quarta-feira, 25 de abril de 2018

#ProgramaDiferente debate o Dia do Trabalhador marcado pelo avanço da Revolução Tecnológica



Dentro da série "Desafios Políticos de um Mundo em Intensa Transformação", o #ProgramaDiferente trata do tema: "A Revolução Tecnológica e o Mercado de Trabalho". Qual o futuro das profissões atuais? Nossos estudantes e trabalhadores estão adaptados ao mundo atual? O que é avanço, o que é retrocesso?

Com a participação de Carlos Henrique de Brito Cruz, físico, diretor-científico da Fapesp e professor da Unicamp; Dora Kaufman, socióloga, pesquisadora da USP e da PUC-SP; Mario Alburquerque, sociólogo, consultor e professor da Universidade do Chile; e Mauro Magatti, sociólogo e professor da Universidade Católica de Milão. Assista.

terça-feira, 24 de abril de 2018

O PT segue em busca da pedalada perfeita

Se já não bastassem as "pedaladas fiscais" que levaram ao impeachment da presidente Dilma Rousseff e as recorrentes pedaladas na ética e na prática da boa política (além daquele velho "Pedala Robinho" na orelha do eleitor não-petista que votava no PT), são noticiadas agora duas novas tentativas de "pedaladas" no caso do preso mais comentado do Brasil, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A primeira é quase uma piada pronta. O ex-prefeito Fernando Haddad, coordenador do programa da campanha presidencial do PT e ele próprio possível presidenciável no lugar de Lula, resolveu buscar sua carteirinha da OAB com um pequeno atraso de 31 anos. É isso mesmo: inscrito na Ordem desde 1987 sem nunca ter exercido a profissão, teria resolvido provar que é advogado mais de três décadas depois só para poder frequentar a cela do guru petista.

A segunda pedalada é bem mais séria: o movimento #LulaLivre, hoje restrito às redes sociais e presencialmente aos petistas de carteirinha e a uns poucos cooptados de movimentos e partidos satélites que acampam em frente à Polícia Federal de Curitiba, avança para o Supremo Tribunal Federal.

Isso porque o ministro Edson Fachin encaminhou à 2ª Turma do STF, para julgamento no plenário virtual (com votação eletrônica, sem a realização da sessão presencial dos ministros), o enésimo recurso da defesa de Lula contra a prisão decretada pelo juiz Sérgio Moro. Eles não desistem!

Assim, num simples toque de trás da tela de um computador, os ministros Celso de Mello, Ricardo Lewandowski, Dias Toffoli e Gilmar Mendes, além do próprio Fachin, que compõem esta 2ª Turma, podem decretar a qualquer momento, por maioria simples de três votos, a liberdade de Lula. Precisa dizer mais alguma coisa sobre essa nova tentativa de pedalada jurídica? Vamos acompanhar.

sábado, 21 de abril de 2018

Uma homenagem a Nelson Pereira dos Santos



Morreu neste sábado, 21 de abril, no Rio de Janeiro, Nelson Pereira dos Santos. Aos 89 anos, foi um dos maiores cineastas brasileiros e pioneiro do Cinema Novo. Foi também o primeiro diretor de cinema eleito para a Academia Brasileira de Letras, em 2006. O #ProgramaDiferente e a TVFAP.net fazem uma última homenagem ao relembrar a sua história. Assista.

sexta-feira, 20 de abril de 2018

Uma breve análise da essência canalha do lulismo

Seria simplório e reducionista tentar explicar o lulismo a partir de três peças retóricas recentes, publicadas neste ocaso petista, em plena decadência do seu criador mitológico (e, sabe-se agora, também mitômano).

Mas, juntando o último discurso de Luiz Inácio Lula da Silva antes de ser preso, o posterior artigo de dois de seus pretensos herdeiros políticos, Guilherme Boulos e Manuela D'Ávila, e a entrevista do grão-vizir José Dirceu, na qual se diz orgulhoso por se manter leal ao "capo di tutti capi", temos uma amostra da essência canalha do maior fenômeno eleitoral tipicamente brasileiro.

