sábado, 22 de abril de 2017

22 de abril no #ProgramaDiferente: O Brasil tem jeito?

Uma pergunta recorrente nestas três primeiras temporadas do #ProgramaDiferente, da TVFAP.net, é: O Brasil tem jeito?

Pois neste 22 de abril, dia em que é comemorado oficialmente o descobrimento do Brasil, no ano de 1500, lançamos esta série especial com um primeiro grupo de personalidades que respondem exatamente a esta pergunta e refletem sobre o futuro do país.

Clique no link de cada nome e veja as respostas de Neca Setubal, Soninha Francine, Mario Sergio Cortella, Juca Kfouri, Silvio Luiz, Alfredo Sirkis, Mario Covas Neto e Eduardo Jorge.

Vem mais por aí... Assista, comente, compartilhe, participe!

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Você tem ideia do que se passa na Câmara de SP?

Nesta semana muito se falou sobre o retorno da vereadora Soninha Francine (PPS) à Câmara Municipal de São Paulo, após uma passagem rápida mas intensa pelo secretariado do prefeito João Doria (PSDB).

Porém, o que pouca gente sabe é o que se passa de fato no plenário (e nos bastidores) do Legislativo paulistano, e que a grande imprensa desconhece ou não se interessa em divulgar.

O site Câmara Man (disponível também no Facebook) dá uma boa amostra do que acontece por lá. Vale conferir.

Esta quarta-feira, 19 de abril, por exemplo, foi um dia bastante produtivo e emblemático sobre a atuação dos 55 vereadores de São Paulo.

Projeto aprovado do vereador Claudio Fonseca, que é também professor, determina avaliação periódica da infraestrutura das escolas públicas municipais

Câmara Municipal de São Paulo aprova vistorias em infraestrutura de escolas públicas municipais. O PL 390/2010, de autoria do vereador Claudio Fonseca (PPS), determina a realização de avaliação periódica dos prédios escolares da rede municipal de ensino.

A proposta aprovada cria uma Comissão Multidisciplinar de Infraestrutura Escolar composta por engenheiros, arquitetos, profissionais de educação e administradores para realizar avaliações nas unidades escolares a cada três anos.

"Estamos falando de uma rede com mais de 1.300 unidades escolares que precisam de reparos, manutenção e conservação. É um projeto que permite ao Poder Público fazer o planejamento desses reparos", disse o vereador e professor Claudio Fonseca.

"Manter a saúde física das escolas e prédios da rede municipal de ensino é muito importante​ para garantir um ambiente seguro para alunos e profissionais da Educação", reforça o parlamentar. "Este é o melhor projeto aprovado para a cidade, pois cria uma política pública estrutural para as 1.300 unidades escolares da rede municipal. Sancionada, a lei vai possibilitar aos dirigentes do poder público fazer o planejamento financeiro e o calendário de obras necessárias."

Aprovado nesta quarta-feira, 19 de abril, o projeto segue para sanção do prefeito João Doria.

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Sim, o #ProgramaDiferente é um "programa de índio"



O #ProgramaDiferente desta semana é um especial sobre o Dia do Índio. Como é a situação dos povos indígenas no Brasil? Quem os representa e quais são os seus interesses? Basta manter os índios nas páginas dos livros de História, lá em 1500, ou é preciso dar voz a eles e reconhecer as suas necessidades atuais? Na passagem deste 19 de abril, fazemos assumidamente um "programa de índio". 

Numa roda de conversa com jovens reunidos pela FAP (Fundação Astrojildo Ribeiro) no Rio de Janeiro, o líder indígena Marcos Terena expôs todas as dificuldades encontradas pelo seu povo no Brasil atual, principalmente pela falta de representatividade. Acentuou que mesmo na FUNAI a representação indígena está aquém do ideal e que até hoje pouquíssimos indígenas tem alguma atuação política.

Onde estão os índios brasileiros? Quem são? Quantos? Quais as lutas dos povos indígenas nos dias de hoje? Ouvimos também o indigenista André Villas Boas e a jovem Silmara, oriunda da etnia Terena, do Mato Grosso do Sul, sobre as novas gerações e o convívio urbano dos índios. Sem preconceito e pela unidade dos povos. Assista.


O Brasil da mentira, do escárnio e da propinocracia



O #ProgramaDiferente traz um especial sobre as delações da Odebrecht e o escândalo que envolve políticos de vários partidos em esquemas de corrupção e caixa 2 eleitoral: "O Brasil da mentira, do escárnio e da propinocracia". É inacreditável! Assista.

