Santoni, Maria Raimunda, Chiquinho Pereira e Ricardo Young.
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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Religiões de origem afro têm Congresso no sábado
Será realizado neste sábado, dia 11, em São Paulo, a partir das 12h, o Coneafro - Congresso Estadual das Religiões e Cultura de Matriz Africana, Afro-Brasileira e Indígena (no Sindicato dos Eletricitários - Rua Tomás Gonzaga, 50 - Liberdade).O evento é promovido pelo religioso Pai Guimarães e tem participação confirmada da ex-vereadora Soninha Francine, que fará palestra sobre "Organização, mobilização e conscientização política".
"Queremos um sinal verde para uma sociedade sem racismo, sem preconceito e sem intolerância, mas com liberdade de expressão religiosa”, afirma Guimarães, em referência ao "sinal verde" escolhido pelo PPS como símbolo da formulação de um programa de governo alternativo para a cidade de São Paulo.
"Formamos um movimento político pioneiro, que busca organizar, mobilizar e conscientizar o povo do axé da importância de se ter uma participação efetiva e com representatividade política, que de fato represente nossa comunidade na luta contra as injustiças que sofremos."
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
PPS propõe bloco partidário para consolidar 3ª via
Cansados de servir de escada para as grandes agremiações, pequenos e médios partidos podem formar um bloco na construção de uma candidatura alternativa à polarização PT x PSDB em São Paulo - e fora dos "satélites" que gravitam em torno de ambos, alternadamente, como PMDB e PSD. Firme no propósito de consolidar e viabilizar a candidatura de Soninha Francine como terceira via à Prefeitura - confirmando os números do Ibope e Datafolha, que a colocam em 3º lugar, à frente de petistas e tucanos somados - o PPS vem dialogando com PMN, PHS, PTC, PRP, PSL, PTN, PPL, PRTB, PSDC, PCB e PTdoB.
Além disso, o PPS conversa com partidos que têm pré-candidatos à Prefeitura, mas que podem igualmente construir uma alternativa à polarização PT x PSDB: José Luiz Penna e Eduardo Jorge (PV), Luiza Erundina (PSB), Paulinho da Força (PDT), Celso Russomanno (PRB), Netinho de Paula (PCdoB) Luiz Flávio Borges D´Urso (PTB), Carlos Giannazi e Ivan Valente (PSOL).
O fato é que os partidos menores não querem mais ser vistos como legendas de aluguel, dominadas por políticos de segunda classe, meros coadjuvantes do jogo do poder, servindo apenas para ceder tempo de TV e colocar seus candidatos proporcionais como cabos-eleitorais de luxo (mão-de-obra barata) para os majoritários dos partidos grandes.
Atuando em bloco, esses partidos crescem juntos e fortalecem também a democracia, ao darem voz a setores da sociedade muitas vezes sem espaço nos partidos dominantes. Terão peso diferenciado nos dois turnos das eleições, participação direta na coordenação da campanha à Prefeitura e chances concretas de eleger seus representantes para o Legislativo, com estrutura e visibilidade.
A direção do PPS aposta na construção dessa alternativa. Propõe repetir em São Paulo a terceira via que Marina Silva representou na eleição presidencial de 2010 (reveja aqui). O partido está comprometido com o Programa Cidades Sustentáveis e filiou o empresário Ricardo Young (ex-PV), que teve 4 milhões de votos ao Senado, para ser o "puxador de votos" do PPS para a Câmara Municipal.Mais importante que encontrar nomes para concorrer à Prefeitura, os partidos e seus representantes precisam apresentar aos cidadãos paulistanos um programa de governo viável e consistente para São Paulo, voltado para um desenvolvimento justo, social, econômico e ambientalmente equilibrado. É o que estamos propondo. Quem nos acompanha?
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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
PPS avalia candidaturas a prefeito no interior de SP
No trabalho de avaliação e mapeamento do partido no interior, a direção estadual do PPS se reuniu nesta segunda-feira, em São Paulo, com seis potenciais candidatos, todos com boa perspectiva de vitória em 2012: Myriam Alckmin (Pindamonhangaba), Professora Pollyana (Taubaté), João Otávio (São João da Boa Vista), Dedé Menezes (Ribeirão Pires), Luiz Antonio Panone (Descalvado) e Nério Costa (Sertãozinho).Participaram do encontro com os prefeituráveis o presidente estadual do PPS, deputado Davi Zaia; o vice-presidente e líder da bancada do partido na Assembléia, deputado Alex Manente; o secretário-geral do PPS/SP e deputado federal Arnaldo Jardim; e o tesoureiro estadual e presidente paulistano Carlos Fernandes.