O lulismo é uma fábula que mistura na estória do seu protagonista ares de Robin Hood com a alma de Macunaíma, ensinamentos de Maquiavel com estratégias de Sun Tzu, tudo amarrado num pacote marqueteiro com toques de Joseph Goebbels. Não que isso anule benefícios pontuais que o PT trouxe à história recente do país e a camadas substanciais da população, primeiro exercendo um papel fundamental na redemocratização, depois como oposição sistemática e fiscalizadora dos primeiros governos eleitos no período pós-ditadura e finalmente nos três mandatos sucessivos à frente da Presidência da República.

Tudo isso é real e verdadeiro. Mas, como diria Karl Marx, "tudo o que era sólido se desmancha no ar, tudo o que era sagrado é profanado, e as pessoas são finalmente forçadas a encarar com serenidade sua posição social e suas relações recíprocas". Hoje, olhando para trás, o que mais dói é ter acreditado em Lula. Depositado confiança, sonhos e expectativas. Ter votado nele em 1989, em 1994, em 1998, em 2002... Para tudo terminar assim? A esperança que venceu o medo acabar traída pela repetição dos erros do passado? O que era para ter sido a mudança culminar como mais do mesmo?

O discurso de Lula, dos petistas e seus satélites, ou a "narrativa" que tentam construir os adeptos da tática da terra arrasada, deve ser objeto de estudo aprofundado. Não é pouca coisa essa habilidade para o malabarismo que todos eles demonstram ter ao distorcer os fatos.

Vale destacar um trecho autoexplicativo da entrevista de José Dirceu:
Como vê a perspectiva de Lula ficar preso sozinho? Ele suporta o isolamento? 
Como o tratamento é respeitoso e ele recebe advogados todos os dias, e a família uma vez por semana, vai se adaptando.
O pior para ele já aconteceu: a indignidade de ser condenado e preso injustamente. Depois disso, tem que se adaptar às condições e transformar elas em uma arma para você. Esse é o pensamento. Mas eu acho que raramente um ser humano suporta ficar um ano num banheiro e quarto vendo três vezes por dia alguém trazer comida para ele. 
Agora surgiu a ideia de o Lula ir para um quartel. Seria pior ainda. Porque eles não que em ninguém lá. A função do quartel não é ser presídio. Ele vai ficar mais isolado. 
E ele não consegue? 
Eu acho que ele não deve. É uma questão política. Ele deve conviver com outras pessoas, pensar o país, pensar no que está acontecendo. Ele não está proibido de fazer política só porque está preso.
Se o Lula vier para a sexta galeria [unidade do complexo penal em que Dirceu ficou detido], verá que é uma convivência normal. É muito raro ter um incidente. E na prisão você conversa, aprende muita coisa. As pessoas têm muito o que ensinar.
Às vezes você acredita no mito que criam sobre você. Que você é especial, que teve uma vida, no meu caso, que dá até um filme. Mas você começa a conversar com um preso comum, e descobre que é fantástica a vida de cada um lá. 
O que o senhor sentiu quando viu Lula sendo preso? 
Eu sou muito frio para essas questões, sabe? Acho que ele fez o que tinha que fazer, aquela resistência simbólica foi necessária. E nós ganhamos essa batalha política e midiática.
Repare, tudo para o PT se resume em "ganhar a batalha política e midiática". E, é claro, para tanto os fins justificam os meios. Vale qualquer coisa para a sobrevivência do partido e de seus líderes. Já assistimos isso em outros capítulos da História, com outros personagens populistas, caudilhos e totalitários. A mentira, a vitimização, o delírio persecutório, a narrativa do golpe, a mercantilização da política e dos políticos, a demonização do adversário, a tentativa de desmoralização da justiça, da mídia e das instâncias democráticas e republicanas. Nada pode ser obstáculo para o triunfo do lulismo.

A atual linha narrativa, num plano-sequência do "golpe" contra Dilma, é que "os tempos em que vivemos representam o maior ataque à democracia desde o fim da ditadura militar". Isso está dito ipsis litteris no já mencionado artigo de Boulos e Manuela, mas é repetido incansavelmente por Gleisi Hoffmann, Lindbergh Farias e todo séquito de replicantes lulistas.