Leia também:

Lava Jato: Cumpra-se a lei; punam-se os culpados!

terça-feira, 18 de abril de 2017

Soninha Francine volta à Câmara Municipal de SP

A vereadora Soninha Francine, eleita em 2016 pelo PPS com 40.113 votos e até então licenciada para uma rápida mas intensa passagem pela Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social da gestão do prefeito João Doria (PSDB), retornará à Câmara Municipal de São Paulo.

Em vídeo publicado nas redes sociais nesta segunda-feira, 17 de abril, gravado ao lado de Soninha, o prefeito diz que os dois "tiveram uma boa conversa" e que ele pretende colocar "um pouco mais de força" na Assistência e no Desenvolvimento Social.

"Continuo tendo as mesmas referências dos valores que me fizeram fazer o convite à Sônia: humana, dedicada, com sentimento. Além de todos esses valores, vamos colocar um pouco mais de força na gestão administrativa dessa Secretaria. Construção, obra, implementação dos novos CTAs, dos Espaços Vida, tudo isso está numa demanda que não está no espírito da Sônia", afirmou Doria.

Ela será substituída por Filipe Sabará, filiado ao Partido Novo e até então seu secretário-adjunto, que já vinha tocando alguns dos principais programas da pasta, como o Trabalho Novo e os Espaços Vida. Soninha passará a integrar o Conselho de Gestão da Secretaria. Na Câmara, retorna no lugar do suplente Rodrigo Gomes (PHS), formando um bloco com os vereadores Claudio Fonseca (PPS) e Zé Turin (PHS).

Também pelas redes sociais, Soninha se manifestou sobre a passagem pelo Executivo:
Foram 175 dias incrivelmente intensos - desde que aceitei o convite, como era de se imaginar. Amei (como sempre amo) cada uma das longas horas de expediente, as pilhas de processos (juro!), as vistorias de madrugada, os amanheceres no Viaduto do Chá, os despachos com o Jurídico e as Coordenadorias Básica e Especial e a CAPE, as reuniões com Defensoria Pública e ONGs e movimentos e outras Secretarias, as audiências com Judiciário e Ministério Público, as noites estudando minutas de decretos e termos de convênio e portarias e indicadores e planilhas e instrumentais e o MROSC de cabo a rabo, os debates sobre crianças e adolescentes e famílias e idosos e pessoas com deficiência e cadastro e benefícios e mulheres vítimas de violência e... população de rua!, a construção com esmero de um plano para cenas de uso, começando pelo território hiper complexo da “cracolândia” ETC . 
Não correspondi ao ritmo do prefeito, e olha que eu ando rápido rs. Mas eu sou minuciosa, questionadora, (chata!), “pessimista no pensamento e otimista na ação” (a tradução do Gramsci que mais me contempla). Fico chacoalhando os alicerces para ter certeza de que sustentarão a estrutura; para que caia o que não está firme e consigamos reforçá-los na medida exata. Até porque tem coisas que exigem um pouco menos de pressa. Mas serei uma vereadora muito, mas muito mais bem informada do que seria se não tivesse passado por aqui. Agradeço às trabalhadoras e trabalhadores querid@s da Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social - SMADS pelas semanas intensas. E não pensem que vão ficar livres de mim.

Saída de Soninha repercute bastante na mídia

Deu no Câmara Man: A saída de Soninha Francine do secretariado do prefeito João Doria e o seu retorno à Câmara Municipal de São Paulo vem repercutindo bastante (e mal) na imprensa e nas redes sociais.

O que causou maior polêmica foi o vídeo gravado pelo prefeito e a forma como foi anunciada a demissão.

Segundo alguns críticos, tratou-se de um posicionamento machista. Para outros, mais um ato midiático que lembrou a passagem de Doria como apresentador de TV no programa "O Aprendiz".



Veja parte da repercussão nas redes sociais:

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Lava Jato: Cumpra-se a lei; punam-se os culpados!

Mal comparando - e vai aí uma explicação bastante simplista e simplificada da Teoria Geral da Relatividade de Einstein, buracos negros são regiões que possuem uma quantidade tão grande de massa concentrada, maciça e compacta que nada consegue escapar da atração da sua força de gravidade, nem mesmo a luz. No coração de um buraco negro, o tempo para e o espaço deixa de existir. Em resumo, seria o estágio final de uma estrela após o seu colapso gravitacional.

