quinta-feira, 21 de junho de 2018

Meu bairro, minha quebrada no #ProgramaDiferente



O #ProgramaDiferente traz mais uma das boas rodas de conversa que acompanhamos na Virada Sustentável. O tema de hoje é a periferia efervescente das grandes cidades, o bairro, a quebrada, a favela, e como os cidadãos oriundos dessas quebradas venceram as fronteiras da marginalidade, quebrando tabus e preconceitos. Assista.

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Quais os efeitos da absolvição pelo STF da presidente do PT, Gleisi Hoffmann, acusada de corrupção?

Todo mundo é inocente até prova em contrário, certo? Então, qual leitura devemos fazer da absolvição da presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann, pelo Supremo Tribunal Federal?

1) Ela é inocente, coitadinha, e foi acusada injustamente de ter participado de esquemas de corrupção e lavagem de dinheiro?

2) A Procuradoria-Geral da República foi irresponsável e incompetente na apresentação da denúncia e não conseguiu provar as acusações e delações feitas contra a senadora?

ou 3) O Supremo Tribunal Federal virou terra de ninguém e a maioria dos ministros faz parte de um grande acordão de preservação do atual sistema político, inclusive para garantir a sua própria estrutura e sobrevivência, mantida por indicações e conchavos?

Aqui não há nenhuma acusação, simplesmente as leituras possíveis desta mais recente decisão do Supremo. E o que vem por aí, agora? A saída de Lula da cadeia ou a confirmação de sua pena e novas condenações? A punição aos corruptos de todos os partidos ou o pé no freio da Operação Lava Jato?

E nas eleições, quais os efeitos dessa decisão? Teremos #LulaLivre ou já basta ao PT essa absolvição de sua presidente para dar novo fôlego à narrativa do golpe e do vitimismo lulista? De qualquer modo, queiramos ou não, o STF está dando munição para a guerra eleitoral de outubro. Vamos ver no que vai dar, mas coisa boa não é.

Presidenciáveis apresentam suas propostas em Florianópolis, durante Congresso de Prefeitos da Federação Catarinense dos Municípios



Oito pré-candidatos à Presidência da República apresentaram as suas propostas no Congresso de Prefeitos da Federação Catarinense dos Municípios (FECAM), em Florianópolis. Entre os principais temas tratados, falou-se muito de pacto federativo, reforma tributária, investimentos em infraestrutura, tecnologia e inovação, além das prioridades de sempre, como saúde e educação.

O #ProgramaDiferente apresenta a íntegra do painel dos presidenciáveis, com a participação de Geraldo Alckmin (PSDB), João Amoedo (Novo), Aldo Rebelo (Solidariedade), João Goulart Filho (PPL), Flavio Rocha (PRB), Henrique Meirelles (PMDB) e Ciro Gomes (PDT). O ex-prefeito de Osasco (SP), Emídio de Souza, representou Lula (PT), o presidenciável-presidiário. As ausências mais notadas foram de Marina Silva (Rede), Jair Bolsonaro (PSL) e Alvaro Dias (Podemos). Assista.

terça-feira, 19 de junho de 2018

Imprensa especula nome de Roberto Freire como possível vice da presidenciável Marina Silva

Na bolsa de especulações eleitorais que ganham fôlego enquanto as atenções da maioria da população e da própria imprensa estão voltadas para o desempenho da Seleção Brasileira na Copa do Mundo da Rússia, o fato novo na política é a eventual sondagem ao presidente nacional do PPS, Roberto Freire, para a vaga de vice na chapa de Marina Silva (Rede) à Presidência da República.

Após sinais emitidos nos jornais e nas redes sociais por parlamentares da Rede Sustentabilidade, como o deputado federal Miro Teixeira e o senador Randolfe Rodrigues, a própria presidenciável Marina Silva afirmou que o experiente Roberto Freire se encaixaria no perfil que procura para ser o candidato a vice-presidente de sua chapa. A ex-senadora avaliou que Freire tem a "credibilidade" para assumir a função.