Segue o discurso destrambelhado:
"O golpe parlamentar que colocou Temer no poder, a execução de Marielle Franco e Anderson Gomes e a ofensiva contra Lula, do atentado a sua caravana à absurda e ilegal decisão de prendê-lo, exigem unidade da esquerda pela defesa da democracia e contra a escalada de violência fascista no país."
"A face mais visível da luta democrática no país é a defesa irrestrita da liberdade do ex-presidente e, para além disso, do seu direito de ser candidato nas eleições presidenciais deste ano. Lula é a maior liderança social do Brasil. Tirá-lo do jogo político é um visível casuísmo eleitoral. Essa luta não é apenas daqueles que concordam com as posições de Lula e do PT." 
"O alcance da ofensiva é muito mais amplo. Enganam-se aqueles que pensam que eles sejam os únicos alvos dessa prisão. Isso faz parte de um ataque contra o campo progressista e os direitos sociais. Não começou com Lula e não terminará com ele."
É um mix de frases feitas, generalidades e palavras de ordem que faziam sentido para a velha esquerda (enxovalhada pelo próprio PT), mas que hoje não passam de um apanhado de recados internos para impedir a debandada geral. Propaganda enganosa. Ou, nas palavras de José Dirceu: "O meu candidato é o Lula. Nós temos que lutar pela liberdade dele, mantê-lo como candidato e registrá-lo em agosto. Se não fizermos isso, será um haraquiri politico. Nós dividiremos o PT em quatro ou cinco facções. Nós temos que manter o partido unido."

Daí o motivo essencial para o condenado Lula jurar inocência. Atrás das grades por ter sido condenado em 2ª instância em uma das ações, dentre outras que virão, ele quer seguir como o mito intocável, apesar de saber que convence cada vez menos gente. Inelegível, necessita se manter presidenciável. É o desespero instintivo de quem está à beira da morte política. Na verdade, do suicídio, por ter se transformado em mais um corrupto e feito do seu partido uma organização criminosa. Certamente não é o único, nem o primeiro, nem o último. Talvez seja o maior deles, até pela grandeza da biografia, que era sólida mas se desmancha no ar, como nunca antes na história deste país.

Enfim, com a licença poética de José Dirceu, outro figurão que fez a travessia sem escalas da geração dos presos políticos para os políticos presos, Lula e todos os flagrados com a boca na botija pela Operação Lava Jato se assemelham nesta última frase pinçada da sua entrevista : "E todo mundo é inocente, né? O cara matou a avó, fritou o gato dela, comeu. Mas ele começa a conversar com você e a reclamar que é inocente."

Todos são.

Mauricio Huertas, jornalista, é secretário de Comunicação do PPS/SP, diretor executivo da FAP (Fundação Astrojildo Pereira), líder RAPS (Rede de Ação Política pela Sustentabilidade), editor do Blog do PPS e apresentador do #ProgramaDiferente

quinta-feira, 19 de abril de 2018

Decifrando a Globalização no #ProgramaDiferente



Em mais um episódio da série "Desafios Políticos de um Mundo em Intensa Transformação", o #ProgramaDiferente trata do tema: "A Globalização e a mudança da estrutura das sociedades". Que mundo é esse em que vivemos? De onde viemos? Para onde vamos? Como corrigir os rumos para uma realidade mais sustentável?

Com a presença dos sociólogos Caetano Araújo, Demétrio Magnoli e Sergio Fausto, além do economista alemão (radicado na Suécia) Stefan Fölster, coautor de "A Riqueza Pública das Nações", e participações especialíssimas do grupo Berimbrown Soul, do sociólogo e filósofo polonês Zingmunt Bauman, e do geógrafo Milton Santos, autor da obra "Por uma outra globalização". Assista.

quarta-feira, 18 de abril de 2018

Lula, Alckmin, Ciro e Bolsonaro na sátira de Tá no Ar



No último episódio da temporada, o programa Tá no Ar, da Rede Globo, fez uma sátira inteligente de quatro presidenciáveis de 2018, Lula, Geraldo Alckmin, Ciro Gomes e Jair Bolsonaro, com quatro propagandas de seus respectivos produtos fictícios: Luiz In Ice Tea, Johnnie Walckmin, Pepciro e Bolsonácqua. Reveja.

terça-feira, 17 de abril de 2018

A crise de representação política e o futuro da democracia em debate no #ProgramaDiferente



Dentro da série "Desafios Políticos de um Mundo em Intensa Transformação", o #ProgramaDiferente trata do tema "Crise de Representação Política e o Futuro da Democracia".  Este ano é verdadeiramente emblemático, com a eleição de um novo presidente votado legitimamente pelo povo e vencida a traumática transição pós-impeachment.