A publicação das delações dos executivos da Odebrecht mostra, com todos os detalhes sórdidos e uma crueza deprimente, o colapso do nosso sistema político-partidário dominado por uma organização mafiosa que se apoderou do Estado. Por outro lado, a Operação Lava Jato é o foco de luz que desafia as leis do crime e da Física: conseguiremos escapar desse buraco negro?

O escárnio dos delatores narrando a compra de políticos com seus codinomes ridículos (mas apropriados), o envolvimento de legendas à esquerda e à direita, no governo e na oposição, tudo isso regado com o derramamento de dinheiro público para manter essa estrutura putrefata mostra que, não por acaso, chegamos à fase decisiva das investigações no clima que justamente se apelidou de "fim do mundo".

Agora, neste momento apocalíptico, ou nos perdemos todos na implosão que engole tudo que parecia sólido em nosso universo político (naves, sondas, asteroides, luas, planetas e até resquícios de vida inteligente) após a falência da última missão tripulada do partido da estrela e de seus satélites em governos de coalizão que nos deixaram perdidos no tempo e no espaço, ou nos reinventamos e partimos verdadeiramente para a construção de um novo mundo, com princípios éticos, democráticos e republicanos.

Da suspeita generalizada e empírica de que no Brasil existia uma corrupção empresarial e política sistêmica, arraigada há décadas, partimos para a certeza comprovada da podridão como única regra do jogo, com o mau cheiro típico e o transbordamento de um esgoto a céu aberto que exige saneamento urgente.

O que fazer, então, a não ser defender que se cumpra a lei e punam-se os culpados? Doa a quem doer, sem protecionismo, corporativismo ou partidarismo. Não podemos ser cúmplices, já que fomos todos omissos ou negligentes - para dizer o mínimo - diante dos sinais cada vez mais evidentes da necrose que tomava conta do tecido social, político e institucional que protege a nossa frágil democracia.

Ou reagimos permanentemente, com o máximo rigor, à máfia instalada na máquina estatal, ou damos por barato que todos são venais na sociedade e tudo tem seu preço: das medidas provisórias, licitações, leis, tempos de TV, alianças partidárias, perguntas em debates eleitorais, notícias, fim de greves, impeachments etc. até o pastor, o sindicalista, o servidor, o índio, a polícia, o promotor, o delegado, o juiz, o candidato, o político eleito e o eleitor.

Que sejam punidos exemplarmente corruptos e corruptores, políticos e empresários, delatores e delatados, partidários do campo azul ou do campo vermelho do nosso mapa tão fortemente polarizado mas que - chegamos à triste conclusão - não se diferenciam tanto assim na hora e nos métodos da pilhagem dos cofres públicos para se manterem no poder.

Bandido é bandido, seja rico ou pobre, culto ou ignorante, amigo ou inimigo. Não há como compactuar com esse sistema. Não há como ser condescendente com a corrupção. Que as investigações, apurações e o julgamento das denúncias vá às últimas consequências, com celeridade, independência e responsabilidade. Todo apoio às ações saneadoras do STF, da Procuradoria Geral da República, do Ministério Público e da Polícia Federal. Que se resgate no Congresso Nacional o mínimo de pudor e de espírito público para fazer avançar as reformas estruturais e profiláticas.

Passar o Brasil a limpo deixou de ser força de expressão. É uma necessidade vital. Ou, do contrário, abriremos caminho para salvadores da Pátria que, a pretexto de sanear o País, atendendo aos anseios difusos da turba que se manifesta nas ruas e nas redes contra a corrupção e a imoralidade, descambem para atalhos autoritários e desprezem as conquistas do nosso valoroso Estado Democrático de Direito. A saída, ainda que traumática e tortuosa, é pela Política. Vamos traçar o nosso rumo.

quinta-feira, 13 de abril de 2017

O que a juventude espera da política e do futuro?



Nesta Páscoa, o #ProgramaDiferente fala sobre a juventude e o que os jovens esperam da política e do futuro do mundo, fazendo um link interessante entre representantes de vários países na ONU e os participantes de um encontro promovido pela FAP (Fundação Astrojildo Pereira) no Rio de Janeiro, que reuniu delegações de diversos estados brasileiros, para a formação de novas lideranças.

Cobrimos com exclusividade este encontro organizado pela FAP e apresentaremos, a partir desta semana, uma série de programas especiais sobre os temas que foram debatidos com os jovens. Nesta semana, o humorista Marcelo Madureira conta um pouco da história da Colônia Kinderland, local do evento. Também ouvimos o jornalista Luiz Carlos Azedo, diretor-geral da FAP; o deputado estadual Davi Zaia, presidente nacional do PPS; e o ilustrador e designer Alex Leal, especialista na criação de games políticos. Assista.