"Qualquer discussão de nome nunca colocamos à frente do programa", ponderou Marina. "Quero alguém que seja complementar para esse momento histórico que o Brasil está vivendo no diálogo com partidos, no diálogo com a sociedade e no diálogo com meu próprio partido."

Nas atuais circunstâncias, embora pareça um tanto improvável o apoio do PPS à candidatura de Marina, repetindo a coligação nacional das eleições de 2014, há entusiastas desta nova aliança tanto na Rede quanto no PPS - que enxergam com bons olhos esse protagonismo de ambos e o potencial de mexer com os rumos da corrida presidencial.

Há, no momento, um encaminhamento majoritário do PPS pelo apoio ao presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB), enquanto Roberto Freire segue pré-candidato à reeleição como deputado federal por São Paulo.

Porém, as dificuldades eleitorais do tucano e a busca de um nome viável e de consenso do chamado "centro democrático e reformista" pode alterar completamente o cenário até a oficialização das candidaturas, nas convenções partidárias que vão ocorrer entre o final de julho e o início de agosto.

Alea jacta est (a sorte está lançada).

Veja também:

Reunião de militantes do chamado centro democrático e reformista busca construir candidatura de consenso

"Ninguém" é o candidato mais lembrado nas pesquisas

Pesquisa por telefone mostra Bolsonaro na liderança

FHC quer "união de setores progressistas"

segunda-feira, 18 de junho de 2018

A renovação da democracia no #ProgramaDiferente



O #ProgramaDiferente apresenta uma interessante conversa sobre o caminho da restauração da democracia brasileira através das cidades, neste ano eleitoral de 2018, ou "a cidade como campo de inovação da democracia", nas palavras da mediadora do encontro promovido pelo Itaú Cultural, a jornalista Natália Garcia.

Participam o economista, sociólogo e professor da USP Ricardo Abramovay; a cientista política e doutora em relações internacionais Mônica Sodré, que é também diretora adjunta da RAPS (Rede de Ação  Política pela Sustentabilidade); e o advogado e ativista socioambiental Rafael Poço, um dos realizadores da série 'Política: Modo de usar', exibida pela GloboNews.

Durante o bate-papo, Ricardo Abramovay aponta a desconfiança da sociedade nas instituições. Mônica Sodré comenta que em suas pesquisas fica com a sensação de que, mais amplamente, estamos perdendo a confiança na democracia. Enquanto Rafael Poço fala das noções de convivência, legitimidade e espaço do outro como ferramentas para práticas democráticas. Assista.

Expectativa com Brasil na Copa mexe com a política

O empate da Seleção Brasileira com a Suiça na estreia da Copa da Rússia mostrou candidatos ainda inibidos no compartilhamento daquelas imagens típicas de torcedor, tão usadas tradicionalmente por políticos - principalmente em ano eleitoral.

O que mais chamou atenção nesse primeiro jogo foi João Doria (PSDB) posando ao lado do presidenciável Flávio Rocha (PRB); Geraldo Alckmin (PSDB) com um grupo de apoiadores; e Guilherme Boulos (PSOL) se justificando por vestir e torcer com a camisa amarelinha tão atacada pela esquerdalha.

O mês da Copa mexe com a política e com os políticos. Também é interessante ver como o desempenho do Brasil vai interferir diretamente no comportamento e no marketing dos candidatos.

Este ano promete.


sexta-feira, 15 de junho de 2018

A ocupação do espaço público no #ProgramaDiferente



O #ProgramaDiferente desta semana trata de uma nova percepção das pessoas sobre a cidade e sobre a gestão do território urbano. É fruto de mais uma roda de conversa promovida na Virada Sustentável, com o tema Ocupação do Espaço Público. Se ficássemos no rótulo da moda, seria o empoderamento do cidadão. Mas vamos além disso. Assista.

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Nota do PPS sobre matéria veiculada na CBN

Com relação à reportagem veiculada pela CBN nesta quarta-feira, 13 de junho, a Direção Municipal do PPS paulistano informa que compreende a natureza das emendas parlamentares como um instrumento legítimo e constitucional de indicações feitas pelo Legislativo ao Executivo. Neste caso específico, dos vereadores à Prefeitura, para análise e decisão desta, de como destinar de forma mais eficiente e descentralizada os recursos do orçamento para as múltiplas demandas da cidade.