Myriam Alckmin
Mas não é só por causa do governador que Myriam tem a política no sangue: "Nasci e cresci vivenciando política. Em 1976, ano de meu nascimento, meu pai conta que ele estava num comício do meu tio Geraldo na Vila São Benedito, então candidato a prefeito em Pinda, quando teve que sair às pressas para levar minha mãe para a maternidade, porque eu estava chegando. Na campanha seguinte eu já estava no palanque com uma bandeirinha na mão."
O avô paterno (Alcides Ramos Nogueira) e o pai (Fernando Nogueira) também foram vereadores por três mandatos cada um, e presidentes da Câmara. "Tio João Bosco foi vereador, vice-prefeito e prefeito por dois mandatos; tio José Lélis, vereador; tio Morgado, vereador e vice-prefeito; e tio Geraldo, que desde jovem, aos 18 anos, foi vereador, prefeito, deputado estadual, federal, vice-governador e hoje nosso governador do Estado de São Paulo."
Como vereadora, Myriam destaca principalmente sua atuação na área social, além de fiscalizar a administração. Cita o “Acessa São Paulo”, programa de inclusão digital, com internet de graça para a população local, e o “Projeto Guri”, trabalho de música com os jovens. Tenta em 2012 ser a primeira mulher prefeita de Pinda.
Professora Pollyana
Professora da Rede Municipal de Ensino e diretora pedagógica voluntária da Instituição Filantrópica Irmã Amália, Pollyana Gama é vereadora pela segunda vez na cidade de Taubaté, ocupando o posto de presidente da Comissão de Educação da Câmara desde 2005.Entre os principais projetos aprovados destacam-se concursos públicos para professores, médicos, dentistas e assistentes sociais; o Estatuto do Magistério; 40% de adicional de nível universitário; e o retorno do PSF (Programa Saúde da Família).
Sua prioridade é a composição e aprovação do Plano de Carreira do Magistério. O trabalho que desenvolve em prol da educação, cultura, esporte e a valorização de seus profissionais também têm enorme repercussão.
Dedé Menezes
Vice-prefeito de Ribeirão Pires, Edinaldo de Menezes, o Dedé (PPS) é apontado pela base governista como pré-candidato à sucessão do prefeito Clóvis Volpi (PV). “Foi unânime a escolha entre os dez partidos que estão com a gente. Ele (Dedé) já vem ao meu lado há três anos e vai dar continuidade à nossa gestão responsável”, afirmou o atual prefeito.Formado em Letras e Jornalismo, é pós-graduado em Comunicação e Marketing pela Fundação Cásper Líbero e Gerente de Cidades pela FAAP. Eleito vereador em 2004, foi líder do governo e presidente da Câmara de Ribeirão Pires antes de se eleger vice-prefeito.
Dedé considera que a cidade precisa "continuar trilhando esse caminho de desenvolvimento econômico que é a marca desse governo desde 2005, implantando políticas públicas para melhorar a qualidade de vida da nossa população."
Nério Costa
Prefeito de Sertãozinho e pré-candidato à reeleição, Nério Garcia da Costa (PPS) foi eleito em 2008 com 56,75% dos votos válidos.Entre as suas principais realizações está a ampliação do atendimento à saúde, a construção de casas populares e a qualificação de jovens para o mercado de trabalho, já que o município conta com escolas técnicas (estadual e federal) qualificadas.
Nério Costa é formado em administração de empresas, com especialização em agronegócio. Foi eleito vereador três vezes (1992, 1996 e 2000) e uma vez vice-prefeito (2004), antes de assumir a Prefeitura de Sertãozinho.
João Otávio
Médico veterinário formado pela UFRRJ (Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro), com mestrado pela USP e doutorado na Unicamp, João Otávio Bastos Junqueira é também professor universitário, empresário e produtor rural. Foi reitor por nove anos da Unifeob (Centro Universitário da Fundação de Ensino Octávio Bastos)."Sou bisneto, neto e filho de políticos que se doaram à causa pública", explica. "Meu bisavô foi deputado federal por Pernambuco; meu avô, Octávio Bastos, foi prefeito de São João da Boa Vista; e meu pai, Clineu Junqueira, foi prefeito de Águas da Prata. Deles herdei o gosto de fazer política séria."
Luís Antônio Panone
Prefeito de Descalvado, advogado, mestre em Ciências da Engenharia Ambiental pela USP, Luís Antônio Panone foi professor de Ciências Políticas na UNIP e de Direito Ambiental na FADISC. Foi também presidente local da OAB/SP e vereador (2000-2004). Em 2011 foi eleito por aclamação vice-presidente da Amesc (Associação dos Municípios do Entorno de São Carlos).Descalvado, famosa pela produção agropecuária e por suas reservas naturais de areia para uso industrial, desponta como a capital nacional de produtos "pet"(para animais de estimação). Outro destaque é cultivo de cana-de-açúcar.