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Câmara de São Paulo é um mundo à parte

Não chega a ser novidade que a Câmara Municipal de São Paulo gere notícias a partir, principalmente, de seus acontecimentos inusitados.

Mas nesta terça-feira, 11 de abril, abrindo a semana da Páscoa (e também fechando, até porque já foram desconvocadas todas as demais sessões extraordinárias dos próximos dias), houve uma série de fatos e pronunciamentos dignos de estudo.

O site Câmara Man, que propõe mostrar, com muita informação de bastidores e bom humor, "quem são", "onde vivem", "como agem" e "o que pensam?", repetindo aquele meme já tradicional nas redes sociais sobre o Globo Repórter, traz nesta semana duas postagens bastante reveladoras deste mundo à parte, quase uma realidade paralela:

Sessão "animada" tem projeto de Doria aprovado em 1ª votação e discursos dignos de entrar para os anais da Câmara

Tucano Eduardo Tuma diz que há "carne podre" no governo Doria

O Brasil da mentira, do escárnio e da propinocracia



O #ProgramaDiferente traz um especial sobre as delações da Odebrecht e o escândalo que envolve políticos de vários partidos em esquemas de corrupção e caixa 2 eleitoral: "O Brasil da mentira, do escárnio e da propinocracia". É inacreditável! Assista.


segunda-feira, 10 de abril de 2017

PPS não pode se calar no #ApoioAlexandreSchneider

O PPS não pode se calar diante de acontecimentos políticos e campanhas nas redes sociais que, se no início pareciam até de menor relevância, vem ganhando agora um contorno muito mais emblemático do que entendemos ser essencial, tanto para os conceitos de Democracia e de República quanto para o novo Brasil que desejamos construir.


Mas não parou por aí: o MBL prosseguiu numa cruzada de ódio e difamação, dessa vez contra o secretário da Educação Alexandre Schneider, que culminou nesta campanha virtual espontânea #ApoioAlexandreSchneider, como contraponto aos absurdos e impropérios disparados pela turminha que mistura alhos com bugalhos, não junta lé com cré e se julga acima de todos os preceitos democráticos e republicanos para instituir os seus preconceitos como verdades absolutas.

Eis o manifesto que circula por aí, do qual o PPS de São Paulo também é signatário:

Na semana passada, o Secretário de Educação do município de São Paulo Alexandre Schneider, gestor competente e respeitado pela comunidade educacional, foi atacado por simpatizantes de movimentos que defendem o controle de manifestações ideológicas, políticas e morais nas escolas. O ataque veio após o secretário Schneider defender a promoção da tolerância e os princípios constitucionais da liberdade de ensinar, de aprender e do pluralismo de ideias.

O vereador Fernando Holiday defende o projeto de lei "Escola sem Partido", que busca restringir as opiniões de professores em sala de aula. Importante destacar que muito recentemente, em março de 2017, o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a suspensão imediata de lei similar do estado do Alagoas. A lei foi considerada inconstitucional segundo o artigo 206, inciso II, da Constituição Federal, que dispõe a “liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber”. Em sua decisão, o ministro afirmou que a lei traz “previsões de inspiração evidentemente cerceadora da liberdade de ensinar assegurada aos professores, que evidenciam o propósito de constranger e de perseguir aqueles que eventualmente sustentem visões que se afastam do padrão dominante”, e promove uma “desconfiança com relação ao professor”.

A tentativa de controle ideológico dos professores é um movimento que infelizmente cresce no Brasil, no Congresso Nacional, junto ao Ministério da Educação, nos legislativos estaduais e municipais.

Por essa razão, reafirmamos nossa convicção de que a educação deve considerar o pluralismo político, de ideais e de concepções pedagógicas para a construção da cidadania, tal como prevê a Constituição Brasileira.

É nosso dever promover a carreira docente e desenvolver uma Base Nacional Comum Curricular pertinente aos tempos atuais, que, conforme diretriz do Plano Nacional de Educação (PNE 2014-2024), promova “a superação das desigualdades educacionais, com ênfase na promoção da cidadania e na erradicação de todas as formas de discriminação”.

#ApoioAlexandreSchneider

domingo, 9 de abril de 2017

João Doria tem aprovação recorde em São Paulo: pesquisa Datafolha mostra resultado extraordinário

Com uma aprovação recorde de 76% (ou 43% de ótimo/bom e 33% de regular), contra apenas 20% dos que o consideram ruim/péssimo, o prefeito João Doria (PSDB) tem a melhor avaliação entre todos os administradores de São Paulo nos últimos 30 anos. Um resultado extraordinário!