O debate é moderado pela jornalista e comentarista política Helena Chagas e tem a participação de José Álvaro Moisés, professor do Departamento de Ciência Política da USP; Marco Aurélio Nogueira, cientista político e professor da Unesp; Marcus Melo, cientista político e professor da Universidade Federal de Pernambuco; e do italiano Alessandro Ferrara, filósofo e professor da Universidade de Roma Tor Vergata. Assista.

segunda-feira, 16 de abril de 2018

Rebeldia para reinventar a política, sugere FHC

Na coluna do jornalista José Casado, no jornal O Globo de hoje, o autor afirma que "Em livro, FHC sugere rebeldia para reinventar a política".

O texto trata do mais novo livro do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso sobre o seu governo, inclusive fazendo autocríticas, e também sobre o período governado pelo PT.

A 24 semanas das eleições, o horizonte político não poderia estar mais nebuloso e a fragmentação política é enorme. Tal cenário confunde o eleitor e impede até a distinção nas pesquisas dos mais competitivos entre pelo menos 15 pré-candidatos anunciados à Presidência da República.

Em depoimento de 203 páginas, FHC alerta para riscos da desagregação política. Uma certeza é que, em janeiro de 2019, haverá no Palácio do Planalto alguém eleito em circunstâncias de fragilidades.

Outras reflexões importantes: O próximo presidente terá menos apoio no Congresso do que seus quatro antecessores. E, na melhor das hipóteses, vai atravessar 75% do mandato com as contas no vermelho - o atual governo prevê capacidade de investimento reduzida à metade, com despesas públicas em Previdência Social um terço maiores do que são hoje. 

Aos 86 anos, está convicto de que na História nada é imutável, nada se repete, tampouco se transforma completamente.

"Mais do que nunca, é imperativo interpretar o mundo para poder transformá-lo", incita em "Crise e reinvenção da política no Brasil", depoimento de 203 páginas aos seus amigos Miguel Darcy de Oliveira e Sergio Fausto, em que procura demonstrar que o Brasil não está "em um beco sem alternativas". 

Eleição não é unção, observa: "É preciso apoio do eleitor, mas esse apoio não é dado para sempre. Cada decisão tem que ser explicada. O processo de convencimento é um ato permanente de revalidação da legitimidade ou não do governante." Na presidência, admite, fracassou sempre quando não conseguiu explicar e convencer.

A desagregação que aí está precisa ser revertida com urgência. "Estamos diante de uma encruzilhada: ou bem seremos capazes de reinventar o rumo da política, ou cedo ou tarde a indignação popular explodirá nas ruas, sabe-se lá contra quem e a favor do quê. Ou, o que é pior, o reacionarismo imporá ordem ao que lhe parecerá o caos."

Vislumbra alternativas: "Não estamos atados a alianças automáticas e, a despeito de nossas crises políticas, erros e dificuldades, nos encontramos em um patamar econômico mais elevado do que no tempo da Guerra Fria: criamos uma agricultura moderna, somos o país mais industrializado da América Latina e avançamos em setores modernos de serviços, especialmente no de comunicação e financeiro. Somos uma democracia, apesar das eventuais dificuldades de nosso sistema político."

Para retomar o rumo, entende ser necessário identificar e confrontar "os inimigos da mudança, os adversários da contemporaneidade: de um lado o estatal-corporativismo, de outro o fundamentalismo de mercado. Ambos incompatíveis com o mundo contemporâneo."

"Se não tivermos êxito na construção dessa alternativa" - avalia - "corremos o risco de levar ao poder quem dele não sabe fazer uso ou o faz para proveito próprio. E nos arriscamos a perder as oportunidades que a História nos está abrindo para termos um rumo definido."

A rebeldia, propõe, seria com "um novo polo democrático e popular que se afirme como alternativa tanto à direita autoritária e retrógrada quanto à volta de utopias regressivas como prega boa parte das esquerdas. Não há nada mais urgente a se fazer, quando se olha para as eleições de 2018 e para além delas".

Reinventar a política é mobilizar. E o que move pessoas, hoje, "são as causas, os movimentos identitários, as reivindicações de liberdade lançadas por grupos e movimentos na sociedade." Recorre ao poeta português Fernando Pessoa: "Cada um é muitos".