Portanto, é natural que as emendas parlamentares sejam destinadas a serviços, atividades e instituições diretamente relacionadas às áreas de conhecimento e de atuação de cada vereador. Atendidas todas as determinações legais, os preceitos da moralidade administrativa e do interesse público, e dada a devida transparência a tais indicações, inclusive respeitando as prioridades e as diretrizes orçamentárias aprovadas para o ano vigente, cumpre-se o estrito papel democrático e republicano do parlamentar no exercício das funções que lhe cabem.

Especialmente sobre as emendas destacadas pela reportagem, cumpre ressaltar que as pessoas e instituições indicadas, pelo que se tem notícia, desempenham regularmente as suas atividades sociais, comunitárias, culturais e/ou esportivas, atendendo a população de forma satisfatória e realizando há vários anos um trabalho sério e de acordo com aquilo que é estipulado para a disponibilização destes recursos municipais, estando sujeitos à fiscalização do poder público e às especificidades da lei.

Portanto, não vemos nisso nenhuma ilegalidade ou imoralidade no fato de filiados e militantes do PPS terem contribuído legalmente com R$ 1.500,00 para a eleição de uma vereadora do partido e posteriormente se credenciado a receber emendas parlamentares, por meio de atividades e instituições regularmente constituídas, para a execução de políticas públicas em acordo com o programa da gestão municipal.

Ressalte-se ainda que a vereadora Soninha Francine, mencionada criticamente na referida matéria, sempre tratou de forma absolutamente didática e transparente toda a sua atuação política e em especial o assunto das emendas parlamentares, como pode ser verificado, por exemplo, nestas recentes publicações, dos dias 20 e 27 de abril:

Para onde vão as emendas parlamentares que a Soninha destina?

Soninha explica as emendas parlamentares

terça-feira, 12 de junho de 2018

Reunião de militantes do chamado centro democrático e reformista busca construir candidatura de consenso

A Roda Democrática, grupo que se define como a reunião de “militantes de histórico partidário variado, democratas liberais, socialdemocratas, socialistas, comunistas, pós-comunistas, ambientalistas e alternativos”, realiza no próximo dia 28 de junho, em São Paulo, às 17 horas, no Teatro Eva Herz (Conjunto Nacional – Avenida Paulista, 2073 – Consolação) um ato do chamado Polo Democrático e Reformista.

Diante da polarização dos extremos à direita e à esquerda nas eleições presidenciais de outubro, representada pelo “nós contra eles” e por setores defensores da intervenção militar no País, os integrantes da Roda Democrática entendem que “ainda não há, no cenário político, uma candidatura que se possa desde já considerar unitária, arejada e competitiva, definição essa que virá no momento apropriado e como produto do consenso majoritário formado no vasto campo da democracia”.

“Comprometida com a democracia e o reformismo social”, a Roda Democrática considera necessário a união de esforços “para superar a mentalidade binária que simplifica o que é complexo e bloqueia a expansão da sociedade do conhecimento”, ao mesmo tempo em que anuncia que “não se furtará a entrar nessa batalha”, com a mobilização para o ato e a abertura de lista de adesão, no site do grupo na Internet, do “Manifesto Por um Polo Democrático e Reformista”, lançado no dia 5 de junho, em Brasília.

O movimento e o documento, que contam com o apoio do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e do senador Cristovam Buarque (PPS-DF), entre outros parlamentares e lideranças de diversos partidos, defende uma candidatura única de centro em 17 pontos (veja aqui) que “podem gerar consensos progressivos em torno da agenda nacional e dos avanços necessários, a partir de uma perspectiva democrática e reformista”.