É preciso também compreender o levantamento do Datafolha dentro de um cenário de crise política e econômica, em que os políticos tradicionais atingem os mais baixos índices de credibilidade. O tucano João Doria, ao contrário, martelando a imagem de gestor e trabalhador, conseguiu conquistar (e, o mais importante, MANTER) a confiança da maioria dos cidadãos paulistanos nestes primeiros 100 dias à frente da Prefeitura de São Paulo.

Veja que João Doria foi eleito em outubro do ano passado com 53,29% dos votos válidos. O segundo colocado, seu antecessor, o então prefeito Fernando Haddad (PT), terminou com 16,7%. Em terceiro ficou Celso Russomanno (13,64%), seguido de Marta Suplicy (10,14%), Luiza Erundina (3,18%), Major Olímpio (2,02%) e outros cinco candidatos que, juntos, somaram pouco mais de 1%.

Vale registrar ainda que nas eleições de outubro de 2016 houve quantidade elevadíssima de abstenções (21,84%), votos nulos (11,35%) e brancos (5,29%). Tanto que, em números absolutos, a soma de ausências, votos nulos e brancos foi de 3.096.304, ou seja, maior que os 3.085.187 votos que elegeram João Doria.

Portanto, se jogássemos esse índice de 43% dos que consideram João Doria ótimo/bom sobre o total do eleitorado paulistano (8.886.195 eleitores na última eleição), chegaríamos a 3.821.063 votos - um número superior, portanto, ao obtido pelo prefeito na eleição de 2016.

"O que essa pesquisa demonstra é a consolidação do eleitorado do prefeito João Doria, que o considera ótimo e bom", opina Carlos Fernandes, prefeito regional da Lapa e presidente do PPS paulistano. "Os 20% de rejeição são praticamente a soma dos eleitores de Haddad e Erundina, enquanto os eleitores de todos os demais candidatos estão na faixa do regular, o que também é uma avaliação favorável".

Veja aqui um vídeo de Carlos Fernandes avaliando os primeiros três meses de gestão.

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Para comemorar o centésimo #ProgramaDiferente fomos direto a uma das nossas fontes de inspiração: o repórter Ernesto Varela, criação de Marcelo Tas



No #ProgramaDiferente de número 100, nada melhor do que homenagear quem deu os primeiros passos neste jornalismo diferenciado que procuramos fazer. Para quem não conhece ou não se lembra, uma criação genial de Marcelo Tas e Fernando Meirelles no período final da ditadura militar, há mais de 30 anos, que revolucionou o humor e a reportagem: o repórter Ernesto Varela e seu fiel escudeiro Valdeci. Direto dos anos 80 e mais atual do que nunca. Assista.

Muito antes de Tas se tornar um dos apresentadores mais conhecidos da TV e Meirelles o cineasta de fama mundial indicado ao Oscar por Cidade de Deus, eles já inovavam na comunicação televisiva. O tipo de reportagem que o #ProgramaDiferente faz hoje, abordando assuntos e personalidades de forma direta, indiscreta e irreverente, não chega a ser novidade. O repórter Ernesto Varela, que perguntava aquilo que todo mundo queria saber mas ninguém tinha coragem de perguntar, já fazia isso há mais de 30 anos.

Relembramos alguns programas desenvolvidos pela produtora independente Olhar Eletrônico, verdadeiros tesouros resgatados, como a clássica pergunta “É verdade que o senhor é corrupto?” para Paulo Maluf :-)

Além de Marcelo Tas e Fernando Meirelles, que criaram para a TV Gazeta, em 1983, o repórter de mentira que fazia perguntas a entrevistados do mundo de verdade, ouvimos outro oriundo da Olhar Eletrônico que também deixou um importante legado para o jornalismo atual. Criador do revolucionário programa TV Mix, em 1987, Marcelo Machado lançou o repórter-abelha, entre outras inovações que influenciam a TV até hoje.

Aqui você relembra alguns momentos memoráveis do personagem Ernesto Varela na época da campanha pelas Diretas, entrevistando o então líder sindical Lula e outras personalidades que fariam parte da história política do país, como Fernando Henrique Cardoso, Eduardo Suplicy, Marta (bem antes de entrar para a política) e o próprio Maluf, com perguntas e respostas hilárias. Direto do túnel do tempo para comemorar o centésimo #ProgramaDiferente: fomos direto a uma das nossas fontes de inspiração!