Reveja outras postagens recentes sobre FHC:

Veja o encontro de FHC com a Roda Democrática

FHC e o "novo algoritmo que rege a política"

quarta-feira, 11 de abril de 2018

De Bernardinho a Sérgio Moro, Fórum da Liberdade trata da "Voz da Mudança" que o Brasil precisa ouvir

O #ProgramaDiferente apresenta a íntegra de algumas das palestras mais interessantes ocorridas no Fórum da Liberdade, realizado em Porto Alegre nos dias 9 e 10 de abril. O tema geral do evento foi "A Voz da Mudança", reunindo desde o primeiro encontro de presidenciáveis de 2018 até uma palestra concorridíssima com o juiz Sérgio Moro.

O Fórum da Liberdade também teve painéis específicos como "Empreender para Mudar", com a participação de Bernardinho, ex-treinador multicampeão da seleção brasileira de vôlei, e Jorge Caldeira, escritor e doutor em Ciência Política; e "Politicamente Incorreto", com a presença de Lya Luft, escritora, tradutora e professora universitária, e Leandro Narloch, jornalista e escritor; entre outros.

Veja abaixo o link das palestras e o perfil de cada um destes quatro convidados destacados:

Bernardinho

Ex-jogador, treinador de voleibol, economista, e empresário brasileiro. Bernardinho é um dos maiores campeões da história do voleibol, acumulando mais de trinta títulos importantes em 22 anos de carreira, dirigindo as seleções brasileiras feminina e masculina. Como empresário, possui diversos empreendimentos de sucesso, incluindo a maior rede de academias da América Latina, bem como projetos sociais como o Instituto Compartilhar.


Jorge Caldeira

Escritor, doutor em Ciência Política, mestre em sociologia e bacharel em Ciências Sociais pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo. Sócio-fundador da Mameluco Edições e Produções Culturais, é escritor e possui ampla experiência profissional na área jornalística e editorial. Foi publisher da revista Bravo!, consultor do projeto Brasil 500 Anos, da Rede Globo de Televisão, editor-executivo da revista Exame e da Revista da Folha, do jornal Folha de S. Paulo, editor de economia da revista Isto É e editor da Revista do Cebrap. Ocupa a cadeira nº 18 da Academia Paulista de Letras.


Leandro Narloch

Jornalista, foi repórter da revista Veja e editor de Superinteressante e Aventuras na História. É autor dos livros Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil, Guia Politicamente Incorreto da História do Mundo e Guia Politicamente Incorreto da América Latina, este último escrito com o jornalista Duda Teixeira. Os livros, que venderam mais de 750 mil exemplares desde 2009, criticam a influência marxista nos livros didáticos, derrubam mitos consagrados e mostram como intervenções políticas sabotaram a economia de países da América Latina, da África e da Ásia durante o século 20.


Lya Luft

Nasceu em Santa Cruz do Sul em 1938. Aos 18 anos mudou-se para Porto Alegre para cursar Pedagogia e Letras, na PUCRS. Tem mestrado em Linguística, disciplina que lecionou na Faculdade Porto Alegrense por dez anos, além de Literaturas Brasileira e Portuguesa.

Começou cedo a escrever como colunista em jornal — o que continua fazendo ainda hoje. Foi, por vários anos, colunista da revista Veja. Agora, colabora com o jornal Zero Hora.

Autora de muitos romances, como As Parceiras, Reunião de Família, O Tigre na Sombra e ensaios não-literários como Perdas & Ganhos — traduzido em 12 países —, vendendo só no Brasil um milhão de exemplares. Recentemente publicou “A Casa Inventada”, nessa mesma linha de reflexões. Toda a sua obra é publicada pela Editora Record (RJ).

Viúva do linguista Celso Pedro Luft, com quem teve os filhos Susana, André e Eduardo, vive em Porto Alegre com seu companheiro de muitos anos, engenheiro Vicente de Britto Pereira.

Viajou muito pelo país e exterior dando palestras, o que agora reduziu ao máximo: “Gosto mesmo é de ficar quieta. Então é o que faço”.

Aplaudidíssimo, juiz federal Sérgio Moro é a estrela do 31º Fórum da Liberdade no #ProgramaDiferente



O juiz federal Sérgio Moro foi a grande estrela do 31º Fórum da Liberdade, em Porto Alegre, neste segundo e derradeiro dia do evento organizado pelo Instituto de Estudos Empresariais (IEE). Em dois momentos, nesta terça-feira, 10 de abril, primeiro num bate-papo para uma plateia VIP conduzido pelo filósofo Eduardo Wolf, ex-secretário de Cultura do prefeito da capital gaúcha, Nelson Marchesan (PSDB), falou sobre a Lava Jato, o processo contra Lula e a decisão da ministra Rosa Weber. Veja aqui.