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
PPS é contra ceder área pública para Instituto Lula
Por princípio, o PPS é contra a cessão de áreas e verbas públicas para entidades privadas, sem que exista um claro interesse social. Nem se questiona o mérito ou o trabalho de qualquer ex-presidente (ainda que Itamar Franco ou FHC, por exemplo, não tenham reivindicado o mesmo privilégio), mas é injustificável essa "homenagem" a Luis Inácio Lula da Silva às custas do contribuinte paulistano.Se o PPS já questiona no STF a estatização da Fundação Sarney, por exemplo, não poderia calar diante do privilégio concedido ao Instituto Lula em área municipal de São Paulo.
Não bastasse a ilegalidade, parece uma afronta que o prefeito Gilberto Kassab vá pessoalmente à Câmara propor este agrado ao PT, no exato momento em que anuncia o interesse de levar o seu partido, o PSD, a apoiar eleitoralmente o candidato petista Fernando Haddad à Prefeitura de São Paulo.
A revitalização da Nova Luz tem o apoio irrestrito do PPS, enquanto o PT sempre foi contra. Acusa a Prefeitura de favorecer a "especulação imobiliária" nas ações para desmanchar a chamada "cracolândia" naquela região do centro de São Paulo. E agora? O PT vai prevaricar diante da cessão pública ao Instituto Lula justamente nessa área sobre a qual levantou tanta suspeição contra a Prefeitura? Será o mais novo beneficiário da tal "especulação imobiliária"?
Outra ironia: na polêmica ocupação do Pinheirinho, em São José dos Campos, o PPS sempre defendeu a desapropriação da área, para garantir a moradia de milhares de famílias, em vez da reintegração de posse definida pela Justiça. No caso, entendemos que o interesse social se sobrepõe ao direito de propriedade do empresário Naji Nahas ou de seus credores. Mas o governo (inclusive o federal, do PT) se omitiu.
No caso do Instituto Lula, em São Paulo, é o raciocínio inverso: toma-se uma área pública, de interesse social, localizada na degradada região da "cracolândia", cuja revitalização está sendo executada pela Prefeitura (com a oposição do PT, diga-se) no Projeto "Nova Luz", e entrega de mão beijada a uma entidade de interesse privado.
O site do Instituto Lula já anuncia a construção do "Memorial da Democracia", que "mostrará a história da luta pela democracia em nosso país, em terreno cedido pela Prefeitura Municipal de São Paulo nas proximidades da Estação da Luz, seguindo desenho institucional a ser definido entre poder público e a entidade responsável pela iniciativa".
Diz ainda que: "O Memorial da Democracia colocará à disposição da sociedade brasileira e também aos turistas de outros países todo o acervo documental referente aos oito anos de mandato do Presidente Lula, com objetividade historiográfica e rigor museológico, sem nenhuma concessão a enfoques maniqueístas ou partidarizados."
"O terreno será disponibilizado pela Prefeitura de São Paulo, através de concessão administrativa, sem transferência de propriedade sobre o solo. O Instituto Lula se responsabilizará pela aquisição de todos os equipamentos do Memorial e pela sua operação, sendo a gestão compartilhada com o poder público municipal e, possivelmente, incluindo parcerias com os governos estadual e federal, através das respectivas áreas de Educação e Cultura, não importando a composição partidária nos Executivos dos três entes federados em cada momento."
O site não informa, porém, que a cessão depende da aprovação da Câmara Municipal, que em tese representa a vontade da população paulistana. O líder do PPS na Câmara de São Paulo, vereador Claudio Fonseca - que já se posicionou contra, inclusive, a cessão de área pública e benefícios para a construção do estádio do Corinthians - votará NÃO a este privilégio ao Instituto Lula.
A posição do PPS, tornada pública através desta nota da sua direção, será comunicada diretamente ao prefeito Gilberto Kassab pelo presidente municipal do partido, Carlos Fernandes, e pela ex-vereadora Soninha Francine, ambos também ex-subprefeitos da Lapa na gestão kassabista.
À mídia porca-voz do PT: "Vado ao twitter, cazzo!"
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PPS/SP @23pps
A mídia porca-voz do PT precisa abafar os escândalos na BA, SE e DF, @SoninhaFrancine. Onde estão os PTrulheiros? "Vado ao twitter, cazzo!"
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Petista que é influenciado pela mídia porca-voz do governo só fica indignado com #Cracolandia e #Pinheirinho? Caos da PM na gestão PT pode?