ATO DO POLO DEMOCRÁTICO E REFORMISTA

Dia: 28 de junho

Horário: 17 horas

Local: Teatro Eva Herz – Conjunto Nacional (Avenida Paulista, 2073 – Consolação) 

segunda-feira, 11 de junho de 2018

"Ninguém" é o candidato mais lembrado nas pesquisas

Com cerca de 33% nas pesquisas, como no Datafolha deste domingo, o candidato preferido do eleitor brasileiro para a Presidência da República é "NINGUÉM". Isso nos cenários estimulados, onde são apresentados os nomes dos presidenciáveis. Ou seja, a maioria do eleitorado não tem preferência por nenhum dos pré-candidatos lançados. Se nos restringirmos à consulta espontânea, então, quando cada um responde o nome que vem à cabeça, o quadro é ainda pior: 46% não sabem e 23% votam em branco ou nulo. Conclusão: sete em cada dez eleitores não tem nenhuma convicção em quem votar.

Neste ano, a propaganda eleitoral nas ruas estará liberada oficialmente apenas em 16 de agosto. E vai até o dia 6 de outubro, véspera da eleição. No rádio e na TV, será ainda mais tarde e mais curta: de 31 de agosto até 4 de outubro. Resumindo: teremos um total de 34 dias, muito menos que em eleições passadas, e ainda com o poder de influência do rádio e da TV cada vez mais diluído pela internet, para escolher quem vai governar o Brasil a partir de 1º de janeiro de 2019.

Entre os nomes citados, nos cenários com o inelegível Lula, o candidato-presidiário do PT segue na frente. Na pesquisa espontânea, Jair Bolsonaro (PSL) já lidera. O que demonstra - além da indignação e/ou da demência de parte significativa do eleitorado - que não será tão simples a vida de quem aposta que a candidatura deste boçal irá simplesmente murchar.

Em todas as pesquisas feitas até o momento, Marina Silva (Rede) é quem aparece como principal concorrente de Bolsonaro num eventual 2º turno, embora Ciro Gomes (PDT) venha crescendo em todos os cenários e tem ainda maior potencial com algumas variáveis que podem lhe ser favoráveis (provável apoio do PSB, possível indicação do empresário Benjamin Steinbruch para vice ou um até então improvável apoio de Lula e do PT, talvez com Fernando Haddad de vice).

Por fora, corre (ou, para ser mais realista, permanece estagnada) a candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB), com seus apoiadores fazendo todos os esforços para torná-lo o nome da união do chamado "centro democrático e reformista". A aposta é que apenas com o início da propaganda eleitoral a sua candidatura será alavancada, o que preocupa alguns aliados que já ameaçam debandar. Não se discute a capacidade e a experiência de Alckmin, mas a sua viabilidade - e de quão palatável será a candidatura tucana para o eleitor que clama justamente por novidade.

Segure-se na cadeira porque o segundo semestre de 2018 será de fortes emoções.

domingo, 10 de junho de 2018

Vereadora Soninha e deputado Arnaldo Jardim realizam no dia 11 debate sobre objetivos do desenvolvimento sustentável nos governos regionais

Por iniciativa da vereadora Soninha Francine e do deputado federal Arnaldo Jardim, o PPS paulistano promove na próxima segunda-feira, 11 de junho, um debate sobre os “Objetivos do Desenvolvimento Sustentável nos Governos Regionais”.

O evento ocorrerá das 18h30 às 20h30, na Câmara Municipal de São Paulo, e contará ainda com a presença do prefeito regional da Lapa e presidente do PPS da capital, Carlos Fernandes, entre outros. Participe!

Nesta Semana do Meio Ambiente, o #ProgramaDiferente também trata deste tema que é recorrente e merece atenção constante: "Sociedade e Sustentabilidade".

Do simples ato de plantar uma árvore até a discussão global sobre a Agenda 2030 da ONU e os 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, é essencial agir para a conscientização das pessoas e a qualidade de vida. Assista.

quinta-feira, 7 de junho de 2018

Novo ativismo político e social: O legado das manifestações de junho de 2013, cinco anos depois



Neste mês em que se completam cinco anos das históricas manifestações de junho de 2013, que levaram às ruas milhões de cidadãos de todas as idades, em manifestações espontâneas e difusas com causas diversas, mas sobretudo pela ética e pela qualidade do serviço público, o #ProgramaDiferente trata deste novo ativismo político e social. Assista.