Mais tarde, para um público bem maior, em palestra para mais de 2.700 pessoas que superlotaram o grande auditório da PUC-RS, voltou a falar sobre a Operação Lava Jato e o conjunto de ações contra a corrupção no Brasil. Neste segundo momento, na roda de conversas intitulada "A Lei", Sérgio Moro foi aplaudidíssimo ao dividir o palco central do Fórum da Liberdade com Antonio Di Pietro, vice-procurador no Tribunal de Milão e promotor que comandou a Operação Mãos Limpas, na Itália, e Adriano Gianturco, professor de Ciência Política do IBMEC-MG. A mediação ficou a cargo do presidente do IEE e organizador do evento, Júlio César Bratz Lamb. Assista.

Vereadora Soninha, do PPS, é a nova 2ª vice-presidente da Câmara Municipal de São Paulo

Com a nomeação do vereador Eduardo Tuma (PSDB), que é o atual 1º vice-presidente da Câmara Municipal de São Paulo, como secretário da Casa Civil do prefeito Bruno Covas nesta quinta-feira, o então 2º vice, Rodrigo Goulart (PSD), assume a vaga de Tuma na Mesa Diretora e a vereadora Soninha Francine (PPS), eleita primeira suplente, consequentemente passa a ser a 2ª vice-presidente da Casa no decorrer de 2018. Lembrando ainda que o presidente Milton Leite (DEM) na prática é o atual vice-prefeito de São Paulo, com a renúncia de João Doria (PSDB) e a posse de Bruno Covas (PSDB).

terça-feira, 10 de abril de 2018

Bruno Covas busca recompor maioria na Câmara, que pretende manter as marcas da gestão de João Doria

Com o até então vice Bruno Covas devidamente empossado prefeito de São Paulo para cumprir os dois anos e nove meses restantes da gestão tucana (somados ao um ano e três meses cumpridos pelo prefeito João Doria, que renunciou ao cargo para ser candidato em 7 de outubro) e cara nova na bancada do PSDB - com o suplente Quito Formiga no lugar do vereador Eduardo Tuma, recém nomeado secretário da Casa Civil, a Câmara Municipal de São Paulo tenta recompor a maioria governista para votar projetos do Executivo.

Enquanto isso, busca acordo para aprovar o primeiro pacotão de projetos de autoria dos vereadores nesta terça-feira, em 1ª votação, e na quinta-feira, em segunda e definitiva votação, para seguirem à sanção do novo prefeito. Há oposição da bancada do PT à agenda proposta exatamente por conta da quarta-feira, que estaria reservada para discussão da pauta governista.

A intenção do líder do governo, vereador João Jorge (PSDB), é aprovar o projeto que libera para divulgação o uso de identidade visual e denominação própria dos programas da Prefeitura de São Paulo, limitada atualmente ao uso do brasão oficial da cidade. A polêmica sobre o tema foi evidenciada com o uso, no início da gestão tucana, das marcas criadas pelo prefeito João Doria, como "Cidade Linda", "Corujão da Saúde" etc.

Criança e Adolescente

A vereadora Soninha Francine (PPS), durante o chamado "colégio de líderes", fez um pedido para que as bancadas possam indicar seus representantes para a Comissão Extraordinária de Defesa dos Direitos da Criança, do Adolescente e da Juventude e assim permitir a sua instalação.

Fórum da Liberdade reúne seis presidenciáveis



Com o primeiro encontro entre alguns dos principais pré-candidatos à Presidência da República em 2018, foi aberto nesta segunda-feira, 9 de abril, o 31º Fórum da Liberdade, em Porto Alegre. O foco do evento organizado pelo Instituto de Estudos Empresariais (IEE) foi a discussão de mudanças políticas e econômicas, e o que será do Brasil após a crise atual, reunindo os presidenciáveis Ciro Gomes (PDT), Flávio Rocha (PRB), Geraldo Alckmin (PSDB), Henrique Meirelles (PMDB), João Amoêdo (Novo) e Marina Silva (Rede), que revelaram quais seriam as prioridades em seus governos. Assista.