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Total apoio às declarações de @jeanwyllys_real sobre a greve da PM na Bahia, o descaso do governo do PT e o comportamento insano de petistas
RT Jean Wyllys @jeanwyllys_real
Alguns militantes do PT souberam ser (com razão) implacáveis com o governo de SP no caso Pinheirinho. No caso da Bahia, inventam desculpas.
PPS/SP @23pps
Será que quando os maias previram o fim do mundo em 2012, eles já sabiam dessa coligação do Kassab com o PT em São Paulo? SOCORRO! #PobreSP
PPS/SP @23pps
Estratégia de @gilbertokassab_ prevê @gabriel_chalita no 2º turno contra @haddad_fernando. Mais um motivo para 3ª via. Leia.
Leia também:
Ops! Delúbio, Dutra e Rui Falcão contra Soninha?
@23pps debate corrupção com Orlando Silva
Cosa Nostra: Começa campanha de Haddad em SP
Uma reflexão sobre a ocupação do Pinheirinho
PPS/SP @23pps
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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Entenda o que é o Programa "Cidades Sustentáveis"
O PPS vem falando de sustentabilidade, da carta-compromisso com a sociedade para construir um programa das cidades sustentáveis, do desenvolvimento sustentável... Mas, afinal, o que é essa tal de sustentabilidade?
O vídeo acima é auto-explicativo. Vale a pena assistir. Em resumo, o Programa Cidades Sustentáveis tem o objetivo de sensibilizar, mobilizar e oferecer ferramentas para que as cidades brasileiras se desenvolvam de forma econômica, social e ambientalmente equilibrada.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Tá todo mundo no PPS... Até Luisa!
Luiza, que estava no Canadá, que nos perdoe... Mas é da nossa Luisa, que está no PPS, que vai se falar muito mais em 2012! Apaixonada pela natureza, a apresentadora Luisa Mell é uma das mais atuantes e combativas defensoras dos animais. Formada em Teatro e Direito, ficou conhecida por programas como o "Late Show", na Rede TV!, e "Estação Pet", na Gazeta. Em breve retornará à TV com novidades.
Pioneira na apresentação de programas que mostram a realidade dos animais na TV e famosa pela iniciativa de tirar cães das ruas e entregá-los para adoção, além de dar dicas aos telespectadores e ajudá-los a tratar os bichos da melhor forma possível, Luisa Mell teve papel primordial em leis que proíbem a participação de animais em circos e a realização de rodeios, touradas, brigas de galo, entre outras atividades que expõem os animais aos maus tratos.
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Todas as pesquisas de intenção de voto para a Prefeitura de São Paulo apontam para o desgaste da polarização PT x PSDB: lideram Celso Russomano (PRB), Netinho de Paula (PCdoB) e Soninha Francine (PPS). Forte indício de que o eleitor paulistano está saturado da mesmice nas eleições e busca uma nova alternativa. Atentos a esse quadro, petistas e tucanos partem para o contra-ataque: o neófito Fernando Haddad é lançado por Lula e Dilma, com o reforço (criminoso, diga-se) da máquina governista (veja aqui), enquanto tucanos tentam mobilizar a militância em torno de quatro coadjuvantes, à espera da decisão do protagonista José Serra.
O prefeito Gilberto Kassab - com altíssimo índice de rejeição mas ainda assim eleitor privilegiado - dá sinais trocados. Fica entre: a) lançar candidato próprio do seu recém-criado PSD, que seria o vice-governador Guilherme Afif Domingos; b) se não funcionar o Plano A, ameaça indicar o vice do petista Haddad, e para tanto tem na manga o ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles; ou c) esperar a definição do tucano José Serra, único cabeça-de-chapa do PSDB admitido pelo PSD. A leitura de Kassab, já manifestada a vários interlocutores, é que, sem Serra, a eleição estará polarizada entre "o candidato de Lula" e "o candidato de Alckmin". Aí que a coisa complica: o ungido de Lula, todos sabem, é o ex-ministro Haddad - e virá forte a pressão para tirar do páreo os pré-candidatos de partidos aliados (PMDB, PCdoB, PRB, PDT e a pqp).
Mas quem seria o candidato de Alckmin? O governador espera pelo recuo de José Serra, torce por um dos quatro pré-candidatos da prévia tucana (Bruno Covas, Andrea Matarazzo, José Aníbal, Ricardo Trípoli) ou na realidade prefere o amigo pessoal e pupilo Gabriel Chalita (PMDB)? Seja qual for a saída, o PSDB virá rachado.
Na dúvida, Kassab atira para todos os lados. Diante das circunstâncias - e à espera da (in)definição tucana - estica e puxa a sua legenda que "não é de direita, de esquerda, nem de centro" antes de traçar seu rumo em São Paulo. Pode fechar com Alckmin, apoiá-lo à reeleição em 2014, concorrer ao Senado e preparar terreno para 2018; ou dobrar com o PT e tornar-se ele próprio nome forte para disputar o Governo já em 2014.
Para o PT - que no governo federal atua com Sarney, Collor, Jáder, Maluf, Temer, Valdemar Costa Neto, criou o mensalão, carregou dólar na cueca, fechou os olhos para a corrupção e consolidou o loteamento da máquina - o menor dos problemas seria justificar um vice kassabista. Vale tudo no jogo eleitoral.
Os próximos passos e o papel do PPS
As perguntas que ficam no ar: A pressão para José Serra ser o candidato tucano, reeditando a aliança com Kassab, vai surtir efeito? Se não lançar Serra, o PSDB aceitaria apoiar Afif? Nesse caso, o governador Alckmin se vingaria de 2008 e daria apoio velado a Chalita? Serão mantidas as candidaturas de Russomano, Netinho, Paulinho e do próprio Chalita (dos partidos da coalizão lulodilmista)?Contra o posicionamento do PPS, a crítica recorrente é que se trata de "linha auxiliar" dos tucanos. Engana-se quem pensa assim, porque a estratégia é construir uma terceira via, alheia à polarização PT x PSDB, com a candidatura da ex-vereadora Soninha Francine - que já disputou 2008 com uma campanha diferenciada, leve, propositiva (não cedendo às pressões nem de Alckmin, nem de Kassab). Acreditamos nesta candidatura alternativa.
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Carlos Fernandes: "Subprefeituras, 10 anos depois"
O modelo de gestão das subprefeituras diz muito sobre o caráter da administração paulistana como um todo. Qualquer que seja o prefeito (ou a prefeita) de São Paulo, não será onisciente, onipresente e onipotente para comandar uma metrópole de 11 milhões de habitantes. Por isso, desde 2002, a lei 13.399 descentralizou o município em 31 regiões administrativas com o intuito de fortalecer e otimizar o poder local. Dez anos depois de sua implantação, São Paulo ainda precisa decidir qual modelo gerencial e administrativo quer consolidar nas Subprefeituras; como realizar o acompanhamento das metas e atividades de cada uma; criar indicadores para dimensionar os recursos humanos e materiais, a partir da realidade de cada região; propor e articular soluções para o bom desenvolvimento de relações intersetoriais e institucionais; e avaliar o cumprimento das diretrizes gerais na ação, no planejamento, no orçamento, no grau de autonomia e na gestão regional.
Sob orientação da prefeita Marta Suplicy, a cidade foi dividida em 31 subprefeituras, que absorveram a estrutura e equipamentos pertencentes às antigas administrações regionais, para serem tocadas - em tese - de forma mais autônoma e descentralizada pelos subprefeitos.
Com a eleição de José Serra, quebrou-se uma velha tradição de loteamento político dessas regiões administrativas entre vereadores da base governista. Foram nomeados subprefeitos tarimbados, entre os quais vários ex-prefeitos de municípios vizinhos, para imprimir novo padrão técnico e gerencial.
A atual administração do prefeito Gilberto Kassab parece ter acentuado a preocupação de manter o comando das subprefeituras alheio à influência política da sua base de sustentação, nomeando, emblematicamente, 31 coronéis reformados da PM como subprefeitos.
O fato é que ainda está em curso, com idas e vindas, avanços e recuos, a transição para este novo modelo de administração municipal descentralizada, baseado nas subprefeituras, que representam o poder público municipal na área geográfica sob sua jurisdição.
Deve ser compromisso do Executivo e do Legislativo adequar esses órgãos para que as decisões estejam cada vez mais perto do povo. A subprefeitura é a porta de entrada da população com suas demandas, pedidos e reclamações. Devemos democratizar esse atendimento, proporcionando a participação direta da comunidade através dos conselhos de representantes e permitindo que a população defina quais são as prioridades locais em todas as áreas sociais, acompanhando e fiscalizando as metas a serem atingidas.
Ou seja, a eleição de 2012 será também uma oportunidade única para fazermos o balanço destes 10 anos de implantação das subprefeituras e debatermos o modelo de gestão que desejamos consolidar para aprimorar o poder local, a descentralização administrativa, a autonomia orçamentária, a agilidade, a transparência e a eficiência da máquina pública.
Carlos Fernandes, 50, presidente municipal do PPS de São Paulo, foi subprefeito da Lapa (2010/2011)
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Um sinal verde para requalificar a Câmara Municipal
São Paulo reivindica um novo parâmetro ético para qualificar o debate e dignificar a nossa representação no Legislativo municipal, liderando a construção de uma cidade e de um país melhor e mais decente. Esse é o clamor de todos aqueles que desejam resgatar os sonhos e a esperança de uma sociedade mais justa, humana e fraterna.Um passo firme a partir de São Paulo para a construção de cidades mais modernas e sustentáveis. Uma iniciativa que nos faça despertar para a necessidade vital de uma verdadeira transformação.
O que o PPS deseja, com seus mais de 100 pré-candidatos à Câmara de São Paulo em 2012, é ajudar a conscientizar e mobilizar as pessoas para a criação e a manutenção de uma cidade mais feliz e saudável, com planejamento, responsabilidade social e a redução das desigualdades.
Citamos alguns exemplos de potenciais candidatos a vereador do PPS, na chapa "Sinal Verde pra São Paulo", que serão definidos e apresentados em convenção partidária no mês de junho:
Claudio Fonseca
"Sinal verde para a Educação, a Saúde e um serviço público de qualidade."Líder do PPS na Câmara paulistana, o professor Claudio Fonseca é presidente do Sindicato dos Profissionais em Educação no Ensino Municipal de São Paulo, eleito para o seu oitavo mandato consecutivo no Sinpeem e maior liderança da categoria.
É considerado o mais combativo e atuante vereador de São Paulo pela maioria das organizações e movimentos que acompanham a atuação do parlamento. Tem postura irretocável e seu mandato é referência de ética, transparência e eficiência.
Ricardo Young
"Sinal verde para a sustentabilidade, o desenvolvimento econômico, social e ambientalmente equilibrado." Referência no tema "cidades sustentáveis", o empresário Ricardo Young teve mais de 4 milhões de votos como candidato ao Senado pelo PV em 2010, na chapa de Marina Silva presidente e Fabio Feldmann governador.
“Acredito que a nossa candidatura só tem sentido se ela puder significar algumas coisas: fazer da vereança o exercício da verdadeira política, da nova política, e fazer que a Câmara seja orgulho dos paulistanos”, afirma Ricardo Young.
Luisa Mell
"Sinal verde para a defesa de uma vida digna para os seres humanos e os animais."Apaixonada pela natureza, a apresentadora Luisa Mell é uma das mais atuantes e combativas defensoras dos animais. Formada em Teatro e Direito, ficou conhecida por programas como o "Late Show", na Rede TV!, e "Estação Pet", na TV Gazeta.
Famosa pela iniciativa de tirar cães das ruas e entregá-los para adoção, além de dar dicas aos telespectadores e ajudá-los a tratar os bichos da melhor forma possível, Luisa Mell teve papel primordial em leis que proíbem a participação de animais em circos e a realização de rodeios, touradas, brigas de galo, entre outras atividades que expõem os animais aos maus tratos.
Ari Friedenbach
"Sinal verde para a diversidade, para a Justiça e a Segurança das nossas famílias."Coordenador do Selo da Diversidade da Secretaria de Emprego e Relações do Trabalho, o advogado Ari Friedenbach é também especialista nas áreas de Segurança e Justiça.
O Selo da Diversidade é uma política do governo estadual que certifica as empresas que tenham ações de acolhimento da diversidade (gênero, religião, etnia, orientação sexual, idade, classe social, entre outras).
Vítima de um crime brutal, Ari é pai de Liana Friedenbach, 16 anos, que foi assassinada ao lado do namorado Felipe Silva Caffé, 19, por um menor de 16 anos no município de Embu-Guaçu, Grande São Paulo. Ciro Batelli
"Sinal verde para o empreendedorismo, o cooperativismo e a igualdade de oportunidades para todos."No setor empresarial, o PPS conta com o reforço de Ciro Batelli, que foi por 14 anos vice-presidente da rede de hotéis Caesar Palace, com sede em Las Vegas.
Formado em Direito, com participação fixa em programas de TV como Domingão do Faustão e Amaury Jr., é consultor internacional e um dos maiores especialistas em turismo e entretenimento.
Carlos Fernandes
"Sinal verde para uma gestão mais ética, transparente, moderna e participativa."Presidente municipal do PPS paulistano e ex-subprefeito da Lapa, Carlos Fernandes pode concorrer pela primeira vez a uma cadeira na Câmara Municipal.
Tem ampla vivência política e uma sólida experiência administrativa, tanto como empresário do setor gráfico, quanto como gestor público.
Ivanise, das Mães da Sé
"Sinal verde para as mães, as mulheres, nossas crianças e adolescentes." Fundadora e presidente da ONG Mães da Sé, Ivanise Esperidião da Silva Santos é o retrato da mulher brasileira, forte e batalhadora.
A ONG Mães da Sé nasceu há 15 anos, quando a filha adolescente de Ivanise (Fabiana, aos 13 anos) desapareceu. Atualmente, a organização conta com cerca de 10 mil associados de todo o Brasil e já foi responsável por localizar 2.566 pessoas desaparecidas.
Chiquinho Pereira
"Sinal verde para a geração de emprego e renda, por salários justos e a valorização do trabalhador."Presidente do Sindicato dos Padeiros do Estado de São Paulo e dirigente nacional da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Chiquinho tem uma história de militância no PPS e é um dos mais combativos batalhadores por emprego e salário digno.
Demonstra entusiasmo com a candidatura de Soninha à Prefeitura: “A companheira Soninha está preparada para enfrentar os desafios que teremos pela frente. E é por esse motivo que estou me colocando ao seu lado, porque São Paulo pode ter um outro caminho”, garante. “Vamos mostrar os novos rumos que a nossa cidade deve tomar.”
Gui Pádua
"Sinal verde para o Esporte, para a recuperação de ruas, clubes e praças, e o incentivo à Cultura."Ele se define como "paraquedista, agricultor, administrador de empresas, cineasta, metido a arquiteto e ecologista". E, quem sabe, futuro vereador de São Paulo.
O recordista mundial Gui Pádua, além de literalmente cair de paraquedas na pré-campanha da Soninha Francine à Prefeitura, já faz política (no melhor significado do termo) há anos, inclusive adotando cavalos que são abandonados nas ruas de São Paulo, em uma parceria com o Centro de Controle de Zoonoses.
Pois é isso: quem conhece Gui Pádua apenas da TV ou como esportista, nem imagina a sua enorme atuação social e política. Além desta iniciativa de adotar cavalos abandonados, ele também realiza programas-modelo de reflorestamento, de reciclagem, de proteção a animais silvestres e o "esporte na roça", para crianças.
Com cerca de 14.800 saltos de paraquedas, Gui Pádua é um homem de personalidade forte e visual marcante. Não raro de cabelo verde, acaba sendo emblemático esse apoio ao PPS e a Soninha quando o nosso lema é justamente "Um Sinal Verde pra São Paulo".
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terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Sinal verde: "Quem disse que política é tudo igual?"
O PPS apresenta para as eleições de 2012 a pré-candidatura da jornalista, ex-vereadora e ex-subprefeita da Lapa Soninha Francine à Prefeitura de São Paulo. E, resgatando a ideia inovadora da campanha de 2008, apresentada de forma leve, dinâmica, propositiva: "Quem disse que não dá pra fazer política de outro jeito?"Em todas as pesquisas de intenção de voto para a Prefeitura de São Paulo realizadas até o momento, percebe-se a saturação do eleitor com os candidatos da polarização PT x PSDB e o cenário muitíssimo promissor para a construção de uma terceira via em torno da candidatura de Soninha Francine (PPS).
Nem PT, nem PSDB. Que venha a eleição de 2012 com um "sinal verde" para São Paulo, que é a síntese da proposta do PPS por uma cidade sustentável. Não poderia haver simbologia melhor para a metrópole que não pode parar.
Sinal verde para a “nova política” que pede passagem. Sinal verde para a cidadania, o trânsito, o transporte alternativo, a saúde, a educação, a segurança, o esporte e o lazer. Sinal verde para a qualidade de vida. Sinal verde para a diversidade, a ética, a transparência, a decência na política. Verde do meio ambiente e da sustentabilidade.
O PPS e todos os seus candidatos às eleições municipais de 2012 se comprometem publicamente a sensibilizar, mobilizar e oferecer um programa de governo para a promoção do desenvolvimento justo e sustentável.
Este compromisso público tem como referência o "Programa Cidades Sustentáveis", iniciativa pioneira da Rede Nossa São Paulo e do Instituto Ethos, com o objetivo de que as cidades brasileiras se desenvolvam de forma econômica, social e ambientalmente equilibrada.
Sabemos que as pesquisas eleitorais são um retrato momentâneo e mutável, mas não deixa de ser relevante que Soninha tenha mais votos, hoje, que os nomes do PT e do PSDB somados. Lidera entre os eleitores com nível superior e está embolada em primeiro na chamada classe média. Isso não é notícia?
Considerando esses 11% de intenção de votos em Soninha, apurados pelo Datafolha e pelo Ibope, e o resultado da eleição presidencial de 2010, quando Marina Silva obteve 20 milhões de votos (alheios à polarização PT x PSDB), temos o diagnóstico do problema e o prognóstico da cura: o eleitor procura uma alternativa concreta e viável para uma cidade mais inteligente e mais feliz. Ninguém quer mais do mesmo.
Entendemos, portanto, que para concretizar a proposta deste "sinal verde” para São Paulo será essencial somar esforços e agregar o máximo de gente bem intencionada e disposta a transformar para melhor a cidade e o país.
Isto significa, objetivamente, apresentar uma candidatura própria à Prefeitura e uma chapa competitiva à Câmara Municipal, eqüidistante de PT e PSDB, e diferente de tudo que ambos têm representado de nocivo e de mesmice para a política.
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Só 26% dos paulistanos conhecem "bem" Soninha
A "não-pesquisa" da Folha de S. Paulo vem rendendo polêmica. Além da omissão do nome de Soninha Francine no jornal de domingo (com a reclamação do PPS publicada na segunda, com destaque), apesar de a candidata do PPS estar em terceiro lugar, também o jornalista Ricardo Kotscho fez um texto duro criticando o fato de o jornal desprezar (e omitir do leitor) os dados do Datafolha (leia aqui).De aproveitável dos poucos dados divulgados, consta que Soninha é conhecida por 72% dos paulistanos, sendo que 26% afirmam que a conhecem bem, 22% a conhecem um pouco, e 24% só de ouvir falar.
Considerando que Soninha tem, hoje, 11% de intenção de votos (mais que PT e PSDB somados), podemos supor que quase metade (para ser mais exato, 42%) das pessoas que dizem conhecer "bem" Soninha, votam nela.
Com isso, o potencial de crescimento é imenso, diante do público que a conhece pouco (22%), que ouviu falar (24%) ou que nem a conhece (28%). O índice de rejeição é de 19%. Ou seja, resta um universo de 81% do eleitorado paulistano disposto a ouvir o que Soninha e o PPS têm a dizer. Isso é bastante promissor.
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A íntegra dos números do Datafolha
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Soninha segue em 3º, com 10% a 11% no Datafolha
A pré-candidata do PPS à Prefeitura de São Paulo, Soninha Francine, repete o índice de 10% a 11% de intenção de votos na pesquisa Datafolha divulgada neste domingo (29/1).O resultado é praticamente idêntico aos anteriores, com Celso Russomano (PRB), Netinho de Paula (PCdoB) e Soninha Francine (PPS), nesta ordem, liderando em todos os cenários.
No único cenário em que o nome apresentado do PSDB é José Serra, o tucano lidera. Porém, ele voltou a negar que será candidato.
A ex-vereadora Soninha Francine teria mais votos, hoje, que os candidatos do PT (Fernando Haddad) e do PSDB (Bruno Covas, José Anibal, Andrea Matarazzo ou Ricardo Tripoli) somados.
Um detalhe, porém, volta a intrigar o leitor mais atento da Folha de S. Paulo: a matéria menciona o nome de 9 potenciais candidatos, mas omite novamente a 3ª colocada Soninha Francine. Veja abaixo carta enviada ao jornal:
À Folha de S. Paulo
Prezados
Eu já me sinto até constrangido de voltar ao mesmíssimo assunto, mas, só para (não) variar um pouquinho, pela terceira vez no ano sou obrigado a fazer reclamação idêntica: a Folha menciona todos os candidatos que em tese se destacam no Datafolha, mas “pulam” a terceira colocada Soninha Francine (PPS).
Vejam hoje em “Disputa pela prefeitura segue estável, diz Datafolha”. Quem lê a Folha na internet nem sequer é informado sobre a pré-candidatura da ex-vereadora.
Simplesmente não consta o nome de Soninha na matéria que apresenta a pesquisa, muito menos na análise – e ela segue firme com seus 10% ou 11% (mas o leitor não tem acesso a essa informação, ainda que Soninha esteja à frente do candidato petista, dos quatro tucanos e do peemedebista).
Aparecem na matéria os seguintes nomes e índices:
“Celso Russomanno (PRB), que oscila de 17% a 21% e lidera quatro dos cinco cenários pesquisados.”
“José Serra (PSDB), que aparece com 21%.”
“Serra tem contra si uma das maiores rejeições: 33% dos paulistanos dizem que não votariam nele de jeito nenhum. Na pesquisa, só Netinho de Paula (PC do B) aparece à frente do tucano neste quesito, com 35%.”
“Bruno Covas, José Aníbal, Ricardo Tripoli e Andrea Matarazzo- variam de 2% a 6%.”
“O petista Fernando Haddad, que tem o apoio do ex-presidente Lula e da presidente Dilma Rousseff, não passa de 5%.”
“Já Gabriel Chalita (PMDB), candidato do vice-presidente Michel Temer, varia de 6% a 9% das intenções de voto.”
O que devemos fazer para “merecer” a lembrança da Folha para a terceira colocada? Trabalhamos tanto na construção de uma terceira via fora da polarização PT x PSDB, não seria o caso de termos um espaço aberto para esse debate no jornal, como venho solicitando (ou já seria “implorando”) há tanto tempo?
Atenciosamente,
Maurício Huertas
Secretário de Comunicação do PPS/SP
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